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Antes tia onça. Agora tia da onça. Mais selvagem e defensora do Brasil do que antes

Katılım Temmuz 2025
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Azzam Amin
Azzam Amin@AzzamAmin1970·
Judith Butler, philosophe juive et queer, interdite de conférence à Paris le 6 décembre 2023 par la mairie de Paris. Sa conférence publique portait le titre suivant : « Contre l'antisémitisme, son instrumentalisation et pour une paix révolutionnaire en Palestine ». Les organisateurs étaient L’union juive pour la paix et le collectif juif Tsedek. Aucune panique morale. Aucune pétition de personnalités de premier plan en soutien à l’écrasement d’une voix juive par le pouvoir. Aucun soupçon d’antisémitisme articulé contre ce pouvoir qui interdit une voix juive ! Où l’on voit bien que l’enjeu n’est pas la défense de la liberté d’expression des personnes juives mais leur rapport de soutien ou non à la politique israélienne dont les relais dans le monde confisquent la pluralité démocratique des personnes juives pour écraser toutes les voix dissidentes juives. Les soutiens seront consacrés, les voix dissidentes écrasées, bannies d’antenne, invisibilisées, ostracisées. José Lillo
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Guilherme Boulos
Guilherme Boulos@GuilhermeBoulos·
Tarcísio: “São Paulo prospera porque nunca foi governado pela esquerda”. Taxa de crescimento no último ano:
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Lula
Lula@LulaOficial·
Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@felipeneto Importante fazer campanha pela democracia. Fará? Ou vai ser ausente?
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@danibacedo Há tempos odeio essa palavra. Resiliência virou um mantra contra qualquer tipo de luta. Impressionante. Não a toa foi usada para substituir a empatia.
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@luanaraujo90 Me incomoda mais a evangelização promovida pelos fariseus. Mas .. lá vem aquela "esquerda" , achando que o Brasil devia ser os EUA na luta contra o racismo. Eu sou risada.
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Hugo Gloss
Hugo Gloss@HugoGloss·
Tá na hora, tá na hora! Xuxa inicia a turnê "O Último Voo da Nave", neste sábado (25), em São Paulo. A assessora da rainha dos baixinhos e ex-paquita, Tatiana Maranhão, publicou um clique dos bastidores ao lado da artista e do companheiro dela, Junno Andrade. Falta pouco, Brasil! Quem vai? 📸: @tatianamaranhao
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Katú Mirim
Katú Mirim@katumirim_·
Em 2019 #anitta me chamou para conversar pq ela queria entender melhor as pautas indígenas, desde então ela virou uma aliada REAL da causa. Ela estuda sobre o que não sabe e quando ela defende algo ela o faz de verdade! #equilibrivm #oke
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Anitta
Anitta@Anitta·
Hoje eu sou só gratidão! ❤️ Já ouviram EQUILIBRIVM II hoje?
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@Tim_Vickery Chamou de tom"militar"??? Hahahha Por isso, o Brasil é sempre mais aplaudido q a Argentina e os ingleses. Aqui a referência é outra.
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Tim Vickery
Tim Vickery@Tim_Vickery·
O que é marcante nesse debate e que fico apanhando dos dois lados. Público britânico fala que estou defendendo anti-jogo, e pubico brasileiro que qualquer observação é ataque. Diálogo de surdos
Augusto@1cesgusto

Eu achei cômico o Tim reclamar que esse comportamento "militar" das seleções sul-americanas irrita o público britânico. Queria q a gente copiasse qual comportamento britânico? O da Inglaterra que está há 60 anos sem final de copa ou o da Escócia que nunca passou da fase de grupos em uma competição?

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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@alfaroguille Como brasileira só acho que a Argentina logo mais será a Guiana de Israel. Como vizinha desprezo ter esses seres o lado. Mas se querem ser colonizados a essa altura da história, só resta a AL se defender Com toda essa história não me parece que se amam, mas que amam a mentira.
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Guillermo Alfaro
Guillermo Alfaro@alfaroguille·
Creo que la culpa de que tantos mexichangos, gallegos, chilenos y uruguayos esten en tuiter escribiendo barbaridades contra nosotros, es nuestra. Porque vienen a aprender a leer y escribir gratis a Argentina. Dejemos de educarlos y esto se acaba.
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@ElErizalde Precisamos estudar melhor a história da Argentina para saber pq eles estão se dando de presente para Israel. Dizem q se amam, mas que amor é esse?
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Ysinodro
Ysinodro@ElErizalde·
Los brasileños viendo que los argentinos culpan a los mexicanos del hate que están recibiendo.
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@____ornee @EnParafrasis A Argentina está sendo vendida a troco d nada e os argentinos aplaudindo. Se hoje o brasileiro orgulhoso chama Portugal de Guiana do Brasil. Amanhã a Argentina será conhecida como Guiana de Israel... Veja como é diferente a ordem das coisas
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🫦❤️‍🔥
🫦❤️‍🔥@____ornee·
@EnParafrasis Cada país tiene sus fortalezas y sus problemas. Nosotros no sacamos en cara la violencia del narcotráfico que tienen cada vez que hablan de Argentina.
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🫦❤️‍🔥
🫦❤️‍🔥@____ornee·
Nosotros tenemos el mate, el asado, Messi, tres Copas del Mundo, la Patagonia, las Cataratas y las Malvinas. Ustedes solo el fomo de no ser argentinos. 🇦🇷
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@____ornee Os argentinos trocaram o churrasco pela culinária de carne de burro. Deram a Patagônia de presente para Israel. Se gabam de três copos do mundo, quando o vizinho tem cinco. Como latina americana, gostaria de estar o lado da Argentina, mas não tem como. Nem eles estão
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T!a da Onça
T!a da Onça@tiadaonca·
@ivantuita Até que enfim alguém mostra q não cabe a nós defender a Argentina. Mas a eles mesmo.
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