Explicando Marx

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@explicandomarx

Lutando para construir o socialismo

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Explicando Marx@explicandomarx·
Nova thread saiu. Para quem desejar, segue abaixo a leitura no Medium @explicandomarx/o-problema-da-transforma%C3%A7%C3%A3o-bohm-bawerk-e-bortkiewicz-refutaram-marx-e2a8438f7e42" target="_blank" rel="nofollow noopener">medium.com/@explicandomar
Explicando Marx@explicandomarx

O “Problema da Transformação”: Bohm-Bawerk e Bortkiewicz refutaram Marx? A teoria de Marx realmente foi inteiramente demolida? A thread 🧵

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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
Tanto um como outro estão errados. O Marx dos Manuscritos de 1844 é MUITO diferente do Marx de O capital. O que acontece é que aqueles que fazem a diferenciação Marx Jovem/Marx Maduro a fazem nos termos de um Marx hegeliano e idealista vs. um Marx não-hegeliano e materialista. A real é que Marx sempre dialogou com Hegel, do início até o fim, e este era um dos seus maiores diferenciais, quer ao escrever sobre o ser genérico ou sobre o capital.
Marcello Musto@MarMusto

The first edition of #Marx’s “Economic & Philosophic Manuscripts of 1844” came out 90 years ago. This text became one of the main point of dispute between Soviet & Western Marxism. Were there an early Marx and a mature Marx? Or an author whose ideas remained always the same? An unfounded counterposition of Marx’s early writings to his later critique of political economy was shared by "revisionists" and "orthodoxes". They both contributed to one of the main misunderstandings of Marxism: the myth of the "Young Marx".

