um nome qualquer
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um nome qualquer
@rmello82
cansado demais pra ficar cansado






Durante o processo do golpe contra Dilma, @ggreenwald começou a escrever artigos em inglês mostrando ao mundo o que acontecia no Brasil. Os artigos em defesa de Dilma viralizaram pelo mundo. Com o sucesso de audiência, Glenn então insistiu com a chefia de redação do Intercept em NY pra que uma sucursal do site fosse criada no Brasil. Nunca houve consenso sobre a operação no nosso país. Durante todos os anos em que estive no Intercept, sempre foi uma luta pra manter o site por aqui. Em alguns dezembros eu achei que o site iria fechar. O Glenn sempre foi um defensor de primeira hora do Intercept Brasil, ele sabia a importância do site na paisagem de imprensa brasileira. O tempo passa, a vida anda, as pessoas seguem seus caminhos e nesse momento é irrelevante no que se concorda ou discorda da opinião de cada um. É preciso ser justo, é importante dar à história os fatos inegáveis: se não fosse pela insistência do Glenn, nada do que o Intercept fez depois de 2016 teria existido. Que fique registrado.








Vazamento por vazamento, o do trailer do filme "Dark Horse" é o que menos deveria preocupar o "brother" Mario Frias. Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: intercept.com.br/2026/05/19/aud…


Bastidores: João Pedro ficou bastante chateado e incomodado com a não convocação para a Copa do Mundo. O atacante acreditava que ele e Neymar pudessem ser convocados. Ou seja, um não tiraria a vaga do outro. Até a manhã de hoje, ninguém da Seleção Brasileira procurou João Pedro para explicar o motivo da sua ausência. A família do jogador havia se reunido para assistir à convocação, com a expectativa de que ele estaria na lista. 🗞️ @ESPNBrasil | Bruno Andrade 📸 Chelsea FC

Depois que questionei publicamente o viés de confirmação da pesquisa, Andrei Roman, CEO da Atlas, me ofereceu indicar algum áudio ou vídeo sobre Lula para que ele possa testar numa próxima pesquisa. Trata-se, claro, de uma armadilha retórica para tentar demonstrar isenção. Se realmente fosse isento, o pesquisador e seu instituto já teriam questionado o eleitor sobre o envolvimento de Lula e do PT com o Master. Afinal, a imprensa já revelou encontros secretos e conselhos de Lula ao banqueiro, além de seu apoio financeiro e institucional à farmacêutica que tinha Vorcaro como principal acionista; fora a contratação de Guido Mantega e de Ricardo Lewandowski, e a relação de Rui Costa e Jaques Wagner com Augusto Lima e Daniel Monteiro, sócio e advogado de Vorcaro. Dava para fazer uma pesquisa inteira só com perguntas sobre essas e outras evidências. Desde que o escândalo veio à tona, porém, o Atlas poupou Lula e os petistas do constrangimento. Antes desta pesquisa sobre Flávio, o escândalo só foi tratado numa outra pesquisa de março sobre a confiança do brasileiro no Supremo Tribunal Federal. E mesmo nessa, foram feitas apenas 6 perguntas, a maioria genérica, sem menções ao contrato de R$ 129 milhões de Viviane Barci ou da compra da sociedade de Dias Toffoli no resort Tayayá. No caso de Flávio, porém, há expressões e gatilhos emocionais evidentes. O instituto de Andrei pergunta qual grupo político estaria “mais envolvido” no escândalo, sem apresentar o que pesa contra os demais; se o áudio de Flávio surpreendeu, se evidencia seu envolvimento direto no escândalo e até se ele deveria desistir de concorrer à Presidência. Entendeu? Alerta: Atlas explora Flávio e STF, mas poupa Lula no Master claudiodantas.com.br/atlas-explora-…



