Thiago Silveira

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Thiago Silveira

Thiago Silveira

@othiagosabe

Um conceito.

Katılım Ağustos 2010
230 Takip Edilen127 Takipçiler
Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@flferronato E mais... O que a mídia trata como escândalo dos eventos patrocinados pelo Master com galera do STF... Todos os bancos e grandes empresas fazem nos Tribunais Superiores tb (em maior ou menos escala). Nos Tribunais Regionais tb as empresas grandes regionalmente
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Flavia Ferronato
Flavia Ferronato@flferronato·
Eu vou falar uma coisa que tenho certeza que 90% dos advogados vão concordar: o fenômeno de parentes de Ministros ganharem fortunas, não é privilégio do STF. O que temos visto em tribunais inferiores é até pior. Decisões absurdas que qualquer inteligência artificial diria que são compradas. Espero que essa pirâmide acabe por inteiro, para o bem da justiça.
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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@BruceBarbosa88 O brasileiro tem muita dificuldade em entender as consequências das coisas, inclusive o Bruce. O brasileiro vai pagar essa conta como cara pálida? Por que ele pagaria essa conta cara pálida? Viaja demais na maionese
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Bruce Barbosa
Bruce Barbosa@BruceBarbosa88·
O dono do Banco Master dava festas em Trancoso. Caviar. Vinho de R$50 mil a garrafa. Garotas de programa. Políticos. Senadores. Ministros. Na entrada: detector de metal. Celulares proibidos. Ninguém podia gravar nada. Ninguém. Exceto ele. Vorcaro tinha câmeras escondidas em toda a casa. Gravou tudo. Todo mundo. Tudo. As festas tinham até apelido: "Cine Trancoso." Agora esses vídeos estão em 8 celulares apreendidos pela PF. E foram parar numa sala-cofre da CPMI no Congresso. Parlamentares entraram pra ver. Saíram em silêncio. Um ex-ministro de Bolsonaro ligou em pânico pra colegas da CPMI: "amo muito minha mulher e fiz coisas que me arrependo." Um senador aparece de sunga em poses sensuais com uma modelo loira. Caciques do Centrão começaram a ligar desesperados pedindo pra comissão "ignorar o conteúdo íntimo." Sabe o que aconteceu depois? O ministro André Mendonça mandou TRANCAR a sala-cofre. Ninguém mais pode acessar. Resumo: o banqueiro filmava todo mundo. Guardava tudo no celular. E agora que tá preso, o celular virou a arma mais perigosa do Brasil. O vinho era de R$50 mil. Mas quem pagou foi você. Dinheiro de aposentado. Dinheiro de CRA. Dinheiro do INSS. A festa era deles. A conta é sua.
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João Amoêdo
João Amoêdo@joaodamoedo·
Os ministros do STF, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, sempre que podem, dificultam a apuração das irregularidades envolvendo o caso Master. Trabalham contra o interesse do cidadão brasileiro, que, no final, é quem paga todas as remunerações que eles recebem. Até quando os demais membros do STF, a PGR e os senadores vão permanecer omissos?
g1@g1

Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen aprovada pela CPI do Crime Organizado glo.bo/4sP3gip #g1

