Joaquim Souza
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Joaquim Souza
@jsalsouza
Former CEO of CaixaBI and buyside investor at Dynamo Capital. Wahoo @UVA @NovaSBE
Portugal Katılım Ocak 2021
174 Takip Edilen127 Takipçiler

@AntigoLiberal Residentes não habituais (inclui portugueses): 130 mil
Imigrantes: 1,5 milhões
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O pior dos custos é o aumento dos preços das casas.
ECO@ECO_PT
Residentes não habituais custam 1,7 mil milhões aos cofres do Estado eco.sapo.pt/2026/05/12/res…
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A confusão entre abertura à imigração independentemente da origem, credo ou cultura dos novos residentes e o conformismo com práticas inaceitáveis por alguns, como a poligamia ou a excisao genital feminina, não é acidental por parte da “esquerda festiva”. Quais marcusianos, aceitam e aplaudam tudo o que criar divisionismo, mesmo que vá contra o que defenderam até ontem, e promovem a confusão e divisão como arma de confronto social com o “establishment” (a q, ironicamente, muitos pertencem)
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☢️Reflexão da Cooperativa: primeiro estragas, depois dizes que foram os outros.
O secretário geral da CGTP diz-nos que Portugal não pode viver só de pastéis de nata. Comovente. O camarada sindical conclui, ao fim de décadas de luta contra tudo o que cheira a empresa, investimento, flexibilidade, risco, mérito ou lucro, que afinal talvez desse jeito produzir qualquer coisinha com mais valor acrescentado do que a nossa belíssima massa folhada com creme, vulgo, pastel de nata.
Não deixa de ter graça camaradas. A CGTP passou anos a tratar o investidor por chulo, a empresa como um bordel, e agora, pronto, aparece aflita porque não há fábricas a produzir cenas de valor acrescentado, condenados aos famigerados pastéis de nata.
A explicação deste gajo. O trabalhador português não tem um chip defeituoso. E aqui, convenhamos, têm razão. O problema não está no chip do trabalhador. Está no sistema operativo que lhe metem à volta. Um sistema cheio de pop-ups sindicais, avisos de greve, legislação armadilhada que tens de aceitar sempre que entras no site, carreiras onde o competente ganha praticamente o mesmo que o encostado, empresas que têm de pensar 3x antes de contratar, investidores que olham para Portugal e perguntam-se legitimamente se amanhã não vem uma Mortágua desta vida nacionalizar a fábrica.
➡️➡️Camaradas, a produtividade não nasce de discursos inflamados em cima dos palcos. Nasce de capital, máquinas, tecnologia, organização, escala, gestão decente, concorrência, prémios para quem faz bem e consequências para quem faz mal. Nasce de um ambiente onde vale a pena arriscar, crescer, contratar, investir e pagar melhor porque há retorno. Não nasce de decretar dignidade nem de transformar cada reforma laboral num apocalipse dos coitadinhos.⬅️⬅️
Mérito. Essa obscenidade que a CGTP trata como se uma espécie de lepra. Meritocracia não é dizer que todos partem do mesmo sítio, porque não partem. É dizer que, depois de dadas condições mínimas, não pode ser tudo igual no fim. Quem produz mais, quem resolve melhor, quem aprende, quem se adapta, quem lidera, quem cria valor, tem de poder ser recompensado. E quem bloqueia, arrasta, empata e pede mais direitos para fazer menos, não pode continuar protegido por aqueles que querem nivelar sempre pela mediocridade.
⚠️A CGTP quer produtividade, mas detesta quase tudo o que a produz. Quer salários altos, mas odeia lucro. Quer indústria, mas desconfia de capital. Quer fábricas, mas ameaça quem as monta. Quer empresas fortes, desde que não mandem. Quer trabalhadores valorizados, desde que ninguém seja valorizado mais do que o vizinho.
