
Bento
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@BolsonaroSP @Claudio51336128 @KimKataguiri Kim é menino de vó, treinado pra oratória.
Só mais um imprestável a serviço do sistema.
Ele e sua corja da turma 13+1. 🤡

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O @KimKataguiri tem tanta razão no que fala que nem permite que eu o responda nos comentários.
Típico de um MBLista formado na forja de Luciano Ayan e outros que deram ao Moraes a teoria sobre GDO e, assim, encarceraram senhorinhas. Tudo sempre ajudando Lula e PT.

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Cláudio, o Marcelão, é o 01 da campanha e conforme combinado com o cliente ( Flavio ) e todos os demais envolvidos ele assumirá a partir de 01/06.
Por favor não entre na pilha de quem não quer o Flávio eleito.
Vc mais do que ninguém sabe quem está com Flavio e quem não está.
Esses que estão tentando enfraquecer o Marcelo nunca foram BOLSONARISTAS e terão vida curta.
Isso eu te asseguro.
Esse barata voa vai acabar.
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@soaresiury1 @Louh_novak @Rconstantino @pfigueiredo08 @revistaoeste @BolsonaroSP O pumpers é daqueles mimadinhos que tem chilique quando contrariados.
Ignorem.
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o @Rconstantino DETONA @pfigueiredo08 e chama ele de invejoso, e que o mesmo que queria ser ele, e tentou comprar sua casa!
O CONSTA perdeu a a cabeça, depois que a @revistaoeste perdeu 27% da audiência.
PQ O CONSTA está tentando destruir a reputação do PAULO e @BolsonaroSP?
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@endireitasaude @maristelademelo Natural de São Paulo, Março Antonio se mudou recentemente para Lagoa Santa (região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais) para viabilizar sua pré-candidatura ao Senado pelo estado mineiro, mas somente Carlos Bolsonaro é criticado por ser do RJ.
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Vi o vídeo de Lacombe. Mais de quarenta minutos de monólogo sobre Allan. Mais de quarenta minutos de meditação inquieta e as razões que o levaram a deixar a Timeline. Dois momentos, sobretudo, me prenderam a atenção, como faróis no nevoeiro da retórica. O primeiro foi o modo como pintou Allan de malaco. A palavra, aplicada assim, paira entre dois extremos: não chega à vileza pura do delinquente, mas tampouco alcança a acepção mais nobre do termo: a do sujeito vivido, astuto, cheio de manhas e de malícia, um tipo que navega o mundo com o radar sempre ligado. Lacombe, no entanto, escolheu as tintas mais baratas da paleta: nos fez imaginá-lo de bermuda de poliéster, cueca à mostra, corrente de prata balançando, gingando num híbrido grotesco de rap, hip-hop e funk, barrando caminhão na rodovia com o grito clássico do aqui não, moleque! Aqui não!.
Era, claro, mais do que suficiente para que gente de fina estampa torcesse o nariz. E a gente fina torceu. Gente fina saiu da sociedade. Direito dela, aliás. Elegante, Lacombe não disse que teve noje, mas, ainda que elegantemente, pintou um quadro onde aparece a pobreza do estereótipo; aparece uma redução caricatural que transforma um homem complexo numa figura de cordel suburbano.
O segundo ponto que me prendeu a atenção foi mais revelador. Lacombe descreveu um Allan sonhador, daqueles que param diante de um edifício ultramoderno, de linhas implacáveis, e murmuram, quase para si: isso é para mim. Sem querer, ou, quem sabe, querendo sem saber, o cronista elevou o rapaz ao panteão dos grandes ambiciosos brasileiros. Colocou-o, por instantes, ao lado de Assis Chateaubriand e Silvio Santos, esses dois titãs que olharam para o impossível e decidiram que o impossível lhes pertencia por direito natural.
Creio nos dois Allans que habitam o mesmo peito. Há, sim, algo de malandro nele. Malandro no sentido bom, o da inteligência viva que não se deixa engolir pela mediocridade ambiente. Mas há, sobretudo, algo de Chateaubriand: a fome desmedida, a convicção quase arrogante de que o mundo deve curvar-se ao seu projeto. Dêem-lhe maré e vento favorável, e ele surfará ondas tão altas quanto as que Silvio Santos surfou. Por tudo isso, quer Lacombe o tenha pretendido ou não, o vídeo só reforçou uma velha certeza minha: Allan é um tipo diferenciado. Gostemos ou não. E, em tempos de uniformidade medíocre, ser diferenciado já é quase um ato de coragem. Gostemos ou não, ele caminha por um caminho próprio, e nisso reside o seu mistério... e a sua beleza.

