Miguel Pereira Leite

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Miguel Pereira Leite

Miguel Pereira Leite

@mgmpl

Eu, sou eu. Vim ver a bola

Oporto, Portugal Katılım Kasım 2009
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MonarcaIV🇵🇹
MonarcaIV🇵🇹@MonarcaCensura4·
Imaginem esta mulher a dirigir um museu sobre história política.... 🤣🤣🤣🤣🤣🤣
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Cláudia Teixeira
Cláudia Teixeira@claudiaaict·
Miguel Morgado arrasa António Guterres, sem dó nem piedade, e afirma que ficará na História como aquele que fez das Nações Unidas uma grande liga de cerco e censura ao Ocidente. 👏
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Miguel Pereira Leite
@Jonee13 Ele de um lado, o Dru do outro, a irem à linha fazer "meio golo" para a cabeça do Jardel era poesia.
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Jonee 🇬🇧🏴‍☠️☣🌍☠🖕
Zahovic. Se há jogador/craque que se perdeu no tempo, é ele. Para nós que o vimos jogar, foi o Deco antes do Deco. Um verdadeiro craque. Feitio dificil, eximio nos livres e claro, era canhoto, o que acrescenta sempre algo de especial. Esteve pouco tempo no clube. Um dos meus favoritos. #FCPorto
Jonee 🇬🇧🏴‍☠️☣🌍☠🖕 tweet media
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MonarcaIV🇵🇹
MonarcaIV🇵🇹@MonarcaCensura4·
@AndreCVentura Calma que eles agora já reconhecem que houve bar aberto com o Costa. Começam a dobrar a coluna mais cedo do que eu esperava...
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André Ventura
André Ventura@AndreCVentura·
Os filhos da maioria dos portugueses estão a ficar para trás nas creches para dar prioridade a imigrantes ou a minorias. O CHEGA tem recebido várias queixas e denúncias de pais e trabalhadores de instituições que têm medo. Não os vamos deixar sem voz. Os portugueses têm de saber a verdade!
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Αntonio Nogueira Leite
Ate estas pessoas pagarem a hipoteca haverá certamente várias crises. Corremos o risco de ser devedores solidários de várias delas. Não só estimulou a procura como criou situações individuais de risco e seleção adversa. Disse-o logo aquando do anúncio.
CNN Portugal@cnnportugal

Um em cada quatro créditos à compra de primeira habitação em 2025 financiado a 90% #Echobox=1774877377" target="_blank" rel="nofollow noopener">cnnportugal.iol.pt/habitacao/cred…

