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Um fã hardcore de quadrinhos, mangás e cultura pop, sempre hypando animes como Steins;Gate e defendendo o poder da empatia do Superman!!!

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🏴‍☠️🔥 ONE PIECE PARA UMA VIDA INTEIRA? Netflix planeja até 12 temporadas e adaptação completa pode levar 20 ANOS! O que começou como uma aposta arriscada virou um dos projetos mais ambiciosos da história do streaming. A Netflix, em parceria com a Tomorrow Studios, está mirando alto: adaptar toda a saga de One Piece em live-action ao longo de até 12 temporadas. A informação vem de entrevistas oficiais ao Deadline, onde o CEO Marty Adelstein foi direto: “Temos esperanças em 12 temporadas, há tanto material”. Já a presidente Becky Clements reforçou que, mesmo com seis temporadas, apenas metade da história seria adaptada. E não é exagero. Com mais de 1.130 capítulos publicados, o mangá de Eiichiro Oda entrou em sua saga final, mas ainda oferece conteúdo suficiente para anos — talvez décadas — de adaptação. O mais impressionante é que o planejamento não é improvisado: os produtores confirmaram que trabalham diretamente com a Netflix, a Shueisha e o próprio Oda, garantindo fidelidade aos momentos mais importantes da obra. “Tudo o que fazemos é em conjunto com eles”, afirmou Clements. Mais recentemente, em março de 2026, o co-showrunner Joe Tracz reforçou que a visão de longo prazo continua firme. Em tom bem-humorado, ele comentou: “Muitos de nós temos filhos, então precisamos começar a treiná-los para herdarem o projeto”, deixando claro que a equipe está preparada para um compromisso de décadas. O entusiasmo é real — e o plano também. No momento, a produção segue em ritmo intenso. A 2ª temporada, intitulada Rumo à Grand Line, estreou em 10 de março de 2026, expandindo o mundo da série com novos personagens e desafios. Já a 3ª temporada está em produção desde novembro de 2025, com filmagens simultâneas na África do Sul, adaptando o arco de Alabasta. Cada temporada leva entre 6 a 7 meses de gravação e até 24 semanas de pós-produção, o que explica o intervalo de 2 a 3 anos entre lançamentos. Mas esse sonho gigante vem com desafios igualmente grandes. Manter o elenco jovem — com nomes como Iñaki Godoy (Luffy) e Mackenyu (Zoro) — ao longo de duas décadas, controlar os custos crescentes e manter o interesse do público são obstáculos reais. Ainda assim, os produtores garantem: não haverá cortes drásticos. O objetivo é claro — entregar a jornada completa dos Chapéus de Palha com respeito absoluto ao material original.
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Harry Potter na quarta temporada...
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⚡🧙‍♂️ SEM PRESSA EM HOGWARTS: Série de Harry Potter da HBO NÃO será anual — e pode levar uma década para terminar! A magia vai voltar… mas não na velocidade que muitos fãs esperavam. O presidente e CEO da HBO, Casey Bloys, confirmou que a aguardada série live-action de Harry Potter não terá lançamentos anuais, quebrando uma das maiores expectativas do público. Em entrevistas recentes, Bloys foi direto: “Um cronograma anual vai ser difícil”, deixando claro que a escala da produção simplesmente não permite esse ritmo. E o motivo é compreensível. Estamos falando de uma das maiores apostas da história da televisão. A série promete adaptar fielmente os sete livros de J.K. Rowling, com temporadas densas, cheias de efeitos visuais, cenários gigantescos e uma reconstrução completa do mundo mágico. Cada temporada exige meses de pré-produção, cerca de 10 a 11 meses de filmagens e uma pós-produção pesada — algo comparável a produções como A Casa do Dragão e O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. Na prática, isso significa que os fãs devem se preparar para um intervalo médio de 1,5 a 2 anos entre temporadas. A primeira está prevista para estrear no início de 2027, com gravações iniciadas em julho de 2025 nos estúdios Leavesden. A HBO já trabalha para minimizar o impacto desses intervalos — inclusive com a Temporada 2 sendo escrita enquanto a 1 ainda está em produção, e planos de filmagens gravados simultaneamente para reduzir o envelhecimento do elenco. E esse ponto é crucial. Se tudo seguir o plano de cerca de 10 anos para completar as 7 temporadas, os jovens protagonistas — como Dominic McLaughlin (Harry), Alastair Stout (Ron) e Arabella Stanton (Hermione) — podem chegar ao final da saga já adultos, com quase 30 anos. Um desafio semelhante ao enfrentado pelos filmes originais, mas agora potencializado pelo formato de série. Mesmo assim, a HBO parece disposta a sacrificar velocidade em nome de qualidade. A promessa é clara: entregar a adaptação mais fiel já feita, com tempo para explorar detalhes que ficaram de fora dos cinemas. Com J.K. Rowling envolvida diretamente como produtora executiva e um elenco de peso incluindo John Lithgow (Dumbledore) e Paapa Essiedu (Snape), o projeto segue sendo tratado como prioridade máxima da Warner.

