Maximino

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@rodrigolcio

Waco, TX Katılım Ağustos 2010
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@DaLuizito @ivanluduvice O problema é que muita gente do conselho, sócios e influenciadores deseja que MT e seu grupo político fique eternamente no poder.
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Luizito da Silva
Luizito da Silva@DaLuizito·
@ivanluduvice Perfeito, tenho a mesma leitura do cenário. Mas o que fazer para evitar essa manobra? Dá para judicializar caso ela se confirme? Essa é a eleição mais importante da história do clube. Podemos não ter outra depois.
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Ivan Luduvice
Ivan Luduvice@ivanluduvice·
NEYMAR É O BODE EXPIATÓRIO IDEAL PARA O GOLPE DE MARCELO TEIXEIRA. O que está acontecendo no Santos não é desorganização, é método. A confusão envolvendo Neymar e Robinho Júnior não surgiu por acaso. O vazamento antecipado, a notificação extrajudicial e a avalanche de manchetes nos maiores portais do mundo criaram exatamente o ambiente que interessava: crise, barulho, desgaste e uma torcida completamente distraída. Enquanto todos discutem Neymar, ninguém presta atenção no que realmente está sendo armado. No meio desse caos conveniente, Marcelo Teixeira não perdeu tempo. Anunciou, sem constrangimento algum, a convocação de uma reunião no Conselho Deliberativo para votar uma alteração estatutária que, na prática, tem endereço certo: interferir diretamente na eleição de dezembro e retirar adversários do jogo no tapetão. Isso não é coincidência. Isso é cálculo político frio. E o nível da manobra fica ainda mais evidente quando se observa a data escolhida: 18 de maio, exatamente no dia da convocação para a próxima Copa do Mundo. Um dos maiores eventos midiáticos do país. Um dia em que imprensa, torcida e opinião pública estarão completamente voltadas para outro assunto. Ou seja, enquanto o Brasil discute quem vai vestir a amarelinha, dentro do Santos tentam decidir, no silêncio conveniente, quem não vai poder disputar a eleição. É o clássico roteiro: cria-se o caos, aponta-se um culpado com grande exposição, Neymar, e, na sombra, se executa o verdadeiro movimento de poder. Transformaram Neymar no bode expiatório perfeito. Não para resolver problema nenhum, mas para esconder o que realmente importa. O Santos não pode aceitar mais esse tipo de jogo. Porque quando a política precisa de cortina de fumaça para avançar, é sinal claro de que o que está sendo feito não se sustenta à luz do dia. E é importante deixar claro: isso não é defesa de Neymar. Se houve agressão contra Robinho Júnior, o caso precisa ser apurado com rigor e, se confirmada qualquer irregularidade, que haja responsabilização e correção. Ninguém está acima de críticas ou da lei
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@ivanluduvice @SerginSFC2 A volta de Marcelo Teixeira é muito pior que perder um título ou até cair para a Série B. Fico feliz em ver que alguns estão denunciando e outros começam a entender a gravidade da situação. Não adianta trocar treinador e contratar jogadores se há décadas a gestão é amadora.
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@MafinhaBarba É urgente que, após as eleições, independentemente do resultado, o bolsonarismo crie e tenha seu próprio partido político. É nítido que Waldemar da Costa Neto boicota, restringe e sabota qualquer diretriz ou planejamento.
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Embaixador Israelense Mafinha 🇮🇱🇮🇱🇮🇱
Quem é a expert em política ali falando com o Waldemar kkkkkk. O Waldeco senil e repetindo tudo sem nem pensar e a muie falando um monte de frase pronta cliche de recreio de DCE. Intankavel esse PL mesmo.
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@DaLuizito @BolsonaroSP Tudo igual. Nenhum dos dois terá coragem e oportunidade para fechar o balcão de negócios em Brasília. Vou votar para tirar o PT, mas sei que nada vai mudar e continuarei sendo roubado e explorado pelo Estado, políticos e governo.
