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Falo sobre a vida, as pessoas e suas histórias, marketing, saúde, cérebro e energia. Já fui da área tributária, hoje quero paz.

Sao Paulo, Brazil Katılım Aralık 2008
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Minusfour@Minusfour·
Duas advogadas esconderam um comando invisível numa petição. O juiz viu. A IA não viu. Multa: R$ 84.200,00. Mas aqui está o que ninguém está falando: O problema não é que alguém tentou hackear a IA. O problema é que a maioria das organizações usa IA em fluxos críticos sem saber que isso é possível. Pensa comigo. Nos anos 2000, tinha gente colocando texto branco no fundo branco pra enganar o Google. Chamávamos de black hat SEO. Era crime? Não. Era trapaça? Sim. Agora imagina o mesmo princípio aplicado a: → Uma análise de crédito → Um laudo médico → Um processo seletivo → Um contrato de seguro Você não vai ver o comando. O auditor humano não vai ver o comando. Só a IA vai "ler" — e ela obedece quem sabe falar com ela. A lição? Não é a IA que precisa ser mais inteligente. São as pessoas ao redor dela que precisam ser mais espertas. Toda profissão que colocar IA em posição de decidir vai precisar aprender o básico de segurança, governança e auditoria. Não porque a tecnologia falha. Mas porque os humanos sabem manipulá-la muito bem. IA lê contexto. E contexto pode ser contaminado. A pergunta que sua empresa deveria estar fazendo hoje: "Quem está auditando o contexto que alimenta nossas IAs?" Se a resposta for "ninguém" — você está vulnerável. Um abraço do @minusfour Leia a reportagem completa do G1 👇 👉 lnkd.in/d4pBYY7m
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Roberto Reis
Roberto Reis@RobertoReis·
O PLANO A de Alckmin e de Alexandre. O EQUILÍBRIO QUE O SISTEMA GOSTARIA Eu sempre disse que Lula seria persuadido a não competir em 2026. Vocês todos sabem, desde 2023. Ele foi um "instrumento temporário de conveniência". Vamos lá. Antes, por motivo eleitoral atual: havia o risco de enfrentar um candidato forte demais do outro lado. Tarcísio venceria Lula com enorme facilidade. Todos sabem disso, inclusive o Flávio. A hesitação dele, o excesso de sofisticação, não permitiu. Agora, o motivo é institucional. É mais pesado. Vai além da eleição. É o Brasil em risco. Lula passou a representar um risco visível de instabilidade financeira e política. Com Lula na urna, a eleição virará um incêndio. Sem Lula, a temperatura vai cair. E sim, é isso que muita gente relevante deseja nesse momento. É só uma analogia: Lula é o amigo bêbado esbarrando em todo mundo no fim da festa. O país continuaria dividido com Lula em 2026, mas a disputa ficaria menos "plebiscitária" e muito, muito mais emocional. NINGUÉM QUER ISSO. O sistema político brasileiro (em sua maioria, incluindo os atrasados) começou a comprar seriamente a ideia de uma eleição entre dois polos moderáveis. Inclusive a Globo, que já manda recados oficiais pelos seus jornalsitas. De um lado, Flávio Bolsonaro. Antes temindo, agora absorvido. Direita, bolsonarismo, oposição ao PT, mas com formato muito mais institucional que o pai. Senador, articulado, menos imprevisível, negociador, com equilíbrio emocional, mais palatável para setores que já entenderam que a direita será protagonista em 2026. Ele é a aposta lógica atual até nos sites preditivos. Do outro, o mecanismo de segurança do sistema: Geraldo Alckmin. O backup. Centro esquerda moderada, sem inflamação, sem revanche, sem Janja, sem Sidônio e sem a guerra chata permanente. Que delícia para Brasília! Um nome que conversa com o mercado, com o Congresso e com a Faria Lima sem precisar mudar o tom. Ótimo para o sistema: não fede, nem cheira. Faz jus a todos os seus apelidos. Flávio é a direita que o sistema percebeu que não conseguirá eliminar. Por tendência, por ciclo, por motivos estruturais. Parabéns a Paulo Figueiredo e Eduardo Bolsonaro, que perceberam isso antes de muita gente. Ganharam de muita gente grande o direito de indicar o nome mais adequado para essa posição. Do