Alexandre Siqueira

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Alexandre Siqueira

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@ssicca1

Vice-Presidente da AJOIA Brasil - Colunista Jornal da Cidade Online/Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo https://t.co/ayM2yZUqxE.

Belo Horizonte, Brasil Katılım Mayıs 2019
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
Amigos, neste momento tão tenebroso e perigoso que assombra o Brasil, onde a censura é um impeditivo para que o jornalismo profissional atue com a plenitude exigida, apresento a Livraria Factus. Como jornalista e escritor mineiro, a livraria é uma forma encontrada para divulgar o meu trabalho e registrar, minimamente, o mal que rodeia o cidadão brasileiro nestes tempos nebulosos. Trabalhar com o jornalismo tornou-se um risco, mas uma célebre frase que este autor cultua para o momento é: “Não parar, não precipitar, não retroceder” (Olavo de Carvalho). Peço o apoio dos amigos na divulgação da livraria, e àqueles que adquirirem meus livros, agradeço antecipadamente! Abraço! Alexandre Siqueira livrariafactus.com.br
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Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro@FlavioBolsonaro·
Não foi denúncia, foi vingança! Editor do Intercept (Paulo Motoryn) tem parente (Mauro Motoryn) na direção de empresa que perdeu licitação para a produtora do filme de Bolsonaro, em São Paulo! The Intercept acabou com a Lava-Jato, tirou lula da cadeia e botou na presidência. E vai fazer de tudo para mantê-lo. Não vamos permitir que eles interceptem, mais uma vez, a esperança do povo brasileiro! revistaoeste.com/no-ponto/dispu…
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
Análise bem fundamentada e revestida pela percepção aguçada de quem entende o que está acontecendo. Parabéns, Yêda!
Yêda Brandi@BrandiYeda

“ELES NASCERAM COMBATENDO A VELHA MÍDIA… ATÉ COMEÇAREM A SE TORNAR IGUAL A ELA” A mídia alternativa brasileira nasceu como resistência. Não apenas contra veículos tradicionais, mas contra a sensação crescente de que parte da imprensa havia abandonado a neutralidade para atuar como agente político, ideológico e narrativo. Foi nesse vazio de confiança que surgiram canais independentes sustentados diretamente pela população. Pessoas comuns passaram a financiar comunicadores que representavam coragem, enfrentamento e liberdade de análise. Foi assim que cresceram nomes como Kim Paim, Paulo Figueiredo, Timeline Allan dos Santos, Revista Oeste, Gazeta do Povo, Auriverde, Cláudio Dantas, Didi Redpill, Oi Luiz, Bárbara “Te Atualizei” e tantos outros que passaram a ocupar um espaço abandonado pela credibilidade tradicional. Mas existe um fenômeno filosófico, político e humano que começa a se repetir, e talvez muitos ainda não tenham percebido. O sociólogo Robert Michels chamava isso de “Lei de Ferro da Oligarquia”: 
“toda estrutura criada para representar o povo tende, com o tempo, a criar sua própria elite interna”. É exatamente aí que mora o risco. Movimentos nascem espontâneos. Depois crescem, ganham influência, recebem acesso, criam relações.
Passam a disputar poder.
E lentamente começam a reproduzir os mesmos comportamentos que criticavam. - Blindagens seletivas.
- Silêncios convenientes.
- Mudanças de narrativa.
- Proteção de aliados.
- Disputa de ego.
- Interesses financeiros.
- Acesso privilegiado.
- Vaidade intelectual.
- Dependência da própria audiência. George Orwell já alertava em “A Revolução dos Bichos” que muitas revoluções acabam produzindo novas versões daquilo que combatiam. A estrutura muda. Os personagens mudam. Mas o comportamento se repete. Nietzsche resumiu isso de forma brutal:
“Quem combate monstros deve cuidar para não se tornar um deles.” E talvez seja exatamente esse o ponto central que parte da mídia alternativa ainda não compreendeu: o eleitor digital de hoje não é mais audiência passiva. - Ele compara.
- Ele cruza informações.
- Ele revisita vídeos antigos.
- Ele acompanha prints.
- Ele observa incoerências.
- Ele percebe mudanças sutis de postura.
- Ele fiscaliza narrativas em tempo real no X. A base conservadora digital não quer uma “nova velha mídia”.
Não quer novos donos da verdade.
Não quer uma elite de direita reproduzindo os mesmos vícios da elite tradicional. Porque o que destruiu a confiança da velha imprensa não foi apenas o erro jornalístico.
Foi a perda da autenticidade diante do público. E quando canais independentes começam a agir movidos mais por prestígio, acesso, ego, conveniência ou sobrevivência institucional do que por coerência, acontece o inevitável:
- a ruptura emocional com a própria base que os sustentou. - Cancelamentos.
- Queda de assinaturas.
- Perda de apoio.
- Desgaste de imagem.
- Desconfiança.
- Fragmentação. O fenômeno se repete porque é humano.
- O poder seduz.
- O acesso transforma.
- O prestígio intoxica. 
E toda resistência corre o risco de virar sistema. Mas existe algo novo nessa era:
o eleitor fiscalizador. A internet criou uma geração que não idolatra mais comunicadores como antigamente.
- Ela acompanha.
- Analisa.
- Cobra.
E pune incoerência rapidamente. Talvez a maior lição desse momento seja simples: A base aceita divergências.
O que ela não aceita é sentir que está sendo conduzida, manipulada ou usada. Porque no final, a população não quer perfeição.
- Quer verdade.
- Quer coerência.
- Quer independência. E principalmente:
“Quer que a resistência não se transforme na própria estrutura que prometeu combater.” Então estamos de olho no joio e no trigo! @ericksalzerr

