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@FaustoTaruma

Bring it on

Moçambique Katılım Ocak 2022
457 Takip Edilen132 Takipçiler
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poesiatodosdias@FaustoTaruma·
@cpt340 Quanta honra e coragem mostram os espanhóis. Nós fartíssimos da deriva do Trump e do sionismo cínico aplaudimos.
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José Correia Guedes
Espanha acaba de fechar o seu espaço aéreo a todo e qualquer avião americano envolvido na guerra com o Irão. Só situações de emergência serão acolhidas. A utilização das bases conjuntas de Móron (USAF) e Rota (NAVY) já estava condicionada pelas mesmas razões bem como os reabastecimentos em voo
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José Correia Guedes
Boeing AWACS E3 Sentry matrícula 81-0005 aparentemente destruido durante um ataque iraniano à Prince Sultan Air Base na Arábia Saudita. Este avião radar, com custo aproximado de US$300 milhões por unidade, é baseado no nosso bem conhecido Boeing 707, o avião que mudou a história da aviação comercial e que tive o privilégio de pilotar na TAP. O que mais impressiona nestas imagens é a precisão do míssil que destruiu a enorme antena de radar que permite detetar alvos a centenas de quilómetros de distância. A Força Aérea dos EUA tem apenas 16 destes aviões absolutamente fundamentais para deteção de ameaças aéreas, comando e controle. Faltou apenas dizer que os E3 Sentry cuja média de idades é superior a 40 anos estão a ser gradualmente substituídos pelos E7 Wedgetail, uma adaptação do Boeing 737 que também pilotei durante anos. Nestes tempos em que os comandos de voo fly by wire estão generalizados será oportuno lembrar que tanto o Boeing 707 como o 737 podem ser pilotados com recurso a cabos e roldanas em caso de falha dos respetivos sistemas hidráulicos. Não é tarefa fácil, garanto, mas consegue-se
José Correia Guedes tweet mediaJosé Correia Guedes tweet mediaJosé Correia Guedes tweet mediaJosé Correia Guedes tweet media
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poesiatodosdias
poesiatodosdias@FaustoTaruma·
@Muianga Para mim, fica claro que subestimaram o Irão. Aquele conversa entusiasmada de acabamos com os lançadores, etc era balela.
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José Arlindo
José Arlindo@Muianga·
Os dias passaram e ficou claro que, afinal, esta é uma guerra de Israel, recorrendo a meios estadunidenses, para atingir o Irão nos planos militar e económico, com o objectivo de comprometer o futuro da nação persa. Israel ainda não está preparada para pôr termo à guerra, mas Trump já quer sair dela há semanas.
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José Arlindo
José Arlindo@Muianga·
🇦🇪🇮🇷 Ataques iranianos atingem a maior fundição de alumínio dos Emirados Árabes Unidos: a Al Taweelah da EGA em Abu Dhabi sofre grandes danos. Isto acontece depois de Israel ter atacado as siderurgias iranianas, as duas maiores: a Mobarakeh Steel em Isfahan, no centro do Irão, e a Khuzestan Steel, no sudoeste. Isso levou o Irão a retaliar. O impacto vai além dos Emirados. Os produtores de alumínio do Golfo representam cerca de 9% da oferta mundial, e a guerra já vinha a perturbar exportações devido às limitações na rota normal de escoamento pelo Estreito de Ormuz. ________________ Fábricas de alumínio primário (smelters/fundição primária) no Médio Oriente: • Bahrain: 1 - Alba. • Emirados Árabes Unidos: 2 - Jebel Ali e Al Taweelah, ambas da EGA❌. • Omã: 1 - Sohar Aluminium. • Qatar: 1 - Qatalum. • Arábia Saudita: 1 - Ras Al Khair / Ma’aden Aluminium. Se Israel e o Irão continuarem nesta lógica, em breve já não vai importar a oferta de preço da energia para tirar a Mozal da suspensão 🙈
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Mario Nawfal@MarioNawfal

🇦🇪🇮🇷 Iranian strikes hit UAE's biggest aluminium smelter: EGA's Al Taweelah in Abu Dhabi takes major damage This happens after Israel attacked Iran's steel manufacturers, the 2 biggest ones, Mobarakeh Steel in Isfahan, central Iran, and Khuzestan Steel, in the southwest. This made Iran retaliate accordingly. Seems like every time Israel attacks, it's the Gulf that suffers. Source: Reuters

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poesiatodosdias
poesiatodosdias@FaustoTaruma·
@Rdiasmz Israel matou vários generais iranianos nestes últimos 5 anos. Isso não impede a humilhação que está a passar no campo de batalha.
