Allan

15.9K posts

Allan banner
Allan

Allan

@allan_schefler

I've got nothing to lose nothing to prove.

California, USA Katılım Mart 2017
3.2K Takip Edilen1.4K Takipçiler
Allan
Allan@allan_schefler·
@TradutordoBR Os muçulmanos já mandam na França
Português
0
0
0
17
Tradutor de Direita
Tradutor de Direita@TradutordoBR·
🚨URGENTE‼️ Israel encerra todos os acordos de defesa com a França 🇮🇱🇫🇷 O Ministério da Defesa de Israel suspendeu todas as aquisições de equipamentos de defesa da França e rescindiu os contratos existentes. Essa decisão ocorre após a recusa de Paris em permitir que aeronaves americanas transportando suprimentos militares para Israel transitem pelo espaço aéreo francês.
Tradutor de Direita tweet media
Português
174
2.1K
9.1K
92.5K
Allan retweetledi
Antonio Cunha
Antonio Cunha@AntonioCunha79·
Países com pena de morte para homossexuais: 🇮🇷 Irão 🇦🇫 Afeganistão 🇾🇪 Iêmen 🇸🇦 Arábia Saudita 🇲🇷 Mauritânia 🇶🇦 Catar 🇧🇳 Brunei Países com pena de morte para terroristas: 🇮🇱 Israel 🇯🇵 Japão 🇺🇸 EUA 🇸🇬 Singapura 🇹🇼 Taiwan 🇹🇭 Tailândia Adivinhe qual deles indigna os europeus.
Português
76
296
1.6K
27.3K
Allan retweetledi
ipadasher
ipadasher@ipadasher·
Este é o dia 7 de outubro. Milhares de habitantes de Gaza estão cantando "Allahu Akbar" e celebrando o Hamas enquanto atingem reféns e cadáveres israelenses com paus e barras de ferro. A esposa do prefeito Mamdani de NY comemorou isso. É por isso que Israel lutará ate neutralizar este terror
Português
1
4
10
184
Allan retweetledi
Nick Matau
Nick Matau@nick_matau·
🚨 WHO CARES MORE ABOUT JERUSALEM? MUSLIMS OR JEWS? 1967, Israel risked lives to protect Jerusalem’s ALL holy sites. After, it legally guaranteed protection & access for all faiths. Today, rockets are fired toward those same holy places by Muslims.
English
39
58
296
3.8K
Instituto Rothbard
Instituto Rothbard@rothbard_brasil·
Manifestantes israelenses foram questionados se o povo em Gaza merece comida, e suas respostas foram assustadoras. "Não, não merece. O que me importa? Matem eles..." "A Bíblia diz que este lugar é nosso. Está prometido para nós, então eles que morram de fome." "Acho que precisamos nos unir e matar todos eles." Pedir o assassinato de pessoas inocentes, especialmente crianças, é maldade. É assim que o ódio realmente se manifesta. E ainda assim, qualquer um que se manifeste contra isso é rotulado de "odioso". Gaza tem direito a existir? Líbano? Irã? Eles estão sendo assassinados, bombardeados e estão sendo mortos pela fome simplesmente porque Israel não acredita que eles têm o direito de existir. Isso é errado e é maligno. Devemos rejeitar a supremacia sionista. Nada justifica pedir a morte de vidas humanas inocentes. Nada. Precisamos nos manifestar. Silêncio não é uma opção. @CarriePrejean1
HatsOff@HatsOffff

Israeli demonstrators were asked if the people in Gaza deserve food, and their responses were chilling. “No, they don't. What do I care? Kill them..” "The Bible says this place is for us. It's promised for us, so they can starve.” “I think we need to come together and kill them all.”