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O Homem de Aço da DC Comics e o Homem-Aranha da Marvel, interpretados pelos melhores artistas do momento. Todas as versões, em um único vídeo para a posteridade.
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Teaser trailer oficial LEGENDADO da série de ‘HARRY POTTER’. Estreia em 25 DE DEZEMBRO de 2026 na HBO e HBO Max.
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Um vendedor de pipocas de Praia Grande materializou o Frankstein do Pica Pau.
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O PREÇO DE UM CLÁSSICO: Como Yu Yu Hakusho quase destruiu Yoshihiro Togashi Pouca gente imagina, mas por trás de um dos maiores clássicos dos mangás existe uma história tão intensa quanto as batalhas de Yusuke Urameshi. Criado por Yoshihiro Togashi, Yu Yu Hakusho nasceu em dezembro de 1990 na lendária Weekly Shonen Jump — e, em apenas três anos e meio, entregou 175 capítulos que marcariam gerações. O problema é que esse sucesso veio acompanhado de uma pressão brutal. Durante o auge da obra, especialmente no icônico Torneio das Trevas, Togashi praticamente viveu no limite. Ele chegou a trabalhar sozinho em páginas inteiras, dormindo cerca de 5 horas por noite — em alguns períodos, relatos indicam algo ainda mais extremo, com apenas 12 horas de descanso ao longo de uma semana inteira. O resultado foi inevitável: exaustão física, problemas de saúde e episódios de mal-estar durante momentos cruciais da produção, como nas páginas coloridas da luta entre Yusuke e Chu. A situação ficou ainda mais delicada no arco de Sensui, em 1993. Togashi já queria encerrar a obra ali, mas o enorme sucesso e a pressão editorial o forçaram a continuar até julho de 1994. Em materiais e entrevistas posteriores, incluindo o dōjinshi Yoshirin de Pon!, o autor foi direto ao ponto: “Parecia egoísmo, mas eu precisava parar”. E quando finalmente conseguiu encerrar a história, o sentimento foi de alívio — ainda que o desgaste físico e mental tenha deixado marcas por anos. Esse histórico ajuda a entender muito do que veio depois. Em Hunter x Hunter, Togashi nunca mais aceitou um ritmo semanal rígido, priorizando sua saúde mesmo que isso significasse longos hiatos. Uma escolha que divide fãs até hoje, mas que carrega o peso de quem já pagou um preço alto demais pela própria obra. Com mais de 50 milhões de cópias vendidas, Yu Yu Hakusho se tornou um fenômeno mundial. Mas sua história também serve como um lembrete poderoso: grandes obras muitas vezes nascem de contextos extremos — e nem sempre isso deveria ser romantizado.
