Agora vai??? Não, não vai.

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@lugar_chef

É O SISTEMA ELEITORAL, preocupem-se com os Vereadores, Deputados e Senadores. Esqueçam o Presidente, ele não manda porra nenhuma.

USA Katılım Aralık 2019
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Anne Marrie Andersen🇺🇸
Anne Marrie Andersen🇺🇸@anniestandersen·
💯🎯🎯🎯🎯🎯
・ Ice ・  Ⅹ ・@IceXTruths

Em 2015, Scott Adams fez uma previsão “louca” que a maioria das pessoas achou impossível. Ele disse que Trump tinha 98% de chance de se tornar presidente, e fez essa aposta com base em uma única observação. O atributo vencedor que deu confiança a Scott na vitória de Trump foram suas habilidades únicas de persuasão. Enquanto os mercados de apostas políticas descartavam as chances de Trump, Adams argumentou — usando seu conhecimento em persuasão e hipnose — que Trump era o candidato mais psicologicamente eficaz na disputa e, portanto, o favorito para vencer. Ele construiu uma enorme base de seguidores ao mostrar como a persuasão, e não as políticas, impulsiona os resultados políticos. Essa percepção se provou correta. Mas também revelou algo mais sombrio. Após a vitória de Trump, Adams mudou de rumo para o comentário político — e durante a COVID, até ele teve dificuldade para enxergar a verdade. Scott endossou fortemente as vacinas, se vacinou e ridicularizou publicamente os seguidores que se recusaram. Muitos depois o chamaram de “Clot Adams” de forma debochada. Em janeiro de 2023, Adams admitiu — em vídeo — que estava errado e que os antivacinas estavam certos. Mas ele enquadrou isso como sorte: as pessoas certas simplesmente desconfiavam do governo, enquanto “todos os dados” supostamente indicavam que analistas inteligentes optassem pela vacinação. Esse enquadramento importa. Ele revela como até observadores habilidosos de persuasão podem confundir o consenso de marketing com a verdade — e como o mesmo sistema que fabrica certeza médica também oculta os limites da medicina, até que a realidade force um acerto de contas. Após a vitória de Trump, Adams mudou de rumo para o comentário político — e durante a COVID, até ele teve dificuldade para enxergar a verdade. Scott endossou fortemente as vacinas, se vacinou e ridicularizou publicamente os seguidores que se recusaram. Muitos depois o chamaram de “Clot Adams” de forma debochada. Em janeiro de 2023, Adams admitiu — em vídeo — que estava errado e que os antivacinas estavam certos. Mas ele enquadrou isso como sorte: as pessoas certas simplesmente desconfiavam do governo, enquanto “todos os dados” supostamente indicavam que analistas inteligentes optassem pela vacinação. Esse enquadramento importa. Ele revela como até observadores habilidosos de persuasão podem confundir o consenso de marketing com a verdade — e como o mesmo sistema que fabrica certeza médica também oculta os limites da medicina, até que a realidade force um acerto de contas. O que se seguiu expôs silenciosamente o sistema. Scott buscou múltiplas terapias convencionais de ponta recomendadas por oncologistas de elite. Em certo momento, quando a Kaiser abruptamente cortou o acesso, a administração Trump interveio diretamente em seu favor — um passo extraordinário que destacou o que pacientes sem influência enfrentam rotineiramente quando o atendimento é negado. Mas mesmo com contatos, advocacy e medicina de primeira linha, nada funcionou. Scott se despediu publicamente e morreu em casa em janeiro. Isso não foi uma falha de esforço. Foi um confronto com os limites da medicina — tornado visível enquanto milhões assistiam. O caso Scott Adams acabou expondo duas coisas ao mesmo tempo: o poder gigantesco da engenharia de percepção… e os limites brutais da própria medicina contemporânea. Porque no fim, mesmo cercado pelos sistemas mais avançados do planeta, ele encontrou aquilo que o mundo moderno mais odeia admitir: existem limites que propaganda nenhuma consegue negociar.

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Patrícia
Patrícia@patitricolor·
@leandroruschel O que é um carcinoma basocelular para um cara que teve câncer na garganta, continuou bebendo, e continua vivendo normalmente ?