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Rodrigo Chemim
Rodrigo Chemim@chemim_rodrigo·
Sete anos de um inquérito sem fim: o Inquérito das Fake News e a erosão dos limites da investigação penal. Hoje completam-se sete anos da instauração, de ofício, no STF, do Inquérito 4.781, conhecido como “inquérito das fake news”. A portaria assinada em 14 de março de 2019 pelo então presidente do STF, ministro Dias Toffoli, dizia que a investigação tinha por objetivo apurar notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e infrações que atingissem a honra e a segurança do Supremo, de seus ministros e familiares. Desde o início chamei atenção, inclusive em aula ministrada em 2020 sobre investigação pelo Poder Judiciário (disponível no YouTube), para o problema estrutural daquele ato. O tribunal potencialmente ofendido instaurava o inquérito, designava o relator sem observar o juiz natural, conduzia a investigação e, eventualmente, julgaria os fatos. O tempo mostrou algo ainda mais preocupante. O objeto da investigação passou a se expandir continuamente, afastando-se progressivamente daquilo que constava na portaria de instauração. Esse ponto não é apenas um problema político ou institucional, mas também jurídico. Inquéritos existem para apurar fatos pretéritos e determinados, isto é, acontecimentos concretos que já ocorreram e que podem ser delimitados no tempo e no espaço. Não se instauram investigações para acompanhar indefinidamente a vida pública ou para capturar fatos aleatórios, futuros ou incertos. Muito menos para agregar episódios que não possuem conexão efetiva com o objeto originalmente definido. Quando um inquérito deixa de investigar fatos determinados e passa a funcionar como uma espécie de procedimento aberto e permanente, perde-se justamente aquilo que caracteriza a própria ideia de investigação penal em um Estado de Direito genuinamente democrático, comprometido com limites institucionais claros e não apenas com a retórica ocasional de defesa da democracia. Convém registrar, para a memória institucional do STF e também para a memória política do país, alguns dos episódios que marcaram esse inquérito ao longo dos anos. Relembrar esses fatos é importante, até porque a memória pública costuma ser curta e, com o passar do tempo, episódios que suscitaram intenso debate acabam sendo naturalizados ou simplesmente esquecidos. Há quem ainda hoje procure justificar ou ao menos amenizar a instauração desse inquérito sob o argumento de que ele teria sido decisivo para impedir um golpe de Estado no país. Trata-se de um argumento frágil e falacioso. Trata-se, na verdade, de uma típica falácia retrospectiva, que atribui causalidade a um fato apenas porque ele ocorreu antes de outros acontecimentos posteriores. O raciocínio implícito é simples, mas logicamente equivocado. Como o inquérito existia e, mais tarde, surgiram episódios de tensão institucional, conclui-se que sua existência teria sido determinante para impedir uma ruptura democrática. O problema é que essa narrativa ignora dois aspectos fundamentais. Primeiro, o objeto do inquérito, tal como definido na portaria de instauração de 2019, não tinha qualquer relação com investigações sobre conspirações militares, planos de ruptura institucional ou tentativa de golpe de Estado. A investigação dizia respeito a supostas notícias fraudulentas, ofensas e ameaças dirigidas ao Supremo Tribunal Federal e a seus ministros. A posterior associação entre o inquérito e a suposta contenção de um golpe corresponde, portanto, a uma reconstrução narrativa feita anos depois, não a uma finalidade presente no momento de sua criação. Segundo, a própria dinâmica dos acontecimentos posteriores revela que o fator decisivo para que não houvesse ruptura institucional foi outro. Como veio à tona nos próprios processos judiciais e nos relatos públicos posteriores, a tentativa de construção de uma solução golpista esbarrou na recusa de comandantes das Forças Armadas, especialmente da Aeronáutica e do Exército, em aderir a essa pretensão. Foi essa recusa institucional que tornou inviável qualquer aventura autoritária. A existência ou inexistência do inquérito não alteraria esse dado estrutural. Atribuir ao inquérito o mérito de ter impedido um golpe equivale, portanto, a confundir correlação com causalidade. Trata-se de uma narrativa politicamente conveniente para alguns, mas empiricamente pouco sustentada. A preservação da ordem constitucional naquele momento decorreu muito mais de limites institucionais concretos do que da existência de um procedimento investigatório aberto anos antes com finalidade completamente distinta. Por essa razão, a narrativa segundo a qual esse inquérito teria sido o fator decisivo de contenção institucional parece muito mais uma reconstrução retrospectiva dos acontecimentos do que uma descrição fiel do que de fato ocorreu. Atribui-se a ele, “ex post”, uma função que não estava presente em sua origem e que tampouco se confirma à luz da dinâmica concreta dos fatos. Além disso, a própria responsabilização penal atribuída a alguns dos atores envolvidos nesses episódios suscita, para dizer o mínimo, sérias dúvidas técnicas. Em diversos casos, não se identificam com a necessária precisão as elementares exigidas pelos tipos penais invocados. Uma coisa é avaliar politicamente uma tentativa de ruptura institucional. Outra, bem distinta, é sustentar juridicamente a imputação penal correspondente sem comprometer princípios fundamentais como a legalidade estrita e a exigência de perfeita adequação típica. Nesse ponto, a conclusão que se impõe é incômoda, mas difícil de evitar. Para levar adiante esse processo e outros tantos de natureza semelhante, o Supremo Tribunal Federal acabou por se afastar da boa técnica de interpretação do direito penal e por relativizar princípios que não surgiram por acaso, mas que foram historicamente conquistados justamente para conter os excessos do poder punitivo do Estado. Princípios