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Marcio Carvalho
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Marcio Carvalho
@mpcarvalh
A semeadura é livre, a colheita obrigatória.
Rio de Janeiro Katılım Temmuz 2009
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Não foi denúncia, foi vingança!
Editor do Intercept (Paulo Motoryn) tem parente (Mauro Motoryn) na direção de empresa que perdeu licitação para a produtora do filme de Bolsonaro, em São Paulo!
The Intercept acabou com a Lava-Jato, tirou lula da cadeia e botou na presidência. E vai fazer de tudo para mantê-lo.
Não vamos permitir que eles interceptem, mais uma vez, a esperança do povo brasileiro!
revistaoeste.com/no-ponto/dispu…
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@ed1cost @escobedo042 Não aconteceu, óbvio, mas o soprador correu pra marcar
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@escobedo042 Surreal o choro que ta tendo por um penalti anulado segundos dps, surreal oq o palmeiras causa nesses antis, isso nunca foi visto antes, o time entrou tanto na mente do pessoal que estao chorando absurdamente por um pênalti q nn existiu, kakakakakakakakaka krl, oq ta rolando?
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Participei, na manhã desta sexta-feira (15), da cerimônia de entrega de 400 capacetes balísticos, mais de 900 fuzis e novas viaturas para reforçar a atuação da PMERJ. Desde o início do mandato, já destinei, por meio de emendas parlamentares, mais de R$ 32 milhões para a corporação.
Cuidar de quem arrisca a vida pela nossa segurança é dever! Ao todo, já destinei mais de R$ 71 milhões para a Segurança Pública do Rio de Janeiro.
Investir em segurança é garantir o futuro do Brasil!
Com @douglasruasrj @Marcio_Canella
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O Estadão sobe o tom das críticas ao STF. 👇
“O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria. A fala resumia-se a invectivas genéricas contra generais: “frouxos”, “covardes”, “omissos” – o feijão com arroz da política. Ainda assim, foi suficiente para mover o maquinário penal da Corte. O STF gabaritou um catálogo de agressões – ao devido processo legal, à liberdade de expressão, ao bom senso –, o que faz do caso uma espécie de biópsia do Estado policial instaurado em consórcio com a Procuradoria-Geral da República (PGR).
Malafaia não tem foro privilegiado. Os supostos ofendidos não se incomodaram a ponto de apresentar queixa. Mas a PGR se incomodou. A relatoria foi direto, sem sorteio, para o ministro Alexandre de Moraes, por “conexões” com o inquérito das “fake news”. Quais? O que seria um episódio corriqueiro do debate político foi tragado por um circuito penal onde investigação, acusação e julgamento se confundem.
Há evidências abundantes de um padrão. Já na inauguração do inquérito das “fake news”, aberto há longínquos sete anos pelo ministro Dias Toffoli, Moraes censurou uma reportagem sobre uma menção ao próprio Toffoli em uma delação premiada. Agora, o ministro Gilmar Mendes solicitou a inclusão do pré-candidato à Presidência Romeu Zema no inquérito por um vídeo com fantoches do próprio Gilmar. Moraes ordenou busca e apreensão contra um blogueiro que noticiou o uso de veículos oficiais por parentes do ministro Flávio Dino. Manifestações políticas ou jornalísticas incômodas aos togados são tratadas como violações a serem reprimidas pelo aparato penal.
O ministro Gilmar Mendes avisou que o inquérito será “necessário” nas eleições. O deputado Gustavo Gayer foi tornado réu pela Primeira Turma por associar o presidente Lula ao nazismo. O próprio Gayer foi chamado de “nazista” pelo deputado José Nelto, mas a denúncia foi rejeitada pela Primeira Turma. Dino associou Jair Bolsonaro ao nazismo e o chamou de “serial killer”. O mesmo Dino abriu queixa-crime contra um influencer que o chamou de “gordola”.
Moraes abriu um inquérito contra o principal adversário de Lula, Flávio Bolsonaro, por um post que menciona o presidente e acusa o Foro de São Paulo de crimes. Mas quantas vezes Lula, como todos os seus companheiros – incluindo Dino –, acusou Jair Bolsonaro do pior dos crimes: o genocídio? No STF, punitivismo e garantismo são servidos à la carte, ao gosto do freguês.
O procurador-geral, Paulo Gonet, opera como fiel tarefeiro de seu ex-sócio Gilmar Mendes e companhia limitada.
Quando se trata de incriminar falas genéricas, ríspidas ou satíricas contra o governo ou os ministros, é solerte e valente. Já para a máfia de Daniel Vorcaro e os negócios nebulosos dos clãs Toffoli e Moraes, faz ouvidos de mercador. Para críticos, meia inferência basta; para os camaradas, nem um contrato de espantosos R$ 129 milhões entre Vorcaro e o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes é indício suficiente.
O caso Malafaia não é um ponto fora da curva. É a curva. Nele se acumulam a expansão de competências, o uso elástico do Direito Penal, a criminalização seletiva da linguagem política, a equiparação de críticas a autoridades a “ataques às instituições”, as conexões misteriosas com os inquéritos infinitos, a contradição jurisprudencial e o pas de deux entre STF e PGR.
Nesse jogo de cena, o Supremo investiga, acusa, julga e executa. A Procuradoria chancela. E o consórcio pune – ou blinda – quem bem entende, como bem entende, pelo que bem entende. Ninguém sabe exatamente o que pode dizer, quem pode julgá-lo e segundo quais regras. O cidadão já não responde pelo que faz, mas por quem é e por quem desagrada. A lei, que deveria limitar o poder, é manietada por ele. O nome disso é conhecido – e não é “Estado Democrático de Direito”.
“Mostre-me o homem e eu lhe direi o crime”, dizia o comissário Beria ao chefão Stalin. Mudam os atores. A farsa não.”