outro lado, reagindo: Alckmin é a centro esquerda que o sistema gostaria de preservar sem carregar o peso de Lula. Uma eleição menos explosiva. Afinal, o que os grandes falam: "Precisamos dormir no sofá vendo os debates de 2026". O Brasil precisa disso. Flávio vs Alckmin. Adversários, sim. Mas administráveis. Centro direita contra centro esquerda, sem a combustão que Lula produziria. Lula 4 é um desastre, um apocalipse nessa equação. Lula 4 é a guerra. É o inferno. É a tormenta. Campanha permanente, conflito com o Congresso, desgaste com o mercado, briga com a imprensa, fadiga dentro do próprio PT. E reativação do bolsonarismo no imaginário popular justamente quando o sistema passou três anos tentando reduzir Bolsonaro a um problema judicial. O custo institucional de uma vitória apertada de Lula poderá ser MUITO maior que o custo político de uma sucessão organizada. Consegue imaginar o Lula vencendo outra vez por 1%? Esse país não aguentaria. Sim. O sistema percebeu isso, até antes do PT. A LINHAGEM QUE NINGUÉM CONTA Para entender o papel de Alexandre de Moraes nesse arranjo, é preciso desfazer um mito de origem. Moraes não é uma criatura de Michel Temer, como muitos dizem. Moraes é produto da máquina paulista chamada Geraldo Alckmin, coincidentemente o vice do Lula IMPOSTO pelo sistema. Em janeiro de 2002, aos 33 anos, Alexandre foi nomeado por Alckmin secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo. O mais jovem da história a ocupar o cargo. Em 2014, Alckmin, recém reeleito, o recolocou no primeiro escalão, agora como secretário de Segurança Pública. A pasta mais sensível do estado mais relevante do país. Entre uma coisa e outra, Moraes circulou pela órbita tucana, pela gestão Kassab, pelo municipalismo paulista, pela burocracia jurídica e pela elite institucional de São Paulo. Sim. Aquela que manda no país. Temer apenas recebeu um produto pronto, além da gratidão da resolução do problema da sua esposa, Marcela. Essa história todos conhecem. Alckmin construiu o Alexandre. Temer apenas o alçou. Quando se fala em Moraes como peça central do sistema, muita gente olha apenas para Brasília. Mas a origem real está no Palácio dos Bandeirantes. Moraes nasce politicamente no mundo de Alckmin. O MÉTODO Moraes não precisaria declarar preferência por Alckmin agora, como não o faz. Aliás, ninguém do sistema fará isso publicamente. Os recados virão pela imprensa. Ao poucos, como esse do repost. Bancos sondam o nome de Fernando Haddad em pesquisas caras. Já sabem, Lula é inviável. Thaís Oyama fala com autoridade sobre os movimentos internos. Está autorizada. Talvez nem todos pensem nesses termos, pois entendo, é difícil para a maioria. Mas bastaria operar pela lógica da autopreservação institucional do STF, que tudo fica claro. A suspensão da Lei da DOSIMETRIA é um dos sinais mais visíveis das placas tectônicas se movendo. 1) O Congresso aprova. 2) Lula veta. 3) O Congresso derruba o veto. 4) Moraes suspende a aplicação. Flávio questiona na imprensa: "Mas ele próprio, Alexandre, aprovou o texto". Vem cá que eu te explico. Nada é aleatório. O eleitor comum não acompanha ADI, execução penal, técnica legislativa ou cálculo de pena. Ele enxerga apenas a cena: - Brasília decide por cima. - O presidente parece menor. - O Supremo parece maior. - O Congresso se mostra irrelevante. O eleitor? Fica puto. O país passa a sensação de ser governado por um acordo que ninguém assinou, mas que todo mundo obedece. Quem paga essa conta na urna? LUUULAAAA. O incumbente. Afinal: Ministro não disputa eleição. Presidente disputa. Ao proteger o Supremo, Moraes desgasta o governo que depende politicamente do Supremo. Todos sabem disso, até uma criança. As decisões monocráticas, as intervenções sobre temas já votados por centenas de parlamentares, os episódios permanentes de tensão institucional: tudo se acumula como passivo do presidente. Até petistas desprovidos sabem disso. No imaginário político, Lula e Moraes estão totalmente conectados. Lula precisa de Moraes como símbolo do