como a legalidade estrita e a necessidade de se observar os limites da tipicidade penal, com a exigência de perfeita adequação entre fato e norma penal deixaram de operar com a centralidade que deveriam ter em um Estado de Direito. O resultado é que diversos desses processos dificilmente resistiriam a um escrutínio jurídico verdadeiramente rigoroso, sereno e desapaixonado, isto é, conduzido sem o peso de leituras políticas ou ideológicas. Feito esse esclarecimento, convém relembrar alguns episódios concretos que marcaram a condução desse inquérito ao longo dos anos. Logo no início do inquérito, o ministro Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão contra cinco pessoas, entre elas o general da reserva Paulo Chagas, candidato ao governo do Distrito Federal na eleição anterior. Ele foi investigado por declarações nas quais defendia a criação de um tribunal de exceção para julgar ministros do STF ou mesmo substituí-los. Outro alvo foi o policial civil de Goiás Osmar Rocha Fagundes, que havia publicado críticas duras ao Supremo nas redes sociais. É possível afirmar, sem grande esforço argumentativo, que esse tipo de manifestação não é inspirado propriamente por pretensões democráticas ou por uma visão institucional equilibrada do funcionamento das instituições. Ainda assim, uma coisa é reconhecer o caráter politicamente questionável ou mesmo radical dessas críticas. Outra coisa, muito diferente, é tratá-las como fatos penalmente relevantes. No direito penal brasileiro não se pune (ou não se deveria punir) a mera opinião política, por mais agressiva, equivocada ou retoricamente excessiva que ela seja. Ausente ameaça concreta, ofensa concreta a pessoa determinada, incitação direta à violência ou qualquer outro tipo penal claramente configurado, essas manifestações permanecem no âmbito da liberdade de expressão e do debate político, não no campo da investigação criminal. Um dos primeiros episódios mais conhecidos foi a censura à revista Crusoé, que publicou reportagem intitulada “O amigo do amigo do meu pai”, com referência ao ministro Toffoli em delação da Lava Jato. A decisão determinou a retirada imediata da matéria do ar. Outro fato que passou a integrar o inquérito foi a declaração do ex-Procurador-Geral da República Rodrigo Janot, que afirmou em entrevista ter pensado, no passado, em matar o ministro Gilmar Mendes. Pensar em cometer crime, como se sabe, não constitui crime, mas isso não foi levado em conta para se expedir mandados de busca e apreensão e de impor medidas cautelares pessoais contra ele. Como a notícia abaixo registra, o feito foi arquivado nesse ponto, mas ainda hoje o ex-PGR não conseguiu reaver o que foi buscado e apreendido. Com o passar do tempo, outros episódios foram sendo incorporados. São muitos, não cabem todos aqui, difícil até mapear tudo, mas para ilustrar, vale citar alguns. Empresários passaram a ser investigados por mensagens trocadas em um grupo privado de WhatsApp, nas quais faziam comentários políticos ásperos sobre a situação do país, sem conteúdo penal evidente. Em outro momento, Elon Musk foi incluído como investigado, episódio que culminou na suspensão nacional do X por um longo período. Em 10 de maio de 2023, o ministro Alexandre de Moraes determinou que o Telegram removesse uma mensagem crítica ao PL 2630/2020 e publicasse nova mensagem afirmando que a anterior configurava “flagrante e ilícita desinformação”, sob pena de suspensão da plataforma no Brasil. Mais recentemente surgiram outros episódios igualmente distantes do objeto original da portaria. O presidente da UNAFISCO foi intimado a explicar uma crítica na qual afirmava que auditores fiscais teriam mais receio de investigar altas autoridades da República do que o PCC, observação crítica que não configura crime. E o episódio investigativo mais recente de que se tem notícia envolve a busca e apreensão do celular e do computador de um jornalista que publicou reportagem informando que o ministro Flávio Dino teria à disposição um veículo blindado pertencente ao Tribunal de Justiça do Maranhão para uso de sua família. Trata-se, novamente, de um fato de natureza essencialmente jornalística, que dificilmente contém, por si só, qualquer relevância penal, a menos que se recorra a uma dose particularmente generosa de retórica para sustentar o contrário. Há ainda um detalhe institucional importante. A então Procuradora-Geral da República Raquel Dodge determinou o arquivamento do inquérito, justamente por considerar irregular sua instauração de ofício. O arquivamento não foi acolhido e o ministro Alexandre de Moraes deu continuidade ao procedimento. Posteriormente, os Procuradores-Gerais Augusto Aras e Paulo Gonet acabaram dando respaldo à continuidade da investigação. Sete anos depois, a questão fundamental permanece exatamente a mesma que já se colocava em 2019. Trata-se de um inquérito instaurado de ofício, sem delimitação material precisa e progressivamente ampliado para abarcar fatos que pouco ou nada guardam relação com o objeto definido na portaria que o criou. Com o passar do tempo, assumiu-se como válido um procedimento aberto e permanentemente expansível. A pergunta que resta, portanto, é inevitável. Até que ponto um inquérito pode continuar existindo quando não se reconhece com clareza o objeto que justificou a sua própria instauração? Esse problema toca diretamente um dos limites estruturais do Estado Democrático de Direito, o princípio da proibição de excessos. O poder estatal, especialmente quando exerce o poder punitivo, não pode se expandir indefinidamente nem atuar sem balizas claras. Ele deve permanecer contido pelos limites da legalidade, da tipicidade penal e das garantias processuais. Quando esses limites são tensionados ou relativizados, o risco é evidente. O exercício do poder começa a se afastar da lógica que fundamenta o próprio Estado Democrático de Direito, que nasceu precisamente para impedir que o poder se exerça sem freios.
Folha de S.Paulo@folha