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O presidente do TST declarou publicamente: “nós, vermelhos, temos causa.”
A LOMAN é clara: magistrado não exerce atividade político-partidária. Não é sugestão. É vedação.
Estamos falando do presidente do tribunal que julga os conflitos trabalhistas de 215 milhões de brasileiros. Todos merecem um árbitro neutro, não um militante com toga.
Quando a cúpula da Justiça do Trabalho se declara “vermelha”, não se trata de um deslize, mas de uma confissão. A Constituição não é opcional. O CNJ precisa agir com rigor e sem concessões.

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TEM MUITO MAIS SOBRE @jairbolsonaro QUE NÃO CONTARAM A VOCÊ!
• Ofereceu descontos de até 92% no FIES, libertando milhares de jovens de dívidas impagáveis.
• Validou a CNH por 10 anos e reduziu a indústria da multa com mudanças no Código de Trânsito.
• Atingiu crescimento econômico superior ao de China, EUA e Europa no período pós-pandêmico.
• Acabou com o imposto sindical obrigatório, libertando o trabalhador do pagamento forçado.
• Conseguiu uma das menores inflações do mundo durante o período pós-pandemia.
• Aumentou em 33% o salário dos professores, o maior reajuste em anos.
• Ampliou o Bolsa Atleta, sustentando milhares de esportistas.
• Facilitou sua vida criando o PIX, hoje usado por praticamente todos os brasileiros.
• Criou o maior programa de alfabetização já implementado, através da Secretaria Nacional de Alfabetização.
• Criou o Auxílio Brasil de R$ 600, sem pedaladas, sem maquiagem e sem fraude.
• Usou dinheiro que antes ia para ditaduras e artistas privilegiados para socorrer quem mais precisava.
• Bateu recordes de arrecadação mesmo reduzindo impostos - provando que menor carga gera mais atividade.
• Garantiu mais de 500 milhões de doses de vacina e defendeu a liberdade individual.
• ZEROU impostos federais e reduziu o preço da gasolina, diesel e gás de cozinha.
• Reduziu o desemprego de 14% para 9% e os homicídios de 62 para 39 por 100 mil habitantes.
• Concedeu mais de 400 mil títulos de terra, levando paz, segurança jurídica e dignidade ao campo.
• Entregou mais de 380 mil casas no programa Casa Verde e Amarela.
• Fez avançar a Transposição do Rio São Francisco após décadas de abandono.
• Ampliou e asfaltou estradas, recuperou rodovias e expandiu ferrovias, incluindo trechos da Transamazônica.
• Não legalizou aborto nem drogas - manteve os princípios defendidos por milhões de famílias.
• Bateu recordes na apreensão de armas de guerra ilegais nas mãos de marginais, drogas e recursos do crime organizado.
• Reduziu impostos de importação de alimentos, insumos e mais de 6 mil produtos.
E TEM MUITO MAIS QUE NÃO TE MOSTRAM…
• Fez o maior programa de investimentos ferroviários da história (Pro Trilhos).
• Aprovou o Marco do Saneamento, que tirará milhões de brasileiros do esgoto a céu aberto.
• Criou o programa Águas Brasileiras, recuperando nascentes e bacias hidrográficas.
• Ampliou a internet nas escolas através do Wi-Fi Brasil.
• Entregou 4 mil obras que estavam paradas há décadas.
• Expandiu a geração de energia renovável e fez o Brasil bater recorde de investimentos no setor.
• Reforçou fronteiras com tecnologia e operações integradas.
• Criou o maior programa de leilões de infraestrutura da América Latina.
• Liderou ações emergenciais em crises climáticas e energéticas.
• Expandiu o 5G com leilão histórico sem “jabuti” e sem corrupção….