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
--SÍRIO-LIBANÊS/NOTA: LULA INICIA RADIOTERAPIA APÓS RETIRADA DE CARCINOMA BASOCELULAR NA CABEÇA --SÍRIO-LIBANÊS: APÓS RETIRADA DE LESÃO EM LULA, OPTOU-SE POR TRATAMENTO COMPLEMENTAR PREVENTIVO 10:52 25/05/2026 🤔
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Clarke de Souza
Clarke de Souza@clarke_de_souza·
Prestem atenção numa coisa: a Deolane não fazia parte somente do PCC como um “aviãozinho”, como o consórcio da imprensa tenta passar a todos. Ela, na verdade, era da alta cúpula do PCC e fazia lavagem de dinheiro. E em 2022 ela participou da campanha do Lula.
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Coronel Amaro
Coronel Amaro@Amaro_Coronel·
Show, de coragem! Contar piadas virou ato de rebeldia… Como na Idade Média!
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Brivael Le Pogam
Brivael Le Pogam@brivael·
La plupart des grandes boîtes sont des organisations zombies. Voici pourquoi. Dans League of Legends, ton rang n'est pas un titre. C'est une mesure continue. Tu es Master parce que tu joues comme un Master cette semaine. Si tu arrêtes de bosser, tu redescends. Diamond. Platine. Gold. Le système ne te doit rien : ton rang reflète ta compétence à l'instant T, pas celle d'il y a trois ans. Maintenant regarde une entreprise classique du S&P 500. Un type devient VP parce qu'il a été excellent à 35 ans. À 50 ans, il est toujours VP. Entre-temps, il a peut-être arrêté de produire, arrêté d'apprendre, arrêté de challenger ses modèles mentaux. Aucune importance : le titre est acquis. La hiérarchie pyramidale fonctionne comme un cliquet — tu montes, tu ne redescends pas. Ton elo organisationnel est gelé au pic de ta carrière. C'est une aberration darwinienne. Ces structures distribuent l'autorité selon la compétence passée, et la compétence passée est un très mauvais prédicteur de la compétence présente — surtout dans un monde qui change vite. Les jeux compétitifs ont résolu ce problème il y a vingt ans. Le elo se recalcule à chaque partie. La hiérarchie reflète la performance réelle, pas le souvenir d'une performance. C'est brutal, et c'est précisément pour ça que ça marche : les meilleurs joueurs sont vraiment les meilleurs joueurs, pas ceux qui ont été bons en 2008. L'IA rend cette aberration létale. Quand une équipe de 12 personnes avec les bons outils peut produire ce que produisait un département de 200, le coût d'un VP qui ne produit plus n'est plus seulement son salaire — c'est le delta entre ce qu'il bloque et ce qu'une organisation méritocratique débloquerait. Ce delta explose chaque mois. Regardez le marché. Le S&P 500 n'existe plus vraiment. Il y a le S&P 7 (Nvidia, Microsoft, Apple, Google, Amazon, Meta, Tesla) qui capte la quasi-totalité de la création de valeur, et 493 zombies qui maintiennent leur cap par inertie comptable. Les zombies partagent une caractéristique : la compétence n'y circule pas. Elle s'y cristallise en titres, en territoires, en process de protection. Les boîtes qui vont émerger dans les dix prochaines années auront une propriété structurelle nouvelle : l'autorité y sera révocable en continu. La compétence présente sera la seule monnaie. Plus de rentes de titre. Plus de comités. Plus de "j'ai mérité ma position en 2015". Tu produis maintenant ou tu sors du ladder. C'est pas une question d'idéologie. C'est juste que dans un environnement où l'IA divise par 50 le coût d'exécution, les organisations qui protègent l'incompétence acquise se font oblitérer par celles qui ne la protègent pas. Tout est à réinventer. Et c'est exactement ce qui rend le moment fascinant.
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Anne Marrie Andersen🇺🇸
Anne Marrie Andersen🇺🇸@anniestandersen·
Good evening, Brazil. Stay in peace. Jesus Christ is Lord!
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@anniestandersen Essa foto é ótima. O Presidente dos USA prestando atenção ao que o Filipe estava falando. Entende porque ele está preso??? Simplesmente porque é o melhor.