Janot tenta há seis anos recuperar itens apreendidos no inquérito das fake news www1.folha.uol.com.br/poder/2026/03/…

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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@Tiagogreis Bobo. A Rumo anunciou um aumento relevante nos custos de construir a ferrovia deles no MT. Privada. Valor anunciado era estimativa apenas, pós estudos aprofundados surgiram custos mais preciso. Projeto Básico x Proj Executivo. Nem tudo é corrupcao ou sacanagem. Muita fé aí sua
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Tiago Guitián Reis
Tiago Guitián Reis@Tiagogreis·
Uma das melhores coisas que foi feita nos últimos 10 anos no Brasil foi a desestatização de algumas refinarias. A começar que a própria construção de refinarias era superfaturada. A) a refinaria Abreu e Lima, inicialmente orçada em $2,5bi custou $19 bi no final. B) a refinaria COMPERJ era orçada em $6,5bi acabou saindo por $13bi. Rombo de $20 bilhões só nessas duas. Rombo equivalente a dois Banco Masters de “estouro de custo”. O Estado, sempre ele, mostrou que não tem maturidade para gerir nem a construção de uma refinaria. Quando desestatiza, tiramos este custo da corrupção das nossas costas. Nunca mais vamos ter que pagar pela corrupção nestes empreendimento, se isso não é uma notícia boa eu não sei o que é… Mas ainda mais importante. Ao desestatizar, reduzimos a capacidade do Estado de fazer populismo de preços: que é abaixar o preço em ano eleitoral para termos que pagar mais no futuro. As refinarias desestatizadas foram escolhidas a dedo. Desestatizaram justamente as refinarias em regiões do país mais sensíveis a políticas populistas, que tem eleitores mais imediatistas e de nível educacional inferior. Ou seja, fazer populismo de preço nessas regiões vai ser mais difícil. Por fim, o populismo de preço quase quebrou a Petrobras. O que o governo Temer e na sequência Bolsonaro fizeram foi um milagre: conseguiram resgatar a empresa de maior endividamento da história da humanidade e transformar em uma empresa saudável, que paga dividendos para os cofres públicos. Setores da sociedade estão bravos pois perderam a capacidade de fazer populismo. Se quiserem ganhar a eleição terão que de fato entregar melhoria da qualidade de vida para a população ao invés de fazer truques sujos e manobras eleitorais que custarão a sociedade bilhões no futuro próximo.
Análise Política@analise2025

🚨 URGENTE: refinaria da Bahia, entregue por Bolsonaro ao governo dos Emirados Árabes, anuncia 20% de aumento no diesel e 7% na gasolina! É o 3⁰ aumento em 10 dias! Em alguns postos, a gasolina já está R$ 8,00 e o diesel subiu 2 REAIS! A refinaria abastece 42% do nordeste!

