Ivan Rocha

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@ivanrocha

Garra Vermelha

Joinville Sumali Mart 2009
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Ivan Rocha
Ivan Rocha@ivanrocha·
Aconteceu, vim na padaria tomar meu café e passei pra um patriota de tornozeleira limpando a calçada
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Mansur Peixoto
Mansur Peixoto@MansurPeixoto·
O Mundo Islâmico medieval não se resumia ao Islã: a trajetória de Abu al-‘Alā al-Ma‘arri, um poeta cego, ateu e feroz crítico das religiões que viveu e morreu em paz no Califado Abássida, revela um ambiente de debate e tolerância muito mais complexo — entenda esse contraste e o que ele diz sobre o passado e o presente.
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Ivan Rocha
Ivan Rocha@ivanrocha·
@TurmadoPadoque tinha toda uma história, mas como sempre começaram o opinar no trampo do design, mudar a cor aqui, tirar uma frase ali, e ficou assim. Aposto que a ideia original bem explicada teria vendido melhor
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Ivan Rocha
Ivan Rocha@ivanrocha·
@VEJA - CIA convida Khamenei para ilha Epstein. - Khamenei diz não. - CIA: Khamenei é gay
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cats with jobs 🛠
cats with jobs 🛠@CatWorkers·
He got a job at Pixar.
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FEPAL - Federação Árabe Palestina do Brasil
Seleção masculina de futebol do Irã homenageia as mais de 160 meninas iranianas assassinadas por "israel"-EUA em escola antes de partida amistosa contra a Nigéria.
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République
République@republiqueBRA·
🖋️ 🦋 Estúdio de tatuagem de Mauá (SP) oferece tatuagens de borboleta gratuitas para mulheres em "campanha" contra "redpills".
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JIN
JIN@JINfutebol·
Bom dia! Ainda não está na melhor qualidade. Mas em breve vem aí Aguardem ..
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・ Ice ・  Ⅹ ・
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@CarlosX777777 Ela segue solta, responderá em liberdade. Um ex-presidente, tratado como alvo, condenado por um crime que não cometeu, agora recebe como “concessão” uma prisão domiciliar provisória e humanitária.🤡 Brasil, onde a régua não mede — ela escolhe. Brasilllllllllll
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・ Ice ・  Ⅹ ・
・ Ice ・  Ⅹ ・@IceXTruths·
Cientista suspeita de furtar laboratório na Unicamp tem empresa que produz vírus transgênicos Você olha pra manchete e pensa que é ficção científica barata, dessas que passam de madrugada e ninguém leva a sério. Mas não. É Brasil. É universidade pública. É laboratório de alta segurança. E, no meio disso tudo, uma cientista suspeita de desviar material biológico como quem leva um pen drive no bolso. Segundo as investigações, não era qualquer coisa. Eram amostras virais, manipuladas fora de protocolo, circulando onde jamais deveriam circular. E aí vem o detalhe que transforma o enredo em algo ainda mais indigesto: a mesma pessoa ligada a uma empresa capaz de produzir vírus transgênicos. Percebe o tamanho do abismo? O Brasil que não consegue proteger um celular dentro de um ônibus agora precisa garantir a segurança de material biológico sensível. E falha. Miseravelmente. Não por falta de tecnologia. Mas por excesso de irresponsabilidade, descontrole e aquela velha cultura de “ninguém viu, ninguém sabe”. O mais curioso é o silêncio elegante que costuma acompanhar esse tipo de episódio. Se fosse em outro país, estaríamos falando em crise de segurança nacional. Aqui, vira nota de rodapé, quase um detalhe técnico. Mas não é técnico. É estrutural. Porque quando material biológico some de um laboratório e reaparece em lugares indevidos, não é só uma infração administrativa. É um sintoma. Um sintoma de um país que brinca com coisas sérias como se fossem irrelevantes, até o dia em que deixam de ser. E aí, como sempre, todo mundo finge surpresa. O Brasil não é um país de escândalos inesperados. É um país de escândalos anunciados que ninguém leva a sério até virar problema real. E quando virar, não adianta procurar o vírus. Ele já vai ter encontrado você.
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História No Paint
História No Paint@HistoriaNoPaint·
os países permitidos (até agora) a passar no Estreito de Ormuz
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Ivan Rocha
Ivan Rocha@ivanrocha·
@rghcwb Qual é a pira que eu não tô entendendo, o Grêmio não é azul? O amarelo nas escadas é por padrão de segurança não??
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ᗰᗩƳᖇᗩ
ᗰᗩƳᖇᗩ@LePapillonBlu2·
Here’s ICE being chased by the residents of Los Angeles.
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Ivan Rocha
Ivan Rocha@ivanrocha·
como age aquela turma que usa antissemitismo pra tudo:
Mansur Peixoto@MansurPeixoto

Testemunhamos o crescimento vertiginoso do preconceito anti-islâmico e do racismo contra povos identificados como "muçulmanos" (atingindo, inclusive, pessoas que sequer são muçulmanas) no Brasil. Observamos uma ação coordenada entre figuras de diferentes campos políticos na produção de conteúdos que visam demonizar os muçulmanos que vivem no país, em operações semelhantes às que muçulmanos em outros países já sofreram ao longo do século XXI, como nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Austrália. Ao que tudo indica, os métodos utilizados pela extrema-direita ocidental se repete no Brasil – como de costume, dada a falta de criatividade deste espectro político no contexto brasileiro. Além dos conteúdos de perfis e falas e projetos de figuras ligadas ao catolicismo de direita, também vemos este recrudescimento na postura de perfis sionistas para com os muçulmanos. O processo mudou um pouco, no entanto. Antes, o foco era difuso, contra pregadores e religiosos inalcançáveis, no outro lado do mundo, com falas retiradas de contexto e cirurgicamente selecionadas para atiçar as respostas mais vis daqueles que desconhecem o Islã e os muçulmanos. Agora, vemos que voltam seu foco a figuras que atuam no Brasil, expondo instituições e lideranças muçulmanas – tanto xiitas quanto sunitas – que vivem há muito tempo no Brasil. Dentre os vídeos descontextualizados que circulam, vemos o logo da MEMRI, uma pretensa instituição israelo-americana fundada por ex-oficiais de inteligência e cientistas políticos de Israel em 1998. A instituição se notabilizou com suas traduções de trechos de pregações, programas de TV, debates, do mundo árabe – muitas vezes com a repercussão saindo pela culatra, transformando o nome da instituição em sinônimo de meme. Uma das respostas mais escabrosas ocorreu a um vídeo retirado da página do Facebook da Mesquita do Brás, que circulou para além da página que o compartilhou primeiro no Brasil (StandWithUs). São inúmeros comentários com ameaças de bomba, realização de Cruzadas, expulsão dos muçulmanos do Brasil (alguém conta pra eles que a maioria dos muçulmanos no país são brasileiros?), imputação de crimes aos muçulmanos, clamores pela derrubada da mesquita paulista e por aí vai. Como temos denunciado nos últimos anos, a situação está ficando feia para os muçulmanos no Brasil. Precisamos continuar nos mobilizando para enfrentar o preconceito. Responda à ignorância com o conhecimento. Faça vídeos. Leve essas questões às lideranças da sua comunidade e às autoridades. Ou estamos esperando a repetição de um Massacre de Christchurch em terras brasileiras?

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