Rui Barroso 🇨🇭 🇵🇹

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@rui___barroso

Architecte SIA 🏗 Entrepreneur 🏘 Sapeur-pompier volontaire 🚒 Vice-coordenador do Núcleo da Suíça da Iniciativa Liberal 🗽

Fribourg, Suisse Katılım Nisan 2023
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Gonçalo Levy Cordeiro
Gonçalo Levy Cordeiro@glevycordeiro·
O que preocupa a @LiberalPT: que os 71,6% que ganham menos, ganhem mais O que preocupa o BE: que os 0,86% que ganham mais, não ganhem mais Tirem as vossas conclusões 🤷🏻‍♂️
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Expresso
Expresso@expresso·
"Há vinte ou quinze anos, era impossível discutir com a esquerda a questão das pensões, porque a esquerda anti-passista recusava (recusa?) os números da demografia (...) Neste ponto, extrema-direita e esquerda são iguais", diz o cronista. Leia aqui: expresso.pt/opiniao/2026-0…
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SIC Notícias
SIC Notícias@SICNoticias·
Quem tem 35 anos arrisca-se a reformar-se aos 70 com pensão que será 40% do seu salário? A SIC Verifica #Echobox=1777488360" target="_blank" rel="nofollow noopener">sicnoticias.pt/sicverifica/20…
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pedro ribeiro
pedro ribeiro@pedro____world·
Baixar a idade da reforma seria belo, lindo e fofo, já para não dizer meritório para o trabalhador É viável? Não!! O que torna isto ridículo, irrealista e idiota É o tipo de proposta que podia ter vindo perfeitamente do PCP ou do BE É este tipo de política que quero? Não!!
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Pedro Almeida
Pedro Almeida@pedroasmalmeida·
Inauguração da primeira mercearia pública proposta pelo Bloco
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Mafra, Portugal 🇵🇹 Português
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Kid… 🤦‍♂️🤷‍♂️🙂
Conto comunista… Era uma vez Nova Iorque: Dia -1: candidato comunista promete borlas para todos. Dia 0: candidato comunista é eleito pelos candidatos às borlas. Dia 1: presidente comunista da câmara começa a distribuir borlas. Dia 2: cidade faliu. Fim.
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Rui Barroso 🇨🇭 🇵🇹
Rui Barroso 🇨🇭 🇵🇹@rui___barroso·
A justiça portuguesa está num estado vergonhoso. A prescrição dos crimes de José Sócrates, a concretizar-se, será uma enorme falta de respeito em relação a todos os portugueses.
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Carlos Guimarães Pinto
Carlos Guimarães Pinto@cgpliberal·
Sou a favor de uma mercearia pública desde que haja uma regra: não pode dar prejuízo operacional. O investimento inicial pode-se considerar como despesa pública para promoção de literacia financeira.
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pedro ribeiro
pedro ribeiro@pedro____world·
Os esquerdistas atacam os empresários, afugentam empresas, taxam cada vez mais, chamam imigração desregulada, querem criar mercados comunitários, não punem roubos em lojas e depois admiram-se que as cidades caiam num buraco. Zero pena!!
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Carlos Guimarães Pinto
Carlos Guimarães Pinto@cgpliberal·
No debate com o primeiro-ministro, o maior partido de direita na oposição falou do grande capital que quer aprovar a legislação laboral. Já o líder do maior partido de esquerda começa por queixar-se da carga fiscal sobre os combustíveis.
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Gonçalo Levy Cordeiro
Gonçalo Levy Cordeiro@glevycordeiro·
O gajo tomou posse em Janeiro, fez um orçamento, prometeu imensos serviços “gratuitos” e ainda nem acabou Abril e já está a pedir dinheiro. O socialismo acaba quando termina o dinheiro dos outros.
Carlo Martin@Liberfach0

🇺🇸 | ¡PIDE AUXILIO A TRUMP! El alcalde comunista de Nueva York, Zohran Mamdani, que ofreció muchas cosas gratis, anuncia que ya quebró la ciudad: “Estamos con una crisis presupuestaria. No tenemos ingresos. El déficit es enorme”. Así termina el socialismo