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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@roderix1966 Que eu saiba o conceito de endividado é ter dividas mas com parcelas em atraso. Ou tô maluco?
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Rodrigo Campos
Rodrigo Campos@roderix1966·
Pago todos os boletos em dia. Mas to cheio de compras em 10x sem juros no cartão que já paguei tipo 5 parcelas. Logo estou dentro dos 80% de endividados no?
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Thiago Silveira retweetledi
OAB Nacional
OAB Nacional@CFOAB·
Desde 2019, a OAB Nacional tem atuado junto ao STF no acompanhamento do inquérito das fake news. Primeiro, se posicionando a favor da investigação dos ataques às instituições. Depois, defendendo a liberdade de expressão da imprensa e as prerrogativas da advocacia – que só teve acesso aos autos e ao direito das sustentações orais por intermédio da Ordem. Sete anos já se passaram, e é hora de concluir esse inquérito de extensão indefinida, para que não perca seu marco temporal e jurídico. É o que a Ordem dos Advogados do Brasil pede ao STF, em ofício assinado pela diretoria do Conselho Federal e pelos presidentes de todas as seccionais. Confira no vídeo um resumo da atuação da OAB junto ao STF, e a palavra do presidente Beto Simonetti sobre o tema. #OABNacional #Conclusão #InquéritoFakeNews #STF #Justiça #Prerrogativas
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OAB Nacional
OAB Nacional@CFOAB·
A OAB Nacional e o Colégio de Presidentes dos Conselhos Seccionais se reuniram com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, para reforçar o pedido de arquivamento de inquéritos de natureza expansiva e duração indefinida, em especial o Inquérito nº 4.781, conhecido como Inquérito das Fake News. A OAB defende a apuração rigorosa dos fatos envolvendo qualquer autoridade no âmbito das investigações da chamada Operação Compliance Zero. Também foi tratado sobre a revisão de trecho da Resolução nº 591 do Conselho Nacional de Justiça, que tem restringido sustentações orais e prejudicado o pleno exercício da advocacia. Acesse a matéria completa em: oab.org.br/noticia/63921
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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@Tiagogreis Espantoso como beira o 100% de opinião política bos ta aqui nessa rede social. Os caras pegam um assunto de interesse nacional e politiza pra puxar o saco de seu político de estimação. É muita vergonha alheia
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Tiago Guitián Reis
Tiago Guitián Reis@Tiagogreis·
Eu não sei o que aconteceu. Mas se a imprensa mantiver este fôlego daqui até a eleição, a oposição vai ganhar no primeiro turno. Matéria-prima para trabalhar aparentemente tem de sobra. Torço apenas para que seja uma verdadeira disposição ao trabalho e não demonstração de arsenal bélico para negociar a paz. Se for o segundo, a conta vai ficar bem cara. E quem vai pagar sou eu. E você.
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Thiago Silveira retweetledi
revista piauí
revista piauí@revistapiaui·
“Ligando os 129 milhões de pontos, a suspeita que surge é a de que Moraes estivesse atuando em defesa dos interesses do Master. Nenhuma das justificativas apresentadas até agora pelo ministro foi suficiente para tirar essa hipótese da mesa.” Leia: piaui.co/4aW1KVT
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Grok
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Não, não é impressão – o salto é real, mas faz sentido com o crescimento acelerado. A Hevo (120M euros, nov/24) e Hillandale (1,1 bi USD, maio/25) dobraram escala, criando a maior multinacional de ovos (45M aves, 3 continentes, receita ~2,5 bi/ano). O BTG era pra 11% a ~2,7 bi (não rolou). Agora Warburg entra com até 1 bi a 8 bi, apostando em verticalização, consumo crescente de proteína barata e consolidação global. Tudo checado em Warburg, Reuters, Valor e Bloomberg de março/26. Estratégia sólida.
