Tania Dysan

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Tania Dysan

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@tdysan

Bolsonarista 🇧🇷 Não suporto feminista, segregação, antissionista, antissemita, perseguição política, bandido, falsidade e oportunismo

Katılım Temmuz 2014
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Marcelo de Carvalho
Marcelo de Carvalho@MarceloCarvFr·
Segundo o jornazista agora nem video em IA do Bolsonaro pode. Próximos passos: Não vai poder video de arquivo. Na sequência, não vai poder mais fotos. Depois, não vai poder citar o nome.
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・ Ice ・  Ⅹ ・
MILEI NÃO VEIO FAZER DIPLOMACIA. VEIO MOSTRAR O ABISMO. Javier Milei @JMilei subiu ao palco da Convenção Nacional do PL carregando algo que poucos líderes possuem: a experiência de quem viu um país ser desmontado pelo socialismo e teve a coragem de chamar a destruição pelo próprio nome. “Nós, argentinos, somos profetas de um futuro distópico.” Essa talvez tenha sido a frase mais profunda de todo o discurso. Milei não falou sobre uma teoria encontrada em livros. Falou sobre uma tragédia vivida. Uma nação que já esteve entre as maiores potências mundiais foi empurrada para a pobreza, para a inflação e para a dependência de um Estado que primeiro promete proteção, depois confisca a liberdade e, por fim, entrega apenas miséria. “O caminho para o socialismo é, sempre e em todo lugar, o caminho para o totalitarismo.” A fórmula é conhecida. Criam o problema, oferecem o Estado como solução, distribuem aquilo que ainda não foi produzido, gastam o que não possuem e deixam a conta para o próximo governo. Quando vencem, ficam com o poder. Quando perdem, culpam a direita pelo preço necessário para corrigir o desastre. “Se ganham, ganham. E, se perdem, também.” É a engenharia perfeita da irresponsabilidade. O socialismo transforma o roubo em política pública, a dependência em virtude e o fracasso em argumento para exigir ainda mais poder. Depois, seus autores aparecem diante das câmeras com o semblante grave de quem deseja investigar o incêndio que eles próprios começaram. Milei foi direto: “Os socialistas são ladrões.” E deixou um alerta que o Brasil não pode fingir que não ouviu: “O Brasil ainda não viveu as consequências mais nefastas e profundas desse modelo, mas pode vivê-las se não mudar de rumo.” Ainda existe tempo, mas não existe mais espaço para ingenuidade. “Não deixem que os socialistas ladrões lhes roubem o futuro.” Milei também não se escondeu atrás da falsa neutralidade diplomática. Apontou Flávio Bolsonaro como o nome capaz de enfrentar Lula e conduzir a mudança que o Brasil precisa. “Flávio é a pessoa que, hoje, pode deter Lula e liderar uma verdadeira mudança para todos os brasileiros.” Não foi apenas um apoio político. Foi o reconhecimento de alguém que enfrentou o mesmo sistema, recebeu ataques internacionais, reduziu o Estado, combateu a inflação e descobriu que a esquerda só respeita aquilo que não consegue destruir. Na segurança pública, deixou outra frase que deveria estar gravada na porta de cada tribunal: “Quem faz, paga.” Simples assim. Sem romantização do criminoso. Sem garantismo para proteger quem destrói famílias. Sem transformar a vítima em detalhe burocrático e o bandido em produto inocente da sociedade. Milei também antecipou o que virá. “Preparem-se, porque a esquerda não tem problema algum em jogar sujo.” Virão as campanhas de difamação, os rótulos, as acusações, as manchetes estrangeiras e os sacerdotes do progressismo tentando convencer o brasileiro de que desejar ordem, prosperidade e liberdade é algum tipo de pecado. Mas, como ele lembrou: “Os cães ladram, Sancho, sinal de que cavalgamos.” O dia 4 de outubro não será apenas uma escolha entre candidatos. Será uma decisão entre continuar financiando o passado ou recuperar o direito de construir o futuro. “Vão com fé, porque, embora eles tenham todo o aparato do Estado, todo o apoio dos meios de comunicação estrangeiros e das elites, nunca poderão contar com o verdadeiro poder.” O Brasil precisa ouvir quem já viu esse filme até o final. A Argentina pagou caro para aprender. Nós ainda podemos evitar a mesma ruína. Ou o Brasil aprende com a Argentina, ou pagará a mensalidade do socialismo com pobreza, censura, violência e décadas perdidas. “Faça o Brasil grande novamente!” E que as forças do céu nos acompanhem.