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Bolsonaro respondeu à pergunta do jornalista sobre sua movimentação bancária ocorrida em 2014. Na ocasião, a empresa de carnes bovinas JBS (cujo nome é atribuído ao fundador, José Batista
Sobrinho) fez doações aproximadas de 350 milhões de reais a partidos políticos, sendo 15 milhões destinados ao PP (Partido Progressistas), partido ao qual Bolsonaro era filiado. Quando recebeu 200 mil reais do partido, ele soube que esse valor vinha da JBS e devolveu o dinheiro pelo fato de ter identificação da origem do valor.
Depois, aceitou receber novamente a mesma quantia, desta vez proveniente do fundo partidário. Ou seja, recebeu o valor posteriormente porque veio diretamente do fundo partidário, sem identificação da origem específica do recurso.
@FlavioBolsonaro
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@YagoOrtolan @liberta___depre Contra o Flamengo erram em todos os jogos, contra. Contra o Palmeiras também, a favor
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@liberta___depre Os árbitros não erram contra Palmeiras e Flamengo, por que? Que coincidência absurda e repetitiva é essa? O Gustavo Gomes por exemplo, bate, agride, faz 4 ou 5 faltas pra cartão amarelo pro jogo e não é expulso, punido nem nada.
Explica pra gente. Explica os vídeos e fatos
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CBF quer usar liga para abolir discurso de 'roubo' no Brasileirão
"O árbitro veio aqui e nos roubou dentro da nossa própria casa". A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) quer abolir esse tipo de discurso usado pelo zagueiro David Duarte, do Bahia, para contestar o resultado do jogo contra o Palmeiras.
Para à CBF, há uma parcela grande de torcedores deixando de assistir aos jogos porque perdeu a confiança na arbitragem.
Para a entidade, há muitas falas que associam erro a uma suposta má intenção dos árbitros. Consequentemente, isso gera a percepção do público sobre falta de qualidade e confiabilidade.
No universo ideal defendido pela CBF junto aos clubes, as críticas muito acima do tom devem, inclusive, render punições que viriam de um tribunal administrativo — não necessariamente do STJD. Essa crítica/preocupação no contexto da liga faz parte do item que aborda a análise do tempo de bola em jogo no Brasileirão e a necessidade de ter um espetáculo mais fluído.
Via: @UOLEsporte / @igorsiqueira / @_rodrigomattos_
📷AGIF

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Quando alguém é condenado a uma pena extremamente alta por uma conduta indireta…
enquanto outros, envolvidos em esquemas milionários, recebem tratamentos mais brandos — não estamos diante de justiça.
Estamos diante de distorção de proporcionalidade.
E isso é grave.
Porque o Direito Penal não pode ser guiado por conveniência, pressão ou momento político.
Ele precisa seguir princípios básicos:
✔ Individualização da conduta
✔ Proporcionalidade da pena
✔ Igualdade perante a lei
Quando esses pilares falham…
a confiança no sistema desmorona .
A pergunta que fica é inevitável:
Por que a régua muda dependendo de quem está sendo julgado?
Como justificar que:
– Uma doação de R$ 500 seja tratada com rigor extremo
– Enquanto casos bilionários, confissões ou relações escusas com o poder recebem caminhos de impunidade?
Isso não é sobre defender erro de ninguém.
É sobre exigir coerência.
Porque justiça seletiva não é justiça.
É estratégia de poder.
E quando o cidadão percebe que a lei não é aplicada com o mesmo peso para todos…
o problema deixa de ser jurídico.
Passa a ser institucional.
E instituições só se sustentam quando são justas — e parecem justas.
Se não houver equilíbrio…
não haverá credibilidade.
E sem credibilidade, não existe autoridade — apenas imposição.

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@MinDefesaBahea Numa boa, a arbitragem brasileira parece o STF, o palmeiras é o lula e o Flamengo é o Bolsonaro
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Dizem por aí que o Palmeiras venceu no "estilo pragmático" do Abel.
Contra o Bahia, o estilo deles foi um só: "Moda Arbitragem Brasileira Tendenciosa"!
O triunfo dos caras não veio taticamente, veio na base do erro condicionado.
O segundo gol foi um assalto: deslocaram o David Duarte no ar, tiraram o zagueiro da trajetória e o VAR resolveu virar as costas.
É fácil ter "método" quando o critério muda conforme a cor da camisa. O Bahia jogou bola, o Palmeiras jogou com o apito. 🧠