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Klingl 🦊
Klingl 🦊@ArthurKlingll·
@ana_csantis @_derfcb3 Literalmente em toda sua crítica referente ao “fetichismo de mercadoria”, mas é um pouco demais esperar que um marxista tenha lido Marx
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Marcus
Marcus@mpgemeos·
@explicandomarx Mano como alguém conseguiu transformar esse garrancho aí em livro?
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tata,,
tata,,@plutobaby00·
@explicandomarx você gustavo machado e estudo marxista no s supremo
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tata,,
tata,,@plutobaby00·
mds tenho nada p fazer sexta feira a noite vou perder meu tempo fazer tierlist de web comunista algm quer aparecer
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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
E nisso se observa uma cisão interessante. Os economistas que criticam o Banco Central, a inflação e o dinheiro fiduciário sempre o fazem nos termos de um tipo de pecado original que corrompeu a essência das ferramentas criadas, o que corrobora a tese de que façam uma metafísica. Outros, que admitem a existência destes elementos e admitem que devemos melhorá-los, segundo a evolução natural das instituições, também fazem uma metafísica no sentido de observar um telos nisso tudo, porque o avanço das instituições e dos instrumentos não reside nas próprias necessidades da acumulação capitalista como um impulso impessoal e autônomo, mas nas necessidades concretas e individuais dos próprios indivíduos, cujos inventos econômicos naturalmente tendem a coincidir com as suas próprias necessidades subjetivas. No final, a única possibilidade de fazer ciência disso tudo se encerra na ciência negativa do capital. Qualquer outra coisa é uma metafísica, uma teologia secular.
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ฐศฬมאเוษeฦ
@explicandomarx Mais antes vistas como ferramentas. Não há economista que ache que a função dinheiro seja algo natural, mas sim que pra representar a troca o dinheiro pode servir como equivalente. Sempre existe implícito o contexto histórico
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Explicando Marx@explicandomarx·
Gostei de alguns aspectos do vídeo, mas vou pontuar um deles no qual me encontro divergindo de maneira diametral. A crítica da economia política de Marx não é uma crítica de Say, Ricardo e Mill. Na verdade, estes são pouquíssimo citados em O capital, e mesmo o que teria sido o Livro IV fora tratado por Marx como um complemento post-festum das análises das categorias propriamente ditas, e não como uma análise destes economistas políticos que guardaria relação lógica necessária com a própria análise das categorias. Vejamos a diferença entre a economia política e a física, por exemplo. Quando tratamos de ciências naturais, torna-se inconcebível, por exemplo, que a realidade não seja idêntica a si mesma. Ora, se alguma teoria é incapaz de explicar a realidade, então o problema se encontra na teoria, e não na realidade. A realidade social que Marx investiga, no entanto, se dá de maneira inteiramente oposta. É a própria realidade social que está embuída de misticismos, abstrações e fetichismos, é a própria realidade social que se relaciona consigo mesma de maneira não-idêntica, é o próprio valor de uso que manifesta seu contrário, o valor; é o próprio trabalho concreto que produz seu oposto, o trabalho abstrato. É na própria gênese real do dinheiro que a sua formação se oculta, e não na cabeça do pesquisador. É no próprio curso natural e desimpedido da economia que as crises econômicas surgem, é da própria acumulação capitalista que surge a destruição de capital, e não de fatores externos e transcendentes. Portanto, a crítica da economia política não é a crítica dos economistas políticos, e sim da economia política como uma ciência de uma determinada realidade social. Esta realidade social, sendo contraditória e metafísica, por sua vez, se reflete nestes economistas, cujas categorias produzidas e disputadas por Marx não refletem senão a disputa de Marx contra a própria realidade instável e insana que ele investiga. As acusações de Marx contra a economia política (e a dos marxistas contra a economia) envolvendo ahistoricidade não se trata do fato de que estes não reconhecem que as coisas mudam, que o dinheiro precisou ser inventado, que as instituições econômicas precisaram se aprimorar, ou que o agente econômico nem sempre é a priori racional. Na verdade, trata-se do fato de que eles acreditam que existem comportamentos inscritos no ser genérico humano que, ao longo de extensos períodos históricos, convergem para determinadas relações econômicas e para determinadas instituições econômicas, e que, se os humanos forem deixados desimpedidos para trilhar sua própria história, toda vez estes comportamentos serão selecionados e depurados até que resultem nas formas modernas do mercado. É claro que alguns economistas vão além e chegam a sugerir até mesmo que a árvore faz escolhas como um agente econômico, mas estes a gente deixa para lá rs O ponto é que partem, quase sempre de maneira inadvertida, do ser humano em geral como o detentor daquelas potencialidades que, deixadas desimpedidas, resultam nas relações econômicas que eles acreditam figurar o ápice do desenvolvimento social, qualificando a ciência econômica como uma Metafísica. É neste ponto que reside a ahistoricidade propriamente dita, ainda que alguns marxistas adotem espantalhos como "todos os agentes são 100% racionais" ou "o mercado faz a informação circular de maneira 100% eficiente" etc., o que também exige uma crítica. O projeto original do @antitese_econ, que deu um pequeno passo com a publicação da introdução crítica ao estudo do manual de Mankiw, busca evocar justamente esse caráter imanente da crítica de Marx, mas desta vez voltada aos construtos da Economia, mostrando como esta expressa de maneira positiva uma forma de organização social cuja única ciência possível é a ciência negativa, a ciência de sua dissolução, e como esta positivação, baseada em misticismos, resulta de maneira necessária da própria forma social, e não da ilusão subjetiva dos economistas.
ฐศฬมאเוษeฦ@Samukliver

Criei um vídeo tentando explicar os erros do texto pra quem é Marxista entender. Quem tiver curiosidade é bem vindo! youtu.be/-ICDnENwWU0

