Taxa de Juros: 14.5%
Inflação do Brasil: 4.39%
Com a taxa de juros em 14,5%, o custo de oportunidade é tão alto que qualquer investimento tradicional se torna COMPLETAMENTE SEM SENTIDO. Essa taxa sequestra TODO capital que deveria ir para a produção e torna inviável qualquer novo empreendimento de tecnologia e infraestrutura, mantendo-o estacionado no rentismo. E o Brasil, estacionado em séculos passados.
Com uma inflação constante de 4,39%, em apenas 10 anos, R$ 100,00 passam a valer apenas R$ 64,80 em termos de poder de compra real. Você perde mais de 1/3 do seu patrimônio sem "gastar" um centavo.
O resultado é o que vemos no gráfico, um abismo socioeconômico cada vez mais maior.
Falta d’água, água suja, aumento das reclamações e das tarifas. E agora, uma tragédia.
A privatização da Sabesp só foi boa para quem comprou a empresa. Para a população, ficou o prejuízo.
As reclamações contra a empresa subiram 70%. Enquanto isso, o lucro da Sabesp cresceu mais de 30%.
Os paulistas merecem respeito, segurança e acesso digno à água. Esperamos que, diante dessa tragédia, o governo trate o patrimônio público e a vida da população com mais responsabilidade.
O Vaticano e o Irã: quando a diplomacia silencia a moral
**Por que o abraço do Papa Leão XIV ao regime iraniano é uma traição moral sem precedentes**
Hoje, 12/05/26, Enquanto jovens iranianos são enforcados em guindastes públicos pelo regime dos aiatolás, executados por ousarem sonhar com liberdade, o Papa Leão XIV entregou ao embaixador da República Islâmica a mais alta honraria diplomática do Vaticano.
Leia novamente. Deixe a frase assentar.
A Igreja que proclama defender os oprimidos, que erigiu em dogma a dignidade humana, que canonizou mártires por resistirem a tiranias exatamente como esta, essa mesma Igreja escolheu condecorar os carrascos.
O que significa esta medalha?
Não se trata de um gesto protocolar banal. Uma honraria diplomática vaticana não é um cartão de visita trocado num corredor. É uma declaração política deliberada, carregada de simbolismo moral e teológico. É o Vaticano dizendo ao mundo: *este regime merece respeito. Este regime é um interlocutor legítimo da paz.*
Paz. A palavra que o Papa usou para justificar a distinção.
Que paz? A paz dos enforcados? A paz das mulheres presas por não usarem véu? A paz dos manifestantes fuzilados durante o levante de 2022, cujos corpos as famílias não puderam nem reclamar sem pagar pela bala que os matou?
Se isso é paz, então a palavra perdeu todo o significado ou o Papa perdeu sua bússola moral.
Uma traição com nome e rosto
O Papa Leão XIV não ignorou os crimes da Guarda Revolucionaria. Nenhum líder mundial, em 2026, pode alegar ignorância sobre o que o regime de Teerão faz ao seu próprio povo. As imagens dos guindastes são públicas. Os relatórios da ONU são públicos. Os nomes das vítimas são públicos e não sao poucos, mais de 40 mil pessoas massacradas
A condecoração, portanto, não é ingenuidade. É escolha.
E escolhas têm consequências morais. Ao estreitar a mão do representante de um regime de terror, o Papa não apenas legitima os algozes, ele abandona ativamente as vítimas. Envia a cada iraniano que arrisca a vida nas ruas uma mensagem inequívoca: *a Igreja não está do vosso lado.*
O sangue que mancha aquela medalha não é metáfora. É o sangue de Mahsa Amini. É o sangue dos jovens de Zahedan. É o sangue de cada homem e mulher que o regime dos aiatolás assassinou enquanto o mundo fingia não ver, e que o Vaticano, agora, escolheu oficialmente não ver também.
