Nile William

2.2K posts

Nile William banner
Nile William

Nile William

@nilewilliam

Sou advogado há 15 anos, professor de Direito no IFTO, doutor em Direito Agrário pela UFG, palmeirense, e atualmente estou presidente do @pttocantins.

Palmas Katılım Mart 2023
327 Takip Edilen267 Takipçiler
Nile William retweetledi
Embajada de Irán en España
El mundo sería más seguro si el conejo tuviera el micrófono 😎
Embajada de Irán en España tweet media
Español
282
3K
10.7K
395.1K
Nile William
Nile William@nilewilliam·
Conversando com meu pai, ele me comentou de forma muito sábia sobre a vinda da senadora @KatiaAbreu para o PT: “Quando a pessoa sai da esquerda e vai para a direita, o movimento é oportunista e egoísta. Já quando ela sai da direita e vem para a esquerda, é movimento consciente e refletido, elevação moral”. Minha mãe que é petista, está em festa desde sábado! Bem vinda de novo, companheira Kátia!
Português
22
61
847
18.1K
Nile William retweetledi
Breno Altman
Breno Altman@brealt·
Antissemitismo, no Brasil, é pura parolagem. Existe como fenômeno marginal. A esmagadora maioria dos judeus é rica, branca e privilegiada, vivendo bem acima da média dos brasileiros, sob segurança. Essa bandeira somente é alçada por sionistas para esconder os crimes de Israel.
Português
146
1.3K
7.3K
91K
Nile William
Nile William@nilewilliam·
@KatiaAbreu E foi uma alegria recebê-la no nosso partido! Seja bem vinda companheira Kátia!!!
GIF
Português
0
1
16
545
Nile William retweetledi
Kátia Abreu
Kátia Abreu@KatiaAbreu·
Filiei-me hoje ao PT para oficializar o meu apoio a reeleição do Presidente Lula. Essa aproximação iniciou-se ainda em 2014, quando apoiei a reeleição da presidente Dilma. Já são 12 anos de uma relação construída com respeito mútuo e lealdade.
Português
979
976
10.3K
235.7K
Nile William
Nile William@nilewilliam·
A vinda da companheira @KatiaAbreu para o PT reforça a centralidade política do nosso partido na condução da reeleição do Presidente Lula, fortalece a concertação das forças progressistas e destaca o protagonismo político que o PT Tocantins vem tendo.
Português
6
6
97
840
Professora Alana
Professora Alana@linhares_alana·
quando a gente pensava que esse final de semana não reservaria mais nenhuma surpresa, eis que a diva Kátia Abreu anuncia sua filiação ao PT do Tocantins ⭐️
GIF
Português
21
137
1.3K
14.8K
Nile William retweetledi
Sidnelson
Sidnelson@SidnelsonEu·
O cara simplesmente NARROU o Fiat Uno dele com escadinha em cima chegando a 300 MIL Km, depois de 14 anos. Gênio! 😂
Português
459
2.8K
26.2K
641.9K
Nile William retweetledi
FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil
"Palestina Livre do Rio ao Mar" é "antissemitismo"? Ao contrário do que promovem os propagandistas e criminosos de guerra sionistas, "Do Rio ao Mar" é o fim do apartheid, da ocupação, do genocídio e da ideologia racista e supremacista sionista. Do Rio ao Mar 🇵🇸
Português
82
527
1.6K
38.7K
Nile William retweetledi
Javier Vadell
Javier Vadell@Vadell_Javier·
🚨Finalmente, um país árabe tomou uma decisão firme. O Catar 🇶🇦 é o primeiro país do Golfo a tomar a decisão de retirar as forças americanas de seu território. O Ministro das Relações Exteriores do Catar, desde o momento em que se pronunciou, afirmou que o Catar pagou um preço alto pela presença de forças estrangeiras em seu território. A relação do Catar 🇶🇦 com o Irã é uma relação de irmãos, e não permitiremos que seja prejudicada novamente por meio de território catariano. Os Estados Unidos 🇺🇸 quebraram todas as suas promessas conosco e só pensam em si mesmos, e no final, o Catar é o maior perdedor. Se os Estados Unidos 🇺🇸 realmente se importassem com os interesses do Catar, 🇶🇦 respeitariam sua decisão de não invadir nenhum país, mas parece que estão apenas explorando nosso território para proteger outro país.
Sherif Sarhan🇦🇹🏹❤@SarhanSher99318