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O Mito do "Contrato de Ouro" da Shonen Jump: O que Realmente Aconteceu com Togashi e Oda Após o fim da Era de Ouro da Weekly Shonen Jump — quando Dragon Ball (Akira Toriyama), Yu Yu Hakusho (Yoshihiro Togashi) e Slam Dunk (Takehiko Inoue) impulsionavam vendas recordes de 6,5 milhões de exemplares por semana —, a revista enfrentou uma crise séria. As vendas despencaram drasticamente nos anos seguintes, e a editora Shueisha precisou de estratégias urgentes para reconquistar o público e estabilizar a publicação.Nesse contexto, surgiram acordos especiais e muito vantajosos para autores de destaque. O caso mais emblemático é o de Yoshihiro Togashi (Hunter x Hunter). Seu acordo, conhecido como “Togashi Contract”, concede liberdade quase total: serialização irregular, hiatos longos justificados por problemas de saúde e autonomia criativa sem prazos rígidos. Isso permitiu que ele continuasse a série no seu ritmo, mesmo com interrupções frequentes. Outro exemplo notável é Eiichiro Oda (One Piece). Ele recebeu tratamento prioritário: salário elevado, espaço garantido na revista, liberdade criativa ampla e pouca pressão para encerrar a obra rapidamente. Esses benefícios ajudaram One Piece a se tornar o maior mangá da história da Jump, sustentando as vendas por décadas. Esses contratos não foram uma “fórmula mágica” oficial da editora, mas sim acordos individuais e estratégicos para reter talentos que ajudaram a revista a se recuperar. A expressão “Contrato de Ouro” acabou virando uma lenda popular entre os fãs, especialmente no Brasil!

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🪚💔 OBRIGADO, CHAINSAW MAN: O FINAL QUE CONFIRMA UMA VERDADE INCÔMODA NA PARTE 2 ⚠️ ATENÇÃO: SPOILERS PESADOS DO FINAL DE CHAINSAW MAN (PARTE 2) ⚠️ Depois de meses de desconfiança, debates e aquela sensação constante de que algo “não encaixava”, o capítulo 232 de Chainsaw Man chega como uma confirmação quase cruel: a Parte 2 nunca chegou perto do impacto da Parte 1. E o mais curioso é que o próprio Tatsuki Fujimoto parece admitir isso… do jeito mais caótico possível. O final não é um clímax — é um reset emocional, um encerramento abrupto que soa menos como conclusão e mais como uma decisão autoral de “encerrar o experimento”. Desde o início, já dava pra sentir. A narrativa fragmentada, o ritmo irregular, personagens que pareciam promissores mas nunca atingiam o mesmo peso… tudo apontava para uma obra que flertava com a genialidade, mas não sustentava a execução. E no meio disso tudo, uma exceção gritante: Asa Mitaka. A personagem foi, sem dúvida, o elemento mais consistente e interessante da Parte 2 — complexa, humana, cheia de conflitos internos. Era ali que Fujimoto ainda parecia totalmente inspirado. Mas fora isso? A sensação constante era de uma história que não encontrava seu próprio eixo. E então vem a virada final. O sacrifício de Pochita, apagando o conceito de Chainsaw Man, é ao mesmo tempo brilhante e frustrante. Brilhante porque é ousado, simbólico e profundamente ligado à essência da obra. Frustrante porque, na prática, apaga tudo que a Parte 2 construiu. É como se Fujimoto dissesse: “isso aqui não era o ponto final”. O retorno de Power, a presença de Nayuta, o reencontro com uma versão mais leve do mundo… tudo isso tem um peso emocional forte, mas também carrega aquela sensação incômoda de que estamos voltando para onde realmente importava: a Parte 1. O capítulo final troca batalhas épicas por um encerramento íntimo, quase melancólico. Denji finalmente tem a chance de viver uma vida normal — algo que sempre quis. E isso, por si só, é bonito. Mas ao mesmo tempo, fica impossível ignorar: os Quatro Cavaleiros, o Inferno, a Guerra, a Fome… tudo foi deixado de lado. Não como mistério, mas como abandono. E aí entra o ponto mais divisivo: isso é genialidade narrativa… ou simplesmente uma fuga de uma trama que saiu do controle? No fim, Chainsaw Man Parte 2 termina como começou: estranho, imprevisível e desconfortável. Mas diferente da Parte 1, que transformava esse caos em impacto, aqui o sentimento é outro — um vazio que nem todo mundo vai conseguir defender. Fujimoto entregou um final coerente com sua proposta autoral, mas também confirmou aquilo que muitos já sentiam: a Parte 2 nunca teve a mesma força, e talvez nunca tenha sido feita para ter. Ainda assim, fica o respeito. Porque mesmo quando falha, Chainsaw Man continua sendo uma obra que provoca, incomoda e gera debate — e talvez isso seja mais valioso do que qualquer final perfeito.