Sim, o país teve a SOREFAME. Teve engenharia, metalomecânica, saber fazer, gente competente, capacidade instalada. Depois vieram anos de desindustrialização, más decisões públicas, integração em grupos internacionais, falta de encomendas, reestruturações, e claro, a habitual luta à tuga de gauche; greve, luta, exigência, bloqueio, direito adquirido, mais luta, mais plenário, mais uma barricada. No fim, a fábrica fechou. A Bombardier foi à vida dela, a produção seguiu para a Polónia onde havia escala, encomendas e condições, e nós ficámos com a indignação e o pastel de nata.
⚠️Em suma, os gajos que f@deram a SOREFAME são os mesmos que hoje perguntam porque é que temos de comprar comboios à Espanha, à França.
Camaradas, Portugal não precisa de um novo chip. Precisa de desinstalar meio século de software contra o capital, contra o investimento e contra o mérito. Por isso, a pergunta não é quantos pastéis de nata temos de vender para comprar um comboio à Suíça. A pergunta é quantas greves gerais, quantos comunicados, quantos plenários, quantas ameaças aos investidores e quantos sermões contra o lucro são precisos até perceberem que ninguém monta uma fábrica num país onde cada parafuso chega à linha de montagem carregado desta ferrugem.
Para vossa eventual reflexão de domingo.
o dono da cooperativa
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@VutPedro @trainmaniac O Chega é nacionalista mas socialista
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@al_antdp Uns eletrodomésticos dariam jeito… faz lembrar alguns autarcas
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@RTPNoticias Boa altura para vender a RTP aos trabalhadores 🙏💪✌️
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Os trabalhadores da RTP exigem numa carta aberta que a RTP não participe, nem transmita o Festival Eurovisão da Canção 2026 perante o agravamento da situação no Médio Oriente, incluindo violência extrema contra civis.
rtp.pt/noticias/cultu…
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@tiagopita E não servem de nada serem gratuitos se a frequência pouca e a qualidade é baixa, sem falar na falta de capilaridade nas regiões suburbanas
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Este gráfico explica 90% dos problemas em portugal.
Portugal tem um modelo económico profundamente corporativista que favorece os incumbentes e penaliza quem tenta entrar. Mas o que muita gente não percebe é que há aqui um conflito de fundo entre old money e new money.
O old money, as grandes famílias e grupos empresariais centenários que dominam os sectores em Portugal, não precisam/não querem concorrência, não precisam de reformas, e não precisam de dinamismo económico!!! Quanto menor dinamismo, tanto melhor para o poder instalado. Precisam exatamente do oposto: barreiras à entrada, regulação complexa e um estado grande que afasta novos concorrentes, ou seja, quanto maior a regulação melhor é para quem já é "grande" (tem mais estrutura para lidar com esses custos e problemáticas). Até a imigração em massa lhes serve, porque alivia pressão política para reformar o mercado de trabalho e mantém o status quo intacto.
O new money, os novos entrantes e empreendedores, precisam do oposto: mercados abertos, destruição criativa, e menos protecção aos incumbentes. Mesmo os consumidores necessitam de dinamismo e alguém que faça realmente concorrência aos players já instalados.
Por isso é que os grandes empresários portugueses e as grandes familias e malta da elite lisboeta são "socialistas" ... não por convicção, mas por interesse. Menos concorrência significa mais margem e maior tempo na liderança...
Quando o estado te protege o monopólio, o melhor investimento que podes fazer é garantir que esse estado se mantém grande e intervencionista.
O índice da OCDE apenas confirma o que qualquer empreendedor em Portugal já sabe na pele: o jogo está estruturado para quem já ganhou, não para quem quer jogar!!!
Αntonio Nogueira Leite@al_antdp
Estado corporativo.
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@jcaetanodias Casas e carros… só são os maiores investimentos das famílias
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Ajustado ao poder de compra temos quase tudo do mais caro da UE.
Renascença@Renascenca
Portugal tem o 2º gás doméstico mais caro da UE, ajustado ao poder de compra rr.pt/especial/econo…
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