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Tania Dysan
Tania Dysan@tdysan·
Um empresario que depende de todos os tipos de pessoas para comprar seus produtos, não pode cometer a burrice de falar mal de alguns. E depois que divulgaram que o Jair abriu mão de qq direito em prol da mulher, e ela tb ultimamente escolheu um lado, optaram por perder alguns clientes. Simples assim.
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Desiree Rugani
Desiree Rugani@desireerugani·
🚨 Elon Musk acabou de DESTRUIR esta repórter bem na cara dela em uma AULA MESTRE "As pessoas te odeiam!" ELON: "Eu não ligo. O fato de que um quarto de bilhão de pessoas me seguem significa que muito mais pessoas gostam de mim do que não gostam." "Acho que muito mais pessoas ODEIAM VOCÊ e a MÍDIA do que você imagina!" Quem aí ama o Elon e odeia a Mídia?
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🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷
🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷@zfabrogmailcom·
--- O TSE confirmou neste sábado que a Embaixada dos Estados Unidos procurou o tribunal para discutir uma possível visita de representantes do governo Trump. O pedido não informava o assunto da reunião e o encontro não chegou a ser marcado por causa do recesso do Judiciário. A nota do TSE saiu horas depois de o governo Lula ter barrado a entrada de dois enviados americanos que pretendiam tratar, entre outros temas, do sistema eleitoral brasileiro. O presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, já havia recebido 25 embaixadores em junho para explicar o funcionamento das urnas eletrônicas e reforçar a segurança do sistema. Um novo encontro com o corpo diplomático está marcado para 17 de agosto, com convite também para a embaixada americana, União Africana e Liga Árabe. --- Quer que eu deixe mais curto, mais formal ou com outro tom?
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Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV
🚨⚠️🇺🇸🇧🇷🔥 O Departamento de Estado dos Estados Unidos classificou como “mentira sem fundamento” as acusações de que a missão de dois diplomatas americanos ao Brasil teria o objetivo de interferir nas eleições de outubro ou desacreditar as urnas eletrônicas. Segundo o governo dos EUA, a visita de Riley M. Barnes e Samuel Samson era uma agenda diplomática de rotina, com debates previstos sobre integridade eleitoral, liberdade religiosa e liberdade de expressão. A viagem, marcada para ocorrer entre 27 e 30 de julho, acabou cancelada após o Itamaraty negar os vistos aos enviados. ▶ @360Diario 🔰🗞
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Tania Dysan
Tania Dysan@tdysan·
@Claudiotuck2017 Mas barraram dos EUA e da Europa. Pergunto, Nunes Marques manda alguma coisa????????
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Cl@u🇧🇷Florid@
Cl@u🇧🇷Florid@@Claudiotuck2017·
🚨 TSE chama diplomatas dos EUA e de outros países para explicar urnas, segurança e auditoria do sistema eleitoral brasileiro. O movimento ocorre após Trump sinalizar o envio de representantes ao Brasil — e o Itamaraty negar vistos à missão. A pressão internacional chegou à porta do TSE. 🇧🇷🇺🇸
Cl@u🇧🇷Florid@ tweet media
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Fábio Talhari🇧🇷🇮🇹🇯🇵🇮🇱♌
Boa tarde, amigos. Não foram só os observadores americanos que foram barrados, os europeus também! O excrementíssimo presodente está tentando "blindar" o processo eleitoral deste ano de observadores estrangeiros! "O Eurolat Global Democracy Forum tentou se credenciar junto ao TSE para acompanhar a votação, mas recebeu um sonoro 'não' como resposta. Em ofício, obtido com exclusividade por este site, o tribunal respondeu que 'não será possível atender à solicitação apresentada'". claudiodantas.com.br/exclusivo-tse-…
Fábio Talhari🇧🇷🇮🇹🇯🇵🇮🇱♌@fabio_talhari

Como o desgoverno está vendendo o Brasil para a China, para manter o partido das trevas no poder. x.com/i/article/2081…