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PS a ser PS
PS a ser PS@PSaserPS·
@al_antdp @jmedeiros71 Crise do subprime: zero lições aprendidas. Desta vez vai ser diferente, claro. Como sempre.
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Antonio Cunha
Antonio Cunha@AntonioCunha79·
Assim tá bem... e ainda dizem que não vale a pena vir para a europa.
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José Correia Guedes
Espanha acaba de fechar o seu espaço aéreo a todo e qualquer avião americano envolvido na guerra com o Irão. Só situações de emergência serão acolhidas. A utilização das bases conjuntas de Móron (USAF) e Rota (NAVY) já estava condicionada pelas mesmas razões bem como os reabastecimentos em voo
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Miguel Pereira Leite
@farturatiboa @XMuttley @Now_Canal_ Fácil. Todos os megalómanos ( como aparenta ser o senhor) acham sempre que conseguem dar a volta e manipular. Foi burro. Se as entrevistas aos alegados lesados são só "um dos lados da história", ele na entrevista deixa pouca margem para dúvidas..
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Muttley 🍿
Muttley 🍿@XMuttley·
Reportagem, do Repórter Sábado, ontem no @Now_Canal_ Ricardo Rajani, que já foi considerado o melhor vendedor imobiliário de Portugal é acusado de burlas milionárias. Para além das empresas mencionadas na reportagem - Liscapital e Ensaioturquesa - aposto que as empresas: 1) da irmã - Sandra Rajani - Turquoise Avenue-Lda.; 2) do cunhado - Bruno Martins - Bmartins Wealth Adviser Lda., e; 3) do pai - Sidónio Rajani - Ensaio Lilás, Unipessoal, Lda. também estarão relacionadas entre si. Quanto à mãe, Ana Paula Rajani, também não se livra de ter andado a passar cheques sem cobertura. Mas o melhor de tudo? Na Ensaioturquesa foram detetadas relações com a empresa Gasphotel. Já falei aqui muito dela na sequência de 8 episódios que contam a história do Monte de São Pedro, na Luz. x.com/XMuttley/threa… O mundo é mesmo pequeno!
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Miguel Pereira Leite
@XMuttley @Now_Canal_ Vi agora a reportagem da now ( nunca tinha ouvido falar desta peça) e fiquei estarrecido. Mas vale a pena olhar para o sr numa perspectiva psicológica. Tem os sinais todinhos, credo
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Miguel Pereira Leite
@XMuttley @Now_Canal_ Meu caro, vi um post da Ana leal a dizer que tinham contestado e a medida tinha sido suspensa. Assim imagino que eles estejam a meter os links online ( eventualmente links novos?)
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Muttley 🍿
Muttley 🍿@XMuttley·
O @Now_Canal_ , no seguimento da reportagem da mega burla com venda de vivendas em Palmela, levada a cabo pela Remax e outras imobiliárias, foi obrigado a tirar do ar todos os arquivos digitais da referida reportagem. A reportagem foi conduzida pela jornalista Ana Leal e a decisão é judicial, após processo iniciado pela Remax. O @Now_Canal_ nem sequer teve direito ao contraditório, sendo que irá recorrer desta decisão. Por ora, aqui fica a minha publicação sobre o caso, uma vez que os links que nela inseri já dão erro 404 por remoção do conteúdo. E, assim vai Portugal!
Muttley 🍿@XMuttley