اخيييررررا دوله عربيه خدت قرار قوي قطر اول دولة خليجية تتخذ قرار برحىيل القوات الأمر. ىكىة من اراضيها وزير خارجية قطر من لحظات طلع اتكلم وقال ان قطر دفعت الثمن غالي بوجود قو.اعد خارجيه ف ارضها علاقة قطر بإىر. ان علاقة اخوة واشقاء ولن نسمح مجدداً بضر^ىها من خلال الأراضي القطرية امر. ىكا خلفت كل الوعود معنا ولا تفكر الا في نفسها وفي الأخير قطر الخاسر الأكبر اذا كانت امر. ىكا تفكر بالفعل في مصلحة قطر كانت تحترم قرارها بعدم التعد^ ي علي اي دوله لكن يبدوا انها تستغل اراضينا فقط لحماية دولة اخري. قطر اخييييرا فاقت شااااابوه عقبال بقيه دول الخليح👏👏👏👏 👏

Português
54
387
1.9K
52.4K
Nile William retweetledi
Abdollah Nekounam Ghadirli
Em coletiva, o embaixador do Irã criticou a não publicação, pelo Estadão, do direito de resposta da embaixada, apontando falta de equilíbrio e espaço para contraponto. Link do artigo do Estadão : b2n.ir/xy7600 Link da resposta da embaixada: B2n.ir/nx1473
Português
59
513
2.4K
22K
Nile William retweetledi
Junior Barbosa
Junior Barbosa@JuniorB71454743·
Hussam Abu Safieh é um dos médicos palestinos🇵🇸 (entre outros 95 médicos sequestrados) que serão mortos pela “pena de morte israelense. Sionismo🇮🇱 é igual ao nazismo.
Português
64
924
3K
20.1K
Nile William retweetledi
Adel El Zabayar
Adel El Zabayar@Zabayar·
Soldado israelí le dice al joven palestino que siga su camino, luego practican tiro a distancia y lo asesinan. Israel no es un estado sino una organización terrorista.
Español
2.6K
33.1K
70.5K
4.9M
Nile William retweetledi
TChris
TChris@tcuide·
O médico herói palestino está entre is prisioneiros que serão executados com a nova pena de morte de Israel. Que crime ele cometeu? Se recusou a sair do hospital e deixar crianças doentes sozinhas.
Abdullah Omar🇵🇸@Abdullah_Om3r03

#The heroic doctor Hossam Abu Safiya is among the prisoners scheduled for execution 💔