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Rafael Fontana
Rafael Fontana@RafaelFontana·
Isso aqui vicia.
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🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷
🇧🇷Zelia Fabro22🇧🇷@zfabrogmailcom·
O Zucco escolhido pelo Presidente Bolsonaro para governador do RS. Aí o Presidente escolheu o Sanderson e o Marcel para Senador.Hoje ele postou sobre a chapa e começaram chamar ele de traidor.O caso daqui do RS é o mesmo do Ceará. Ou fazia essa parceria com o Marcel ou o PT ganharia.
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Tania Dysan
Tania Dysan@tdysan·
@iaragb Os valores financeiros valem mais do que os valores morais???
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liberdade
liberdade@Alebaferreira·
@tdysan Voce tá certa... porém, sinceramente, tudo isso pouco importa. A partir de agora @Mi_Bolsonaro é coisa do passado. FOCO na vitória do Brasil com @FlavioBolsonaro PRESIDENTE.
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Tania Dysan
Tania Dysan@tdysan·
Forte??? Ela nunca fala de coração, sem ler, sempre com discurso quadradinho e fazendo uma força visivel pra falar tudo corretamente e cheio de ss e rr. Não consegue falar 30 segundo espontaneamente, se não fala dela e sem jogar na cara o trabalho que tem pra cuidar do "meu galego" (o que fica forçado demais). Quando é pra gravar ou ir a encontros e festas dos que ela apoia, ela sempre tem tempo. Não adianta, agora muita gente pegou ranço e falará até o final, independentemente do que ela faça ou fale. Ela não é uma bolsonaro e nunca será.
Desiree Rugani@desireerugani

Like de quem acha que a direita vai vencer

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🇧🇷🇮🇱@tratamentoja·
@tdysan Em 2018, ela não existia e vencemos. Em 2022, com ela, perdemos😆😆
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Sheila Barrios
Sheila Barrios@SheilaBarriosSP·
Nem Senado Nem vice Nem ela Nem seu entorno Xô! Não é disso que o Brasil precisa.
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Tania Dysan
Tania Dysan@tdysan·
A realidade mostrou à Michelle, que o nome e o sangue Bolsonaro é que tem a força, o brilho e o carinho do povo. Essa lição já foi dada outras vezes, mas ainda surgem narcisos incautos acreditando que são maiores. Ahhh... o tombo sempre é satisfatório.
Ratão do Banhado 🟩🟨🟦@BanhadoRatao