O que se passou em Palmela não é apenas uma alegada burla imobiliária. É a exposição nua e crua de um sistema que funciona mal, de leis que protegem pouco e de intermediários que ganham sempre, mesmo quando tudo corre mal. Mais de 120 famílias ficaram sem casa e sem dinheiro depois de um construtor vender os mesmos imóveis duas, três, quatro vezes. Recebeu sinais, prometeu sonhos e deixou ruínas. Até aqui, infelizmente, o país já conhece o guião. O que torna este caso diferente é quem esteve no circuito e quem lucrou com ele. Cinco mediadoras imobiliárias participaram nas operações: Remax, Predimed, Bluecoast, Vicking House e Gesproperty. Todas intermediaram negócios, todas cobraram comissões. A Remax mediou transações no valor de 2,3 milhões de euros; as restantes, cerca de 15 milhões. Nenhuma entregou casas. Nenhuma devolveu dinheiro. Os compradores ficaram com contratos-promessa inúteis. As mediadoras ficaram com os honorários. No imobiliário português, afinal, o risco é sempre do cliente. Durante demasiado tempo, tentou-se vender a ideia de que as imobiliárias são meras facilitadoras, entidades neutras num processo entre vendedor e comprador. O caso de Palmela desmonta essa narrativa. Não se limitam a abrir portas e a anunciar imóveis. Validam negócios, transmitem confiança, legitimam operações. Quando algo corre bem, reivindicam profissionalismo. Quando corre mal, refugiam-se em tecnicalidades jurídicas e na confortável distinção entre marca, franchisada e agente. Para quem perdeu tudo, essa distinção não existe. A gravidade do caso ficou definitivamente clara quando a própria Ordem dos Advogados decidiu intervir publicamente. Na sua coluna "Justiça com Direitos", publicada no Correio da Manhã, foi inequívoca: o construtor montou a burla, as mediadoras facilitaram e a lei permitiu. Não é um comentário de rede social nem uma opinião inflamável. É uma leitura jurídica e institucional do que falhou e do que continua a falhar. Portugal tem cerca de 10 mil licenças AMI ativas, mas apenas 6.500 reportam transações ao IMPIC. Estimam-se entre 36 mil e 38 mil agentes a operar, sem registo integrado, sem controlo efetivo, sem fiscalização séria. Um mercado de milhões funciona, na prática, num regime de confiança cega. O imóvel, nalguns casos, o maior investimento da vida de uma família, é tratada como se fosse um negócio de ocasião. Palmela é o resultado desta leviandade. Há ainda um conflito de interesses que o setor insiste em normalizar: a mediação dual. O agente quer agradar a quem paga a comissão - o vendedor - mas diz representar também o comprador. A Ordem dos Advogados resumiu a contradição numa frase que devia fazer escola: o agente do vendedor quer o preço mais alto, o comprador quer o mais baixo; servir os dois é enganar um deles. Palmela mostra quem costuma ser enganado. A Remax, enquanto marca global, não é acusada de ter montado o esquema. Mas não pode fingir que não esteve lá. O seu nome deu credibilidade às transações. Os seus agentes intermediaram negócios. As comissões foram cobradas sob o seu logótipo. Até hoje, não é conhecido qualquer mecanismo robusto e proporcional de reparação aos lesados. Num mercado disputado e responsável, marcas globais deveriam assumir responsabilidade pelos atos praticados sob o seu nome. Em Portugal, discute-se se a culpa é da franchisada, do agente ou do sistema. Para quem perdeu a casa e as poupanças, a resposta é simples: falharam todos. Palmela não é um acidente mas sim um aviso. Enquanto a lei não mudar, enquanto o licenciamento continuar frouxo, enquanto a fiscalização for simbólica e enquanto as grandes imobiliárias não forem chamadas a responder a sério, os próximos lesados já estão a assinar contratos. Talvez hoje. Talvez amanhã. Com confiança. Com um sorriso do outro lado da mesa. E com a mesma promessa de sempre: "está tudo em ordem e é um excelente negócio". E falo também como cliente, porque esta realidade não me é abstrata nem distante. Já me vi lesado por imobiliárias em primeira mão. Começando pela Remax, onde um agente sem qualquer escrúpulo tentou extorquir-me 500 € para "me angariar um imóvel", alegando despesas de tempo e combustível em visitas. O valor, dizia, seria devolvido caso eu acabasse por comprar uma casa com ele. Uma caução informal, sem enquadramento legal, paga à margem, apresentada como prática normal. Noutra situação, com a ERA, um imóvel foi publicitado com mais metros quadrados do que aqueles que constavam na caderneta predial. O resultado foi previsível: a avaliação bancária ficou aquém do esperado, porque a casa estava sobrevalorizada em 7 m2 que simplesmente não existiam. A proposta de compra que fiz - baseada numa informação errada fornecida pela mediadora - estava muito acima do valor real do imóvel. Perdi o negócio, tive de procurar outro imóvel, pagar ao banco os honorários de uma nova avaliação e contar com a boa vontade do Bankinter para não me cobrar custos adicionais por um novo processo. Não houve pedido de desculpas, não houve compensação, não houve responsabilidade assumida. A agência em causa fechou pouco tempo depois ao que tudo indica por negócios pouco esclarecidos. Neste caso, houve apenas o silêncio habitual de um setor que trata os erros como danos colaterais inevitáveis, sendo o cliente o principal prejudicado. 📺nowcanal.pt/programas/repo… 📺nowcanal.pt/programas/repo… 📺nowcanal.pt/programas/repo…

