um nome qualquer

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@rmello82

cansado demais pra ficar cansado

Katılım Şubat 2019
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Intercept Brasil
Intercept Brasil@TheInterceptBr·
Vai acabar com a economia do Brasil, vai ser um problema maior para o trabalhador, os patrões precisam ser ajudados… É isso que alguns deputados pensam do fim da escala 6x1.
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
EDITORIAL | Isto é Flávio Bolsonaro – “Senador mentiu seguidamente – para seus aliados, para sua equipe de campanha e para a imprensa – a respeito de suas relações com Vorcaro”. Leia o texto completo em x.gd/601Ix (@opiniao_estadao)
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um nome qualquer@rmello82·
@ggreenwald @demori @TheInterceptBr Glenn foi realmente necessário para salvar a democracia no Brasil. Especialmente pela faculdade de oferecer espaço para debate de ideias, o que implica em discordâncias normais e sadias.
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um nome qualquer
um nome qualquer@rmello82·
@ggreenwald @demori @TheInterceptBr Acho que você só se equivoca sobre Moraes ser herói da esquerda. Ele apenas foi útil, fez o que tinha que ser feito. Ele representa mais um Estado Novo do que um petismo.
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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald@ggreenwald·
Agradeço ao @Demori por recontar esta história de como e por que fundei o @TheInterceptBr em 2015/6. Como ele disse, o debate dominante na época era o impeachment de Dilma. Fiquei chocado com a união da grande mídia no apoio ao impeachment: quase nenhuma voz dissendente era permitida. A Globo, o Jornal Nacional e o restante lideravam a causa como ativistas para reverter o resultado da eleição de 2014, pois nunca aceitaram a derrota de Aécio e concluíram que jamais conseguiriam derrotar o PT democraticamente. A Folha (como ainda é o caso) era um dos poucos veículos que abria espaço para a dissidência: David e eu escrevemos um artigo para a Folha argumentando por que o impeachment de Dilma era injusto, fraudulento, antidemocrático e perigoso. Lembro-me disso porque era raro ver esse tipo de oposição na grande mídia sobre impeachment. Jamais esquecerei o dia em que Eduardo Cunha, Maluf e dezenas de deputados — com contas bancárias na Suíça repletas de milhões em propinas — lideraram a Câmara fingindo indignação e escândalo com a corrupção das "pedaladas fiscais". Esse espetáculo insano aconteceu porque quase toda da grande mídia estava unida a favor. Eu pensava na época — e continuo pensando agora — que é muito nocivo quando a grande mídia se une em torno de uma causa política. Uma das principais razões pelas quais lutei para criar o The Intercept Brasil foi o fato de que a mídia independente tem como objetivo expandir o leque de reportagens e análises permitidas. Trata-se de desafiar aqueles que detêm o poder (o que muda com o tempo: pode ser a Direita num dia, depois a Esquerda, depois o STF, etc.). Jornalistas de verdade miram nos poderosos, independentemente de partido ou ideologia. Ativistas políticos disfarçados de jornalistas criticam apenas um lado. Ainda penso que o impeachment de Dilma não foi apenas fraudulento, mas ainda mais perigoso do que eu imaginava (ele consolidou o precedente de que é possível — e até desejável — alcançar seus objetivos de forma antidemocrática: revertendo eleições, prendendo opositores políticos ou impedindo-os de concorrer, censurando-os, etc.). Além disso, conduziu diretamente à ascensão do tirânico Alexandre de Moraes — a quem a esquerda, na época, chamava de supremacista branco, fascista e golpista (tudo isso em meio à risível posse de Michel Temer como presidente, justificada em nome do combate à corrupção). A maior parte da esquerda, na época, considerava o impeachment de Dilma um golpe fascista, mas agora endeusa muitos de seus defensores mais fervorosos (Moraes, Reinaldo Azevedo, Felipe Neto, etc. etc.). Quando deixei o The Intercept em 2020, foi porque o The Intercept nos EUA havia se transformado em um braço do Partido Democrata. O The Intercept Brasil ainda era editado por Leandro Demori e continuava sendo um veículo de grande jornalismo independente — em vez de um site que precisava agradar constantemente às preferências pró-PT e de esquerda de seus assinantes, dos quais depende financeiramente (ao, por exemplo, ignorar o escândalo do Banco Master quando este envolvia heróis da esquerda, como Moraes, apenas para subitamente passar a se importar com o caso quando envolvia inimigos da esquerda, como Flávio). Ainda assim, o verdadeiro jornalismo independente é vital. Por definição, ele não é uma ferramenta de nenhum partido ou ideologia específica. Quando bem feito, ele acabará irritando a todos — precisamente porque questionará e investigará todos os lados e partidos. A maioria das pessoas adora afirmar que deseja um jornalismo que produza reportagens sem levar em conta partidos ou ideologias. Mas a realidade é que pouquíssimas pessoas querem isso: elas o amam quando seu jornalismo serve ao lado delas, e o odeiam quando o questiona. Quando você produz uma reportagem que questiona o lado delas, elas alegam que você "mudou" — pois não compreendem que seu trabalho nunca teve como objetivo servir ao partido político delas, mas sim fazer jornalismo, independentemente de quem isso ajudasse ou prejudicasse. Ser um herói para um lado político e moldar todas as suas reportagens para agradar a um único partido pode ser tentador para aqueles com personalidades inseguras ou egos carentes (o "Complexo de Daniela Lima"). Mas apenas os verdadeiros jornalistas resistem a essa tentação e se veem como independentes do ativismo político ou do partidarismo. Foi com esse espírito que criei o TIB há uma década, e foi esse o espírito que o TIB encarnou por alguns anos após a minha saída, sob a direção de Leandro (ele saiu em 2022). Espero, como sempre, que essa ética se torne cada vez mais comum. Uma democracia saudável precisa de jornalistas independentes.
Leandro Demori@demori