Português
183
3.7K
15K
132.9K
Nile William retweetledi
Robinson Farinazzo
Robinson Farinazzo@artedaguerracnl·
O pior país do mundo Paulo Nogueira Batista Jr. @paulonbjr Preparem-se para um artigo violento. A paciência da gente se esgota e com ela some também a capacidade de medir palavras e fazer as devidas ressalvas. Para determinados assuntos, pelo menos. Qual é o pior país do mundo? A concorrência é dura. Temos, por exemplo, a Inglaterra e a Holanda. Ao longo da vida, tive a oportunidade de conhecer vários ingleses e holandeses. E devo dizer: poucos se salvam. Os ingleses, nem se fala, estão na origem de grande parte dos males que enfrentamos no mundo. Os holandeses, menores, menos conhecidos nas suas abjeções, se destacam pela antipatia e preconceitos contra estrangeiros. Deram bastante liberdade ao judeus em tempos remotos, é verdade, mas figuraram entre os principais e entusiásticos colaboradores dos nazistas na perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Em contraste com os dinamarqueses, que resistiram obstinadamente, como relatou Hannah Arendt em seu célebre livro Eichmann in Jerusalem. Cerca de ¾ dos judeus que viviam na Holanda foram assassinados! Já a história dos judeus dinamarqueses é sui generis, conta Arendt. A resistência dos dinamarqueses à perseguição dos judeus foi única entre todos os países da Europa, seja países ocupados, aliados de Hitler ou verdadeiramente neutros e independentes. Ninguém se igualou à Dinamarca. Estou me desviando do assunto um pouco, porém. Não era da Holanda ou da Dinamarca que queria falar, países pequenos e irrelevantes para o quadro mundial. Retomo o tema principal. Seriam os Estados Unidos o pior país do mundo? Há muitos motivos para pensar assim, eu mesmo morei oito longos anos em Washington e sei como os americanos podem ser desagradáveis e até detestáveis. Muito mais importante: o Império americano tem uma longa lista de crimes e agressões contra outros países. Seus últimos feitos foram o ataque à Venezuela e a intensificação do embargo criminoso contra Cuba, além da agressão ao Irã. Mas ninguém consegue superar o estado genocida e terrorista de Israel. Um alerta meio óbvio: vou falar aqui do estado de Israel (que nunca deveria ter sido criado) e do projeto sionista que levou à sua criação – e não propriamente do povo judeu ou dos judeus em geral. Note-se, entretanto, que as políticas do governo de Israel são apoiadas pela maioriados judeus israelenses, em especial a agressão ao Irã e a oposição à criação de um Estado palestino. Essas políticas são apoiadas também pela maioria das comunidades sionistas em outros países, inclusive aqui no Brasil e – mais importante – nos Estados Unidos. O lobby sionista nos Estados Unidos O cientista político americano, John Mearsheimer, em coautoria com Stephen Walt, escreveu um importante livro, publicado em 2007, sobre o que ele denomina de “Israel lobby”, cuja influência decisiva nos Estados Unidos, notadamente em Nova Iorque e Washington, termina por subordinar a política externa do Estados Unidos – um caso clássico do rabo abanando o cachorro. Um país pequeno, com 10 milhões de habitantes, dá as cartas para a superpotência, os Estados Unidos, contribuindo para acentuar a sua delinquência. A mais recente demonstração da força desse lobby foi precisamente o ataque ao Irã. Os Estados Unidos acabaram se envolvendo em uma guerra para servir não aos próprios interesses, mas aos de um país estrangeiro, como denunciou Joseph Kent ao renunciar ao cargo de diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, para o qual foi nomeado pelo próprio Donald Trump. Os judeus sionistas financiam campanhas sórdidas, corrompem, elegem e controlam políticos para a Presidência e o Congresso, controlam grande parte da mídia, são donos de bancos e outras instituições financeiras privadas e têm forte influência em Hollywood e na indústria da pornografia. Mandam e desmandam. Beneficiam seus serviçais e ameaçam, chantageiam e punem seus críticos. Jeffrey Epstein, não por acaso, era judeu. Esses sionistas são todos eles criminosos, apoiadores de assassinos de crianças palestinas, iranianas e de outros países. E assassinar crianças é o crime mais grave que se pode cometer. Nos Estilhaços, meu livro mais recente, cheguei a escrever que o sofrimento das crianças não só desmente a existência de Deus, como prova a do Diabo. E quem representa o Diabo na Terra hoje? Quem melhor que Israel e seus apoiadores no resto do mundo? O lobby israelense faz parte, na verdade, de algo maior e mais desastroso para os Estados Unidos – a subordinação das políticas públicas a bilionários e lobbies privados – entre os quais figuram também as big techs (gigantes da tecnologia), o complexo industrial-militar (que ganha com todas as guerras), o lobby cubano (focado em boicotar Cuba), o lobby pró-armas, o lobby financeiro (que se sobrepõe