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Pedro Camões
Pedro Camões@pcamoes999·
@ShadowsNGB 😂 a página do Ministério Público, chega? NUIPC 5340/17.7t9lsb
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ShadowsNGB
ShadowsNGB@ShadowsNGB·
É engraçado ver como alguns andrades, perante os factos do meu post de hoje, vêm com notícias de jornal e outras parvoíces para tentarem fazer o contraditório. E faz sentido, já que a atual data de fundação do FC Porto também tem como única base uma notícia de um jornal. 😎🤡
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Miguel Pereira Leite
Ahah. Vocês do PS ( e primos) não resistem a elogiar um corrupto!! "Referência ética"!! Muito bom, para o maior corrupto no poder europeu no momento ( aconselho ler notícias espanholas, e não as "by lusa" ( essa antiga agência de informação que agora não é mais que um posto avançado da esquerda radical)
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Carlos Esperança
Carlos Esperança@ponteeuropa·
Espanha Uma referência ética da UE.
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Coimbra, Portugal 🇵🇹 Português
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dono da c🅾️🅾️perativa ™
✯☭🚩Nenhuma das figuras abaixo se identifica como radical. Identificam-se todos como parte integrante de um dito universo "social-democrata". Eu vou-te provar que não. São radicais! A extrema-esquerda aparece-nos sempre vestida de assistente social, com voz embargada, a falar de salários, casas e dignidade humana, como se viesse distribuir mantas aos sem-abrigo e copos de água fresca ao povo com sede; mas mal se olha com um bocadinho de atenção não encontras mantas nem copos, encontras picaretas para partir a lógica do mercado, desconfiança patológica da propriedade privada e a velha fantasia alucinada de que a economia funciona muito melhor quando é esmagada pela superioridade moral de quem nunca teve de fechar contas no fim do mês para pagar salários e fornecedores, além dos inevitáveis impostos, que entre outros, sustentam estes "sociais-democratas". ⚠️É um truque velho e gasto, consiste em embrulhar dinamite institucional em papel de prenda. Não é expropriação, é "direito à habitação". Não é compressão da liberdade contratual, é "defesa dos inquilinos". Não é hostilidade aos lucros, ao risco e à propriedade, é "humanismoredistributivo". E depois fazem aquele beicinho de ofendidos Então agora querer salários dignos e casas para viver é radical? Não, camaradas. Radical não é querer uma vida melhor. Radical é fingir que ela aparece por decreto, carimbado com generosidade no diário da República e espera que os apartamentos brotem da terra como ervas daninhas e os salários cresçam forte na primavera nos vasos da varanda. O logro começa logo na encenação. Eles apresentam-se sempre como os únicos portadores do bem, já sabemos. Os que querem salários mais altos, direitos dos trabalhadores, rendas comportáveis, dignidade, humanidade e paz no mundo. Os outros, por contraste, ficam logo reduzidos a uma cambada de agiotas de cartola. Os outros somos nós, os radicais, camaradas, em teoria, de direita, na boca deles, fachos, não digo da pior espécie, porque para eles são todas piores, todas. Adiante. É uma ladainha eficaz, sobretudo junto de quem confunde a bondade da intenção com a sanidade do modelo. No palco corre tudo sempre lindamente, sobe-se o salário, baixa-se a renda, proíbe-se isto, limita-se aquilo, tributa-se o resto, e no fim, palminhas para esta gente, que adora ser adorado, a pretexto de uma boa punh@ta ao seu ego. O problema é que, fora do teatro, existe a economia real, ligada ao resto do mundo. Portugal não é uma comuna afetiva administrada por assembleia de megafone na mão. A Constituição reconhece ao mesmo tempo direitos dos trabalhadores, sim, mas também a liberdade de iniciativa económica privada e o direito à propriedade privada. Os artigos 61.º e 62.