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Eduardo Bolsonaro🇧🇷
Eduardo Bolsonaro🇧🇷@BolsonaroSP·
Pessoas tomadas por sentimentos pessoais ainda não enxergam que se Lula for reeleito não haverá 2030. O regime Lula-Moraes se consolidará e não haverá outra oportunidade como a atual, onde o alinhamento de astros geopolíticos internacionais e nacionais sinalizam derrota de Lula - e não estou nem falando do quanto cada uma destas pessoas sofrerá. Graças a Deus a maioria dos brasileiros não se move pelas mesmas razões destas pessoas “didireita”.
Eduardo Bolsonaro🇧🇷 tweet media
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@DaLuizito @BolsonaroSP Os dois são aceitos pelo sistema. O probelma é que no caso do Tarcísio é declarado.
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@DaLuizito @BolsonaroSP O problema é que o candidato viável tem apoio de figuras nefastas como Kassab, membros do judiciário e do mercado financeiro. Fica difícil votar em quem o sistema autoriza e permite.
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Luizito da Silva
Luizito da Silva@DaLuizito·
@BolsonaroSP Por isso deveríamos nos unir em torno do único candidato viável para ganhar essa eleição. Mas vocês estão cagando para isso!
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@flferronato @allkar Todo mundo sabe quais são as intenções do Waldemar. Porém, a questão principal é outra: quando o bolsonarismo terá seu próprio partido? Sem um partido não há organização, militância, engajamento. Enquanto depender de terceiros, o movimento continuará limitado e vulnerável.
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Flavia Ferronato
Flavia Ferronato@flferronato·
Para quem acha que Valdemar está preocupado com as cobranças, tenho uma pessima noticia: não está. Tudo isso foi muito bem planejado, inclusive a disputa entre Eduardo e Nikolas. Valdemar precisava diminuir a força bolsonarista, mas sem perder os votos bolsonaristas. Isolou Eduardo e financiou as viagens Brasil a fora de Michele e Nikolas. Aproveitou uma disputa mínima e a transformou em máxima. Hoje, ele “dividiu” o bolsonarismo. E enquanto todos se distraiam discutindo, ele foi avançando: tirando do tabuleiro do Senado, sorrateiramente, muitos dos fiéis ao Jair. De bobo Valdemar só tem a cara.
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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino@Rconstantino·
O Eduardo admitiu para mim que não bate em lideranças de outros partidos aliados, e vemos muitos desses bolsonaristas falando pro Nikolas ir pro Novo. Se ele for pro Novo, ele para de ser atacado? Ora, mas isso prova que não tem nada a ver com o Nikolas em si, mas sim com disputa de espaço partidário. Todos do PL precisam ser subservientes ao Eduardo, como Gil Diniz e Mario Frias? Mas o PL tem o centrão do Valdemar, dono do partido! Tem a Michelle, que também carrega o sobrenome do Jair: ela tem que sair também? Pelo que eu soube, Jair não estaria gostando nada disso. E se é só por controle partidário, então não é pelo Brasil, ou sequer pela eleição do Flavio, que tem alianças com o Novo - e até Ciro Gomes! Então parem de disfarçar que tal postura é patriótica, talquei?
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@MafinhaBarba Depois das eleições, é urgente que o bolsonarismo tenha um partido próprio. É evidente que Waldemar sabota estratégias que não atendem aos seus interesses. Sem autonomia, não há projeto, há dependência e enfraquecimento dos candidatos.
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@EduardoLeite_ Quem chama convicção de “polarização” apenas foge da responsabilidade de escolher um lado. A política sem polos não é “pacificação ”, é um balcão de negócio onde tudo é negociável, nada é verdadeiro. Ter lado não é ser inimigo de ninguém, é ter integridade.