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@mapitangueira Numa boa, a arbitragem brasileira parece o STF, o palmeiras é o lula e o Flamengo é o Bolsonaro
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@Miranha_dagavea Numa boa, a arbitragem brasileira parece o STF, o palmeiras é o lula e o Flamengo é o Bolsonaro
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Nós vamos honrar esses inocentes! @fernandoschuler
Conheçam, em poucas linhas, mais essa história de um homem inocente, condenado a 14 anos de prisão (inclusive por “organização criminosa ARMADA”) por causa de um PIX de 500 reais.
“Uma República é feita de direitos iguais para todos ou não tem República.
Só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso. Alcides Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília, não quebrou nada, não tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de objetividade ou enquadramento a nenhum tipo penal específico. Precisa apenas de uma fundamentação. De um “entendimento” bem-amarrado. E está tudo ok. “Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu nenhum delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o grande crime “multitudinário”. A gordura parece escorrer de cada uma dessas palavras. E me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma ideia absurda. E aqui, diria: um processo absurdo. Alcides não tem foro privilegiado, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve sua conduta individualizada? Irrelevante. Não tinha a intenção de dar golpe nenhum? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante de uma cidade pacata do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
A história toda me lembrou do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se exatamente a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Ou ainda: entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma necessidade ou razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”. É tudo que vivemos, no Brasil dos últimos anos. Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se desdobra, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”.
Na prática, vamos convir, ninguém dá bola. Diante do absurdo, observamos alguma indignação, por aí. E a vida segue. O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos, no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia. Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”
Autor: Fernando Schüler, publicado em @Estadao

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Só pra entender... É realmente ESSE LANCE no Arrascaeta que NÃO FOI PÊNALTI para o FLAMENGO?
Repito o que disse em outro post, há LANCES que SÓ GERAM POLÊMICA quando são a favor do Flamengo...
Se um pênalti em que há contato na perna, empurrão com uma mão e puxão com a outra é marcado para qualquer outro time, não teria nem 1% da polêmica que estão criando nos programas esportivos.
Como o Arrasca se manteria em pé nesse contexto?
#flamengo #santosfc #brasileirao #var
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Essa sentença fica ainda mais escandalosa quando consideramos a discrepância entre standard probatório para julgar pessoas comuns no 08/01 e para investigar o próprio Alexandre de Moraes, que tem indícios de crimes sendo divulgados quase que diariamente há quase 3 meses.
Enquanto um é condenado por 500 reais, o outro não é nem investigado por 23 milhões.

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"A JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!"
A frase de Alexandre de Moraes que virou chacota pelos erros crassos de português (além do histrionismo das maiúsculas e dos cinco pontos de exclamação) ganha um significado muito mais sombrio e menos engraçado com a publicação da sentença contra Alcides Hahn, o pequeno empresário de Santa Catarina que enviou um PIX de R$ 500,00 para uma empresa de transporte que enviou um ônibus para Brasília no 08/01.
Li e espremi a sentença tentando encontrar quais seriam as provas e/ou, no mínimo, indícios contra o Sr. Hahn. Não há nada. ABSOLUTAMENTE NADA além de um comprovante de transferência para essa empresa de transporte.
Em juízo, o Sr. Hahn relatou que fez a transferência a pedido de um amigo. Já o proprietário da empresa de transporte, disse que PRESUMIU que o valor seria para arcar o transporte desse ônibus em específico.
"Ok, mas esse ônibus transportou quantos 'golpistas'"?
De acordo com o próprio MP, 41 pessoas foram levadas de Blumenau a Brasília por esse ônibus, que saiu no dia 05/01 (3 dias antes do 08/01) e apenas UMA, isso mesmo, UMA, dessas 41 pessoas foi identificada como havendo participado dos atos de 08/01.
O que permeia o julgamento é justamente a frase "A JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!".
Um jeito burro, ignorante e autoritário de dizer que está subvertendo o processo penal e invertendo o ônus da prova:
"Eu sei que você é culpado! Não venha me dizer que não há provas da sua culpa, porque se não há, é porque você escondeu. EU SOU ESPERTO. NÃO SOU TOLO"
Uma sentença de CATORZE anos de prisão baseada em presunções e, uma das palavras favoritas do próprio Alexandre de Moraes, ILAÇÕES.
Presumiu que o dinheiro foi para pagar pela viagem desse ônibus em específico, presumiu que esse ônibus em específico, que transportou UMA pessoa identificada como participante da manifestação, seria um "transporte criminoso" por si só, presumiu que o Réu SABIA que os participantes pretendiam (se é que pretendiam) praticar atos de vandalismo e presumiu que sabia que estariam "armados". Tudo isso sem prova alguma. Zero.
Bem vindo aos novos tempos. Ao novo Brasil, onde "A JUSTIÇA É CEGA MAIS NÃO É TOLA!!!!!".
Que Deus tenha misericórdia de nós.

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