º são claros nesse ponto, a iniciativa económica privada exerce-se livremente nos quadros da Constituição e da lei, e a propriedade privada é garantida, sendo a expropriação sujeita a lei e indemnização. Ou seja, o edifício constitucional português não assenta só na retórica social; assenta também na liberdade económica e na proteção da propriedade de cada um de nós. E isso, os radicais "social-democratas" esquecem-se, não raras vezes, quase sempre, aliás. É aqui que a máscara lhes cai sem piedade. Quando partidos da esquerda radical se apresentam apenas como a ala sensível da política, omitindo sistematicamente o que defendem em matéria de controlo económico, estão a vender líquido de lavar a loiça em garrafinhas de leite. O Bloco de Esquerda propôs, por exemplo, tetos para baixar rendas, proibição da venda de casas a não residentes e limitação do desvio para alojamento turístico; o PCP tem defendido repetidamente a recuperação do controlo público de setores estratégicos e trata as nacionalizações como conquista e as privatizações como crime. Isto não é apenas querer direitos. É uma visão substantiva de compressão do mercado e de reforço do comando político sobre setores inteiros da economia. Pode ser defendida, claro. O que não pode é ser vendida como se fosse só um abraço aos pobres. E convém dizer isto devagar, para ver se entra sem necessidade de legenda, os salários não são poemas. No mercado livre, que é o caso do nosso, relembrio outra vez para os esquecidos, o salário é pago por empresas, produtividade, margens, investimento e expectativa de retorno. Pode e deve haver proteção legal, negociação coletiva e correções públicas. O que não há é milagres. Quando a esquerda radical fala do mercado como se fosse apenas um cofre guardado por gente feia e má, está a esconder a parte chata da realidade, quem investe avalia risco; quem constrói avalia rentabilidade; quem contrata avalia custo; quem arrenda avalia retorno e segurança jurídica. ➡️É tudo um número de ilusionismo já muito gasto. Primeiro tratam o proprietário como um suspeito com escritura. Depois tratam o senhorio como um criminoso com IMI. Depois olham para o investidor como se fosse um pirata com NIF. Depois fazem cara de espanto quando faltam casas, capital, escala, concorrência e confiança. E então regressam ao púlpito para anunciar que a prova definitiva da falência do mercado é precisamente a ruína produzida pelas marteladas com que andaram a acertar-lhe na mona.⬅️ O mais cómico é depois a vitimização. Nunca são radicais. Nunca. São apenas almas grandes, de uma humanidade ímpar, que só querem "colocar a economia ao serviço das pessoas". Formulação muito bonita, aliás. Tão bonita que serve para quase tudo, incluindo pôr as pessoas ao serviço da economia comandada por quem acha que liberdade contratual é uma excentricidade liberal e propriedade privada uma tolerância provisória a caminho do nirvana, que é na cabeça desta gente, outra. O radicalismo deles não está nas palavras doces; está no desprezo sistemático pelas mediações que tornam possível uma sociedade aberta: preço, contrato, risco, poupança, investimento, lucro, segurança jurídica. Tudo isso lhes parece sempre uma maçada técnica a interromper o desfile da virtude. No fundo, a extrema-esquerda moderna descobriu o filão político do nosso tempo, parecer franciscana enquanto sonha como um cobrador do fraque. Não se apresenta de punho fechado e bandeira vermelha; apresenta-se ao coração dos incautos. Já não entra pela porta a dizer "vamos mandar nesta m@rda toda"; entra a dizer "só queremos que ninguém fique para trás". Pelo meio, vai metendo no bolso a chave da casa, a liberdade do contrato e o manual básico de funcionamento da economia de mercado. Portanto não, a questão não é se é radical querer melhores salários, habitação ou dignidade. A questão é outra, e muito mais séria, usar causas justas como veículo publicitário para um programa que colide, repetida e conscientemente, com pilares constitucionais e económicos de uma sociedade livre. Isso sim é o truque. Isso sim é o logro. 🔔Por mais banho em naftalina que tomem, não conseguem esconder o vosso cheiro a bafio. Felizmente! o dono da cooperativa Nota: o texto é longo, eu sei, se chegaste até aqui depois de ler isto tudo, o meu muito obrigado.
dono da c🅾️🅾️perativa ™ tweet media
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