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Eduardo Leite
Eduardo Leite@EduardoLeite_·
Na polarização, infelizmente, para muitas pessoas, se não somos 100% aderentes às suas ideias, então somos 100% inimigos. Mas quando a gente faz política com convicção, a gente não se abala e nem se rende à polarização. E seguimos em frente, com a consciência tranquila. Não nos rendemos às circunstâncias e vamos ajudar a redesenhar a política em nosso Brasil. 🇧🇷
Eduardo Leite tweet media
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@bralternativo_ Se o Valdemar diz ser a "vice ideal” pode acreditar não será uma boa escolha. É urgente depois das eleições em 2027 a direita ou bolsonarismo criar seu partido e sair do PL
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Brasil Alternativo
Brasil Alternativo@bralternativo_·
🇧🇷🗳️ “Estou preparada”, diz Tereza Cristina sobre possibilidade de ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro. O presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, recentemente, descreveu a senadora como uma “vice ideal” e a encheu de elogios. Em entrevista a VEJA, ela garante que não foi consultada formalmente sobre essa possibilidade.
Brasil Alternativo tweet mediaBrasil Alternativo tweet media
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@LEME12 Grande parte das mulheres apoia esse tipo de pauta. Pesquisas mostram que a maioria vota na esquerda ou centro-esquerda e tende a apoiar essa agenda feminista. Mesmo assim, a direita intelectual prefere culpar o Flávio e a direita no Congresso, ignorando o contexto político.
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Felipe Leme
Felipe Leme@LEME12·
Já passou da hora de parte dos bolsonaristas se importarem mais com vencer as eleições que com mitadas inúteis. Desde ontem tem uma turma batendo no Flávio Bolsonaro por causa da lei anti-misoginia, sem considerar que ela seria aprovada de qualquer jeito e que votar contra, além de não adiantar nada, ainda daria munição pro PT convencer os "uga buga" que o Flávio odeia mulheres. Parece que falta malícia as vezes
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@mauad_joao @LeiaRachor O Brasil não é uma democracia e não protege a liberdade de expressão. Porém quem tiver interesse e pesquisar vai descobrir o que motivou este voto.
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Este trecho do voto do ministro Gilmar, liberado há pouco, é nauseante. Sem entrar no mérito, é preciso lembrar que ninguém decretou mais prisões preventivas abusivas e medidas cautelares draconianas contra réus e investigados primários do que seu dileto coleguinha Alexandre. Mas durante todo o tempo, Gilmar não vocalizou uma só crítica. 🤮
João Luiz Mauad tweet media
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@deltanmd Não sigo o Kim Paim e não consumo seus conteúdos. A vedação ao anonimato é constitucional, mas usá-la para insultar e exigir dados privados soa como coação, não como debate jurídico. O Novo não preza pela ética e pelo respeito às liberdades? Acuar críticos condiz com a sigla?
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Deltan Dallagnol
Deltan Dallagnol@deltanmd·
Vamos aos fatos: infelizmente, Kim Paim trabalha contra a união da direita e pela reeleição de Lula. São 9 da manhã na Austrália, e ele já acordou pensando em como criticar o único advogado que teve coragem de peitar Moraes ao vivo no processo de 8 de janeiro. Agora vá ao X de Kim e pesquise por “Alexandre de Moraes”. Você descobrirá que ele está obcecado não em expor os abusos do STF, mas em atacar a direita. A quem isso interessa?
Kim D. Paim@kimpaim

Depois vocês não entendem porque passaram a lei FELCA. Olha o guerreiro do Deltan exigindo seu CPF:

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Não é o Léo Lins
Não é o Léo Lins@leolinshumor·
Erika Hilton presidindo a Comissão da Mulher na Câmara: - Chamou mulheres de imbecis e cadelas - Se retirou no meio de um discurso de uma mulher só pra não ouvir - Chamou parlamentares mulheres presentes de intragáveis e esgoto da sociedade - Desligou o microfone de uma parlamentar mulher durante a fala dela Nem eu sou tão machista assim
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@ASachsida Todo mundo sabe que figuras poderosas usam a imprensa para enviar recados e influenciar decisões. É provável que grandes nomes não queiram você como ministro da Economia, mas sim alguém alinhado aos seus interesses, que facilite o acesso a informações, negócios e privilégios.
