Daniel Pinéu

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Daniel Pinéu

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@DanielPineu

Amsterdão Katılım Ocak 2020
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João Cancela
João Cancela@joaoc·
Nem todas as clivagens passam por famílias políticas, escolas científicas ou afinidades culturais. Às vezes, a linha é simples de traçar: entre pessoas decentes e merdosas. Recentemente, o mundo tem sido generoso para estas últimas; mas não será para sempre, nem mesmo na Flórida.
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Não devemos nunca confundir o que gostaríamos que fosse a realidade, com o que é a realidade. Infelizmente esta guerra produziu mais problemas do que resolveu, sobretudo para os iranianos - já para não falar das vítimas em Israel, Líbano, e nos países do Golfo. E da crise económica. E de uma consolidação do poder chinês e erosão do poder americano. É um custo alto para substituir um Khamenei por outro, e para ter a Guarda Revolucionária Iraniana a consolidar o seu poder interno apesar de ter perdido chefias.
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Jorge Azevedo
Jorge Azevedo@JorgeAz71332683·
@DanielPineu Só te falta o turbante para estares “infelizmente” ao nível das tuas afirmações!
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
O plano de paz M. Javad Zarif, ex-ministro dos negócios estrangeiros do Irão, e um dos arquitectos do acordo nuclear de 2015, é provavelmente a forma mais paragmática e exequível de terminar de forma negociada o conflito, antes que o choque energético em curso se torne numa das piores recessões de sempre. Não tenho dúvidas que Zarif enfrentará duras críticas em Teerão pelo que propõe. Resta saber se os hardliners de todos os beligerantes (Irão, EUA, Israel) terão o bom senso de sair da armadilha da escalada em que se posicionaram. No meio de tudo isto, a diplomacia Europeia, que poderia aproveitar isto para dar força a uma iniciativa multilateral séria, e muito do seu interesse, está muda (ou comatosa). foreignaffairs.com/middle-east/ho…
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Edward Luce
Edward Luce@EdwardGLuce·
Strange situation where we await a statement from Iran to check whether there's any truth to what US president is saying.
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Todas as 6as feiras, tenho o prazer de conversar com a @joana_ricarte e o Nuno Mota, a tentar fazer sentido do mundo actual e das ansiedades que provoca.
Joana Ricarte@joana_ricarte

O novo podcast @antena1rtp "O Mundo no Divã" já está disponível! Um psicólogo que gosta de política, dois cientistas políticos a tentarem compreender a loucura dos nossos tempos. @DanielPineu Ouçam aqui: 🎧Apple Podcasts podcasts.apple.com/pt/podcast/o-m… 🎧Spotify open.spotify.com/episode/4TFeDo…

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Esfandyar Batmanghelidj
Esfandyar Batmanghelidj@yarbatman·
Writing in the superb @Equatormag for the first time, I make the case that "maximum pressure" sanctions were always going to end in war because they systematically destroyed the distinction between civilian and military power in both Washington and Tehran. The piece is part of a round-up on the Iran war including great reflections from @NewLeftEViews, @DavidKlion, and Naghmeh Sohrabi. equator.org/articles/death…
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Não está, mas já esteve. A escola, que já fez parte da base, não está integrada na base há mais de 10 anos. As crianças que vão à escola são na sua maioria (mas não totalidade), filhas de membros da Guarda Revolucionária. Isto significa que a escola mantém a sua função e estatuto protegido como objecto civil (e manteria mesmo que estivesse fisicamente englobada na base militar, como um hospital militar, à partida, também). É normal haver infraestrutura civil perto de bases militares - o centro de comando das IDF, HaKirya está num bairro residencial de Tel Aviv, e tem umas 10 escolas num raio de 500 metros. Seria criminoso advogar ataques _directos_ contra qq uma delas e justificá-lo com a lenga lenga dos escudos humanos. E mesmo ataques legítimos a esse objectivo militar teriam de tomar todas as precauções para evitar ou menorizar baixas civis. Acresce que os EUA e Israel têm à sua disposição munições de precisão, algumas delas com a capacidade de atacar uma divisão específica numa casa, portanto usar munições mais mortíferas / indiscriminadas (e múltiplas) é uma escolha. E um crime de guerra.
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Jorge Vaz
Jorge Vaz@jfmvaz·
@joaoc a escola parece estar dentro do complexo do GRI uma decisão inteligente do tipo hamas?
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João Cancela
João Cancela@joaoc·
"A body of evidence assembled by The New York Times indicates the school building was severely damaged by a precision strike that occurred at the same time as attacks on an adjacent naval base operated by the Islamic Revolutionary Guards Corps."
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Danny (Dennis) Citrinowicz ,داني سيترينوفيتش
Everything ultimately comes back to one central issue: successive U.S. administrations have suffered from a deep conceptual gap in how they understand the Iranian regime. From the outset, many regional experts argued that Tehran operates with clearly defined red lines — particularly regarding regime survival, strategic deterrence capabilities, and regional influence and that it would not abandon those core interests, even at the risk of military confrontation. Those warnings were often discounted in favor of the assumption that sufficient economic or military pressure would eventually compel capitulation. Recent developments should make one thing clear: military escalation is unlikely to force Iran into surrender. On the contrary, external threats tend to reinforce the regime’s internal cohesion and validate its long-standing narrative of resistance. What makes this moment especially unusual is that both sides arguably prefer an agreement over open conflict. Yet negotiations repeatedly fail not necessarily because the objectives are irreconcilable, but because the perceptual gaps and profound mistrust prevent meaningful compromise. Washington often views Iran through a Western rationalist framework: the belief that escalating pressure inevitably produces pragmatic concessions. Tehran, however, interprets sustained pressure as proof of structural hostility, reinforcing its determination to resist. As long as U.S. policymakers continue to assess Iran primarily through a Western political lens — projecting assumptions about cost-benefit calculations that do not fully account for ideological legitimacy, revolutionary identity, and deterrence psychology then confrontation becomes less a policy choice and more a matter of time. The core issue is not whether pressure works. It is whether U.S. strategy is grounded in an accurate understanding of how this particular regime defines risk, survival, and victory.
Acyn@Acyn