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@SamaHoole Afirmar que frango e porco são metabolicamente ruins ou equivalentes a “comer óleo de semente” é um salto muito maior do que a ciência atual permite fazer. A frase funciona muito bem como retórica de internet. Como conclusão científica definitiva, não.
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Sama Hoole
Sama Hoole@SamaHoole·
Here's the simple reason ruminant meat (beef, lamb) is metabolically superior to monogastric meat (chicken, pork). Monogastrics store whatever they're fed. Grain goes in, linoleic acid ends up in the fat. Pork fat now runs around 20% PUFA. Chicken fat around 25%. The bird and the pig are, in 2026, walking vehicles for the seed oils they were finished on. Ruminants are built differently. The four-chambered stomach biohydrogenates polyunsaturated fats, converting unstable plant oils into stable saturated and monounsaturated fats before the fat is ever laid down. Grain in. Beef fat still around 2-4% PUFA. The cow eats the seed oil substrate and quietly disarms it on the way through. The pig and the chicken eat it and pass it on to whoever is eating them next. Beef and lamb: built-in detox. Pork and chicken: storage tanks for the food system you were trying to avoid. If you've cut seed oils out of the cupboard but you're still eating chicken every day, the bottle isn't gone. It's just on a plate.
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Petropolis Conservador 🇧🇷
Que material Sensacional 👇
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O caso envolvendo XP, Banco Master e os bilhões distribuídos no varejo financeiro talvez revele algo muito maior do que apenas uma operação agressiva de mercado. Ele ajuda a expor a formação de um novo eixo de poder no Brasil moderno: mercado financeiro, influência ideológica, plataformas digitais, mídia econômica e concentração silenciosa de capital. Durante anos, Rodrigo Constantino se consolidou como uma das vozes mais conhecidas do liberalismo econômico brasileiro. O discurso era claro: menos Estado, menos concentração bancária, mais mercado, mais liberdade econômica. Enquanto isso, seu irmão, Bruno Constantino Alexandre dos Santos, crescia silenciosamente dentro do núcleo financeiro da XP Investimentos justamente no período em que a empresa deixava de ser apenas uma corretora “disruptiva” para se transformar numa potência financeira integrada. E esse detalhe é extremamente importante. Bruno Constantino Alexandre dos Santos entrou na XP em 2012. Em 2019, tornou-se CFO da companhia. E não ocupava um cargo qualquer. Segundo a própria área de Relações com Investidores da XP, Bruno acumulava trajetória anterior no BTG Pactual, Graphus Capital, além de participação em conselhos de empresas estratégicas como Cemig, Light e Valid. Também integrava comitês de: risco, crédito e ESG. Ou seja: não era apenas um executivo operacional. Era uma peça diretamente conectada às engrenagens mais sensíveis do sistema financeiro moderno. Outro ponto extremamente relevante: em 2024, a XP anunciou a transição do cargo de CFO para Victor Mansur. Mas Bruno não saiu da estrutura. Permaneceu no conselho da XP Inc. e ainda atuaria como consultor estratégico por 12 meses. Isso mostra que sua influência institucional não desapareceu com a mudança executiva. E o timing dessa trajetória coincide exatamente com o momento em que a XP fazia sua expansão mais agressiva. Uma reportagem da LatinFinance de 2020 já mostrava isso claramente. A XP estava em plena ofensiva para enfrentar os grandes bancos brasileiros. Aquisições. Expansão de produtos. Crédito. Plataformas. Wealth management. Distribuição em massa. Contratação de executivos de altíssimo nível. O problema é que, no meio dessa revolução financeira vendida como descentralização, surgiu uma nova forma de concentração. Segundo reportagens recentes, a XP teria distribuído aproximadamente R$ 26 bilhões em CDBs do Banco Master dentro da plataforma. Somando operações ligadas ao Will Bank, os valores poderiam chegar próximos de R$ 35 bilhões. E isso muda completamente o tamanho da discussão. Porque no sistema financeiro moderno, quem controla distribuição controla confiança. O investidor comum muitas vezes não conhece profundamente