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Adolfo Sachsida
Adolfo Sachsida@ASachsida·
O que você vai ouvir — e o que não vai ouvir — sobre mim na imprensa Meus caros, Depois de dois meses vendo meu nome ser sistematicamente atacado e depreciado em artigos na imprensa, decidi escrever este texto. Ele é simples e direto: na primeira parte, listo o que a imprensa nunca dirá sobre mim; na segunda, aquilo que ela repete à exaustão. O que a imprensa não te dirá sobre mim: A imprensa não dirá que concluí meu doutorado aos 28 anos, nem que tenho formação tanto em Economia quanto em Direito. Não dirá que fui professor de economia nos Estados Unidos. Não dirá que construí uma carreira acadêmica sólida, com mais de 2 mil citações acadêmicas. Não dirá que sou autor de livros. Também não dirá que tenho trânsito em diversos setores da sociedade civil — especialmente entre aqueles que defendem princípios liberais na economia e valores judaico-cristãos no campo moral. Não dirá que sou respeitado no agronegócio, no setor produtivo e no sistema financeiro. Não dirá que mesmo quem discorda de mim costuma reconhecer minha clareza, competência técnica, consistência e firmeza de posição. A imprensa não dirá que, como Secretário de Política Econômica, liderei importantes reformas microeconômicas no país. Não dirá que minha passagem foi amplamente reconhecida como exitosa por especialistas. Não dirá que, para muitos analistas, estive entre os melhores secretários de política econômica do Brasil. Também não dirá que, mesmo em uma passagem breve, fui considerado por diversos especialistas como um dos bons ministros de Minas e Energia que o país já teve. Em resumo: a imprensa não dirá que sou respeitado por aqueles que conhecem e acompanharam de perto o meu trabalho. O que a imprensa dirá sobre mim: Até 2018, eu era chamado de “ultraneoliberal” — seja lá o que isso signifique. Entre 2019 e 2021, virei “o Paulo Guedes do Paulo Guedes”. Em 2022, passei a ser “o mais bolsonarista dos ministros”. Hoje, os rótulos são outros: “radical”, “ultraconservador”, “político”, “quadro de segunda linha”. Curiosamente, muitos desses mesmos jornalistas, no contato direto, demonstram respeito pelo meu trabalho e pela minha capacidade técnica. Quem eu sou, de fato: Sou temente a Deus. Defendo valores conservadores. E, como Edmund Burke, acredito em mudanças responsáveis, graduais e ancoradas na realidade. Na economia, sigo a tradição liberal clássica de Adam Smith, para quem o caminho da prosperidade passa por fundamentos simples e sólidos: paz, impostos baixos e uma administração razoável da justiça. Acredito em responsabilidade fiscal, regras pró-mercado e um Estado limitado. E acredito, com igual convicção, que valores conservadores são essenciais para sustentar a coesão social e o livre-mercado. Se isso incomoda, que fique claro: ao contrário de alguns excelentes economistas liberais, eu sou um conservador. E digo isso com convicção. Sou contrário a rupturas abruptas. Rejeito a via revolucionária. Acredito que a prosperidade e a justiça vêm da combinação de boas políticas, mantidas ao longo do tempo, e da correção contínua de erros. Este texto é apenas um registro — um desabafo — de quem está cansado de ver sua trajetória ser distorcida por uma narrativa que ignora fatos e prefere rótulos.
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@CepaIsabella Dúvida sincera: quem define o que é crítica e o que é ataque? Se alguém entrega um produto ou serviço ruim, não pode ser criticado? Quando um atleta masculino erra, é chamado de ruim, fraco. Se for uma mulher, a crítica vira ofensa e misoginia?