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Politicamente Insensível
Politicamente Insensível@Simao_Jorgensen·
E estes artistas que foram celebrar o dia da “liberdade” com estas camisolas bonitas, símbolos internacionalmente reconhecidos por serem pessoas e regimes que apreciavam muito a liberdade.
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Iniciativa Liberal
Iniciativa Liberal@LiberalPT·
✅ AUDIÇÃO URGENTE APROVADA O que se passa é muito grave! O DCIAP, a maior unidade de investigação do Ministério Público, está sem regulamento interno e é o único departamento a não usar o Citius para tramitar processos. O cenário descrito no relatório é de descontrolo, com “falhas de prazos a acontecerem de forma regular, escutas prolongadas, anos para digitalizar provas e falhas graves de comunicação". Nos últimos anos, Portugal assistiu a um agravamento muito expressivo da morosidade da justiça na fase de inquérito. A Iniciativa Liberal está empenhada numa reforma da Justiça. Um país sem justiça a funcionar bem é um país que não é justo para ninguém.
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Mariana Leitão
Mariana Leitão@marianalqcl·
ABRIL NÃO TEM DONOS Artigo de Opinião no DN: No último sábado, no desfile do 25 de Abril, a Iniciativa Liberal voltou a ser insultada na Avenida da Liberdade. No dia em que Portugal celebra o fim da imposição política, há quem considere seu dever impor quem pode celebrar. Que a nossa presença incomoda. Que a festa tem donos e que esses donos, e só esses donos, decidem quem é bem-vindo. Isto acontece todos os anos. Este ano podia ter sido pior. Houve quem se preparasse para atacar o desfile com um engenho incendiário. A intolerância não fica pela palavra, escala. A Associação 25 de Abril, responsável pela organização do desfile, sabe disso. E continua sem condenar o ambiente a que a Iniciativa Liberal é sujeita, ano após ano. Há aqui uma contradição que merece ser dita em voz alta. As pessoas que insultam a Iniciativa Liberal no 25 de Abril fazem-no em nome da liberdade. Acham que defender a liberdade significa decidir quem pode celebrá-la. Não percebem a ironia. Ou percebem e não lhes importa. Porque há uma certa casta política que aprendeu a usar Abril como escudo. Que invoca a revolução para bloquear reformas, para travar mudanças, para manter o país amarrado à sua visão única do que Portugal deve ser. Que chama traição a quem quer um Estado mais eficiente, uma economia mais livre, uma vida com mais escolhas. Isso não é respeitar Abril. É aproveitar-se de Abril. A maior prova desta hipocrisia está no que a esquerda escolhe celebrar e no que deliberadamente apaga. O 25 de Abril foi a luta contra o fascismo. Mas o 25 de Novembro foi a luta contra o comunismo. E essa, a esquerda não celebra. Porque reconhecê-la obrigaria a admitir que a liberdade que hoje temos foi conquistada também contra a esquerda que queria uma ditadura diferente, mas ditadura na mesma. A democracia portuguesa nasceu duas vezes. Quem só reconhece um dos nascimentos não está a honrar a história. Está a falsificá-la. Porque sem o monopólio de Abril perde a principal arma que tem para calar quem pensa diferente. Abril não se fez para que nada mudasse. Fez-se precisamente para que tudo pudesse mudar. Para que cada geração tivesse o direito de exigir mais ao país. Abril quis um país livre. Livre também de quem, em nome de Abril, pretende que nada mude. Há uma geração que sente isso na pele. Não viveu a ditadura. Vive a estagnação. Vive salários que não chegam. Vive casas que não consegue comprar. Vive num país que a empurra para fora. E percebe, porque vive as consequências, que há quem precise que o país continue assim. Quem se alimenta da frustração e da dependência. Quem precisa de portugueses sem saída para continuar a existir. Um país que funciona, pessoas livres e independentes, é a maior ameaça que conhecem. Por isso bloqueiam as reformas. Por isso travam as mudanças. Por isso insultam na Avenida quem ousa dizer que há outro caminho. Lutar por um país melhor, com coragem e sem medo, é o mais fiel cumprimento do espírito de Abril. Porque Abril não foi uma chegada. Foi uma partida. E 52 anos depois, o caminho ainda está por fazer. A rua é de todos. E a liberdade, se não for de todos, não é liberdade nenhuma.
Mariana Leitão tweet media
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Plataforma Liberal 🇵🇹
Plataforma Liberal 🇵🇹@LiberalNova·
Este texto devia ser um alerta. Merece uma reflexão profunda
Mariana Leitão@marianalqcl