enfrentamento ao bolsonarismo. Mas herda também o desgaste de Moraes como símbolo de excesso institucional. Romper com Moraes significaria trair a narrativa democrática que sustentou o terceiro mandato. Aproximar ainda mais Moraes de Lula significa abraçar um passivo crescente entre moderados, Congresso, mercado e parte do país cansada da tutela permanente do Supremo. Lula está preso à criatura institucional que ajudou a consagrar. A IRONIA QUE FECHA ESSE CICLO Moraes é apresentado pelo Planalto como “guardião da democracia”. Conduziu os inquéritos mais sensíveis, enfrentou Bolsonaro e segurou o front institucional que Lula usa como prova de legitimidade histórica. Mas, por outro caminho, Moraes tornou Lula eleitoralmente mais pesado. Toda vez que o Supremo volta ao centro da política, Lula vira o rosto visível de um sistema que decide por cima. Quando o Legislativo é atropelado por uma decisão monocrática, o presidente parece não conduzir mais a cena. Apenas reage. A mesma estrutura institucional que sustentou o terceiro mandato ameaça inviabilizar o quarto. É curioso ver setores da esquerda admitindo isso. É curioso, não. É divertido. LULA ESTÁ SENDO DESCONVIDADO Essa é a verdade. Lula nunca decidiu sozinho seus grandes movimentos. Em 1994, foi convencido a disputar contra Fernando Henrique Cardoso. Em 2002, foi convencido a tentar novamente após três derrotas. Em 2018, foi convencido a registrar candidatura sabendo que seria retirado do jogo. Em 2022, foi convencido a aceitar Alckmin como vice. Cada decisão parece, em retrospectiva, obra de um estrategista absoluto. Não. Foi quase sempre a fotografia final de um processo em que o sistema chegou antes da vontade pessoal. Lula sempre foi persuadido a ENTRAR. Ele sabe disso. O entorno dele sabe disso. Em 2026, está sendo persuadido a SAIR. - Por Donald Trump. O desconforto na coletiva mostrou isso. - Pelo Congresso. O Centrão não rompe com Lula por ideologia. Rompe por orçamento, estratégia e sobrevivência eleitoral. - É mais fácil crescer num grupo novo, sem vícios acumulados. E tem mais: - A Faria Lima e a Avenida Paulista não votam. Mas precificam. - Já existe gente relevante entendendo que Lula virou passado. TODO MUNDO SABE: Quem vencer em 2026 herdará a conta de 2027. E pelo STF, especialmente por Moraes, a lógica é simples: A mesma estrutura que sustentou Lula corrói a possibilidade do quarto mandato. O Supremo no centro da cena cola o desgaste no presidente que depende do Supremo. Então, o que fazer? Moraes não precisa pedir que Lula saia. Nem o fará. Basta continuar fazendo o que faz. Desgastando o petista silenciosamente. O resultado será o mesmo. E o que Alexandre faz na prática? Vinga se de um Lula que considera ingrato. Que o cobra posicionamento público. De um Lula covarde que manda recados pela imprensa. De um Lula que passou a exigir “moderação” de Alexandre depois de anos atravessando todas as fronteiras institucionais em nome de um projeto. Lula finge ingenuidade para agradar petistas. Alexandre não gosta disso. Eu não gostaria, você não gostaria. Lula mandou sinais públicos que Moraes leu como traição explicita. Foi mal aconselhado. Jogou a âncora no mar sem corrente. Tentou rifar Alexandre sem calcular as consequências. Os avisos do petista não foram discretos, ao pé do ouvido e em reunião formal. Foram em desconfortáveis declarações públicas, entrevistas e vazamentos cuidadosamente distribuídos. Quem poderia ter vazado o contrato de R$ 129 milhões a não ser a PF do Lula? E agora? O sistema político brasileiro raramente anuncia seus desejos. Ele cria condições. Existe um conjunto de players relevantes DESCONVIDANDO Lula neste momento. Trump. Congresso. STF. Alexandre. E vários outros. Talvez seja melhor Lula ESCUTAR antes que o próprio ELEITOR faça isso no segundo turno. Por enquanto, ele ainda pode sair de fininho. Depois? Pode sair pela porta dos fundos da política. E ser lembrado apenas pela última derrota. Apagando, no imaginário popular, boa parte das vitórias anteriores. Fica a dica, Lula.