Michelle descobriu o tamanho da Michelle A reaproximação de Michelle com Flávio não é um gesto espontâneo de união é um ato de conveniência política. Durante anos, Michelle ocupou a posição mais confortável possível dentro do bolsonarismo. Ela tinha a boa vontade do público do próprio marido e não sofria o mesmo escrutínio que caiu sobre Bolsonaro e seus filhos. Não dava entrevistas difíceis, não precisava responder a perguntas hostis, falava em ambientes controlados, diante de plateias que já tinham saído de casa para aplaudi-la. Nós conhecíamos Michelle Bolsonaro: a primeira-dama elegante, religiosa, recatada e distante das confusões. Não conhecíamos Michelle, a operadora política. Existem duas formas de descobrir quem uma figura pública realmente é: A primeira é a imprensa desmontar a pessoa em mil pedaços, como fez com Bolsonaro e seus filhos. A segunda é surgir uma briga grande o suficiente para que todos os envolvidos percam o controle da própria imagem. Com Michelle, aconteceu a segunda. Nos bastidores, ela construiu um núcleo próprio de poder para além do marido e passou a disputar indicações, espaço e protagonismo até com os filhos dele. Enquanto tudo acontecia longe do público, funcionava. Michelle aparecia como santinha, fazia o discurso bonito e depois atropelava quem precisava atropelar nos bastidores. Bolsonaro deu um all-in. Escolheu Flávio como seu pré-candidato à Presidência e confirmou essa decisão em carta de próprio punho. A partir daquele momento, o arranjo anterior que incluia, Tarcisio, Malafaia, Michelle, Moraes, Gilmar, e outras figuras começou a desmoronar. Michelle precisou sair da política de bastidor e entrar na primeira luta política pública de verdade da sua vida. E escolheu enfrentar Flávio. Michelle janjou Alguém colocou na cabeça de Michelle que ela era maior do que o movimento. Talvez tenham sido os aliados. Talvez tenham sido os puxa-sacos. Talvez tenha sido o aplauso constante. Não importa. Quando uma pessoa passa tempo demais ouvindo que é maravilhosa, perfeita, linda, grande e invencível, ela perde a capacidade de medir o próprio tamanho. Ela janja e Michelle janjou. Então veio o vídeo, todo produzido, inteiro roteirizado. Todo pensado nos mínimos detalhes. O vídeo era inteligente do ponto de vista da comunicação, mas completamente desconectado da realidade política. Michelle começou atacando Ciro Gomes. A lógica era simples: a direita já rejeita Ciro. Ao atacá-lo, ela pegava emprestada a simpatia natural do público e se enchia de razão. Depois, com o público emocionalmente do lado dela, transformava o vídeo em um ataque contra a candidatura de Flávio. Era uma boa estratégia no roteiro, mas foi um desastre diante da realidade. Nos primeiros minutos, apareceram os puxa-sacos: “Gênio!” “Corajosa!” “Finalmente alguém falou!” Quando a poeira baixou, o público fez o cálculo mais óbvio possível: O que a direita ganha com Michelle atacando o candidato escolhido por Bolsonaro? Nada. O que o brasileiro ganha com essa disputa? Nada. Então o que Michelle deveria ter feito? Ficado quieta. A barata voou. 🪳 Os comentários se voltaram contra ela e, no dia seguinte, Michelle apareceu dizendo que não queria brigar. Como assim não queria brigar? Você produz um vídeo inteiro para detonar alguém e, depois que o público reage negativamente, diz que não queria confusão? Não era um pedido de paz. Era o recuo de quem percebeu que a primeira luta política de verdade estava saindo completamente do controle. A produção do vídeo chegou a ser atribuída a profissionais ligados ao estilo de comunicação de Nikolas Ferreira. Nikolas negou qualquer participação e declarou que renunciaria ao mandato caso provassem seu envolvimento. Independentemente de quem apertou o botão da câmera, o cálculo político foi o mesmo. E deu errado. A esquete dos Trapalhões O resultado do ataque foi o enfraquecimento político de Michelle. Ela deixou a presidência do PL Mulher. Em seguida, alguém do partido vestiu as calças extinguiu a presidência nacional da ala feminina e manteve apenas as estruturas estaduais, tirando da Michelle seu brinquedinho. Então surgiu o Imparáveis MB. A antiga equipe de comunicação do PL Mulher apresentou o perfil como um movimento capitaneado por Michelle. Parecia o nascimento de uma força política autônoma. Michelle não precisava mais do PL. Michelle não precisava mais dos Bolsonaro. Michelle era imparável. Duas semanas depois, quando a repercussão começou a ficar ruim, apenas 6mil seguidores veio a explicação: Michelle não criou. Não pediu para criar. Não lançou. Não administra. Não é proprietária. E não se tratava de um movimento político, mas de um simples perfil “de homenagem” no Instagram. A explicação soou como uma esquete dos Trapalhões. O movimento imparável precisou parar para explicar que Michelle não tinha nada a ver com ele. A mensagem política foi brutal: Michelle com Bolsonaro é milhões. Michelle sem Bolsonaro não enche nem um perfil do insta. A realidade chega nas pesquisas. Depois veio a pesquisa para o Senado no Distrito Federal. Michelle apareceu atrás de Leila do Vôlei nos dois cenários em que seu nome foi apresentado. Além disso, registrou a maior rejeição entre todos os nomes testados, inclusive maior que a dos candidatos do PT. Como existem duas vagas para o Senado, ela continuava competitiva. Mas a imagem da eleição garantida foi destruída. Se existisse apenas uma vaga, Michelle já estaria atrás. A pessoa que havia entrado na disputa se enxergando como presidenciável começou a correr o risco de transformar uma eleição que parecia um passeio em uma briga real pela sobrevivência política. Foi aí que a realidade explicou a Michelle o tamanho da Michelle. Ela perdeu espaço dentro do partido. Perdeu o controle da narrativa. Aumentou sua rejeição. Descobriu que seu movimento autônomo não era tão autônomo. E viu que talvez nem a eleição para o Senado fosse a coroação garantida que imaginava. Então chegou a hora da reconciliação. O perdão mais conveniente do Brasil. Flávio publicou mais um pedido público de desculpas, deve ser o terceiro do ano que a Michelle o obriga a pedir. Michelle respondeu com outro vídeo, também cuidadosamente roteirizado, com semblante vazio, lendo teleprompter, dizendo magnânima: “Eu te desculpo.” Depois afirmou que os dois deveriam se unir para salvar o Brasil. Mas como assim? Ela descobriu agora que o Brasil precisa ser salvo? No mês passado não precisava? A eleição não existia? A candidatura de Flávio não existia? O país só passou a correr perigo depois que Michelle deixou o PL Mulher, perdeu espaço político e apareceu atrás de Leila do Vôlei? Que oportuno. Michelle não pediu desculpas pelo ataque. Não reconheceu que errou. Não assumiu que transformou uma divergência partidária em uma guerra pública contra o candidato escolhido pelo próprio marido. Ela exigiu que Flávio pedisse perdão para voltar por cima: Eu te desculpo. Flávio aceitou porque precisa dos votos dela. Quem pede desculpas na política nem sempre está errado. Às vezes, está apenas contando votos. Então tudo bem, Michelle. Desculpa por termos nascido. Você é uma rainha. Uma princesa. A princesinha do mar. Agora podemos voltar a falar da eleição? A realidade venceu. Michelle não voltou porque Flávio a convenceu, porque descobriu que o ataque estava errado, subitamente compreendeu a importância da união ou ficou solidaria ao sofrimento dos brasileiros no governo Lula. Ela voltou porque o partido, o público e as pesquisas explicaram de onde vem sua força. A força de Michelle não nasce de Michelle. Ela vem de Bolsonaro, do sobrenome, do público bolsonarista. Vem das pessoas que olhavam para ela e enxergavam a esposa do líder que elas admiravam. Michelle tentou medir forças com o movimento e descobriu que não era maior do que ele. Tentou andar sozinha e viu seu tamanho diminuir. Tentou enfrentar Flávio e acabou obrigada a aceitar uma reconciliação para preservar a própria candidatura. Não foi Flávio quem venceu essa queda de braço. Foi a realidade. Michelle não voltou para salvar o Brasil. Ela voltou porque descobriu que, sem o bolsonarismo, quem precisava ser salva era ela.