ABRIL NÃO TEM DONOS Artigo de Opinião no DN: No último sábado, no desfile do 25 de Abril, a Iniciativa Liberal voltou a ser insultada na Avenida da Liberdade. No dia em que Portugal celebra o fim da imposição política, há quem considere seu dever impor quem pode celebrar. Que a nossa presença incomoda. Que a festa tem donos e que esses donos, e só esses donos, decidem quem é bem-vindo. Isto acontece todos os anos. Este ano podia ter sido pior. Houve quem se preparasse para atacar o desfile com um engenho incendiário. A intolerância não fica pela palavra, escala. A Associação 25 de Abril, responsável pela organização do desfile, sabe disso. E continua sem condenar o ambiente a que a Iniciativa Liberal é sujeita, ano após ano. Há aqui uma contradição que merece ser dita em voz alta. As pessoas que insultam a Iniciativa Liberal no 25 de Abril fazem-no em nome da liberdade. Acham que defender a liberdade significa decidir quem pode celebrá-la. Não percebem a ironia. Ou percebem e não lhes importa. Porque há uma certa casta política que aprendeu a usar Abril como escudo. Que invoca a revolução para bloquear reformas, para travar mudanças, para manter o país amarrado à sua visão única do que Portugal deve ser. Que chama traição a quem quer um Estado mais eficiente, uma economia mais livre, uma vida com mais escolhas. Isso não é respeitar Abril. É aproveitar-se de Abril. A maior prova desta hipocrisia está no que a esquerda escolhe celebrar e no que deliberadamente apaga. O 25 de Abril foi a luta contra o fascismo. Mas o 25 de Novembro foi a luta contra o comunismo. E essa, a esquerda não celebra. Porque reconhecê-la obrigaria a admitir que a liberdade que hoje temos foi conquistada também contra a esquerda que queria uma ditadura diferente, mas ditadura na mesma. A democracia portuguesa nasceu duas vezes. Quem só reconhece um dos nascimentos não está a honrar a história. Está a falsificá-la. Porque sem o monopólio de Abril perde a principal arma que tem para calar quem pensa diferente. Abril não se fez para que nada mudasse. Fez-se precisamente para que tudo pudesse mudar. Para que cada geração tivesse o direito de exigir mais ao país. Abril quis um país livre. Livre também de quem, em nome de Abril, pretende que nada mude. Há uma geração que sente isso na pele. Não viveu a ditadura. Vive a estagnação. Vive salários que não chegam. Vive casas que não consegue comprar. Vive num país que a empurra para fora. E percebe, porque vive as consequências, que há quem precise que o país continue assim. Quem se alimenta da frustração e da dependência. Quem precisa de portugueses sem saída para continuar a existir. Um país que funciona, pessoas livres e independentes, é a maior ameaça que conhecem. Por isso bloqueiam as reformas. Por isso travam as mudanças. Por isso insultam na Avenida quem ousa dizer que há outro caminho. Lutar por um país melhor, com coragem e sem medo, é o mais fiel cumprimento do espírito de Abril. Porque Abril não foi uma chegada. Foi uma partida. E 52 anos depois, o caminho ainda está por fazer. A rua é de todos. E a liberdade, se não for de todos, não é liberdade nenhuma.

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MAL
MAL@malliberal·
🍆 BE QUER UMA MERCEARIA PÚBLICA 1. A margem líquida do comércio a retalho em supermercados e hipermercados, segundo os Quadros do Sector do BdP, é de 0.9%. Quer isto dizer que é um negócio de volume, não de margem. 2. Sonae e Jerónimo Martins apresentam lucros de milhões não porque ganhem muito em cada venda, mas porque facturam dezenas de milhares de milhões. Volume. 3. Admitindo que a gestão seria tão eficiente quanto a de um privado, uma mercearia pública sem fins lucrativos permitiria libertar uns fantásticos 0.9% de margem líquida para os clientes. Aquele pacote de arroz a €1.15 poderia agora ser vendido a €1.13965. 4. Dado que a mercearia pública nunca seria tão eficiente quanto uma privada (para quê? o objectivo não é o lucro, portanto para quê preocuparmo-nos com os custos e com a margem?), a mercearia pública serviria apenas para perder dinheiro — os contribuintes iriam lá colocar mais dinheiro do que o pouco que poupariam. 5. Mais cedo ou mais tarde teria de ser subsidiada porque, tal como a maior parte das empresas públicas, se torna deficitária. Ou seja, para além de não resolver problema nenhum, cria outro. 6. Teria ainda três sindicatos, duas comissões de trabalhadores, plenários às sextas feiras e greves de três em três meses. A aquisição de um computador demoraria 3 a 4 meses. Adjudicar a um fornecedor novo? Concurso público — outros 3 a 4 meses. 7. Estaria aberto apenas das 9 às 17h e fechado aos fins de semana (como a maior parte da função pública). 8. À semana está aberto, mas as prateleiras estão geralmente vazias, como acontece com os supermercados públicos do Kansas e em breve de NYC também. 9. Um completo vazio são também estas propostas do BE.
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TSF Rádio@TSFRadio

"O salário não chega, não é suficiente." BE quer que seja criada mercearia pública em Lisboa tsf.pt/politica/artig…

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Rui Rocha
Rui Rocha@ruirochaliberal·
Continua o caos no controlo de fronteira do aeroporto de Lisboa. São danos irreparáveis na imagem de um país que depende do turismo.
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