o emissor do produto. Ele confia na plataforma. Na prática, o selo implícito da XP funciona quase como uma validação institucional perante milhões de investidores. E é exatamente isso que torna o caso do Banco Master tão sensível. Porque o banco cresceu fortemente através de captação agressiva em produtos de renda fixa distribuídos em larga escala. Quando dezenas de bilhões entram nesse circuito, a discussão deixa de ser sobre “um banco crescendo”. Ela passa a envolver: risco sistêmico, liquidez, FGC, engenharia financeira, interdependência bancária e concentração privada de influência econômica. Talvez essa seja a maior ironia de toda a história. O sistema que nasceu prometendo destruir os velhos oligopólios bancários acabou criando novas formas de hiperconcentração financeira digital. Saiu o gerente de banco tradicional. Entrou o aplicativo elegante. Saiu o monopólio clássico. Entrou a concentração distribuída por plataformas. A embalagem mudou. O poder continuou concentrado. Fontes: investors.xpinc.com/en/corporate-g… wsj.com/articles/xp-na… latinfinance.com/magazine/2020/… einvestidor.estadao.com.br/investimentos/… tribunadepetropolis.com.br/noticias/xp-in…

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・ Ice ・  Ⅹ ・
XP, BANCO MASTER, WILL BANK, BRUNO CONSTANTINO E A NOVA ARQUITETURA DO PODER FINANCEIRO DIGITAL O caso Banco Master talvez seja um dos retratos mais perfeitos do novo capitalismo financeiro brasileiro. Um sistema onde: o aplicativo substituiu a agência, o influenciador substituiu o gerente, o algoritmo substituiu a relação bancária e a confiança virou produto de prateleira. Daniel Vorcaro transformou o Banco Master numa máquina de captação agressiva. O mecanismo era relativamente simples: emitir CDBs pagando taxas muito acima da média do mercado, captar bilhões no varejo, usar plataformas gigantes para distribuição e sustentar crescimento acelerado através de liquidez contínua. Enquanto bancos tradicionais pagavam próximo da curva média do CDI, o Master oferecia retornos extremamente altos. Para o investidor comum parecia oportunidade. Para o mercado profissional, aquilo já soava como prêmio de risco. Porque no sistema financeiro existe uma regra silenciosa: quanto maior o prêmio, maior o medo oculto por trás da captação. E aí entra a XP. Segundo reportagens, a XP teria distribuído cerca de R$ 26 bilhões em CDBs do Banco Master ao varejo brasileiro. Não estamos falando de um produto obscuro perdido dentro da plataforma. Estamos falando de uma das maiores operações privadas de distribuição de crédito bancário do país. E aqui nasce o ponto mais perigoso de toda a história: o investidor pequeno não compra apenas um produto financeiro. Ele compra confiança institucional. Na prática, milhões de brasileiros não analisam profundamente: balanço bancário, liquidez estrutural, concentração de funding, engenharia patrimonial ou sustentabilidade financeira do emissor. Eles pensam algo muito mais simples: “Se está na XP, alguém sério já analisou.” E talvez essa seja a maior transformação silenciosa do sistema financeiro moderno. As plataformas deixaram de ser intermediárias. Viraram certificadoras psicológicas de confiança. Agora entra o FGC. O Fundo Garantidor de Créditos funciona como um colchão sistêmico para impedir corridas bancárias. Até R$ 250 mil por CPF ficam protegidos. Na cabeça do varejo isso gera uma conclusão automática: “então está seguro.” Mas o FGC não elimina risco. Ele apenas impede pânico imediato. E isso cria um fenômeno perigosíssimo chamado moral hazard: o banco cresce agressivamente, a plataforma distribui, os executivos lucram, o investidor assume risco sem perceber e parte do prejuízo potencial é socializado sistemicamente. Agora a história começa a ficar ainda mais delicada. Porque o Banco Master não orbitava sozinho. Aparece o Will Bank. Segundo reportagens, a XP também tinha exposição relevante ligada ao Will Bank, além de operações envolvendo troca de participação societária por CDBs do próprio Master. Ou seja: a relação entre XP e Master não era apenas comercial. Começava a tocar estruturas patrimoniais, rearranjos de exposição e conexões muito mais profundas dentro do ecossistema financeiro. E é exatamente aqui que surge Bruno Constantino Alexandre