em grande parte ao israelense), entre outros. Não há democracia, mas plutocracia – o governo dos ricos. E cleptocracia – o governo dos ladrões. E, também, kakistoscracia – o governo do piores. Não é o que se vê, diga-se de passagem, na Rússia e na China. Gênios e mediocridades judaicas Os judeus têm, desde tempos remotos, forte presença nos meios financeiros privados – em bancos e demais instituições financeiras. Sabem ganhar dinheiro. Mas isso não quer dizer grande coisa. Muitos ditos “gênios financeiros” não passam em geral de figuras bisonhas. A dedicação a assuntos financeiros parece levar inexoravelmente a uma perda continuada de massa cerebral e criatividade, além de solapar valores éticos. Bem. Uma das singularidades do povo judeu é a mistura de gênios, verdadeiros gênios, com uma massa criminosa e/ou medíocre. Entre os gênios, podemos lembrar Karl Marx, Gustav Mahler, Sigmund Freud, Franz Kafka e Albert Einstein. A própria Hannah Arendt foi, não diria genial, mas certamente uma intelectual de enorme destaque. E entre economistas judeus americanos de projeção hoje em dia podemos mencionar Joseph Stiglitz, Paul Krugman e Jeffrey Sachs (nenhum deles sionista). Para mim, entretanto, o judeu mais importante de todos foi Heinrich Heine, um poeta alemão, da primeira metade do século 19, que figura com destaque nos Estilhaços e por quem tenho verdadeira paixão desde os meus 22 anos. Por outro lado, a galeria de mediocridades judaicas é extensa. Dou alguns exemplos a esmo. Aqui no Brasil temos Celso Lafer, discípulo fervoroso e acrítico de Hannah Arendt, e ministro das Relações Exteriores no governo Fernando Henrique Cardoso, o mais limitado que já comandou o Itamaraty (superado apenas por Ernesto Araújo, nomeado por Bolsonaro). Outro exemplo, este da área financeira brasileira: Luís Stuhlberger. Até recentemente, eu nunca ouvira falar dele. Sinal alarmante de ignorância financeira, pois ele é um destacado e respeitado judeu, que integra as hostes da Faria Lima. Não merece respeito, porém. Vejam a entrevista que ele deu ao jornal Valor (publicada em 30 de maio de 2025, p. C3), um verdadeiro festival de asneiras políticas, econômicas e culturais, inclusive na linguagem salpicada de termos inglês para os quais há palavras rigorosamente equivalentes na nossa língua. Mas vamos voltar aos Estados Unidos. Como mencionei, os judeus têm, historicamente, forte presença no setor financeiro privado – em bancos, fundos de investimento e outras instituições financeiras. Menos conhecida é a presença desse lobby no setor financeiro público, especialmente nos Estados Unidos. No FMI, por exemplo, onde trabalhei por oito anos, todos ou quase todos os representantes do governo americano na Administração e na Diretoria eram judeus americanos (alguns bem inteligentes). Mais importante: o lobby domina também o Tesouro dos EUA (o ministério das finanças deles). Nas décadas recentes, a maioria dos Secretários do Tesouro (ministros de finanças) dos EUA foram também judeus americanos. A “comunidade” marca presença. É o Tesouro quem dá as cartas no FMI, no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), entidades financeiras sediadas em Washington. Não é por acaso, por exemplo, que uma mediocridade brasileira, o judeu Ilan Goldfayn, foi guindado à presidência do BID. Ele está lá para cumprir as ordens do Tesouro americano, leia-se, do lobby sionista. A reação do Irã Não vale a pena, entretanto, gastar pólvora com chimango. O que importa são as barbaridades que o estado terrorista de Israel está cometendo em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano e, agora, com o ataque ao Irã. Não se deve perder de vista que a guerra foi iniciada por Israel. Os Estados Unidos acompanharam a agressão. O Irã já provou que não é nenhum país indefeso. Ao contrário, está castigando Israel com uma chuva de mísseis balísticos e drones, que atingem Tel Aviv e Haifa, entre outros locais. As indicações são de que a economia israelense está sendo arruinada. E os israelenses estão provando do próprio veneno. Israel desencadeou uma guerra regional, com consequências econômicas sociais e políticas para o mundo inteiro. Esse país criminoso precisa ser parado. Vida longa ao Irã e ao grande povo iraniano! Que não lhes falte munição, mísseis e drones para deter Israel e outros inimigos da humanidade! *** Uma versão mais curta deste artigo foi publicada na revista Carta Capital. O autor é economista e escritor. Foi vice-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento, estabelecido pelos BRICS em Xangai, de 2015 a 2017, e diretor executivo no FMI pelo Brasil e mais 10 países em Washington, de 2007 a 2015. Publicou pela Editora Contracorrente o livro Estilhaços,em 2024. E-mail: paulonbjr@hotmail.com Canal YouTube: youtube.nogueirabatista.com.br Portal: nogueirabatista.com.br @equipeADG (Amália)
Português
34
173
574
16.1K