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Jornal O Globo@JornalOGlobo

THAÍS OYAMA | Lula, candidato, tem plano B em curso oglobo.globo.com/opiniao/thais-…

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Eric Daugherty
Eric Daugherty@EricLDaugh·
🚨 JAPAN IS DONE WITH ISLAM Incredible sight as THOUSANDS of Japanese recently stormed to resist building the first mosque in Fujisawa The Japanese people are getting FED UP, not only with the invasion, but the fact this mosque would be LARGER than the Shinto Shrine KEEP PUSHING! PM Takaichi and the Japanese people must repel the 3rd world and Muslim conquerors 🇺🇸🇯🇵
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Gustavo Gayer
Gustavo Gayer@GayerGus·
Rapaz!!! Esse povo do canal @CantaDireita" target="_blank" rel="nofollow noopener">youtube.com/@CantaDireita vai acabar sendo preso HAHAHAHAHAHA
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M.A. Rothman
M.A. Rothman@MichaelARothman·
𝐓𝐇𝐄𝐘 𝐄𝐑𝐀𝐒𝐄𝐃 𝟒𝟔𝟑 𝐘𝐄𝐀𝐑𝐒 𝐅𝐑𝐎𝐌 𝐘𝐎𝐔𝐑 𝐇𝐈𝐒𝐓𝐎𝐑𝐘 𝐁𝐎𝐎𝐊𝐒. 𝐇𝐄𝐑𝐄 𝐀𝐑𝐄 𝐓𝐇𝐄 𝐑𝐄𝐂𝐄𝐈𝐏𝐓𝐒. Every time someone trots out the Crusades to lecture Christians or the West, they leave out four centuries of history. I'm putting it back on the record. 𝐓𝐡𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭 𝐁𝐞𝐠𝐚𝐧 𝐈𝐦𝐦𝐞𝐝𝐢𝐚𝐭𝐞𝐥𝐲 Muhammad died in 632. Within three years, Muslim armies had taken Damascus (635). The next year, Antioch (636). The year after that, the entire Holy Land (637) — the spiritual center of Christendom, gone. Armenia became the first Christian nation fully conquered (639). Egypt, the Coptic Christian power, fell two years later (641). By 650, Muslim forces had reached southern Italy and Cyprus, taking thousands of captives as "𝘴𝘭𝘢𝘷𝘦𝘴" and "𝘤𝘰𝘯𝘤𝘶𝘣𝘪𝘯𝘦𝘴." Then came Spain — Muslim armies crossed from North Africa in 711 and overran most of Iberia by 715. In roughly 80 years, Christianity lost the Middle East, North Africa, and most of the Iberian Peninsula. 𝐓𝐡𝐞𝐲 𝐈𝐧𝐯𝐚𝐝𝐞𝐝 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐞 — 𝐑𝐞𝐩𝐞𝐚𝐭𝐞𝐝𝐥𝐲 This was not exploration. This was conquest. In 717, Muslim forces besieged Constantinople itself — the capital of Eastern Christendom. The siege lasted a year before they were repelled. Had it succeeded, the path into Europe would have been wide open. In 730, they invaded France. Charles Martel stopped them at Tours. In 792, the ruler of Al-Andalus called for a second invasion of France. Repelled. In 848, a third invasion of France. Repelled again. In 827, Muslims invaded Sicily and Italy, persecuting monks and pillaging Christian communities. Sicily would remain under Islamic rule for 250 years. In 846, they invaded Rome itself and forced the Pope to pay tribute. By 909, they had taken Sardinia. This was relentless, coordinated, and existential. 𝐓𝐡𝐞𝐧 𝐓𝐡𝐞𝐲 𝐀𝐭𝐭𝐚𝐜𝐤𝐞𝐝 𝐖𝐡𝐚𝐭 𝐌𝐚𝐭𝐭𝐞𝐫𝐞𝐝 𝐌𝐨𝐬𝐭 In 937, the Church of the Holy Sepulcher — built over the site Christians believe is the tomb of Christ — was burned to the ground. More churches in Jerusalem were torched alongside it. In 1009, the Church of the Resurrection was destroyed. By 1012, Al-Hakim's oppressive decrees against Christians had begun in earnest. Christian pilgrims could no longer safely visit the sites of Christ's ministry. The holiest city in Christendom was ruled by a hostile power systematically destroying the faith itself. 𝐓𝐡𝐞𝐧 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐚𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐩𝐥𝐞 𝐂𝐚𝐥𝐥𝐞𝐝 𝐟𝐨𝐫 𝐇𝐞𝐥𝐩 In 1071, Muslim Turkish forces shattered the Byzantine army at Manzikert and occupied most of Anatolia. Constantinople was now directly threatened. In 1094, Byzantine Emperor Alexios I Komnenos sent envoys to Rome begging Western Christendom for military aid. In 1095, Pope Urban II declared the First Crusade. 𝟒𝟔𝟑 𝐲𝐞𝐚𝐫𝐬 𝐨𝐟 𝐜𝐨𝐧𝐪𝐮𝐞𝐬𝐭. 𝐓𝐡𝐞 𝐬𝐢𝐞𝐠𝐞 𝐨𝐟 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐭𝐚𝐧𝐭𝐢𝐧𝐨𝐩𝐥𝐞. 𝐓𝐡𝐫𝐞𝐞 𝐢𝐧𝐯𝐚𝐬𝐢𝐨𝐧𝐬 𝐨𝐟 𝐅𝐫𝐚𝐧𝐜𝐞. 𝟐𝟓𝟎 𝐲𝐞𝐚𝐫𝐬 𝐨𝐟 𝐈𝐬𝐥𝐚𝐦𝐢𝐜 𝐫𝐮𝐥𝐞 𝐨𝐯𝐞𝐫 𝐒𝐢𝐜𝐢𝐥𝐲. 𝐓𝐡𝐞 𝐏𝐨𝐩𝐞 𝐟𝐨𝐫𝐜𝐞𝐝 𝐭𝐨 𝐩𝐚𝐲 𝐭𝐫𝐢𝐛𝐮𝐭𝐞. 𝐓𝐡𝐞 𝐇𝐨𝐥𝐲 𝐒𝐞𝐩𝐮𝐥𝐜𝐡𝐞𝐫 𝐛𝐮𝐫𝐧𝐞𝐝 𝐭𝐨 𝐭𝐡𝐞 𝐠𝐫𝐨𝐮𝐧𝐝. 𝐓𝐡𝐞 𝐂𝐫𝐮𝐬𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐰𝐞𝐫𝐞𝐧'𝐭 𝐭𝐡𝐞 𝐬𝐭𝐚𝐫𝐭 𝐨𝐟 𝐭𝐡𝐞 𝐬𝐭𝐨𝐫𝐲. 𝐓𝐡𝐞𝐲 𝐰𝐞𝐫𝐞 𝐭𝐡𝐞 𝐫𝐞𝐩𝐥𝐲.
