Jackson Budke
9.4K posts









… Porque um candidato à Presidência precisa provar que decide sozinho nos momentos mais duros. O eleitor não quer um presidente que precise de aval constante de outra liderança; quer alguém capaz de conduzir o país por conta própria. Pense numa crise envolvendo Venezuela, Bolívia ou Argentina. Nesse momento, ninguém pode ter dúvida sobre quem manda, muito menos imaginar que o presidente precisa primeiro ouvir alguém antes de agir. Esse contraste entre autonomia e dependência pode virar um eixo central do debate. Porque, numa eleição presidencial, liderança não se herda, se demonstra.

A OAB odeia Bolsonaro O STF odeia Bolsonaro A FOLHA odeia Bolsonaro A GLOBO odeia Bolsonaro O MST odeia Bolsonaro A CUT odeia Bolsonaro O MTST odeia Bolsonaro A UNE odeia Bolsonaro Um homem odiado por TANTOS VAGABUNDOS só pode estar do lado certo! Concorda?













Flávio Bolsonaro desserve o Brasil. Na chance que teve para defender os exportadores brasileiros, o senador privilegiou seus interesses pessoais em Washington e provou ser indigno da confiança do setor produtivo nacional. Em vez de defender o Brasil com ponderações adequadas àquele fórum, Flávio Bolsonaro envergonhou os brasileiros ao usar os poucos minutos que tinha para atacar seu adversário na disputa eleitoral, o presidente Lula, e para sugerir que os Estados Unidos esperem a eleição para então negociar com um novo presidente – isto é, ele –, que será muito mais alinhado ao presidente Donald Trump. Com isso, Flávio perdeu a chance de provar que está interessado em servir o Brasil – coisa que a família Bolsonaro, afinal, jamais fez. A reação do setor produtivo não poderia ser outra: ao Estadão/Broadcast, empresários presentes à audiência classificaram como “deslocada” e “constrangedora” a atuação de Flávio Bolsonaro. Editorial @Estadao










