PF investiga entrada de malas de Ciro Nogueira, Hugo Motta e donos de Bets no Brasil sem nenhuma fiscalização
Eles estavam vindo da Ilha de São Martinho, conhecida como um paraíso fiscal
BRASÍLIA — O senador Rogério Marinho apresentou representação ao Tribunal de Contas da União para pedir a apuração de possível irregularidade no pagamento de auxílio-moradia ao delegado da Polícia Federal Marcelo Ivo de Carvalho, que atuava como oficial de ligação do Brasil junto ao serviço de imigração dos Estados Unidos, o ICE.
Segundo a representação, o delegado teria residido em um apartamento de luxo em Brickell, Miami, cujo aluguel mensal teria chegado a cerca de R$ 48 mil. O documento afirma que o valor “parece destoar das normas sobre o tema e da razoabilidade” e pede que o TCU verifique a legalidade e a moralidade do custeio.
A peça também cita reportagens segundo as quais o governo americano solicitou a saída de Marcelo Ivo dos Estados Unidos após acusá-lo, sem nomeá-lo publicamente, de tentar manipular o sistema de imigração americano para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos EUA.
Marinho pede que o TCU intime o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o próprio Marcelo Ivo, além de adotar medidas para verificar se o Departamento de Polícia Federal observou corretamente as regras de pagamento de auxílio-moradia a servidores em exercício no exterior.
A representação afirma que normas usadas por outros órgãos federais preveem teto inferior para auxílio-moradia em Miami. O documento cita, como parâmetro, valor de US$ 5.600 mensais, aproximadamente R$ 28 mil, previsto em instrução normativa da Polícia Rodoviária Federal para posto equivalente na cidade.
Até o momento, a representação pede apuração. Não há decisão do TCU sobre o caso no documento.
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SÃO PAULO — Um homem abordado pela Polícia Rodoviária Federal com R$ 746 mil em dinheiro vivo no banco traseiro de um Hyundai HB20 afirmou aos agentes que havia retirado a quantia em uma reunião do Podemos, em São Paulo, antes de seguir para Minas Gerais, segundo registro de ocorrência.
José do Carmo Vieira, 66 anos, declarou ser “coordenador político” do partido e disse que o dinheiro seria usado para “fazer alguns pagamentos”, mas não informou a origem dos recursos. A abordagem ocorreu em 9 de abril, no km 7 da Rodovia Fernão Dias, em Vargem, no interior paulista.
O veículo era conduzido por Sergio Felipe, policial civil aposentado de Minas Gerais. Segundo a ocorrência, os dois foram levados à Polícia Federal em Campinas para apuração de possível lavagem de dinheiro e crime eleitoral.
Horas antes da abordagem, Sergio Felipe publicou em seu Instagram uma imagem diante de um banner de evento da Fundação Juntos Podemos, ligada ao partido. O evento teria participação da presidente nacional da legenda, Renata Abreu, e de deputados federais paulistas.
De acordo com os agentes, os ocupantes do carro demonstraram nervosismo e começaram a apresentar explicações antes mesmo de serem questionados. O dinheiro estava em uma caixa de papelão no banco traseiro.
Procuramos Renata Abreu, Sergio Felipe e José do Carmo Vieira. Até a publicação, não houve manifestação da presidente do Podemos; Sergio Felipe desligou ao ser questionado; e José do Carmo não foi localizado.
O presidente @jairbolsonaro foi contra e lutou contra a aprovação da reforma tributária. Os resultados danosos para a economia começam a aparecer. Preços das passagens aéreas pode aumentar 25%!!! Bolsonaro acertou mais uma.