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O silêncio que condena
O mais perturbador não é sequer o gesto em si é o silêncio que o acompanha. Nenhuma palavra de solidariedade ao povo iraniano. Nenhuma condição posta ao regime. Nenhum reconhecimento das atrocidades. Apenas o brilho da medalha e o sorriso diplomático.
João Paulo II, um Papa que todos se orgulham e admiram, enfrentou o comunismo soviético com coragem moral inabalável. Desafiou ditadores. Visitou prisioneiros. Fez da sua voz um escudo para os sem voz.
Leão XIV escolheu outra herança: a dos papas que, por cálculo geopolítico, covardia institucional, ou ideologia distorcida preferiram a cortesia dos imprestáveis à defesa dos esmagados.
A história não costuma ser gentil com essa escolha.
Ao Papa, diretamente
O senhor não representa apenas uma instituição diplomática. Representa, segundo a fé de mais de um bilhão de pessoas, a voz do Catolicismo na terra, e Jesus, pelos próprios Evangelhos que o senhor professa, não condecorou os que enforcam. Defendeu os que são enforcados.
O senhor pode ainda desfazer parte deste dano. Pode falar. Pode nomear os crimes pelo que são. Pode dirigir uma palavra pública de solidariedade ao povo iraniano que hoje morre pedindo apenas a liberdade que o senhor tem o privilégio de exercer todos os dias dentro dos muros dourados do Vaticano.
O silêncio, a esta altura, é cumplicidade.
E a história, e 👆, tomará nota.
*A traição moral não precisa de violência para ser traição. Por vezes, basta uma medalha.*
Mais um grave acidente no Anel Rodoviário. Carreta desgovernada, dezenas de veículos envolvidos e famílias em desespero. E o pior: isso virou rotina.
A solução existe. O Estado está pronto para fazer a obra do Rodoanel e dar mais segurança pra população. O que trava tudo hoje são ações judiciais por interesses políticos escusos.
Enquanto a obra não sai do papel, vidas continuam em risco, mesmo com o dinheiro disponível, para começar imediatamente. Até quando?
O Citroen Basalt, que é FABRICADO NO BRASIL, lá no Paraguai está custando 40 mil reais a menos que as unidades que são vendidas em solo brasileiro.
Mano. Não dá… eu desisto
Lula prepara 2 decretos para endurecer a censura nas redes às vésperas da eleição.
O primeiro completa a desfiguração do Marco Civil iniciada pelo STF, exigindo remoção rápida de conteúdos, incluindo “atos antidemocráticos”.
Na prática? Censura contra a direita. 🧶
@ASachsida Concordo com tudo. Para acelerar isso tudo talvez valha a pena assinar um arrendamento do país para os USA por somente 200 anos. No vencimento avaliaremos se queremos renovar o arrendamento
Um Projeto de Desenvolvimento Econômico para o Brasil
O Brasil carece de um projeto estruturado de desenvolvimento econômico. O que existe hoje no país não é um projeto de desenvolvimento, mas sim um projeto extremamente bem elaborado de destruição da riqueza nacional e apropriação do pouco excedente por grupos de interesse. Explicarei em detalhes nesse texto: a situação atual e a solução para o problema.
No Brasil de hoje parte expressiva das riquezas brasileiras não podem ser exploradas por restrições legais. Dois exemplos ilustram o caso: a margem equatorial onde uma riqueza enorme permanece inexplorada no Brasil por questões legais, mas que é explorada e gera desenvolvimento econômico em nossa vizinha Guiana. O segundo exemplo é a mineração. O Brasil tem tudo para ser um polo atrator de bilhões de dólares em investimentos na área mineral, mas novamente nossa legislação é arcaica e grupos de interesse já estabelecidos impedem a expansão dessa importante atividade econômica no Brasil. Um exemplo simples, suponha que você encontre ouro. Após você encontrar uma mina de ouro o tempo médio para começar o processo industrial de mineração é superior a 10 anos.