Durante o processo do golpe contra Dilma, @ggreenwald começou a escrever artigos em inglês mostrando ao mundo o que acontecia no Brasil. Os artigos em defesa de Dilma viralizaram pelo mundo. Com o sucesso de audiência, Glenn então insistiu com a chefia de redação do Intercept em NY pra que uma sucursal do site fosse criada no Brasil. Nunca houve consenso sobre a operação no nosso país. Durante todos os anos em que estive no Intercept, sempre foi uma luta pra manter o site por aqui. Em alguns dezembros eu achei que o site iria fechar. O Glenn sempre foi um defensor de primeira hora do Intercept Brasil, ele sabia a importância do site na paisagem de imprensa brasileira. O tempo passa, a vida anda, as pessoas seguem seus caminhos e nesse momento é irrelevante no que se concorda ou discorda da opinião de cada um. É preciso ser justo, é importante dar à história os fatos inegáveis: se não fosse pela insistência do Glenn, nada do que o Intercept fez depois de 2016 teria existido. Que fique registrado.

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um nome qualquer@rmello82·
Se o Brasil for campeão, vai ser apesar da gourmetização extrema. O Carleto é o mais raiz, junto com uns 2 ou 3 tipo Endrick e LH.
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Eixo Político
Eixo Político@eixopolitico·
🇧🇷 PSDB discute lançar candidatura de Aécio Neves à Presidência. Aliados vêem uma janela para um nome de centro contra PT e PL após o desgaste de Flávio Bolsonaro. Em dezembro do ano passado, logo após tomar posse como presidente do partido, Aécio já havia dito a aliados a intenção de ser candidato a presidente.
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um nome qualquer
um nome qualquer@rmello82·
Apoiei a convocação do Neymar ciente de que é um péssimo exemplo de pessoa. Apenas pragmatismo. Não decepcionou e já meteu propaganda de Bets.
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um nome qualquer@rmello82·
@g1 A tática de roubar dos Bolsonaro é inovadora mesmo
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g1
g1@g1·
Datafolha: eleitor vê Lula como o mais experiente e Flávio como o mais inovador glo.bo/4unOJM4 #g1
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um nome qualquer
um nome qualquer@rmello82·
@VEJA Que milagre a manchete não ser "ser humano que faz parte do mesmo Congresso Nacional que Lula admite encontro com Vorcaro"
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Kleber Mendonça Filho
Kleber Mendonça Filho@kmendoncafilho·
Os escândalos da direita são acompanhados de provas e áudios. São escândalos verdadeiros, sem gnomos. E esse escândalo do filme de bozo espanta por eles estarem tentando fazer Cultura, Cinema, mas sem nunca terem feito, com dinheiro roubado. E contam uma história brasileira em inglês. Ou seja, pra falar com o Brasil terão de dublar. O bolsonarismo é um espanto.
Intercept Brasil@TheInterceptBr

Vazamento por vazamento, o do trailer do filme "Dark Horse" é o que menos deveria preocupar o "brother" Mario Frias. Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: intercept.com.br/2026/05/19/aud…