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Curioso Mercado
Curioso Mercado@CuriosoMercado·
Com faturamento anual estimado em US$ 2,5 bilhões, a Global Eggs colocou Ricardo Faria, o “Rei dos Ovos”, entre os principais nomes da proteína global. Avaliada em US$ 8 bilhões, a companhia já valeria mais que BRF e Marfrig na bolsa brasileira. Ricardo Castellar de Faria nasceu no Rio de Janeiro e foi criado em Criciúma, Santa Catarina. Filho de médico, cogitou seguir a mesma profissão, mas desde cedo demonstrava inclinação para negócios, vendendo frutas e picolés ainda na infância. Um intercâmbio na Califórnia mudou seus planos. Ao observar a força do agronegócio nos Estados Unidos, decidiu cursar Engenharia Agronômica na UFRGS. A formação técnica consolidou a decisão de atuar no campo, com foco empresarial e visão de escala. Em 1997, fundou a Lavebras, lavanderia industrial criada com investimento inicial de US$ 16 mil. A empresa chegou a operar dezenas de unidades pelo país, atendendo hospitais, hotéis e frigoríficos, e consolidou um setor fragmentado antes de ser vendida, em 2017, a um grupo francês por R$ 1,3 bilhão. Após a venda, Faria passou por um período de imersão em Harvard. Ali identificou que o mercado brasileiro de ovos era pulverizado, pouco consolidado e com consumo crescente. A análise reforçou o potencial de expansão de um setor ainda fragmentado. A Granja Faria havia sido fundada em 2006, em Lauro Müller, Santa Catarina. Contudo, foi a partir de 2017, com capital reforçado, que a empresa iniciou um ciclo acelerado de aquisições, ampliando presença nacional e consolidando concorrentes regionais. Com estratégia de verticalização e escala, a companhia passou a produzir cerca de 16 milhões de ovos por dia no Brasil. O movimento coincidiu com um aumento consistente no consumo de ovos no país, que vinha crescendo cerca de 5% ao ano, ampliando a demanda e sustentando a estratégia de expansão nacional. O passo seguinte foi estruturar a holding Global Eggs, sediada em Luxemburgo, criada para concentrar os ativos internacionais e organizar a expansão fora do Brasil. A ofensiva começou com a compra do Grupo Hevo, na Espanha, por 120 milhões de euros, marcando a entrada formal no mercado europeu. Em seguida, a empresa adquiriu a americana Hillandale Farms por cerca de US$ 1,1 bilhão, movimento que consolidou a entrada no maior mercado consumidor de ovos do mundo. A operação ampliou presença nos Estados Unidos e reduziu a dependência do mercado brasileiro, dando caráter efetivamente multinacional ao grupo. O crescimento refletiu-se no valuation. Em 2024, Faria negociou a venda de uma fatia da companhia ao BTG Pactual, em operação que avaliava a Global Eggs em US$ 2,7 bilhões. O acordo previa aporte de US$ 300 milhões por 11%, mas acabou não avançando. Meses depois, a negociação com a Warburg Pincus redefiniu o patamar do grupo. O fundo americano acertou investimento de até US$ 1 bilhão, avaliando a Global Eggs em US$ 8 bilhões e consolidando a empresa como uma das maiores produtoras multinacionais de ovos do mundo. Além dos ovos, o empresário estruturou uma frente em grãos e fertilizantes dentro da RCF Capital, integrando parte relevante da cadeia produtiva. A produção própria de soja e milho ajuda a reduzir a exposição a oscilações de preços e dá maior previsibilidade de custos à operação de ovos. Hoje, a Global Eggs opera mais de 50 fazendas em três continentes, soma mais de 45 milhões de aves e projeta produção superior a 15 bilhões de ovos por ano. No Brasil, a Granja Faria emprega cerca de 2,7 mil pessoas em 34 unidades e produz aproximadamente 16 milhões de ovos por dia. Fontes: Exame, NSC Total, O Globo, VEJA, Folha de S.Paulo, Forbes, Pipeline e Curioso Mercado
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Migalhas
Migalhas@PortalMigalhas·