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Ricardo Dias 🇲🇿
Israel anunciou a eliminação de Alireza Tangsiri, o comandante da Marinha do IRGC. ​Tangsiri era considerado a figura central por trás da estratégia de bloqueio e minagem do Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais críticas do mundo para o transporte de petróleo e gás.
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Prof. Antônio Menrod
Prof. Antônio Menrod@dommenrod·
“Há muitas maneiras de matar uma pessoa. Cravando um punhal, tirando o pão, não tratando sua doença, condenando à miséria, fazendo trabalhar até arrebentar, impelindo ao suicídio, enviando para a guerra etc. Só a primeira é proibida por nosso Estado”. Bertolt Brecht, poeta.
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José Arlindo
José Arlindo@Muianga·
O caso dos pais que preferem matricular os seus filhos, em idade escolar, na vizinha África do Sul, embora permaneçam a residir na localidade de Manhoca, no Distrito de Matutuíne, na Província de Maputo.
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André Luiz VBTR
André Luiz VBTR@andrevbt·
1. É o cenário que antecipei há semanas, confirmado por apuração do NYT. Trump procura desesperadamente por interlocutores no Irã. A Casa Branca pede mediação de diversos atores para abrir conversas. A principal razão é a pressão nos mercados de energia. O governo ianque está não
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Lord Bebo
Lord Bebo@MyLordBebo·
🇮🇷🇺🇸 IRGC's spokeperson is not having it: “You cannot call your defeat a deal.” “Has your own infighting reached the point of negotiating with yourselves?” "Previous prices of energy, oil, of all your investments... ...will not return until you understand stability in the region is guaranteed by our armed forces." “We will never compromise with someone like you.” "Not now. Not ever."
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Patricia Mou
Patricia Mou@patriciamou_·
be like Dostoevsky Franz Kafka: “I ran from love because I knew it would destroy me. “ Fyodor Dostoevsky: “I ran into love because I needed it to destroy who I used to be.“
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Mathematica
Mathematica@mathemetica·
“Do not use your energy to worry. Use your energy to believe, to create, to learn, to think and to grow.”
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Adedayo Agarau
Adedayo Agarau@adedayoagarau·
We need African writers to make money so they can build structures for African Writing.
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Reads with Ravi
Reads with Ravi@readswithravi·
This paragraph by Richard Feynman hits so hard: “Fall in love with some activity, and do it! Nobody ever figures out what life is all about, and it doesn’t matter. Explore the world. Nearly everything is really interesting if you go into it deeply enough. Work as hard and as much as you want to on the things you like to do the best. Don’t think about what you want to be, but what you want to do. Keep up some kind of a minimum with other things so that society doesn’t stop you from doing anything at all.”
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Hemant Mohapatra
Hemant Mohapatra@MohapatraHemant·
The curse of intelligence is restlessness, the curse of lacking intelligence is envy. The curse of courage is isolation, the curse of lacking courage is regret.
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🍂@Lovandfear·
Dostoevsky; “People don't want truth, they want comfort dressed as truth.” Franz Kafka; “Reality is too heavy for most people to carry. So they borrow illusions, soft dreams, sweet lies, and call it happiness.”
