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TRABALHADORES DO BRASIL:
Não apoiem políticos que querem destruir os seus direitos! ✊️
1° de Maio #DiaDoTrabalhador 🚩
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@TamirFelipe Aqui na Bahia, desde o primeiro mandato de Jacques Wagner, quando chega a época eleitoral, eles ressuscitam o projeto da ponte Salvador x Itaparica
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A máquina petista já começou a trabalhar; agora é desviar o foco das coisas objetivas e começar a falar sobre assuntos que façam a militância esquecer quem são os responsáveis objetivos das mazelas.
Uma pergunta: Por que a PEC do fim da 6x1 estava na gaveta há um ano e meio?
Já era para os trabalhadores estarem gozando de mais dias de folga desde 2025.
Agora, vão tentar fazer a gente se esquecer de quem colocou e quem mandou colocar a PEC na gaveta!
#pelofimdaescala6x1
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@TamirFelipe Adivinha que partido entrou no acordão para sabotar o fim da escala 6x1 em 2024??
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🚨🔵 Casal preso em SC é acusado de abusar sexualmente de pessoas surdas ao longo de quase duas décadas. Paulo Sérgio Praxedes do Monte Araújo, presidente da Associação de Surdos e professor de Libras, e Carlos Francisco Priprá, seu marido, foram detidos na noite de quinta-feira (30) pela Polícia Civil, em Jaraguá do Sul, no Norte Catarinense.
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Conforme a investigação, os dois usavam a posição de confiança na comunidade surda para isolar e abusar das vítimas, que tinham entre 12 e 20 anos à época dos fatos. Ao menos cinco vítimas surdas foram identificadas até o momento, com relatos que remontam a 2008. Os abusos ocorriam em escolas, retiros religiosos, no carro do casal e dentro da própria residência dos suspeitos. Já havia registro de denúncia desde 2016.
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"A entrevista é devastadora justamente porque Edinho Silva tenta defender o PT, mas acaba produzindo uma autópsia pública do partido. Cada resposta abre uma nova contradição: o PT diz defender investigação, mas não assinou a CPI do Master; diz combater corrupção, mas tira o Master do manifesto; diz proteger aposentados, mas não liderou a CPMI do INSS; diz defender a democracia, mas chama de “instabilidade” quando o Senado exerce sua competência constitucional; diz querer reforma do Judiciário, mas só fala nisso quando o STF virou custo político.
A incoerência mais grave está na tentativa de terceirizar tudo para Bolsonaro. O Master vira “criação do governo Bolsonaro”, o INSS “começou no governo Bolsonaro”, as operações foram autorizadas por Campos Neto. É o velho manual: quando o escândalo aperta, desloca-se a culpa para o inimigo. Mas a entrevista desmonta essa narrativa ao lembrar que a PF analisa relações do Master com políticos petistas da Bahia. A resposta de Edinho — “não vi nenhuma denúncia” — é quase uma confissão de fuga. Não nega o problema; apenas tenta não enxergá-lo.
Outra contradição brutal: Edinho afirma que Lula pediu apuração, mas o PT não assinou a CPI. Então há duas possibilidades, ambas péssimas: ou Lula não manda no próprio partido, ou o partido não queria investigar. E quando ele diz “não sei” por que o PT não assinou, o presidente do partido admite, em rede nacional, que a legenda perdeu comando, coerência e coragem. É o partido nu, pego de calça curta, sem narrativa de reserva.
Há ainda o cinismo sobre o Congresso. Quando o Congresso sustenta o governo por emendas, cargos e acordos, é “governabilidade”. Quando derrota Lula, vira “modelo político destruído”. Quando o Senado rejeita Messias, é “esvaziamento do Executivo”. Não. É freio e contrapeso. O Senado não é cartório do Planalto. A rejeição de Messias não destruiu a democracia; mostrou que o Legislativo, depois de anos dormindo em berço esplêndido, começou a lembrar que é Poder.
O mesmo vale para o Judiciário. O PT passou anos surfando na aliança objetiva com o STF, especialmente depois de 8 de janeiro. Agora, diante da crise de credibilidade da Corte, fala em controle externo, reforma, experiências internacionais e combate a privilégios. Conveniente demais. Enquanto o Supremo servia como escudo político, era “defesa da democracia”. Quando virou âncora eleitoral, passou a ser “tema de reforma”. Isso não é princípio; é cálculo.
A entrevista também escancara a contradição eleitoral. Edinho diz que não há conflito entre aproximar-se do centro e recuperar o eleitor tradicional. Mas há. O PT quer simultaneamente agradar o centrão, a esquerda militante, a direita liberal “democrática”, o STF, os sindicatos, os aposentados lesados, os aliados baianos citados no caso Master e os parlamentares que vivem de emendas. Quer ser governo, oposição, vítima e juiz ao mesmo tempo. Nem polvo político com oito braços segura tanta incoerência.
A parte mais simbólica é a admissão final: “foi um erro”. Para o PT, isso é quase inédito. A ClePTocracia sempre operou na lógica da negação, da vitimização e da transferência de culpa. Desta vez, a entrevista deixa claro que não havia mais como sustentar a farsa. O partido foi obrigado a reconhecer que, diante de escândalos graves, deveria ter feito exatamente aquilo que cobrou dos outros por décadas: investigar.
Conclusão: Edinho Silva tentou salvar a narrativa, mas entregou o diagnóstico. O PT está derrotado, nu, perdido e sem saber para onde ir. A entrevista não é uma defesa; é uma confissão. Um partido que foge de CPI, apaga escândalo de manifesto, terceiriza culpa, instrumentaliza o Judiciário, demoniza o Legislativo quando perde e admite erro apenas depois de encurralado já perdeu a autoridade moral. O que resta é a pergunta incômoda: se o TSE tivesse tratado o histórico da ClePTocracia com o mesmo rigor aplicado a adversários, esse partido ainda estaria funcionando?"

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