M.A. Rothman tweet media
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Minusfour
Minusfour@Minusfour·
Falta coragem, sem dúvida. E falta competência de quem se elege para representar o povo. Disto isto, é nossa responsabilidade sobre quem ocupa cadeiras no Congresso, no Executivo e no Judiciário. Se nos furtamos dessa responsabilidade nestes 500 anos, isso explica o estado de coisas em que nos encontramos. Um abraço do @minusfour
Jeffs@Jeffssss_

O Brasil não escolheu o atraso por acidente. O Brasil construiu o atraso com método, com complacência institucional e com uma elite política que aprendeu a viver da confusão, da impunidade e do curto prazo. O editorial do Estadão acerta ao mostrar que décadas de baixo crescimento não são resultado de azar histórico. São consequência de decisões erradas, reformas abandonadas, produtividade baixa, Estado inchado, educação fraca, infraestrutura precária, ambiente de negócios hostil e um sistema político treinado para trocar futuro por sobrevivência eleitoral. A frase de Nelson Rodrigues — “o subdesenvolvimento não se improvisa” — talvez seja a melhor síntese do Brasil. Para ficar tão para trás, foi preciso um esforço profissional. Não é obra de amador. Enquanto países como Coreia do Sul, Botsuana e Romênia avançaram, o Brasil ficou preso ao ciclo do improviso: mais gasto, mais imposto, mais dívida, mais burocracia, mais judicialização, mais privilégio e menos produtividade. Como diria Marcos Lisboa, destruir tanto potencial exige uma engrenagem sofisticada. Essa engrenagem aparece no cotidiano em proporções quase obscenas. O cidadão comum paga imposto, enfrenta fila, buraco, insegurança, escola ruim, hospital ruim, aeroporto caro, justiça lenta e crédito sufocante. Enquanto isso, parte da elite política circula em jatinho, hotel de luxo, emenda parlamentar, estatal, banco público, gabinete e festa privada. O problema brasileiro não é apenas corrupção individual. É a transformação da máquina pública em instrumento de proteção, financiamento e impunidade para grupos organizados — políticos, empresariais, corporativos e, em muitos casos, criminosos. É nesse ponto que o debate sobre PCC e Comando Vermelho se torna simbólico. Quando o presidente da República vai a Washington levando argumentos contra a classificação dessas facções como organizações terroristas, a mensagem política percebida por milhões de brasileiros é devastadora: o Estado parece mais preocupado em proteger a interpretação jurídica conveniente do que em afirmar, sem ambiguidade, que organizações criminosas armadas, transnacionais e violentas precisam ser tratadas como ameaça máxima à sociedade. O governo brasileiro sustenta que PCC e CV devem ser tratados como organizações criminosas, não terroristas, e cita riscos de soberania; mas, no plano político, a crítica é inevitável: essa posição beneficia objetivamente as próprias facções. A Reuters já havia noticiado que os EUA pressionavam por uma classificação mais dura de PCC e CV, enquanto o Brasil resistia a essa mudança.  A fala sobre “oferecer alternativas” a países produtores de coca entra no mesmo campo simbólico. Em tese, políticas de substituição econômica podem fazer parte de estratégias internacionais contra drogas. Mas, em um país dominado por facções, milícias, corrupção e impunidade, a prioridade moral do discurso público deveria ser outra: defesa da lei, punição do crime organizado, rastreamento do dinheiro, bloqueio patrimonial, cooperação internacional e destruição das redes financeiras que sustentam o narcotráfico. Quando o discurso parece mais sensível ao produtor de coca do que ao cidadão sequestrado pela violência urbana, a inversão moral fica escancarada. O mesmo padrão aparece no Desenrola e em outros programas de renegociação. O Desenrola original renegociou cerca de R$ 53 bilhões em dívidas e beneficiou aproximadamente 15 milhões de pessoas; o Novo Desenrola Brasil, anunciado em 2026, prevê descontos de até 90%, prazo de até 4 anos e juros reduzidos.  Isso pode aliviar a dor imediata de famílias endividadas. Mas não muda a causa estrutural do problema. Sem crescimento, produtividade, renda, educação financeira, juros menores, emprego qualificado e estabilidade econômica, programas assim viram enxugamento de gelo com carimbo eleitoral. 1/2➡️

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Bruno Aiub
Bruno Aiub@BrunoMAiub·
Voltamos, a prova e que esse perfil e real e que vivem tentando derrubar.