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Demolidor: Renascido estreia hoje e títulos da 2ª temporada indicam uma queda sem volta A espera acabou. A segunda temporada de “Demolidor: Renascido” estreia hoje (24 de março de 2026) e já chega cercada de mistério, tensão e um clima muito mais sombrio. Um pôster divulgado pelo fictício New York Bulletin revelou os títulos oficiais dos episódios — e eles estão longe de ser apenas nomes. São pistas, e das mais pesadas. Confira os episódios: Ep. 1 – A Estrela do Norte (24/03) Ep. 2 – Atirar na Lua (31/03) Ep. 3 – As Balanças e a Espada (31/03) Ep. 4 – Sem Luvas (07/04) Ep. 5 – O Grande Desígnio (14/04) Ep. 6 – Réquiem (21/04) Ep. 7 – A Escuridão Odiosa (28/04) Ep. 8 – A Cruz do Sul (05/05) Os títulos não parecem aleatórios. Pelo contrário, eles sugerem uma trajetória clara e perigosa. Há uma sensação de queda gradual ao observar o conjunto. “A Estrela do Norte” remete a direção, esperança e propósito — possivelmente um Matt Murdock ainda tentando manter seu código moral, mesmo com Wilson Fisk consolidado como prefeito. Já no episódio final, “A Cruz do Sul”, o simbolismo muda completamente. Não se trata mais de orientação, mas de peso, sacrifício e consequência. A leitura que se desenha é direta: esta temporada pode ser sobre o momento em que o Demolidor perde o controle — ou aceita se tornar algo que sempre evitou. Dois títulos, em especial, reforçam esse conflito: “As Balanças e a Espada” e “Sem Luvas”. Aqui, o embate entre justiça e violência parece inevitável. Fisk representa a lei corrompida, institucionalizada. Matt, por outro lado, passa a operar cada vez mais próximo da vingança. “Sem Luvas” sugere um ponto de ruptura — quando não há mais limites, nem físicos nem morais. Se houver uma virada drástica na temporada, ela provavelmente acontece nesse momento. O peso emocional se intensifica nos episódios finais. “Réquiem” indica encerramento, perda, despedida. Em seguida, “A Escuridão Odiosa” aponta para as consequências dessa perda. A sequência dos títulos não parece sutil. A hipótese mais forte é que um evento trágico — possivelmente a morte de um personagem importante — seja o gatilho para levar Matt ao ponto mais sombrio já visto dentro do MCU. Mas existe um elemento que amplia ainda mais esse cenário. 💀 O Justiceiro: Uma Última Matança (12 de maio) O especial solo de Frank Castle chega exatamente uma semana após o último episódio da temporada. E isso dificilmente é coincidência. A estrutura sugere continuidade direta. Se Fisk terminar mais forte, se Matt estiver fragilizado ou moralmente quebrado, a narrativa abre espaço para outro tipo de resposta. Quando a justiça falha, entra o Justiceiro. A leitura mais consistente é que os caminhos de Matt e Frank estão sendo construídos em paralelo. Mesmo que não compartilhem todos os episódios, o encontro entre os dois parece inevitável. E mais do que isso: Frank pode representar o reflexo extremo do que Matt está prestes a se tornar. Se essa construção se confirmar, “Uma Última Matança” deixa de ser apenas um título e passa a representar um ponto sem retorno dentro dessa história.