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Tania Dysan
Tania Dysan@tdysan·
Eu não confio em nada que não possa ser verificado, conferido ou questionado. Isso é o mínimo que qualquer pessoa que se respeite e exija seus direitos, deve querer. Se escondem ou negam verificação, pq vc confia? Isso vale pra qualquer coisa que interfere na sua vida e no seu dinheiro. NUNCA FAÇA NADA ÀS ESCURAS POR OBRIGAÇÃO.
CuscoB22@CuscoB222

O Ministério das Relações Exteriores confirmou neste sábado (25) que negou os pedidos de visto de dois funcionários do Departamento de Estado dos Estados Unidos que viriam ao Brasil. Segundo o Itamaraty, a solicitação foi feita em 20 de julho e a negativa ocorreu na sexta-feira (24). No pedido, os americanos informaram que fariam contatos eleitorais e debates sobre liberdade de expressão. A diplomacia brasileira, porém, avaliou que a iniciativa ocorreu em meio a declarações de parlamentares e lideranças políticas que vêm questionando as urnas eletrônicas, entre eles o senador e candidato presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro. O Tribunal Superior Eleitoral já desmentiu as alegações sobre as urnas eetrônicas. Diante desse cenário, o governo entendeu que havia uma instrumentalização política da visita e decidiu negar a entrada dos dois representantes. Segundo o jornal americano The Washington Post, o governo Trump planejava enviar dois representantes a Brasília para questionar a integridade das urnas eletrônicas no Brasil. A missão seria liderada por Riley Barnes, secretário assistente, e Samuel Samson, subsecretário assistente do Departamento de Estado dos EUA. Em nota ao jornal, o departamento confirmou a viagem dos diplomatas, mas não informou o objetivo da missão. Segundo apuração de Valdo Cruz e Felipe Matoso, o governo brasileiro avaliou que a visita dos funcionários do governo Trump tinha caráter de instrumentalização política e não se enquadrava como missão oficial nem como observação internacional do processo eleitoral.

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