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Felipe Demartini
Felipe Demartini@namcios·
O Google acabou de transformar mais de 1 bilhão de computadores em depósito de IA. Inclusive o seu. Sem pedir. Sem avisar. Sem um único popup. O Chrome baixou 4GB de modelo de inteligência artificial no seu disco. O arquivo se chama weights.bin, são os pesos do Gemini Nano. Fica numa pasta chamada OptGuideOnDeviceModel dentro do seu perfil do Chrome. Você não autorizou nada. Até existe uma configuração para impedir, mas tá enterrada em submenus que ninguém encontra. E as AI features vêm ligadas por padrão. Se você deletar o arquivo, o Chrome baixa de novo. Sozinho. Em silêncio. Você decide o que fica no seu disco e o navegador simplesmente ignora. Funciona assim em Windows, macOS e Ubuntu. Logs forenses no macOS mostram que o arquivo foi instalado dia 24 de abril de 2026, misturado com patches de segurança. Desenvolvedores dizem que isso já rola há mais de um ano. E tem um detalhe que deixa tudo mais ridículo: O Chrome 147 coloca um botão "AI Mode" na barra de endereço. Você vê aquilo, sabe que tem modelo de IA no seu computador, e assume que suas buscas rodam localmente. Não rodam. O AI Mode é 100% cloud. Tudo vai para os servidores do Google. O modelo de 4GB no seu disco não tem nada a ver com aquele botão. Ele serve para quê? "Help me write" e detecção de scam. Coisas que vivem em submenus de clique-direito que você provavelmente nunca abriu. O Google ocupou 4GB do seu disco sem pedir, para rodar coisas que quase ninguém usa, enquanto a IA que você de fato vê manda tudo para a nuvem. Na Europa, pesquisadores já apontam violação do Artigo 5(3) da Diretiva ePrivacy, que exige consentimento antes de armazenar software no dispositivo do usuário. Como desativar: → chrome://flags → Busque "Optimization Guide On Device Model" → Desative → Reinicie o Chrome → Delete a pasta OptGuideOnDeviceModel Seu computador só é seu se você ficar de olho.
Pirat_Nation 🔴@Pirat_Nation

Google Chrome is quietly downloading a roughly 4 GB AI model to many users’ computers without clear upfront consent. The file, called weights.bin, is part of Google’s Gemini Nano on-device language model and lands in the browser’s user data folder under OptGuideOnDeviceModel. It powers built-in AI tools such as “Help me write,” smarter tab suggestions, on-device scam detection, and page summarization. The download triggers automatically for devices meeting minimum hardware requirements, and Chrome often replaces the files if deleted. While the model processes data locally, installation happens in the background with minimal notification. The scale is noteworthy. Hundreds of millions or billions of installations add up to thousands of tonnes of carbon emissions globally from data transfer, even though each is a one-time event. To prevent or remove it, go to chrome://flags, disable the entries for the optimization guide on-device model and Prompt API, restart the browser, and manually delete the folder.

