Agora vai??? Não, não vai.
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Agora vai??? Não, não vai.
@lugar_chef
É O SISTEMA ELEITORAL, preocupem-se com os Vereadores, Deputados e Senadores. Esqueçam o Presidente, ele não manda porra nenhuma.

Deolane contratou ninguém menos que Aury Lopes Jr., um dos advogados criminalistas mais caros e renomados do país, para assumir sua defesa. Quando alguém monta uma banca desse tamanho, é porque sabe que a situação é MUITO mais grave do que parece.





Amanhã, se eu acordar a tempo (não reparem na sacanagem que a IA fez com a minha cara -- estamos cercados)

🚨 Alexandre de Moraes acaba de escarrar na cara do povo e do Congresso mais uma vez. Suspendeu a lei da dosimetria aprovada e reiterada através da derrubada do veto por centenas de deputados e senadores eleitos pelo povo. Até quando o Congresso vai aceitar esse tipo de coisa?





Comrades, We must control information so the people cannot think wrong.. We must suppress dissent so the collective stays pure.. We must expand influence until no one can escape the bureaucratic machine.. We must destroy capitalism so no one can rise above the rest.. We must achieve communism so all are equally dependent.. This is not a joke. This is the plan, and it's perfect ☭ animation frames created by @Grok Imagine

Esse é o jagunço que o Intercept mandou atrás da família de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Fugiu assim que a polícia foi chamada.




@Rconstantino "Meu irmão não vendeu nada"

O caso envolvendo XP, Banco Master e os bilhões distribuídos no varejo financeiro talvez revele algo muito maior do que apenas uma operação agressiva de mercado. Ele ajuda a expor a formação de um novo eixo de poder no Brasil moderno: mercado financeiro, influência ideológica, plataformas digitais, mídia econômica e concentração silenciosa de capital. Durante anos, Rodrigo Constantino se consolidou como uma das vozes mais conhecidas do liberalismo econômico brasileiro. O discurso era claro: menos Estado, menos concentração bancária, mais mercado, mais liberdade econômica. Enquanto isso, seu irmão, Bruno Constantino Alexandre dos Santos, crescia silenciosamente dentro do núcleo financeiro da XP Investimentos justamente no período em que a empresa deixava de ser apenas uma corretora “disruptiva” para se transformar numa potência financeira integrada. E esse detalhe é extremamente importante. Bruno Constantino Alexandre dos Santos entrou na XP em 2012. Em 2019, tornou-se CFO da companhia. E não ocupava um cargo qualquer. Segundo a própria área de Relações com Investidores da XP, Bruno acumulava trajetória anterior no BTG Pactual, Graphus Capital, além de participação em conselhos de empresas estratégicas como Cemig, Light e Valid. Também integrava comitês de: risco, crédito e ESG. Ou seja: não era apenas um executivo operacional. Era uma peça diretamente conectada às engrenagens mais sensíveis do sistema financeiro moderno. Outro ponto extremamente relevante: em 2024, a XP anunciou a transição do cargo de CFO para Victor Mansur. Mas Bruno não saiu da estrutura. Permaneceu no conselho da XP Inc. e ainda atuaria como consultor estratégico por 12 meses. Isso mostra que sua influência institucional não desapareceu com a mudança executiva. E o timing dessa trajetória coincide exatamente com o momento em que a XP fazia sua expansão mais agressiva. Uma reportagem da LatinFinance de 2020 já mostrava isso claramente. A XP estava em plena ofensiva para enfrentar os grandes bancos brasileiros. Aquisições. Expansão de produtos. Crédito. Plataformas. Wealth management. Distribuição em massa. Contratação de executivos de altíssimo nível. O problema é que, no meio dessa revolução financeira vendida como descentralização, surgiu uma nova forma de concentração. Segundo reportagens recentes, a XP teria distribuído aproximadamente R$ 26 bilhões em CDBs do Banco Master dentro da plataforma. Somando operações ligadas ao Will Bank, os valores poderiam chegar próximos de R$ 35 bilhões. E isso muda completamente o tamanho da discussão. Porque no sistema financeiro moderno, quem controla distribuição controla confiança. O investidor comum muitas vezes não conhece profundamente o emissor do produto. Ele confia na plataforma. Na prática, o selo implícito da XP funciona quase como uma validação institucional perante milhões de investidores. E é exatamente isso que torna o caso do Banco Master tão sensível. Porque o banco cresceu fortemente através de captação agressiva em produtos de renda fixa distribuídos em larga escala. Quando dezenas de bilhões entram nesse circuito, a discussão deixa de ser sobre “um banco crescendo”. Ela passa a envolver: risco sistêmico, liquidez, FGC, engenharia financeira, interdependência bancária e concentração privada de influência econômica. Talvez essa seja a maior ironia de toda a história. O sistema que nasceu prometendo destruir os velhos oligopólios bancários acabou criando novas formas de hiperconcentração financeira digital. Saiu o gerente de banco tradicional. Entrou o aplicativo elegante. Saiu o monopólio clássico. Entrou a concentração distribuída por plataformas. A embalagem mudou. O poder continuou concentrado. Fontes: investors.xpinc.com/en/corporate-g… wsj.com/articles/xp-na… latinfinance.com/magazine/2020/… einvestidor.estadao.com.br/investimentos/… tribunadepetropolis.com.br/noticias/xp-in…





