Victorelli
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Victorelli
@v_victorelli
Professor de Lógica. Academia de Lógica, mais de 2 mil alunos, a partir de R$39,90👇

vocês já tiveram um professor que claramente não sabia o conteúdo que estava lecionando?

Ele só queria lavar as mãos e fechar as torneiras, mas a situação acabou saindo do controle, rsrsrs



MEU DEUS A APRESENTADORA ENGOLIU O CHARLATÃO






@MacedoDaniel_ @dracomantis Filosofia contemporânea= lixo

A última coisa que eu esperava hoje era ouvir o Pastor Tupirani defendendo a liberação do aborto.

📹#vídeo Flávio pede jejum por Bolsonaro de meia-noite às 6h da manhã 👇Assista ao vídeo:

No mês passado, o governo Trump pressionou as autoridades belgas para que interrompessem a investigação e o possível processo contra três mohels (circuncisores) religiosos que, devido à prática de metzitzah b'peh, estavam colocando em risco a saúde de recém-nascidos. O que é metzitzah b'peh? É uma prática tradicional nas comunidades judaicas ultraortodoxas (Haredi), onde, após a circuncisão ritual (brit milá), o mohel usa a boca para sugar o sangue da ferida, tornando assim a circuncisão "religiosamente válida". Quão comum é essa prática? Somente na cidade de Nova York, estima-se que 5.200 casos foram relatados em 2006. Enquanto isso, em Israel, um estudo conduzido pelo Centro Médico Wolfson revelou que 49% das circuncisões envolviam sucção oral em uma amostra que excluía explicitamente bebês de comunidades ultraortodoxas. Em outras palavras, é um costume mesmo fora da comunidade ultraortodoxa. Casos de infecções por herpes em recém-nascidos devido à prática da metzitzah b'peh foram documentados, incluindo casos que resultaram em morte. Mas, aparentemente, segundo o nosso governo, opor-se a isso é "antissemitismo". Sejamos claros: uma religião que permite a mutilação deliberada dos genitais de bebês do sexo masculino e, pior ainda, permite que homens adultos suguem o sangue da ferida, pertence à Idade da Pedra, é bárbara e pedófila. Créditos @EniorJimenez