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Minusfour
Minusfour@Minusfour·
⚠️ Saiu o Regulamento do IBS e da CBS. Leia antes de celebrar. A Reforma foi vendida como simplificação. E é — se você for uma grande empresa com jurídico próprio. Para o pequeno empreendedor? É como trocar um labirinto por outro labirinto. Com mais sinalização. 3 insights que me chamaram atenção depois de ler os regulamentos publicados ontem: 1. Split Payment — o imposto sai antes de você ver o dinheiro O tributo é segregado no momento da liquidação financeira da transação — PIX, cartão, boleto, tudo. (Regulamento CBS, art. 28 / Regulamento IBS, arts. 28-35) → Isso não é burocracia — é a maior mudança no fluxo de caixa da história do varejo brasileiro. Prepare-se agora. 2. Simples Nacional: atenção ao crédito Optante pelo Simples não gera crédito de IBS/CBS para o comprador — exceto se optar pelo regime regular. (Regulamento IBS, art. 41) → Grandes clientes podem preferir fornecedores fora do Simples. O Simples pode virar desvantagem competitiva. 3. Alíquota de teste 2026: 0,9% CBS + 0,1% IBS Parece pouco. Sobe progressivamente até 2033. → Essa fase "teste" é a mais perigosa — quem não adaptar os sistemas agora, vai correr contra o relógio depois. A Reforma simplifica o sistema. Não simplifica a sua vida — ainda. Mas é possível navegar isso bem, com orientação certa e movimento agora. Qual é o seu maior medo nessa transição? Um abraço do @minusfour 📌 Leia os Regulamentos completos: IBS → lnkd.in/dA9UEbqS CBS → lnkd.in/dxZgh2JG
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Mario Nawfal
Mario Nawfal@MarioNawfal·
🚨🇧🇷 INTERVIEW: We’ve been fighting for freedom of speech in Brazil for years, and we are finally winning the fight! They arrested the former President, went after his son, censored opponents, investigated me and Elon, and even banned X! But it’s all coming apart! I sat down again with the son of the fmr President, Congressman Eduardo Bolsonaro, to get an update on his jailed father, his brother’s presidential campaign, and the latest developments in his fight for freedom and democracy in his country And we finally have hope! While his father, the former President of the country, is in jail being denied basic medical treatment (he almost died!), and the Supreme Court continues to consolidate power, the people are waking up, and the polls show his brother Flavio Bolsonaro surge! If he wins, he can finally pardon his father, allow his brother @BolsonaroSP to return back to Brazil, and bring democracy and freedom back to Brazil! While the world is distracted, Brazil’s fight for freedom and democracy has not slowed! BRAZIL ABOVE ALL, GOD ABOVE EVERYONE! @BolsonaroSP •⁠ ⁠00:00:00: Discussion on the centralization of power in the Brazilian Supreme Court.  ⁠• 00:01:59: Eduardo's update on his father's health and spirits while in jail.  •⁠ ⁠00:02:21: Explanation of Bolsonaro's 27-year sentence for an "attempted coup d'etat".  •⁠ ⁠00:03:54: Details on Bolsonaro's chronic hiccups and a recent near-death emergency.  •⁠ ⁠00:05:18: Review of a federal investigation into an X Space involving Elon Musk.  •⁠ ⁠00:06:42: Comments on the "fake news probe" and court control over police.  •⁠ ⁠00:07:24: Allegations of leaked messages and altered reports used for censorship.  •⁠ ⁠00:08:07: Discussion on the temporary ban of X during the municipal campaign.  •⁠ ⁠00:09:41: Comparison of Brazilian legal actions to political events in the U.S..  •⁠ ⁠00:11:00: Announcement of Flávio Bolsonaro’s presidential candidacy and poll gains.  •⁠ ⁠00:12:53: Plans to build a Senate majority to impeach Supreme Court justices.  •⁠ ⁠00:14:20: Analysis of Brazil's critical minerals and relations with the U.S..  •⁠ ⁠00:15:34: Allegations regarding USAID funding for Brazilian fact-checking agencies.  •⁠ ⁠00:21:06: Claims of cartel money funneling into left-wing political campaigns.  •⁠ ⁠00:34:38: Discussion of a "deal" offered to Bolsonaro regarding candidate selection.
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Aakash Gupta
Aakash Gupta@aakashgupta·
MrBeast's mom secretly took $10,000 in 2008 and hid it in a bank account in his name. She thought her son was going to end up homeless. He found out years later. Convinced her to give it to him. Put it into the next video. She told him she'd never cried harder. He told the podcast his brain didn't even register what she was saying. "Why would we save money. We can make better videos." That answer is the entire MrBeast moat. His parents went bankrupt the year he turned 10. The hidden $10,000 was the only safety net his family had left. Most kids who lived through 2008 walk out of it with the opposite reflex. Save first, build second. Jimmy's reflex was the inversion. Every dollar that touched his account was fuel for the next shot. That reflex compounded. 2012, first video uploaded. 2017, "Counting to 100,000" goes viral. 2024, age 26, youngest self-made billionaire on the planet. 2026, Beast Industries valued at $5.2B in a round led by Alpha Wave Global. 470M+ subscribers. $600-700M annual revenue. A single MrBeast video now costs $3-5M to produce. The $10,000 his mom hid would fund less than four hours of one shoot. Here's the part nobody talks about. He still keeps less than $1M in personal cash. His mom now has access to the master bank account at his $5.2B company. He borrowed from her last year to pay for his wedding. The kid who refused the safety net is the only kid in his generation who built the reinvestment loop big enough to need a CFO. Most kids would have kept the $10,000. He shot it into a camera.
