Bily
4.7K posts

Bily
@PityDigulis
sempre luto contra a estupidez, inclusive a minha ....Agnès Varna






Genteee… vamos combinar uma coisa bem simples, quase óbvia, mas que ainda tem gente fingindo que não entendeu. Ser mulher não é contrato de útero. Mulher não nasce com obrigação de parir filho, lavar banheiro, cozinhar pra família inteira e ainda agradecer pelo “privilégio”. Isso é roteiro velho do patriarcado, aquele filme repetido que passa desde 1800 e bolinha. Tem mulher que quer ser mãe. Ótimo. Tem mulher que não quer. Ótimo também. Porque mulher não é função doméstica com CPF. Mulher é pessoa. Com escolha, cérebro, vida e projeto próprio. Esse papo de que “mulher de verdade tem que parir” é só o patriarcado tentando empurrar a gente de volta pro porão da história. Olha… não caiam nessa cilada não. Porque quando alguém tenta reduzir mulher a útero e serviço, não está defendendo família. Está defendendo controle. E controle, meu amor… sempre foi o esporte favorito do patriarcado. 👀


É revoltante o que o Jornal Nacional revelou. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, 9 em cada 10 canais do YouTube com grande audiência somados, mais de 23 milhões de inscritos promovem ódio e violência contra as mulheres e mesmo denuciado, nada é feito. No Telegram, grupos com cerca de 200 mil membros abertamente estimulam o mesmo tipo de violência e misoginia. As redes sociais se tornaram um território sem lei. As mulheres seguem sendo as maiores vítimas e continuarão sendo, enquanto não houver regulamentação efetiva dessas plataformas e enquanto o discurso da seita red pill não for enquadrado como crime.

O Brasil Paralelo produziu um documentário pra atacar a Maria da Penha e descredibilizar a lei que leva seu nome – parte do ataque do grupo à “esquerda”. Para isso, segundo o MP, usaram um laudo ADULTERADO do exame de corpo de delito do ex-marido dela. É de uma maldade absurda.




A meritocracia se tornou um sofisma elegante para justificar um mundo profundamente desigual. Essa é a reflexão que traz A Cilada da Meritocracia, do professor de Yale Daniel Markovits, que acabo de ler. No livro, ele argumenta que a meritocracia moderna deixou de ser um mecanismo de mobilidade social e passou a funcionar como um sistema de reprodução da desigualdade. A análise dialoga com reflexões importantes da teoria jurídica e econômica contemporânea, citando Rawls, Sandel e Piketty, que também questionam os limites morais e estruturais das desigualdades nas sociedades modernas. O mecanismo é conhecido: famílias com mais recursos investem pesadamente em educação de elite, formação internacional, redes de contato e capital cultural. Esses filhos chegam às melhores universidades, ocupam os empregos mais bem remunerados e, depois, reinvestem as vantagens acumuladas na formação da próxima geração. O resultado é um ciclo quase fechado. O que resta pros outros? Ser a exceção que justifica a regra. Não se trata mais apenas de herança patrimonial. Trata-se de herança de oportunidades. Um dado ajuda a dimensionar o problema: hoje, a desigualdade na distribuição de renda na sociedade norte-americana é maior do que em países como Irã, Índia e Indonésia! Antes que um cidadão de lá grite, são dados de pesquisas dos EUA que escancaram o paradoxo de uma sociedade que construiu sua identidade justamente sobre o ideal da mobilidade social. Claro que além da meritocracia, existem outros elementos que explicam a desigualdade, como conta Piketty. Como racismo estrutural, alta taxa de desemprego, baixa produtividade, concentração de propriedades….. restringem a mobilidade social. Agora, a meritocracia é um vilão disfarçado. A provocação de Markovits é dura, mas necessária: quando a meritocracia deixa de ampliar oportunidades e passa a concentrá-las, ela deixa de ser promessa de justiça e se transforma em legitimação moral da desigualdade. Vale ler, refletir e avançar







Frederick Wassef pressiona para ser ministro da Justiça de eventual governo de Flávio Bolsonaro iclnoticias.com.br/?p=107926

-Banco público compra títulos podres de banqueiro trambiqueiro -Banqueiro faz o dinheiro sumir -Banco público pode quebrar -Governo vende patrimônio público para resgatar o banco público Ou seja, nós pagamos a mansão do banqueiro. E não tem "duto de dinheiro" no Jornal Nacional.

Nikolas usou o jatinho do Daniel Vorcaro na campanha de 2022. O cunhado do Vorcaro, seu operador financeiro, foi o maior doador das campanhas de Tarcísio e de Bolsonaro. Quem propôs emenda no Congresso pra ajudar o Banco Master foi Ciro Nogueira, Casa Civil do Bolsonaro. 🧵 (1/3)