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⚡🧙‍♂️ SEM PRESSA EM HOGWARTS: Série de Harry Potter da HBO NÃO será anual — e pode levar uma década para terminar! A magia vai voltar… mas não na velocidade que muitos fãs esperavam. O presidente e CEO da HBO, Casey Bloys, confirmou que a aguardada série live-action de Harry Potter não terá lançamentos anuais, quebrando uma das maiores expectativas do público. Em entrevistas recentes, Bloys foi direto: “Um cronograma anual vai ser difícil”, deixando claro que a escala da produção simplesmente não permite esse ritmo. E o motivo é compreensível. Estamos falando de uma das maiores apostas da história da televisão. A série promete adaptar fielmente os sete livros de J.K. Rowling, com temporadas densas, cheias de efeitos visuais, cenários gigantescos e uma reconstrução completa do mundo mágico. Cada temporada exige meses de pré-produção, cerca de 10 a 11 meses de filmagens e uma pós-produção pesada — algo comparável a produções como A Casa do Dragão e O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. Na prática, isso significa que os fãs devem se preparar para um intervalo médio de 1,5 a 2 anos entre temporadas. A primeira está prevista para estrear no início de 2027, com gravações iniciadas em julho de 2025 nos estúdios Leavesden. A HBO já trabalha para minimizar o impacto desses intervalos — inclusive com a Temporada 2 sendo escrita enquanto a 1 ainda está em produção, e planos de filmagens gravados simultaneamente para reduzir o envelhecimento do elenco. E esse ponto é crucial. Se tudo seguir o plano de cerca de 10 anos para completar as 7 temporadas, os jovens protagonistas — como Dominic McLaughlin (Harry), Alastair Stout (Ron) e Arabella Stanton (Hermione) — podem chegar ao final da saga já adultos, com quase 30 anos. Um desafio semelhante ao enfrentado pelos filmes originais, mas agora potencializado pelo formato de série. Mesmo assim, a HBO parece disposta a sacrificar velocidade em nome de qualidade. A promessa é clara: entregar a adaptação mais fiel já feita, com tempo para explorar detalhes que ficaram de fora dos cinemas. Com J.K. Rowling envolvida diretamente como produtora executiva e um elenco de peso incluindo John Lithgow (Dumbledore) e Paapa Essiedu (Snape), o projeto segue sendo tratado como prioridade máxima da Warner.
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⚡🧙‍♂️ HARRY POTTER RENASCE! HBO revela primeira imagem da série — e teaser chega AMANHÃ! A magia está oficialmente de volta — e com força total. A Warner/HBO divulgou hoje (24 de março de 2026) a primeira imagem oficial da aguardada série live-action de Harry Potter, reacendendo o hype global em torno da franquia. Na imagem, vemos o jovem Dominic McLaughlin, de apenas 11 anos, já caracterizado como o novo Harry, caminhando pela neve com o uniforme de Quadribol da Grifinória, estampando nas costas o icônico “POTTER 7”. Ao fundo, bandeiras das casas, o castelo de Hogwarts e uma atmosfera mágica que remete diretamente ao imaginário clássico da saga. A legenda oficial foi simples — e provocadora: “Amanhã ⚡️”. E esse “amanhã” pode mudar tudo. A publicação indica que 25 de março deve trazer o primeiro teaser ou até mesmo um trailer oficial da série, marcando o início de uma nova era para o Mundo Bruxo. A estratégia da HBO é clara: reacender a conexão emocional dos fãs ao mesmo tempo em que apresenta uma nova geração de atores e uma abordagem mais fiel aos livros de J.K. Rowling. Diferente dos filmes, a proposta agora é explorar cada detalhe da história com profundidade, em um formato de 7 temporadas — uma para cada livro. O elenco já mostra o peso da produção. Além de Dominic McLaughlin como Harry, teremos Alastair Stout (Ron), Arabella Stanton (Hermione), além de nomes de peso como John Lithgow (Dumbledore), Janet McTeer (McGonagall), Paapa Essiedu (Snape) e Nick Frost (Hagrid). A produção começou em julho de 2025 nos estúdios Leavesden — os mesmos da saga original — e segue até maio de 2026, com estreia prevista para início de 2027, exclusivamente na plataforma Max. Mas o que realmente impressiona é o nível de investimento. Segundo veículos como Financial Express e FandomWire, cada episódio pode custar cerca de US$ 100 milhões, colocando a série como a mais cara da história da televisão — superando produções como Anéis de Poder e Casa do Dragão House of the Dragon. No total, o projeto pode ultrapassar US$ 5 bilhões, evidenciando que a Warner está tratando Harry Potter como seu maior ativo de longo prazo.
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Fabio Sakuda
Fabio Sakuda@XILFX·
@narrativando @actionecomics Até a esposa já foi assistente. Mas acredito que hoje, não mais. Assistente virou trabalho remoto. E em Hunter x Hunter, o Togashi só usa assistente pra refazer pro tankohon, então é menos corrido e até deve dar pra controlar mais os resultados.