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Obrigado por tudo professor Olavo de Carvalho @OdeCarvalho @opropriolavo
Deu saudade, descanse em paz🙏❤️🌹
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Not sure who needs to hear this, but @Lula and @Alexandre de Moraes are crooks.
The only leader who can clean up the @STF_oficial corruption, wipe out the narcoterrorists that Lula coddles, and put Brazil ahead of China is @FlavioBolsonaro!

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Allan dos Santos (@allanconta5 ) mostra a índole da "direita limpinha". Constantino, Ana Paula do vôlei 🏐, a Juíza, etc se acham superiores que nós, os "gados da ralé".
Brazil 🇧🇷 Português
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@Ronygabriel_ofc @Rconstantino @deltanmd Amadurecer?
Esse bobão mimado?
Você está pedindo demais, Rony.
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@Rconstantino @deltanmd Então pq você não não escuta o que está na explicação dele, ao invés de continuar atacando?
Seu fígado fala tão alto nesse momento, que ao invés de enaltecer a análise do @deltanmd tu prefere usar até isso para criar intriga.
Amadurece!
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O Deltan, que é detonado diariamente pela turma australiana do Eduardo, fez um dos melhores vídeos sobre o assunto até agora.
Eduardo Pereira@EduardoCoach12
Pois é, @deltanmd conseguiu defender em rede social e nacional o @FlavioBolsonaro . Coisa que o australiano não conseguiu, ele só ataca ou o @nikolas_dm e até o próprio Deltan.
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Ontem, na posse do Kássio Nunes Marques como presidente do TSE e do André Mendonça, seu vice, uma cena chamou a atenção.
Publicamente, o ministro Luis Fux simplesmente ignorou o Gilmar Mendes, o Alexandre de Moraes e o Cristiano Zanin, quando passou à frente deles.
E observem que bem na frente dos três, ele faz um gesto com a mão direita, levando-a à boca. Teria algum significado?
Isso denota que o relacionamento dentro da corte não está nada bom, e Fux demonstra altivez, firmeza e caráter, neste conturbado momento que vive o país.
Assista:
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@ProfessorBellei Decepção total com essa Sra.
Curti muitas postagens dela, mas o tempo mostrou realmente quem é, e de que lado está.
Obrigado pela aula, professor.
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Taí. Alguém, com feliz acerto, chamou Ana Paula Henkel de palpiteira política. E palpiteiro, convenhamos, nunca foi sinônimo de analista. Ana Paula, suspeito eu, nunca dispôs de tempo para mergulhar nas grandes obras gregas sobre a pólis, a Política de Aristóteles, por exemplo, ou o rigor implacável de Tucídides. Compreende-se: quem treinou oito horas por dia durante mais de duas décadas, transformando o corpo em máquina de alto rendimento, dificilmente terá sobrado tempo ou disposição para o cultivo sistemático do intelecto. É a lei natural das coisas. Daí que sua mais profunda reflexão sobre o magnânimo ex-ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, tenha sido aquele inesquecível “boi preto conhece boi preto”, sentença que, reconheçamos, não enriquece em nada o cabedal da análise política séria.
A própria Ana Paula, aliás, forneceu o mais revelador indício de sua formação tardia quando confessou, com candura, sua antiga admiração por Hillary Clinton. O detalhe é saboroso. Ainda namorando quem viria a ser seu marido, durante uma viagem aos Estados Unidos, manifestou o desejo de comprar uma biografia da democrata. A reação de Carl Henkel foi instantânea e lapidar: “Compra hoje e amanhã você está no voo de volta ao Brasil”. E, sem maiores explicações teóricas, arrematou com o imperativo anglo-saxão: Do your homework. Faça o dever de casa. Vá pesquisar.
Essa pequena anedota doméstica ilumina, melhor que longos tratados, o percurso da senhora: ela chegou tarde ao ofício de opinar sobre o mundo. Tarde demais, talvez, para perceber certas catástrofes espirituais de nosso tempo. Ainda hoje causa espécie a ausência quase total, em sua fala, de qualquer crítica substantiva a João Paulo II — o papa que, com zelo polonês e otimismo conciliar, abraçou o ecumenismo de feição Nova Era e contribuiu, como poucos, para o esvaziamento doutrinal da Igreja. Suspeito que ela ignore, ou prefira ignorar, o quanto o Concílio Vaticano II e seu mais longevo representante na cadeira de Pedro foram nocivos à tradição católica. Para compreender tais coisas é preciso tempo, leitura e, sobretudo, disposição para enfrentar o desconforto da verdade. Ana Paula, ao que tudo indica, começou o exercício tarde.
Em suma: há mais pose do que substância. Palpiteira, como bem disse alguém... Sheila Barrios, se não me falha a memória. E o palpite, por mais bem-vestido e bem-articulado que seja, continua sendo apenas isso: palpite.

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