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Não tenho tudo o que amo, mas fodace. Conserva e sem tempo, irmão. É zoeira e dedo na cara de quem, a sua maneira, age para desestabilizar e destruir o Brasil.
















R$27 milhões, R$27 milhões, R$27 milhões... Alguma palavra do Marceneiro? Kkkkkkkkkk


🤷♂️🙆♂️😞/Confesso que fiquei surpreso ao ver alguns nomes que ainda não declararam seu posicionamento. Agora é mobilização total: precisamos cobrar cada um deles. ➡️ via: @BrunoZambelli





☪️ Quand l’islam accède à la pleine puissance étatique et militaire sur les non-musulmans, le même schéma sanglant se répète à chaque fois. 💀 Arménie (1894-1923) : 1,5 million de chrétiens assassinés 💀 Génocide assyrien (1914-1923) : 300 000 chrétiens massacrés 💀 Génocide grec (1913-1922) : 1 million de chrétiens tués ou expulsés 💀 Bangladesh (1971) : 3 millions d’hindous massacrés 💀 Timor oriental (1975-1999) : 200 000 chrétiens tués 💀 Soudan (1983-2005) : 2 millions de chrétiens et animistes exterminés au nom du djihad officiel 💀 Nigeria (2009-aujourd’hui) : 125 000 chrétiens assassinés Coïncidence, islamophobie, extrémisme... ? Non, c'est juste une loi irréfutable.








➡️ MG | Após atritos, Nikolas encontra Flávio Bolsonaro e diz: "Somos um time" Nikolas Ferreira encontrou Flávio Bolsonaro em lançamento de pré-candidatura de Domingos Savio ao Senado por MG


E, a propósito: sim, é pelo Brasil. Não queria seguir neste ponto, mas não posso aceitar ser humilhado. Então aqui vai, se Deus quiser, meu último comentário sobre este assunto. O Nikolas se elegeu com votos bolsonaristas. Eu o recebia quando ainda era estudante. Depois, virou assessor de um deputado, passou a trabalhar com outro - pesquise os motivos disto. Fui a Belo Horizonte fazer campanha para ele a vereador, percorri Minas Gerais falando do seu nome com o Direta Minas. Levei-o ao palco do CPAC, pedi apoio para ele nas redes sociais, abri portas - muito disso quando eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente, mas isto nunca me impediu de ser quem sou e de jogar para o grupo. Quando ele ia a Brasília, deixava minha conversa fixada no topo do WhatsApp, aguardando um retorno meu. Aceitei incluí-lo no documentário que o @mfriasoficial está prestes a lançar. Convidei-o para conhecer o Trump, levei-o ao Congresso americano e ainda tentei, a pedido dele, inseri-lo no programa do Tucker Carlson, na época do episódio da peruca - eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente e etc. Esses são apenas alguns exemplos do quanto eu trabalhei por ele, acreditando na causa, acreditando que éramos um grupo. Pelo Brasil. Nunca foi por cargos ou interesse partidário. Eu sempre joguei pelo grupo. Quem está comigo divide o mesmo espaço, a mesma luta. Se eu sento, senta comigo. Se eu estou de pé, permanece de pé ao meu lado. Agora, num momento decisivo, Flávio contra Lula, com a liberdade do meu pai em jogo, com centenas de presos políticos, com exilados sofrendo na Argentina ele quer “sentar para conversar” e avaliar se o meu projeto é o mesmo que o dele? Ele condiciona apoio ao Flávio. Entenda, isto em outubro não é apenas mais uma eleição, é a batalha mais importante do século no Brasil, que vai selar se meus filhos encontrarão o avô ou se eu sem nem saber dei meu último adeus a ele em fevereiro de 2025 ao sair para uma viagem de 7 dias de carnaval no Texas. Com todo respeito, isso não é expressão de liberdade. Isso é, no mínimo, mesquinhez - para não dizer outra coisa. Quem está em campo não pode se comportar como a torcida. A própria direita vive elogiando a esquerda por não expor esse tipo de conflito em público. E por que isso acontece aqui? Porque há quem incentive exatamente esse comportamento imaturo. Querem falar em união? Então vamos falar de coerência. Por que esse discurso de “união da direita” só aparece quando o cobrado é o Nikolas? Por que o silêncio quando as críticas são dirigidas ao Jair Bolsonaro? Ou mesmo ao Valdemar? Se for pela “união da direita” todas as críticas vindas da direita deveriam acabar em nome de um projeto maior, não é esta a teoria de vocês? Então vamos ser claros: não se trata de liberdade, trata-se de conveniência. Ou agora virou regra que figuras públicas não podem mais ser cobradas? Deixo que cada um tire suas próprias conclusões. Reafirmo, da minha parte, encerro aqui. Como já disse, meu objetivo foi alcançado: hoje, todos - que antes tinham amnésia - falam positivamente do @FlavioBolsonaro, ainda que, em muitos casos, por interesse próprio - não passaram a fazê-lo espontaneamente, mas sim a custas de cobranças. Mas não vou deixar você me expor, humilhar, sem reagir, se não vai virar rotina vocês virem aqui no X escrever seus argumentos fracos e depois correr no meu entorno para tentar me bloquear e, assim, posarem de vencedores.
