Witkoff on Iran: The president is curious as to why -- I don’t want to use the word capitulated but why they haven't capitulated. Why under this pressure with the amount of naval power over there, why they haven't come to us and said we profess we don't want a weapon…

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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Assumir o erro, corrigir, pedir desculpa, fornecer o link do texto original, e dizer que estou disponível para discutir _os outros 5 pontos_ é fugir com o rabo à seringa. Ser cuidadoso ao distinguir entre o discurso e a pessoa, e mostrar que o artigo original tem uma posição mais complexa do que a capa partilhada, e trazer dados para contextualizar o debate é difamar. Um dos lados convida ao diálogo, o outro apelida de palerma, pinguim, pinypon, mas sou eu que devo “procurar um buraco”. Notável. Mas o mais notável é esta forma de discutir publicamente. Em que as metáforas são todas violentas: um lado “destruiu”, “arrasou”, “aniquilou” o outro lado. Em que um erro é “uma mentira”, pedir desculpa é um sinal de fraqueza e derrota, uma vergonha. Em que os dados importam menos do que a batalha ideológica. Em que se mistura o ataque ao discurso com o ataque à pessoa. Em que não aprendemos nada, nem chegamos a conclusões comuns: humilhamos definitivamente o outro lado, ou retiramo-nos e apagamos todos os vestígios da fraqueza ou do erro, ou bloqueamos. Enfim…
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vDesign 🚜
vDesign 🚜@vitorinodesign·
@DanielPineu @sofiafonsoferre @fcancio Chama-se fugir com o rabo à própria seringa Daniel, fica bem assumir que errou, precipitou e difamou. Agora era meter o rabo entre as pernas e procurar um buraco, pelo menos por umas horas!
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
@sofiafonsoferre Entendo perfeitamente, e dia de trabalho para mim também. Não tenho qualquer problema em esperar
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Sofia Afonso Ferreira
Sofia Afonso Ferreira@sofiafonsoferre·
@DanielPineu Terei todo o gosto em o corrigir. Tem é de esperar que hoje é dia de trabalho e bastante importante a nível político. Cumprimentos
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Sofia Afonso Ferreira
Sofia Afonso Ferreira@sofiafonsoferre·
Foi buscar lã e voltou tosquiado.
Daniel Pinéu@DanielPineu

Tirando o facto de: 1. esta ser uma capa falsa (aqui está a original: ngsingleissues.nationalgeographic.com/ngm_october_20…); 2. de não ser de todo o tipo de análise ou comentário feito pela revista, configurando desinformação; 3. de ser de há uma década atrás; 4. de os números revelarem a falácia deste tipo de meme (entre 2010 e 2016, migraram para a Europa 3,7 milhões de muçulmanos, e cerca de 1,3 milhões tiveram estatuto de refugiados: isto significa um influxo em 4 anos de cerca de 0,7% do total de 743,4 milhões de europeus. Em 2016 a população de muçulmanos na UE - imigrantes e muçulmanos europeus - não chegava ao 5% do total); 5. de os dados mostrarem no geral um impacto líquido positivo da migração da crise dos refugiados, seja nível de output económico, sustentabilidade segurança social, e reversão do envelhecimento da população, todos eles desafios estruturais para a UE; 5. ser um post incrivelmente xenófobo (basta imaginar o que diria a Sofia, ou qq pessoa minimamente decente, se a capa tivesse refugiados ou migrantes judeus, e implicasse que eram, como um grupo, um "problema" para a Europa) 6. ser um post incrivelmente racista (basta ver como a Sofia parece estar preocupada com os 5 milhões de migrantes e refugiados oriundos do Médio Oriente, mas não ter mencionado de todo os 4,7-6 milhões de refugiados e migrantes ucranianos absorvidos pela UE. Está tudo ótimo, de facto. Parabéns por elevar o discurso público, Sofia.