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Explicando Marx@explicandomarx·
Mas justamente: não existe nenhuma característica implícita ou a priori que exista à margem da história. Claro, um modelo que realiza projeções hoje precisa adotar como premissa o comportamento que os homens, via de regra, costumam adotar também hoje. Mas estes comportamentos não são considerados nos termos da coerção que a própria forma histórica impõe aos agentes, antes são tratados como o resultado do desenvolvimento de certas características primordiais que sempre existiram em potência no ser humano genérico. É disso que a ciência econômica sempre tratou.
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@explicandomarx Quanto ao resto da thread, estás atribuindo aos economistas algo que não é fundamentalmente da economia. Sempre existe uma implicitude que os modelos antes descrevem do que projetam, inverso do que seria uma "natureza humana"
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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
Claro, mas a crítica de Marx para com estes autores não se dá pelos métodos subjetivamente empregados para formar e analisar categorias, é antes algo mais profundo: é a própria forma de organização social que faz com que a distinção entre capital fixo e circulante se apresente sob uma aparência física. É a própria forma de organização social que dá ao ouro, um objeto natural, a aparência de ser naturalmente dinheiro. É o próprio capital que opera essas ilusões e é dele que elas resultam, e não dos pesquisadores ou dos métodos empregados, coisa que jamais será abordada num curso de Economia, por mais qualificado que seja.
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@explicandomarx Em relações sociais (como o capital fixo ter a ver com ser móvel fisicamente ao invés de ser, primariamente, uma categoria social) (primariamente se vê como os homens interagem). Se percebe muito isso quando se compara o capital com as obras desses que mencionei
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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
@Samukliver Acho muito improvável que, em termos marxistas, a Economia figure algum tipo de ciência, mas gostaria de ver como isto seria argumentado
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Not ready
Not ready@visiblybored·
@explicandomarx @EdbieLigerSmith @Inhumansoflate1 There's more political power in appropiating figures than disdaining eveything that isn't ideologically pure What most miss about the ACPs media strategy is that their main and only point is to gain power through attention Is it elegant? No. Does it look dumb? Often. But at...
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Liger
Liger@EdbieLigerSmith·
Bourgeois revolutions were historically progressive at the time they happened because they wiped away the vestiges of feudalism, monarchy, and colonialism in some cases. This is why Lenin himself praised the American Revolution: “The history of modern, civilised America opened with one of those great, really liberating, really revolutionary wars of which there have been so few…” This is very very very basic Marxism. Why are we always being attacked by so called “Marxists” for taking standard Marxist positions?
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Explicando Marx@explicandomarx·
And he also says that "international union can exist only between nations, whose AUTONOMY and INDEPENDENCE as to internal matters is therefore included in the very term of internationality." There is no such thing in a world of nations, since nations formalize the domination of capital, and thus replicate, between each other, the same dynamics that regulate the actions of an individual capital against another individual capital, namely, competition. And it is even more funny, since the entire proletariat of the world is even more exploited, and their autonomy and independence even more negated only so that your very own american proletariat can afford relative wealth and comfort. You speak of a world of nations because your nation is benefited by it. No one else is. We're starving so that your lazy american asses can chill. You have no right to speak of an american nationalism, since the very own America you love is a product of mass exploitation. Speaking of Marx, here's what he says in the Manifesto: "The working men have no country. We cannot take from them what they have not got. Since the proletariat must first of all acquire political supremacy, must rise to be the leading class of the nation, must constitute itself the nation, it is so far, itself national, though not in the bourgeois sense of the word. National differences and antagonism between peoples are daily more and more vanishing, owing to the development of the bourgeoisie, to freedom of commerce, to the world market, to uniformity in the mode of production and in the conditions of life corresponding thereto. The supremacy of the proletariat will cause them to vanish still faster." He clearly says that the national action of the proletariat is a first and preliminar step, in a world where national diferences tend to vanish due to the universalizing nature of capital. "The working men have no country" because they are an universal product of capital, and communism corresponds, amongst other things, to the realization of this tendency, to the complete extinction of nations. "The supremacy of the proletariat will cause them to vanish still faster" because that's what the proletariat project is, the vanishing of capital, money and >nations<. Not only this so-called "american nationalism" goes against the realization of the proletarian project, it is effectively the struggle for America to maintain its position as the world's parasite, it is the struggle for your working class to keep leeching on the blood of all other working men and women in the world. Being an american communist means embodying the universal interest of the proletariat, which envolves doing away with the nation you're part of, ESPECIALLY the USA, the biggest enemy of all working people since for fucking ever. But you're too coward to do such a thing lol
