
Nilton Valle
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Nilton Valle
@NiltonValle
Nilton Valle é jornalista, guitarrista, pesquisador de tecnologias voltadas à produção musical e funcionário público federal. EMBAIXADOR DO RIO! Follow me.


Explaining quantum computing is a challenge. Explaining Out-of-Time-Ordered Correlators (OTOCs) is on a whole other level. our Hard Quantum Words series, we asked our researchers to break down the algorithm behind Quantum Echoes.



The United States continues to wait for Brazil to rein in its runamok Supreme Court Justice Moraes before he completely destroys the relationship that our great countries have enjoyed for more than two centuries. Instead of any attempt to resolve the crisis, Brazil is allowing this sanctioned human rights abuser to double down on his abuse of the judicial process to pursue a brazenly political agenda. The United States will not allow Justice Moraes to extend his censorship regime to our territory.
Of all the depraved online content I’ve seen, this one may be the most chilling. This is a NEUROSURGEON from Brazil. He not only commends Charlie Kirk’s assassin for his “impeccable aim,” but then with surgical precision specifies “cervical spine.” This is a licensed professional who took the Hippocratic Oath? “Into whatsoever houses I enter, I will enter to help the sick, and I will abstain from all intentional wrong-doing and harm.” I have personally directed the head of Consular Affairs to revoke his U.S. visa if he has one and to place an alert on him to make sure he never receives one. I would also like to think the Brazilian licensing authorities would take an interest in a neurosurgeon who publicly wishes death on people with whose political views he disagrees.
The political persecutions by sanctioned human rights abuser Alexandre de Moraes continue, as he and others on Brazil's supreme court have unjustly ruled to imprison former President Jair Bolsonaro. The United States will respond accordingly to this witch hunt.
Yesterday marked Brazil’s 203rd Independence Day. It was a reminder of our commitment to stand with the people of Brazil who seek to preserve the values of freedom and justice. For Justice Alexandre de Moraes and the individuals whose abuses of authority have undermined these fundamental freedoms - we will continue to take appropriate action.
Moraes pediu à Itália a extradição de seu ex-assessor Eduardo Tagliaferro. Diz @laurojardim : “O pedido foi enviado ao Ministério da Justiça, que encaminhou na quarta-feira ao Itamaraty para formalização junto ao governo da Itália, para onde Tagliaferro se mudou. De lá, prepara uma denúncia para apresentar ao Parlamento europeu contra Moraes.” Diz ofício do MJ a Moraes: "Informo a Vossa Excelência que o pedido de extradição do Sr. Eduardo de Oliveira Tagliaferro foi encaminhado ao Ministério das Relações Exteriores, em 20 de agosto de 2025, para formalização junto ao Governo da Itália". Digo eu, em abstrato: antes de pedir a extradição de pessoas acusadas de vazamentos de dados sigilosos, as autoridades do Estado requerente devem averiguar se tal conduta pode ser considerada como sendo a de um whistleblower (reportante ou denunciante ou informante ou alertador). Um dos casos mais notórios é o de Edward Snowden (divulgou práticas de espionagem global e vigilância eletrônica da NSA). Ele foi submetido a processo extradicional em Hong Kong e na Rússia, de que resultou a concessão de asilo político por Moscou. Embora tecnicamente não seja um whistleblower, Julian Assange publicou informações divulgadas por reportantes, como Chelsea Manning (“Iraq War Logs” e “Afghan War Diary” sobre o Exército americano) e acabou sendo alvo de um pedido de extradição dos EUA ao Reino Unido. Ele se entregou em 2024. Esse exercício é essencial ao controle de convencionalidade da atuação do Estado na cooperação jurídica internacional, tanto ativa quanto passiva. Se for classificável como denunciante, essa hipotética pessoa estará protegida pelos precedentes Guja vs. Moldávia (2008) e Halet vs. Luxemburgo (2021), ambos da @ECHR_CEDH, e pelo precedente Viteri Ungaretti vs. Equador (2023), da @CorteIDH. Não falo do caso concreto. Na minha opinião como professor de direito internacional, em regra, se uma pessoa procurada no exterior for enquadrada como reportante pelas autoridades competentes, não deve ela sujeitar-se a extradição. Isso deve acontecer sempre que as revelações feitas pelo denunciante representarem a livre expressão do pensamento em nome da proteção de um interesse público relevante. Esses elementos identificam um whistleblower, conforme a jurisprudência dos tribunais de direitos humanos. No Brasil, a legislação de proteção a informantes ainda é incompleta. Valem sobretudo as Leis 13.608/2018, 9.807/1999 e 8.112/1990. Na União Europeia, a Diretiva 2019/1937 teve de ser transposta para o direito interno por todos os Estados membros. Quando integrei o quadro do pessoal associado da @RELE_CIDH na @CIDH trabalhei com essa temática. Nos links a seguir, você pode ler textos que escrevi sobre dois dos casos internacionais acima citados.