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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
O ex-ministro do @STF_oficial , Joaquim Barbosa teve seu nome confirmado pelo partido Democracia Cristã (DC) como pré-candidato para concorrer à presidência da república. Ele que conhece tão bem as entranhas da corte poderá servir de mais pressão para cima dos atuais ministros? Que o Gilmar Mendes coloque suas barbas de molho! Barbosa já protagonizou com o Gilmar Mendes grandes embates dentro do STF, com direito a bate-boca pesado. Há 17 anos...
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
Você se lembra de quando ingressou no X? Eu me lembro! #MeuAniversárioNoX E que venha mais 7, mais 7 e mais 7 anos de X! E que meu presente venha no dia 4 de outubro deste ano. E conto com o X para isso!
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🌹 Jade Ribeiro
🌹 Jade Ribeiro@Jade_JR_18·
@ssicca1 O debate sobre 'juízes vermelhos e azuis'no TST reflete divergências internas de interpretação,e não uma orientação institucional CNN Brasil.Segundo a presidência da corte,o tribunal é plural e as decisões são tomadas com base na interpretação da Constituição das leis militâncias
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Caruaru, Brasil 🇧🇷 Português
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
Meus Deus, apenas 20 anos de idade... O Brasil perdeu mais um jovem que sofreu parada cardiorrespiratória, nesta sexta-feira, 15. Felipe Gebra Pasquini tinha 20 anos quando, em sala de aula na Universidade Federal da Grande Dourados/MS, onde cursava Engenharia de Energia, passou mal, desmaiando em seguida. Equipe de Enfermagem da própria universidade prestou os primeiros atendimentos até a chegada do SAMU. O estudante foi encontrado em estado grave e encaminhado ao hospital, mas não resistiu. Meus sentimentos à familia e amigos! Oremos!
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Jeffrey Chiquini
Jeffrey Chiquini@JeffreyChiquini·
Acabei de conversar com o Senador @rogeriosmarinho e nossa união e alinhamento permanecem intactos e irretocáveis. Nossos objetivos são convergentes em tudo: vencer o PT e libertar o Brasil da ditadura da toga. Para a tristeza dos que tentaram dividir a direita, nossa relação permanece sólida e imutável.
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Walter Lindberg
Walter Lindberg@WalterLindberg8·
@ssicca1 dissolvida a relação por motivos óbvios, cansou de apoiar erros grotescos dos colegas.
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Bento
Bento@Bento_1937·
@ssicca1 Levando a mão com uma "tossidinha", parece insinuar que os 3 são tóxicos.
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
Impressionante as ligações que o Vorcaro tinha em instituições, entidades e organizações dentro do Brasil. Agora aparecem os bicheiros e até agentes da Polícia Federal. E por falar em Polícia Federal e as suas ligações, lembremos que o Sicário (braço violento do Vorcaro) "tentou suicídio" dentro das dependências da PF em Belo Horizonte. E, segundo a decisão do André Mendonça para a prisão do pai do Vorcaro, Henrique Vorcaro, haviam dois núcleos na "estrutura" do Vorcaro: um chamado "A Turma" (presencial e violento) e outro chamado "Os Meninos" (tecnológico). Será que ele chegou, de alguma maneira, no Vaticano também?
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
A questão é matemática: Flávio + Vorcaro + eleição = Ataque.✅ Zema + NOVO - Flávio + Vorcaro + eleição = Falha.✅ NOVO + Vorcaro + eleição = Zema✅ Vorcaro + Lula + NOVO - eleição = Futuro✅ Ataque - Falha x Zema ÷ futuro + eleição = Flávio.🎯
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Alexandre Siqueira
Alexandre Siqueira@ssicca1·
Deputado @mfriasoficial , li com atenção sua nota de esclarecimento sobre o filme Dark Horse do qual é produtor executivo (reproduzido abaixo). Só não ficou claro, e é o que nos interessa, a que se referiu o Flávio quando disse que cobrou do Vorcaro as parcelas dos recursos contratuais (que estariam em atraso)? Pergunto porque os responsáveis pelo filme vieram a público e disseram que não receberam um centavo do Vorcaro, e agora confirmado por você. Afinal, se não era para o filme, para que destino seria o dinheiro? Era algum contrato paralelo (sem alusão a ilegalidade - só para saber) para ajudar a financiar o filme de outra maneira? Precisamos destas respostas (que nos interesam, e claro, à própria campanha do Flávio). Leia: Na condição de produtor executivo do longa-metragem Dark Horse, sobre a trajetória do presidente Jair Bolsonaro, esclareço: 1. O senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer sociedade no filme ou na produtora. Seu papel limitou-se à cessão dos direitos de imagem da família e, naturalmente, ao peso que seu sobrenome agrega na hora de atrair investidores interessados em financiar um projeto desse porte — o que é legítimo, esperado e não configura, em si, nada além do óbvio. 2. Como já esclareceu a produtora GOUP Entertainment, não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em Dark Horse. E, ainda que houvesse, não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco. 3. Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido. 4. ⁠Desde o anúncio do projeto, Dark Horse vem sendo alvo reiterado de ataques direcionados não apenas à produção do filme, mas também à sua própria viabilidade e futura exibição. Há uma tentativa permanente de descredibilizar a obra perante a opinião pública, investidores e parceiros do setor audiovisual, muitas vezes por motivações claramente políticas e ideológicas. Ainda assim, o projeto segue firme, estruturado e respaldado por profissionais experientes da indústria cinematográfica internacional. 5. Por fim, um lembrete pessoal: geri bilhões da Lei Rouanet à frente da Secretaria Especial da Cultura e saí do governo com as mãos limpas. Quem não se enriqueceu com bilhões certamente não iria se sujar pelos R$ 2 milhões que a imprensa agora tenta atribuir. Deputado Federal Mário Frias Produtor Executivo
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