dos Santos. E aqui o leigo precisa entender uma coisa fundamental: Bruno não era um assessor vendendo produto na ponta. Ele fazia parte do núcleo estratégico da XP. Entrou na empresa em 2012. Virou CFO em 2019. Participou justamente do período de expansão explosiva da companhia. Depois deixou o cargo executivo, mas permaneceu no Conselho de Administração. E o que faz um CFO? O CFO é um dos executivos que enxergam os números internos da máquina financeira. Ele acompanha: crescimento, captação, risco, liquidez, estratégia financeira, exposição relevante e sustentabilidade operacional. Depois disso, Bruno passou a integrar justamente os comitês mais sensíveis: Risco, Crédito, ESG, Estratégia e Performance. Traduzindo para o português simples: ele estava dentro das estruturas que supervisionam: quanto risco a empresa assume, quais emissores concentram bilhões, quais operações crescem demais, e quais problemas podem ameaçar a plataforma. Agora vem a pergunta inevitável: uma exposição de cerca de R$ 26 bilhões em CDBs do Banco Master poderia realisticamente passar despercebida dentro dessas estruturas? Para qualquer pessoa séria do mercado financeiro, isso parece extremamente improvável. Porque R$ 26 bilhões não são detalhe operacional. Isso entra em relatório. Entra em monitoramento. Entra em análise de concentração. Entra em discussão estratégica. Entra em avaliação de risco. Ainda mais quando o emissor é um banco pequeno pagando taxas muito acima da média do mercado. Então o debate técnico não é: “Bruno vendeu pessoalmente um CDB?” Isso seria uma simplificação infantil. O debate real é: como funcionava o ambiente interno de percepção de risco da XP enquanto bilhões do Banco Master eram distribuídos ao varejo? E aí entra Rodrigo Constantino. Aqui é importante ter responsabilidade intelectual: não existe prova pública de que Rodrigo participou operacionalmente de qualquer estrutura financeira ligada ao caso. Mas existe uma questão política e lógica impossível de ignorar. Rodrigo é irmão de Bruno. Bruno estava dentro do núcleo estratégico e de risco da XP. E surge a pergunta mais humana e óbvia possível: dois irmãos extremamente próximos, um deles dentro do centro financeiro da XP durante uma das maiores exposições privadas de CDB do país… jamais conversariam sobre bancos, mercado, riscos, cenário financeiro ou bastidores? Claro que isso não prova crime. Não prova operação conjunta. Não prova participação direta. Mas destrói completamente a narrativa de isolamento absoluto entre os mundos. E é exatamente aí que nasce a contradição política mais desconfortável de toda essa história. Porque Rodrigo Constantino passou anos construindo sua imagem pública combatendo: compadrio, oligopólios, capitalismo de relações, elite protegida e distorções do sistema financeiro. Só que agora aparece o irmão dele justamente dentro da engrenagem de governança de uma das plataformas centrais na distribuição de bilhões em produtos de um banco que acabou implodindo. Talvez essa seja a maior ironia do caso Master. O liberalismo brasileiro passou anos dizendo que destruiria os velhos bancos e democratizaria o mercado. Mas no fim criou plataformas gigantescas capazes de concentrar: distribuição, confiança, informação, influência, dados e risco sistêmico em escala talvez ainda maior do que os bancos tradicionais. Saiu a agência física. Entrou o aplicativo elegante. Mas a concentração de poder continuou exatamente no mesmo lugar. Fontes da pesquisa: bloomberglinea.com.br/negocios/colap… reuters.com/business/finan… www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/1… www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/0… www1.folha.uol.com.br/colunas/painel… tribunadepetropolis.com.br/noticias/xp-in… brasil247.com/negocios/xp-fo… estadao.com.br/economia/banco… valor.globo.com/financas/notic… valor.globo.com/financas/notic… moneytimes.com.br/banco-master-e… metropoles.com/negocios/danie… cnnbrasil.com.br/economia/macro… bcb.gov.br/estabilidadefi… fgc.org.br/garantia-fgc/s… investors.xpinc.com/governanca-cor… investors.xpinc.com/en/corporate-g… infomoney.com.br/business/xp-mu… sec.gov/Archives/edgar… latamfintech.co/articles/six-q… wsj.com/articles/xp-na…
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