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Mirna C. Mac
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Mirna C. Mac
@mirnaconmac
(3ª conta)
São Paulo/ Esteio/RS Katılım Ekim 2022
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@itimaliasof Preconceito, um, de raça, fica dentro de casa, o outro, sem raça definida, fica trancado num canil. Santa paciência, pobrezinho, deve sentir medo e tristeza.
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Eu não entendo essa coisa de ter cachorro de quintal… por que o bichinho não fica na casa durante uma tempestade que pode até deixar ele ansioso e com medo? Achei crueldade!
iti malias@itimaliasof
Eu moraria tranquilamente na casa do Baco.
Português
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ATENÇÃO‼️ Está se formando uma narrativa de uma nova pandemia após a revelação da conexão do marido da professora Soledad Palameta Miller, que roubou amostras de vírus dos laboratórios do Instituto de Biologia da Unicamp, com a abordagem One Health, estreitamente ligada à USAID e à Fundação Rockefeller.


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🇻🇪🇨🇴🇺🇸‼️ | En una entrevista con VPITV de Venezuela, Antonio De La Cruz, analista político, reveló que la Fiscalía de Nueva York tiene la partida de nacimiento de Maduro en Colombia. "Aquí hay un elemento importante que hablan de la inmunidad por ser presidente: la Fiscalía tiene la partida de nacimiento de Maduro de Colombia. Esto cambia todo porque lo convierte en un usurpador. La Constitución exige ser venezolano por nacimiento. La nacionalidad de Maduro es colombiana, entonces en este momento, Maduro no tiene rol ni poder. Los abogados de él ya lo saben...".

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Cientista suspeita de furtar laboratório na Unicamp tem empresa que produz vírus transgênicos
Você olha pra manchete e pensa que é ficção científica barata, dessas que passam de madrugada e ninguém leva a sério. Mas não. É Brasil. É universidade pública. É laboratório de alta segurança. E, no meio disso tudo, uma cientista suspeita de desviar material biológico como quem leva um pen drive no bolso.
Segundo as investigações, não era qualquer coisa. Eram amostras virais, manipuladas fora de protocolo, circulando onde jamais deveriam circular.
E aí vem o detalhe que transforma o enredo em algo ainda mais indigesto: a mesma pessoa ligada a uma empresa capaz de produzir vírus transgênicos.
Percebe o tamanho do abismo?
O Brasil que não consegue proteger um celular dentro de um ônibus agora precisa garantir a segurança de material biológico sensível. E falha. Miseravelmente. Não por falta de tecnologia. Mas por excesso de irresponsabilidade, descontrole e aquela velha cultura de “ninguém viu, ninguém sabe”.
O mais curioso é o silêncio elegante que costuma acompanhar esse tipo de episódio. Se fosse em outro país, estaríamos falando em crise de segurança nacional. Aqui, vira nota de rodapé, quase um detalhe técnico.
Mas não é técnico. É estrutural.
Porque quando material biológico some de um laboratório e reaparece em lugares indevidos, não é só uma infração administrativa. É um sintoma. Um sintoma de um país que brinca com coisas sérias como se fossem irrelevantes, até o dia em que deixam de ser.
E aí, como sempre, todo mundo finge surpresa.
O Brasil não é um país de escândalos inesperados. É um país de escândalos anunciados que ninguém leva a sério até virar problema real.
E quando virar, não adianta procurar o vírus.
Ele já vai ter encontrado você.

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🚨 Caso Unicamp levanta alerta sobre falhas em biossegurança
A investigação sobre o furto de material biológico em um laboratório de virologia da Unicamp, em Campinas (SP), ganhou novos contornos e passou a preocupar autoridades.
A Polícia Federal apura a retirada de amostras de vírus de um laboratório de nível de biossegurança 3 (NB-3), ambiente destinado ao controle rigoroso de agentes potencialmente perigosos. Parte desse material teria sido transportada sem autorização para outros laboratórios dentro do campus, com níveis inferiores de contenção, e até descartada de forma irregular.
Uma professora foi presa em flagrante e posteriormente liberada, respondendo por suspeita de colocar em risco a saúde pública, além de transporte irregular de material biológico. O marido dela também passou a ser investigado.
O caso mobilizou a Polícia Federal, a Anvisa e o Ministério da Agricultura. Até o momento, a informação oficial é de que não houve contaminação externa, mas detalhes sobre o conteúdo das amostras e as circunstâncias completas seguem sob sigilo.
Especialistas apontam que a situação expõe possíveis fragilidades em protocolos de controle e circulação de material biológico sensível.
Já vimos esse filme antes, quando falhas em laboratórios de alta contenção são tratadas com silêncio, o mundo já sabe onde esse roteiro pode levar - basta lembrar Wuhan.
Português

