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Isabella Cêpa
Isabella Cêpa@CepaIsabella·
Sou contra a criminalização da “misoginia” da forma como está sendo proposta no PL 2.630/2020. E isso não significa defender o “direito” de ninguém atacar mulheres na internet. Pelo contrário. Significa levar o problema a sério o suficiente para não tratá-lo com uma solução mal desenhada. Nenhum país hoje adotou esse modelo amplo de “misoginia” como crime autônomo, especialmente no ambiente digital. O que existe, e funciona melhor, são leis que punem condutas específicas (ameaça, assédio, incitação à violência) ou consideram o "em razão da condição do sexo feminino" como agravante. Países como Alemanha, França e Espanha seguem essa linha: tipificação clara, limites definidos, aplicação objetiva. Além disso, estamos ignorando um fenômeno evidente: essa onda de adolescentes reproduzindo discurso hostil contra mulheres não surgiu do nada. Isso tem nome: backlash. Sempre existiu. Sempre vai existir. É o efeito rebote quando movimentos deixam de dialogar com a realidade e passam a operar principalmente no campo identitário. Responder backlash com criminalização ampla de discurso não resolve. Tende a intensificar. Se há algo que precisa ser enfrentado, é também o ambiente que estamos criando: estruturas globais - fundações, ONGs, redes de financiamento - injetando recursos em projetos identitários que operam por amplificação de conflito, incentivando leituras distorcidas da realidade e alimentando polarização. Isso radicaliza ambos os lado e tem como resultado justamente isso que se busca frear. E há um ponto jurídico ainda mais delicado: essa proposta introduz na lei brasileira uma definição legal de “mulher” baseada exclusivamente em autoidentificação. Na prática, isso pode permitir que homens se declarem mulheres para acionar dispositivos legais de “misoginia”, inclusive contra mulheres. Também vale dizer o óbvio que quase ninguém quer dizer: grande parte das vozes mais barulhentas defendendo esse tipo de projeto nas redes não demonstra compreensão jurídica ou social profunda do problema. E, na política, há quem se aproprie dessa pauta como instrumento de projeção pessoal, sem domínio técnico do tema e sem responsabilidade com as consequências práticas do que está sendo proposto. Sou, sim, a favor de medidas concretas: – desmonetização de conteúdo que explore ou incentive hostilidade contra mulheres – moderação mais rápida e eficiente quando houver promoção de violência – responsabilização civil por danos reais O ponto não é se devemos agir, é como. Esse debate precisa ser feito com seriedade, com técnica e com consciência das consequências - não no impulso emocionado de criar um novo crime para resolver um problema complexo. Vamos terminar com um problema ainda maior.
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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@CissaBailey O regime iraniano massacra seu povo, perseguindo mulheres, opositores politico e religiosos. Mesmo com a ONU e a UE cientes do financiamento ao terrorismo e violações de direitos humanos, a omissão prevalece. Ignorar esses crimes por conveniência geopolítica não é covardia?
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Cissa Bailey 🇺🇸🇧🇷
Cissa Bailey 🇺🇸🇧🇷@CissaBailey·
Os motivos pelo qual o Joe Kent renunciou são os mesmos pelos quais muitos republicanos não irão sair para votar na próxima eleição. O Trump não pode permitir que mais vidas de americanos sejam ceifadas por causa de Israel e, caso continue permitindo que o Bibi Netanyahu dê as cartas, ele se arrisca a sofrer impeachment. Tudo como planejado pelas cobras que ele colocou dentro da Casa Branca. Os votos dos cubanos não serão suficientes para salva-lo. Aguardemos... "Após muita reflexão, decidi renunciar ao meu cargo de Diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, com efeito a partir de hoje. Não posso, em sã consciência, apoiar a guerra em curso no Irã. O Irã não representava nenhuma ameaça iminente à nossa nação, e é evidente que iniciamos esta guerra devido à pressão de Israel e de seu poderoso lobby nos Estados Unidos. Foi uma honra servir sob a liderança do Presidente e da Gabbard, bem como liderar os profissionais do NCTC. Que Deus abençoe a América."
Joe Kent@joekent16jan19

After much reflection, I have decided to resign from my position as Director of the National Counterterrorism Center, effective today. I cannot in good conscience support the ongoing war in Iran. Iran posed no imminent threat to our nation, and it is clear that we started this war due to pressure from Israel and its powerful American lobby. It has been an honor serving under @POTUS and @DNIGabbard and leading the professionals at NCTC. May God bless America.

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Maximino
Maximino@rodrigolcio·
@MafinhaBarba Ano de eleição a fantasia de mulher conservadora é a mais utilizada.
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