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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
@MinervaRevista_ @sofiafonsoferre Literalmente faz parte da definição do conceito de mentira, a intenção de enganar. Senão, como se distingue uma mentira de uma elocução incorrecta / um erro?
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Sofia, tenhamos ambos juízo, e um mínimo de decência. Não a ofendi - teci comentários sobre o seu post. Não é contra a sua pessoa, é contra o seu discurso público. Errei cabalmente num de 5 pontos, parcialmente noutro - e reconheci, expliquei e pedi desculpa. Mantenho os outros. Não sei que assunto quer que eu vá estudar, faço-o de bom grado, é a minha profissão. Mas em matéria de informação factual v propaganda… não creio que a Sofia esteja em posição de dar lições. Cumprimentos
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Sofia Afonso Ferreira
Sofia Afonso Ferreira@sofiafonsoferre·
Tenha juízo – espalhou-se ao comprido. Vomitou ofensas até mais não. Ridicularizou-se. Ainda quer uns klenex para enxugar o choro? Como é que é possível comentadores deste fraco calibre nas televisões? Em vez de me chatear vá estudar os assuntos e aprenda a distinguir entre informação e propaganda.
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
@sofiafonsoferre Bastante mais criativo. Não sendo a primeira vez que ouço, já não ouvia desde a escola preparatória. Agradeço as boa memória que isso me traz.
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Verdade. Achar que qq indivíduo, por fazer parte de um grupo étnico ou religioso, automaticamente é xenófobo configura, em si, xenofobia. Aliás, basta aplicar um standard simples: se alguém disser que um judeu, por ser judeu, é automaticamente islamofóbico ou genocida, isso não é anti-semitismo? Eu acho que é.
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JVieira
JVieira@Joaquim58394381·
@DanielPineu @sofiafonsoferre Não querer viver com xenófobos não faz de ninguém xenófobo. É um acto de inteligência e bom senso.
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
@sofiafonsoferre @fcancio Afinal foi o tema de capa, numa versão da revista que não encontrei on-line e não está listado nos arquivos da Mational Geographic, onde fui procurar. Isso invalida totalmente o meu ponto 1. Os restantes pontos mantêm-se
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
A @fcancio acabou de me alertar que, de facto, a National Geographic publicou um trabalho sobre o tema, em 2016, intitulado: "How the latest great migration is reshaping Europe". Não foi o tema de capa, tinha fotos bastante mais diversas do que apenas uma família árabe, no caso a família al Khader (o artigo fotografa e menciona Turcos, Sikhs, Etíopes, etc.). O artigo foca-se sobretudo sobre os desafios à integração no contexto alemão, e reflecte sobre a relação dialética com o crescimento da extrema direita. Fala de como esse novo contexto dificulta a integração, e de como em 2016 o debate sobre a imigração está a mudar atitutes culturais alemãs. Discute os elementos positivos da emigração. Termina com uma reflexão sobre o medo da diferença e do outro e os paralelos com o que aconteceu aos judeus, e com a seguinte legenda de uma foto: "A NEW BEGINNING Small towns are dying out across Europe. Some Italian towns are trying to reverse the trend by bringing in refugees to repopulate and help rebuild their communities. In this video an Italian man and a young Senegalese refugee create an unlikely bond in the medieval southern Italian town of Camini.". Portanto, isto invalida parcialmente os meus pontos 1 e 2, embora de forma menor, pq a seleção daquela foto em particular, e o fazer-se passar por capa, e o não dar link para o artigo nem contexto do artigo, configuram manipulação da informação. Mantenho os restantes pontos, inalterados, e convido tod@s a ler o artigo original (nationalgeographic.com/magazine/graph…) - notando ainda assim a discrepância entre o título oficial ("The new Europeans - voices from a changing continent") e o título no link, bem como o facto de várias das pessoas nos fotoretratos não serem muçulmanas.
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Daniel Pinéu
Daniel Pinéu@DanielPineu·
Uma mentira implica intenção. Não a houve - foi um erro. Que assumo e pelo qual peço desculpa. De resto, tentei verificar on-line e não encontrei essa capa. As informações não estão todas erradas - aliás, convido a Sofia e restantes leitores a acederem ao conteúdo do artigo e formarem a sua própria opinião. Tenho todo o prazer em passar links que suportam os dados e afirmações do meu post. Quanto à redundância, se acha que sintaxe é um limite da sua tolerância, mas a xenofobia, a islamofobia e a justificação de crimes internacionais são aceitáveis… de facto estamos conversados
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Sofia Afonso Ferreira
Sofia Afonso Ferreira@sofiafonsoferre·
Para além de ter mentido descaradamente a afirmar que a revista era falsa, as informações todas erradas porque pensa que somos todos estúpidos, as inúmeras ofensas sem me conhecer de lado nenhum, o que eu não tolero de todo é que alguém escreva na minha conta 'há uma década atrás'. Há limites. Parabéns por ridicularizar o seu próprio 'discurso'.
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