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Blog do Noblat
Blog do Noblat@BlogdoNoblat·
O filme sobre Bolsonaro é ou não propaganda política em ano eleitoral?
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Reinaldo Azevedo
Reinaldo Azevedo@reinaldoazevedo·
O efeito “Dark Horse” na candidatura de Flávio Bolsonaro, segundo os números da pesquisa AtlasIntel Bloomberg, é desastroso para o pré-candidato do PL à Presidência e, por óbvio, muito favorável ao presidente Lula. Há um desdobramento importante nesse levantamento: se, no primeiro turno, os outros candidatos de extrema direita se beneficiam um tantinho com a desdita de Flávio, no segundo, todos despencam. Venha entender na minha coluna no Metrópoles. @Metropoles metropoles.com/colunas/reinal…
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um nome qualquer@rmello82·
Fábio Thiago Silva João Paulo 3 craques que não foram convocados porque 2 ou 3 medíocres esforçados que jogam no Flamengo foram pela pseudo grife. É ok levar Neymar porque é um gênio. O Squad Flu daria muito mais o sangue. Não há justiça no futebol (além do bem e do mal).
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um nome qualquer
um nome qualquer@rmello82·
Contra a Croácia Casemiro escolheu não fazer a falta técnica que levaria o time adiante. A invenção do tal do Fred custou caro demais também. Vamos ver se o espírito gouermetizado de quem se vê como propriedade de um clube europeu vai se perpetuar ou se vai haver um novo ciclo.
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André Rizek
André Rizek@andrizek·
Conheci João Pedro ano passado, na Copa do Mundo de Clubes. Eu estava na beira do campo trabalhando e ele, aquecendo-se antes de sua estreia pelo Chelsea, contra o Palmeiras, veio cumprimentar a gente na maior simplicidade - em poucos segundos deu pra ver que era um cara sangue bom, simples, aura de quem trabalhou muito pra chegar onde chegou, com dignidade total. Fizemos uma entrevista emocionante com ele na final, com @ericfaria74 e @_felipemelo_ . O lamento do Ancelotti por ele é genuíno. Não deve ser fácil tirar o sonho de um cara como João Pedro. A vida foi dura com ele ontem. Mas vai trazer coisas grandes no futuro. Um abraço para o João Pedro. Essa história está só começando.
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info

Bastidores: João Pedro ficou bastante chateado e incomodado com a não convocação para a Copa do Mundo. O atacante acreditava que ele e Neymar pudessem ser convocados. Ou seja, um não tiraria a vaga do outro. Até a manhã de hoje, ninguém da Seleção Brasileira procurou João Pedro para explicar o motivo da sua ausência. A família do jogador havia se reunido para assistir à convocação, com a expectativa de que ele estaria na lista. 🗞️ @ESPNBrasil | Bruno Andrade 📸 Chelsea FC

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Rogério Marinho🇧🇷
Rogério Marinho🇧🇷@rogeriosmarinho·
Ingressamos com ação no TSE, na nossa opinião a pesquisa está contaminada pela clara indução negativa da candidatura do Flávio.
Claudio Dantas@claudio_dantas_

Depois que questionei publicamente o viés de confirmação da pesquisa, Andrei Roman, CEO da Atlas, me ofereceu indicar algum áudio ou vídeo sobre Lula para que ele possa testar numa próxima pesquisa. Trata-se, claro, de uma armadilha retórica para tentar demonstrar isenção. Se realmente fosse isento, o pesquisador e seu instituto já teriam questionado o eleitor sobre o envolvimento de Lula e do PT com o Master. Afinal, a imprensa já revelou encontros secretos e conselhos de Lula ao banqueiro, além de seu apoio financeiro e institucional à farmacêutica que tinha Vorcaro como principal acionista; fora a contratação de Guido Mantega e de Ricardo Lewandowski, e a relação de Rui Costa e Jaques Wagner com Augusto Lima e Daniel Monteiro, sócio e advogado de Vorcaro. Dava para fazer uma pesquisa inteira só com perguntas sobre essas e outras evidências. Desde que o escândalo veio à tona, porém, o Atlas poupou Lula e os petistas do constrangimento. Antes desta pesquisa sobre Flávio, o escândalo só foi tratado numa outra pesquisa de março sobre a confiança do brasileiro no Supremo Tribunal Federal. E mesmo nessa, foram feitas apenas 6 perguntas, a maioria genérica, sem menções ao contrato de R$ 129 milhões de Viviane Barci ou da compra da sociedade de Dias Toffoli no resort Tayayá. No caso de Flávio, porém, há expressões e gatilhos emocionais evidentes. O instituto de Andrei pergunta qual grupo político estaria “mais envolvido” no escândalo, sem apresentar o que pesa contra os demais; se o áudio de Flávio surpreendeu, se evidencia seu envolvimento direto no escândalo e até se ele deveria desistir de concorrer à Presidência. Entendeu? Alerta: Atlas explora Flávio e STF, mas poupa Lula no Master claudiodantas.com.br/atlas-explora-…

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Intercept Brasil
Intercept Brasil@TheInterceptBr·
EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve um áudio e mensagens que mostram Mario Frias agradecendo ao banqueiro Daniel Vorcaro pelo apoio ao filme “Dark Horse”, produção sobre Jair Bolsonaro.
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um nome qualquer@rmello82·
Queria que o Neymar fosse, não pelo preço da saída do João Pedro. Tiraria tranquilamente 2 ou 3 ali da defesa que vão pra passar vergonha.
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um nome qualquer
um nome qualquer@rmello82·
Se o Neymar se lesionar até uma certa data ainda dá pra trocar. Não tirem print.
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