O retrato acima não é um ponto fora da curva. Em praticamente todas as atividades de grande porte a legislação brasileira, seja ela federal, estadual ou municipal é uma barreira difícil de ser vencida. Dou outro exemplo: se uma grande empresa tentar se instalar em seu município, seja ela qual for seja qual for o município, existe uma chance razoável de que entre a decisão de instalar uma filial em seu município e o efetivo começo das obras o tempo médio supere os 10 anos. Com efeito, são poucas localidades onde esse tempo é inferior a 7 anos.
Parece haver um acordo tácito no Brasil onde grandes grupos se apropriaram do Estado e dado que o excedente é pequeno decidiram distribuir entre eles esse excedente. Essa não é uma leitura nova do cenário brasileiro e creio que boa parte dos pesquisadores concorde com esse ponto. Então o subdesenvolvimento brasileiro não foi obra do acaso, mas da adoção de um conjunto de decisões políticas baseadas numa antiga e inapropriada maneira de se entender política econômica. No Brasil, parte expressiva dos analistas entende política econômica como um conjunto de medidas para estimular determinado setor ou atividade. O Estado decide quais são as indústrias estratégicas e um rol extensivo de políticas industriais, de crédito, tributarias e subsídios são direcionados a essa área.
Com o aporte bilionário de recursos essas áreas crescem. Contudo, como esses recursos são retirados de outras áreas o restante da economia encolhe. Pior, toda vez que tal política dá errado cria-se um problema gigantesco de má alocação de recursos. Isto é, retiram-se recursos dos setores mais dinâmicos da economia para investir em setores mais arcaicos, justamente os setores dos “amigos do rei”, os grupos de interesse que operam no Brasil são efetivos em transferir recursos do restante da economia para os setores onde operam. Esses setores ganham e eles mantém sua riqueza, o restante da economia empobrece e a classe média fica cada vez mais reduzida e espremida por impostos, regulações e burocracias. Lembra algum país?
Até aqui mostramos duas coisas: parte da legislação brasileira é arcaica e inadequada para o mundo atual prejudicando a inovação, o empreendedorismo e a atividade econômica. Como o país não se desenvolve grupos de interesse tratam de direcionar o pouco excedente gerado para suas próprias áreas prejudicando o restante da população.
Para corrigir esse problema o Brasil precisa de um projeto econômico de nação que coloque o povo brasileiro no centro do debate. A boa notícia é que essa questão já foi debatida e tem uma resposta simples: que tipo de planejamento econômico você quer para o Brasil? Um onde o Estado decide os campeões nacionais ou outro onde é o empreendedor que decide o que fazer com seu dinheiro, ficando o Estado responsável por elaborar leis simples, justas, pró-mercado e que trazem segurança jurídica e previsibilidade? Se você escolheu o planejamento central você escolheu o modelo soviético base para boa parte das políticas econômicas adotadas pelo Brasil nos últimos 50 anos. Se você prefere um modelo mais dinâmico a política econômica fica simples: reduzir gastos do governo, reduzir tributos, deixar o dinheiro na mão das famílias e das empresas, fortalecer a infraestrutura e reduzir custos logísticos, burocráticos e regulatórios. Enfim, deixar as pessoas e as empresas trabalharem em paz.
Essa ideia começou a ser implementada no Brasil em 2019 com a eleição de Jair Bolsonaro. Hoje, analistas e imprensa se recusam a dar qualquer crédito ao ex-presidente. Contudo, os dados são claros: tributos foram reduzidos, tanto a dívida como o gasto do governo em relação ao PIB foram reduzidos, iniciou-se um amplo movimento de digitalização, desburocratização e desregulamentação econômica, a economia foi sendo gradativamente inserida em cadeias globais de produção, empresas estatais passaram a dar lucro e concessões dinamizaram a entrada de investimentos na infraestrutura do país. Muito foi feito, mas muito ainda há por se fazer.