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João de Senzi
João de Senzi@joaosenzi·
O Monark precisava buscar na justiça o que eu consegui para esse cliente aqui, através de decisão JUDICIAL: "b) declarar nula a cláusula contratual que impõe vedação perpétua à criação de novos canais pelo autor;" O Google tem uma Cláusula no contrato que impede que você crie novos canais para o RESTO da vida caso você tenha sido banido alguma vez. Eu entendo que isso vai contra a Constituição Federal porque todos têm o direito ao trabalho. (Todos inclui o Monark). Além disso o Código de Defesa do Consumidor impede que uma empresa negue a prestação de um serviço/produto a um consumidor (existem juízes aplicando o CDC mesmo para Youtubers que monetizam e trabalham com isso).
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SPACE LIBERDADE 
SPACE LIBERDADE @NewsLiberdade·
🚨URGENTE - YouTube deleta novo canal do Monark por supostamente violar as diretrizes da comunidade
SPACE LIBERDADE  tweet mediaSPACE LIBERDADE  tweet media
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Aakash Gupta
Aakash Gupta@aakashgupta·
MrBeast has 480 million subscribers. He got there because he and 4 other YouTubers ran the same Skype call every single day for 1,000 days in a row. Some calls ran 7am to 10pm. Sleep was the only bottleneck. They didn't talk about life. They studied thumbnails. They pulled a thousand thumbnails from a thousand videos and ran a correlation between brightness and view count. A product analytics workflow, run by five teenagers in different bedrooms. All five had around 10,000 subscribers when they started. All five hit a million within the same month. The reason that detail matters: most people studying YouTube run an n=1 experiment on themselves. They post a video, wait a week, try to interpret what worked. One channel, one data point, one feedback loop running at the speed of human upload cadence. Jimmy ran a 5x parallel test. Every thumbnail tested across five channels. Every hook iteration cross-checked against four other audiences. Every pacing change A/B'd against four control groups. The same 1,000-day grind produced five times the data, because every insight got stress-tested against four other channels at the same scale. The math on hours alone is wild. 15 hours a day, 1,000 days, five people. Roughly 75,000 person-hours of YouTube study before any of them hit a million subscribers. Most YouTube research teams today are smaller than that. What people remember about MrBeast is the giveaways. The cars, the houses, the million dollars in a glass cube. The 1,000-day Skype call is what produced all of it. Five channels, one shared brain. The cars came later.
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Jaynit
Jaynit@jaynitx·
MrBeast literally wrote a 36-page internal handbook for his employees called "How to Succeed in MrBeast Production." With this, he built a $5.2+ billion company & gained 480M+ subs. Bookmark this & read it. It’ll be the highest ROI thing you do this year.
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Jaynit@jaynitx

In 2020, MrBeast wrote an internal handbook for his company. It LEAKED online. He was 22. He predicted it would be worth billions. Billion-dollar founders made their teams read it. Now: 500 employees. $5.2B valuation. 12 lessons from the leaked MrBeast handbook:

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Jaynit
Jaynit@jaynitx·
In 2020, MrBeast wrote an internal handbook for his company. It LEAKED online. He was 22. He predicted it would be worth billions. Billion-dollar founders made their teams read it. Now: 500 employees. $5.2B valuation. 12 lessons from the leaked MrBeast handbook:
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Glenn Greenwald
Glenn Greenwald@ggreenwald·
Há muitas pessoas na política e na mídia que devem um pedido de desculpas ao Monark. Elas mentiram deliberadamente sobre o que ele disse, com a intenção de destruí-lo. Elas alegaram (e, até hoje, alegam) que ele expressou apoio ao nazismo quando, na verdade, nunca o fez: apenas se opôs ao poder do Estado de banir qualquer partido — incluindo o Partido Nazista, quando questionado por Tabata. Pense o que quiser sobre ele e suas opiniões, mas nada justifica a mentira jornalística com o objetivo de destruir a reputação de alguém e, inclusive, levar essa pessoa à prisão. A parte mais patética é que as pessoas que mentiram propositalmente sobre o Monark -- e o retratou falsamente como um apoiador do nazismo --, são as mesmas que tentam prender seus opositores por "calúnia". É difícil recordar muitos casos de "calúnia" piores do que o que foi feito para ele: não por cidadãos aleatórios com uma faixa na varanda ou por usuários anônimos da internet, mas por grandes setores do governo e pela grande mídia.
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