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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
Dude, there is NO "history of America" outside its bourgeois limits. The very idea of "nations" is a bourgeois idea, invented to aid the centralized capitalist states on dissolving the descentralized rogue feudal kingdoms. Marx's whole point was that the victory of the north assured the free development of capitalist relationships of production, which are fundamentally incompatible with an enslaved mass of workers, unable to buy products with their non-existent wage. That's all. But these relationships have been an universal thing since post-ww2 in all corners of the world, so our task has essentially been inverted. Now it is, with no exceptions, the task of destroying this abstract and mystical thing called "nations". "America" is as tangible and eternal as is the commodity or the industrial capital. Britain and the 13 colonies, and later, the north and the south were fighting for the exclusive right to exploit you in their own different and mutually-exclusible ways, even if your stupid ass thinks they were fighting for an ideal, for freedom or whatever these assholes teach you at your primary schools, which may as well be called a mass fabricator of propagandized and lobotomized imbeciles. That's the very point of a nation, to limit, regulate and determine the nature of exploratory relationships of production according to the necessities of their internal ruling class. Nationalism is a plague in every single inch of the surface of this planet. If you can't simply fucking read Marx, you may as well call yourself something else, but communist? Nah. I'll even grant it had somewhat of a paper in the third world, specially in Africa, but being a nationalist """""communist""""" in AMERICA? Yeah, go ahead Hitler
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Douglas Spaeder
Douglas Spaeder@DouglasSpaeder·
@explicandomarx @EdbieLigerSmith @Inhumansoflate1 Basically what you're advocating for is handing over the history of America to the ruling class. You are just giving ammo to the enemy for free. You are not a very effective soldier for Marxism. Marx & Engels talked at length about how the USA was the most "politically advanced"
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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
@JovianScourge brother you are a nationalist communist, YOU are the one who needs to hit the books the day you read a single page on marx you can talk about sum hitting books shit
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Explicando Marx
Explicando Marx@explicandomarx·
@EdbieLigerSmith @Inhumansoflate1 So was the development of feudalism a historically progressive form relative to roman slavery. So what are we doing then? Putting sickles and hammers on the Habsburg flag? Dumbass
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Liger
Liger@EdbieLigerSmith·
Obviously not, but ending colonialism is. Nobody said George Washington was MORALLY perfect, but the American Revolution was indeed a step forward historically. As Lenin said explicitly. We also uphold Lincoln and the Union because they moved history FURTHER forward by abolishing the slave based mode of production. Setting the stage for today where we need to continue moving history forward with a proletarian revolution. Again this is very basic Marxism. No offense, but I don’t get what’s so hard to understand about this. Leftism has people viewing everything through a morale lens rather than a historically materialist one.
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Explicando Marx@explicandomarx·
To ligado, mas a consciência ou não da necessidade de eleger representantes institucionais "de esquerda", ao fim e ao cabo, não seria o bastante para realizar as transformações mais urgentes do ponto de vista da enorme maioria da população. O limite parte, antes de tudo, das próprias possibilidades que a estrutura política do país oferece, entende?
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rlk do ódio ☭
rlk do ódio ☭@fvckNvnera·
@explicandomarx camarada, concordo com tudo o que você disse. meu tweet foi mais sobre a ignorância política do povo brasileiro, de não entender o mínimo da estrutura política do país. não fodo com o partido dos trabalhadores
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rlk do ódio ☭
rlk do ódio ☭@fvckNvnera·
5 presidências petistas* tá na hora do brasileiro entender que presidente não governa sozinho… e nem tudo o que acontece no governo é culpa do presidente…
Explicando Marx@explicandomarx

@RaimundoDante 5 governos petistas, indo pro sexto, e a escala continua 6x1, então é óbvio que ninguém dá credibilidade ao partido no que tange a jornada de trabalho rs

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