A 30ª Vara Cível de SP homologou acordo entre Pablo Marçal e José Luiz Datena em ação por dano moral relacionada ao episódio do debate na TV Cultura, em 15/9/24. Marçal pedia R$ 100 mil por alegadas lesões e abalo psicológico. Com a homologação, o processo foi extinto com resolução do mérito, com renúncia ao prazo recursal e determinação de trânsito em julgado. migalhas.com.br/quentes/450928…
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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@oraulsena Nubank desde o Velho Testamento. Ódio mortal de Banco após anos de BB me levaram ao Nu. Menos passos pra entrar em tudo, menos senhas, menos restrição . Leitor de QR de Pix do BB parece um funcionário público (passos lentidão). Nu parece que só lê a ponta do QR e já finaliza.
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Raul Sena
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Qual banco você usa e por que? De forma resumida. Tipo qual benefício ou funcionalidade do banco é o que te faz estar nele? E como se tornou cliente?
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g1 Maranhão
g1 Maranhão@g1maranhao·
IFMA conquista primeira patente internacional em pesquisa sobre a coroa do abacaxi glo.bo/yud9574
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Antonio Costa | IA
Antonio Costa | IA@xetgepete·
Entrevista final. Eles perguntam: “Quais são suas expectativas salariais?” Sua mente dispara. Você diz: “Estou buscando algo em torno de $100k.” Eles sorriem e anotam. Você acabou de perder $30k em 5 segundos. Aqui está a resposta que realmente maximiza sua oferta:
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Raul Juste Lores
Raul Juste Lores@rauljustelores·
À beira-mar, mas sem calçada. Com rodovia na porta. Colosso em área de restinga. Mas a arquitetura consegue ser pior que o entorno. Daqui a 20 anos, perguntarão: ninguém falou nada? Novo vídeo no canal. Compartilha, vai! youtu.be/wCw81fsDtRM?si…
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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@Tiagogreis Suas opinioes políticas sempre são uma bos ta. Essa aí quebrou recorde. Você parece os filhos do Bolsonaro pedindo pro Trump quebrar o Brasil...
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Tiago Guitián Reis
Tiago Guitián Reis@Tiagogreis·
Nos últimos 15 anos, comprei meu celular fora do Brasil. Isso é legal. Vou continuar fazendo. E recomendo que você também o faça. Não é nem para economizar. É para ajudar nosso país. É um ato de patriotismo e amor ao país: cada real que economizei de impostos virou investimento em meu país. Se eu tivesse comprado no Brasil, o que teriam feito com o dinheiro dos impostos? Dinheiro público indo para escola de samba, viagens em hotéis de luxo na Coréia e R$1,4 bi de gastos em cartões corporativos. Isso foi o que descobrimos nesta última semana. Eu recomendo para todos que tenham este mesmo grau de patriotismo: faça o possível para pagar menos impostos e ajudar o seu país. Temos que acabar com essa mística que foi criada que pagar impostos altos é ajudar o Brasil . Dinheiro na mão do governo será usado contra o Brasil. Ou você acha que desfile de escola de samba pago com dinheiro público é bom para o país? Todo brasileiro deveria gastar uma hora por semana e ajudar seu país. Como? Estudar formas de pagar menos impostos. Obviamente dentro da legalidade. Menos dinheiro na mão do governo = mais dinheiro em investimentos.
TudoCelular@TudoCelular

Celulares mais caros: governo aumenta imposto de importação de eletrônicos ift.tt/s6BDvnI

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Thiago Silveira
Thiago Silveira@othiagosabe·
@tretasjuridicas Passo a Passo. Leia o Livro Prospecção Fanática de Jeb Blount: vai preparar teu mindset p jogo das vendas: falar c 100 pra fechar com talvez 1 ou 2. Vai pra IA e aprende: tráfego pago (Camp objetivo Leads jogando direto p ZAP) e Script de Qualificação pro teu nicho preferido. 🚀
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@tretas_juridicas
@tretas_juridicas@tretasjuridicas·
Cite um livro absurdo pra quem é advogado aquele livro que você daria uma nota 100/10
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