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André Luiz VBTR
André Luiz VBTR@andrevbt·
QUEM ESTÁ VENCENDO A GUERRA? É DEFINITIVO? 1. A ciência da guerra a encara de forma tripartite, coordenando os aspectos tático, operacional e estratégico. Desde Clausewitz existiam delimitações entre as táticas militares e a guerra enquanto fenômeno estratégico [de natureza
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Raphael Machado
Raphael Machado@camaradamachado·
23 anos atrás, após 21 dias de guerra, Bagdá havia sido tomada e o regime de Saddam Hussein já havia colapsado. Hoje, após 21 dias de guerra, Teerã permanece de pé, tendo expulsado a OTAN e os EUA de boa parte do Oriente Médio, mantendo o Estreito de Ormuz fechado, forçando os EUA a retirar parte das sanções e devastando radares, bases e sistemas defensivos, destruindo aviões, danificando porta-aviões e reduzindo bairros de várias cidades israelenses a escombros. A rápida vitória dos EUA contra o Iraque foi tão inusitada para a maioria dos estrategistas (inclusive do Pentágono!) que ela viciou de maneira quase irreversível as suas mentes em relação ao futuro da guerra. A proposição de Rumsfeld e Wolfowitz de simplesmente bombardear o país sem cessar e, depois, usar uma minúscula força terrestre para "limpar" os restos do exército de Saddam foi considerada uma loucura. Mas funcionou. Só que, aparentemente, ninguém nos EUA entendeu o porquê disso ter funcionado: 12 anos de sanções draconianas após uma guerra (a do Golfo) que já havia destruído praticamente toda a força aérea e os sistemas antiaéreos iraquianos; guerra essa travada logo após o Iraque sair de 8 anos de uma guerra extremamente custosa contra o Irã. Condições únicas, repetíveis apenas contra países em situações específicas de fragilidade institucional e degradação militar por causa de conflitos prévios, sanções e extrema negligência, tudo isso simultaneamente. Saddam Hussein, por exemplo, tinha certeza absoluta de que não seria atacado de novo. Ao contrário, a lição errada aprendida pelos estrategistas dos EUA é de que "you can just do things" e que a doutrina "choque e pavor" deveria se tornar a abordagem padrão dos EUA a todos os conflitos militares. Diante de qualquer ameaça, o modus operandi deveria ser o estabelecimento de supremacia aérea, com uso massivo de mísseis e bombas contra toda a infraestrutura militar, civil e governamental do país, enviando infantaria apenas para fazer uma limpeza final e garantir a ocupação, com forças especiais usadas esporadicamente para algumas missões difíceis e mercenários cuidando de ativos financeirizáveis. Enquanto os inimigos dos EUA se limitavam a pastores de cabras ou países devastados por sanções e atrasados tecnologicamente em décadas, foi possível manter a ilusão de que essa abordagem era a mais adequada e atual para lidar com inimigos. Ademais, como parte dos geopolitólogos estadunidenses passaram a crer que o "caos" tinha valor em si enquanto fenômeno geopolítico, muitos nem se importaram com o fato de que não era possível estabelecer Estados democráticos e estáveis após a derrubada de seus inimigos. O Irã desfez todas as ilusões militares ocidentais fruto da Guerra do Iraque. Na era dos mísseis hipersônicos, dos drones, da ciberguerra, da pluralidade de sistemas de geolocalização e dos sistemas antiaéreos dinâmicos, não é trivial estabelecer supremacia aérea. Os EUA fracassaram nisso. Cercos navais com giganavios não são mais possíveis quando porta-aviões e destróieres podem ser alvejados de forma rápida e contínua por mísseis e drones, bem como ser atingidos por "cardumes" de drones submarinos. Os EUA demoraram a entender isso. Se você não depende do GPS e dispõe de geolocalização alternativa com ajuda de satélites de outra potência, você pode simplesmente localizar os alvos estratégicos do inimigo, especialmente os radares. Os EUA não tinham resposta para isso, porque se acostumaram a enfrentar houthis de sandália e RPG no ombro. Sem radares, o inimigo não tem como se antecipar às suas barragens de mísseis e drones. Os EUA nem cogitaram isso. Como você nunca acreditou que teria que enfrentar inimigos em pé de igualdade se você simplesmente o atacasse com força suficiente, você não investiu em interceptadores antiaéreos, então você não tem como se defender. De novo, isso nem passou pela cabeça dos EUA. É hilário, aliás, que anos atrás os EUA de fato encenaram jogos de guerra contra o Irã. O general encarregado de jogar com o Irã venceu os EUA de forma humilhante, e em vez de aprender com a lição e se adaptar, o Pentágono quis repetir o jogo proibindo o general que jogava com o Irã de realizar uma série de ações que seriam lógicas em suas condições, especialmente o uso de táticas assimétricas. A húbris define e explica o vexame dos EUA nesse conflito com o Irã. Muita coisa, naturalmente, ainda pode acontecer, mas os feitos iranianos até aqui demonstraram que, exceto contra inimigos fragilíssimos, os EUA são tigres de papel. Essa guerra contra o Irã acelerará a transição multipolar de maneiras que mal podemos calcular nesse momento.
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poesiatodosdias
poesiatodosdias@FaustoTaruma·
@Muianga @s_m_marandi Enquanto mostrarem o que estão a mostrar não tem como não vincar. O problema é que muitos pensam que Irão é um tigre de papel, mas não é.
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Seyed Mohammad Marandi
Seyed Mohammad Marandi@s_m_marandi·
So far, over 20 countries have reached out to Iran to align with its new framework for managing the Strait of Hormuz. If, as previously reported, Iran moves to make the yuan the basis for its transactions, something important is unfolding - a new global equation is taking shape.
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