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Vocês sabiam que Naoko Takeuchi, a lendária criadora de Sailor Moon, é casada com Yoshihiro Togashi (o gênio de Hunter x Hunter e Yu Yu Hakusho) desde 1999? Pois é: ela deu uma mãozinha real no primeiro volume de Hunter x Hunter, ainda em 1998 (antes do casamento!). Naoko atuou como assistente temporária, aplicando screentones em backgrounds e páginas, além de ajudar na gerência do estúdio por um tempo. Depois, achou o ritmo intenso demais e voltou a se dedicar aos próprios projetos. Desde então, o traço inconfundível de Togashi segue 100% com ele — o cara sempre trabalhou praticamente sozinho ou com assistentes bem pontuais. Essa parceria nos bastidores mostra como um dos casais mais icônicos do mangá se apoia mutuamente, e isso é o que faz deles um dos casais mais incríveis do mundo dos mangás!! Confira a foto clássica do casamento deles em 1999..."
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O contrato de Yoshihiro Togashi com a Shueisha (editora da Weekly Shonen Jump) é, de fato, um caso excepcional no mercado de mangás shonen. Devido às suas graves dores crônicas na coluna — problema documentado há anos e que o levou a múltiplas cirurgias e pausas prolongadas —, a publicação de Hunter x Hunter deixou de seguir o rigoroso cronograma semanal padrão da revista. Desde 2022, o mangá opera em regime de "serialização não semanal" (non-weekly serialization), um acordo especial negociado entre Togashi, a equipe editorial e a Shueisha. Nesse modelo, o autor trabalha em lotes de capítulos (geralmente 8 a 10 por vez) quando sua saúde permite, com pausas planejadas para recuperação e preparação, sem a pressão de prazos fixos semanais que poderiam agravar sua condição. A revista continua a apoiar a série, publicando os capítulos concluídos assim que estão prontos, e Togashi mantém atualizações frequentes sobre seu progresso via redes sociais. Esse arranjo reflete o respeito mútuo pela qualidade do trabalho e pela saúde do criador, algo raro em uma indústria conhecida por ritmos intensos, e explica por que o último capítulo saiu em novembro de 2024, seguido de uma pausa natural — não por abandono, mas por esse sistema diferenciado adaptado às suas necessidades.

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WESTEROS EXPANDE: O Cavaleiro dos Sete Reinos encerra filmagens da 2ª temporada e mira estreia em 2027! O universo de Game of Thrones segue vivo — e com planos cada vez mais sólidos. As filmagens da segunda temporada de “O Cavaleiro dos Sete Reinos” estão programadas para serem concluídas em junho de 2026, com estreia prevista para 2027 na HBO e Max. A produção, iniciada em dezembro de 2025 nos Titanic Studios, em Belfast, avançou para novas locações na Espanha, incluindo regiões das Ilhas Canárias. A escolha não é apenas estética, mas narrativa: a nova temporada adapta “A Espada Juramentada”, história marcada por uma severa seca no território de Reach. Segundo o showrunner Ira Parker, a equipe buscou paisagens áridas reais para dar autenticidade ao cenário: “Estamos indo para pastos mais secos na Espanha para essas cenas”. A trama continua acompanhando o cavaleiro errante Sor Duncan, o Alto (Dunk) e seu fiel escudeiro Egg (Aegon V Targaryen), ambientada cerca de 90 anos antes dos eventos de Game of Thrones. O retorno de Peter Claffey e Dexter Sol Ansell garante continuidade à dupla, enquanto a nova temporada amplia o elenco com nomes de peso. Lucy Boynton viverá Lady Rohanne Webber, a enigmática “Viúva Vermelha”, ao lado de Babou Ceesay e Peter Mullan, trazendo ainda mais densidade ao conflito central.
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Yoshihiro Togashi e Naoko Takeuchi têm dois filhos: um filho nascido em janeiro de 2001 (hoje com cerca de 25 anos) e uma filha nascida em 2009 (hoje com cerca de 17 anos). Togashi e Naoko se casaram em janeiro de 1999 e sempre mantiveram a vida familiar extremamente privada, desde então — nunca divulgaram nomes, fotos ou detalhes pessoais dos filhos. Isso é bem comum entre mangakás famosos no Japão, que protegem a privacidade das crianças. Quanto à pressão por causa da fama dos pais... não há informações públicas concretas sobre isso
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Mel Steh
Mel Steh@MelissaSteffani·
@actionecomics Será que os filhos desses dois sofrem alguma pressão?!
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