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🚨 AGORA: A Petrobras encontrou mais petróleo no fundo do mar próximo ao Rio de Janeiro.

O Rio de Janeiro se tornou o primeiro estado brasileiro a implementar o sistema “tax free” para turistas gringos. Parte dos impostos pagos nas compras serão devolvidos aos turistas estrangeiros.







Tráfico de escravizados africanos foi 'o crime mais grave contra a humanidade', declara ONU glo.bo/4t3IYlu #g1


Arquibancada não é lollapalooza. Vai bater leque na casa do caralho


Ao lado do amor e da diversidade. Contra qualquer preconceito. Respeito. Igualdade. Inclusão. 🏳️🌈💢 25 de março • Dia Nacional do Orgulho Gay #DiaNacionalDoOrgulhoGay #VascoDaGama



O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê? O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural. No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol. A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão. Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos. Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça. Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços. É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas. Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer? Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento. Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade. Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa. Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc











ABSURDO! Dentro de uma escola pública, um policial agrediu dois estudantes e a presidente da AMES. Segundo informações, a violência aconteceu após a organização de um ato contra o assédio. Estou estarrecida com essas imagens. Entrei em contato com a SEEDUC e aguardo esclarecimentos. A conduta desse agente é inaceitável e não pode passar impune. Minha solidariedade aos estudantes, à presidente e à toda comunidade escolar.