A legislação brasileira precisa ser atualizada para permitir que a sociedade se adeque aos novos desafios, sobretudo os advindos da revolução tecnológica em curso liderada pela inteligência artificial que irá requerer fortalecimento e aprimoramento de programas educacionais, sociais e de qualificação profissional. Além disso, a nova geopolítica mundial demanda alguns cuidados importantes no que se refere a minerais críticos e produção alimentar, áreas chave no redesenho geopolítico atual. Não cabe ao Estado decidir onde investir, mas cabe ao Estado providenciar uma infraestrutura logística capaz de atender as demandas das empresas e das famílias, além de aprimorar nossa legislação com vistas a reduzir o custo Brasil.
Uma política econômica baseada em consolidação fiscal e reformas pró-mercado pode transformar o Brasil numa potência mundial num período de uma década. Não é sonho, não é aposta. É uma análise fria do momento geopolítico atual onde cadeias de produção e fluxos de investimento dos Estados Unidos, América, Europa e partes da Ásia buscam países que são seguros, amigáveis ao comércio e que, além disso, são rotas marítimas seguras para garantir seu fluxo abastecimento.
Em termos geopolíticos temos guerra na Europa, instabilidade no Oriente Médio e no Leste Asiático. Além disso, a nova realidade demonstrou a diversos países quão arriscado é ficar refém do fluxo de mercadorias de rotas arriscadas e geopoliticamente perigosas. Mesmo que aconteça a paz amanhã, ainda assim as lições desses conflitos deixaram marcas no mundo. E essas lições são simples: é perigoso depender de rotas marítimas difíceis de defender ou de colocar investimento em países geopoliticamente opostos. Nesse cenário, o Brasil é o grande porto seguro mundial para o investimento, desenvolvimento tecnológico, inovação e manufatura. É a hora e a vez do Brasil, mas para isso precisamos escolher se queremos mesmo nos desenvolver ou se vamos escolher mais uma vez perdermos a oportunidade. Oportunidades assim não esperam para sempre, outros países como Argentina e México já sinalizam que querem ser esse porto seguro mundial. O Brasil é a melhor opção, mas para isso precisamos acreditar e mudar nossa trajetória.
@ografista Em 3 anos os carros de hoje valerão pó. Em seis anos serão totalmente obsoletos ( ferro velho). O caminho universal será aluguel, direto das montadoras. Comprar ativo que gera despesa e deprecia em modo acelerado é mau negócio. Pense apenas em aluguel
Trocar seu carro por um elétrico é lógica, não achismo. Brasileiro tem preconceito porque não faz conta. Em 10 anos, eles dominarão o mercado
Vantagens:
• Mais conforto, tecnologia e acabamento
• IPVA isento
• Zero gasolina
O foco é custo de oportunidade: o que você economiza vira aporte em juros de dois dígitos, acelerando seu patrimônio.
"E a bateria?" A vida útil (BYD Dolphin) chega a 1,4 milhão de km. Rodando 15 mil km/ano, duraria 93 anos. Mesmo que envelheça antes, a manutenção poupada e os juros do investimento já pagam a troca.
"E a revenda?" A demanda por novos (como o Dolphin Mini) já é recorde. O mercado de usados seguirá o mesmo fluxo. É lei da oferta e procura.
@ecamargoandrade@Estadao Eu, como você, concordo com a expulsão e consequências pecuniárias e incluo as porradas que esses vagabundos tomaram da polícia
@Estadao Ao contrário de muitos, não defendo 14 anos de prisão para este atentado democrático ao Estado de Direito, mas sim o pagamento dos danos ao patrimônio público e o devido processo acadêmico para possível expulsão da universidade subsidiada com dinheiro público.
PM retira estudantes que invadiram reitoria da USP; alunos relatam uso de gás e cassetetes 🔗 x.gd/LUSs0
Área segue sob ocupação policial na manhã deste domingo e estudantes detidos já foram liberados; procurada, polícia informou que deve enviar nota em breve
Zero surpresa.
Moraes suspendeu a Lei da Dosimetria porque, no Brasil, quando a lei pode limitar o arbítrio da toga, ela vira “risco à democracia”.
O Senado precisa ser cobrado. Ou cumpre seu papel constitucional, ou assume de vez que virou plateia do poder sem voto.