Português
32
164
780
23.5K
Allan
Allan@allan_schefler·
@Metropoles 🤣🤣🤣🤣🤣 ótima notícia
Português
0
0
0
23
Monica Laredo
Monica Laredo@MonicaLaredo2·
🇮🇱🫡Excelente trabalho do porta-voz das Forças de Defesa de Israel em persa. Depois que o regime alegou que "numa época em que não havia 6 milhões de judeus no mundo, eles afirmam que seis milhões de judeus foram queimados (no Holocausto). Agora eles são apenas 'feridos'. Mesmo que um aquecedor elétrico caia a essa velocidade e de uma altura dessas no chão, pelo menos três pessoas morrem." O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), em persa, não se manteve indiferente e respondeu em termos bastante diretos e incisivos: "Em primeiro lugar, ao contrário de você, Israel investe seu dinheiro na proteção de seus cidadãos, e não em aquecedores elétricos que matam pessoas. Além disso, convido o ilustre senhor a verificar o número de judeus no mundo durante a Segunda Guerra Mundial. Não é sua culpa ser estúpido, seu pai, desde o primeiro dia, não cuidou de você (você é um bastardo sem pai) e não lhe arranjou um bom professor para que você não acabasse como Saeed Tusi (um homem que supostamente teve um relacionamento sexual com Ali Khamenei), e sua mãe não lhe ensinou a ficar quieto. Nestes dias, em que aviões israelenses sobrevoam o Irã sem parar, sugiro que levante a cabeça e olhe para cima para que ela não se machuque."
Português
1
27
103
1.4K
Igor Sabino
Igor Sabino@igorhsabino·
@reporterenato Cara, com todo respeito, mas em uma época de tanto antissemitismo, esse seu comentário é bastante irresponsável e ainda contraria o que prega a própria Igreja Católica na Nostra Aetate.
Português
7
2
140
3.1K
Renato Souza
Renato Souza@reporterenato·
Dois mil anos depois e líderes judeus continuam perseguindo Jesus...
Português
172
806
7.2K
155.4K
Allan retweetledi
Yossi Goldstein
Yossi Goldstein@YossiGoldstein8·
This video, which is 11 years old, provides the best explanation of the Israeli-Palestinian conflict.
English
104
852
2.3K
63.6K
ipadasher
ipadasher@ipadasher·
Uma Visão Não Convencional sobre o Irã: O Zumbi Geopolítico que Teme a Paz Mais que a Guerra O Irã de hoje caminha como um morto-vivo. Olhos vidrados pela adrenalina da batalha, corpo crivado de feridas que ainda não doem, mas que vão explodir em agonia no exato instante em que o tiroteio silenciar. Enquanto o Ocidente conta vitórias táticas e discute desafios estratégicos, uma verdade mais sombria emerge: a República Islâmica não está vencendo a guerra. Ela está apenas devorando o próprio país para continuar existindo. O paradoxo é brutal. Mesmo que o regime sobreviva, permaneça no poder e declare vitória, ninguém sobrou para comemorar. No ritmo implacável das eliminações israelenses, só os porteiros da IRGC vão sobrar para erguer a taça. O resto do Irã estará em ruínas. O povo iraniano vive preso na armadilha mais cruel possível: odeia o regime com fúria acumulada há décadas, mas assiste horrorizado enquanto mísseis destroem estradas, refinarias, hospitais e o último fiapo de economia. A diáspora e os iranianos dentro do país torcem pela queda dos aiatolás, mas não ao preço de transformar o Irã numa cratera fumegante. É odiar o carrasco e, ao mesmo tempo, temer pela vida do refém. O refém é o próprio país. Aqui desmorona toda narrativa ocidental simplista: o regime não está se saindo bem. Está apenas adiando o inevitável com fúria animal. Não tem Plano B. Não tem futuro. Sabe que no fim da estrada só existe o abismo. Por isso luta como quem não tem nada a perder, e, paradoxalmente, tem tudo. O regime não teme a guerra. Teme a paz. Enquanto as bombas caem, ele tem justificativa para tudo: toque de recolher, censura total, prisões em massa, execuções sumárias. A adrenalina da sobrevivência mantém o corpo em pé. Mas quando as sirenes calarem e a poeira baixar, o que resta? Uma economia em colapso total, escassez crônica de água, uma moeda que virou papel higiênico, soldados sem soldo há meses e um ódio popular que a repressão anterior não matou, apenas fermentou. É como um homem gravemente ferido que corre gritando na direção do inimigo. Enquanto corre, não sente a dor. Quando parar, desaba. O suposto “comando descentralizado” que tanto impressiona analistas ocidentais não é genialidade. É colapso central disfarçado. Comandantes locais disparam mísseis por conta própria, alguns caem em Omã, outros na Turquia, outros no Cáucaso. Caos puro, maquiado de estratégia. Nas ruas, meio milhão de homens armados em alerta máximo. O inimigo que eles realmente temem não vem do céu. Vem da calçada. O sinal mais sombrio de todos? O recrutamento de crianças de 12 e 13 anos para as milícias Basij. Quando um regime manda crianças para a morte, não demonstra força. Demonstra pânico puro. Economicamente, o Estado já entrou em queda livre: imprime notas de dez milhões de riais, não consegue pagar seus soldados, a administração virou ficção. Ainda assim, os líderes em Teerã, embriagados pelos likes de indignação ocidental, acreditam que estão segurando a economia global como refém. Delírio terminal. Este era o momento exato para sentar à mesa com Trump e negociar. A arrogância os impede. Preferem resistir até o último fio de cabelo e o último rial. O barril de pólvora social continua intacto. A repressão brutal do ano passado não pacificou ninguém, só aprofundou o ódio. Se os B-52 americanos degradarem minimamente a máquina de repressão, meio milhão de homens tentarão controlar 92 milhões de habitantes que os desprezam num país do tamanho da Europa Ocidental. A rebelião será inevitável. A história iraniana é feita de revoltas. O povo nunca se curvou de verdade. A República Islâmica hoje é um zumbi geopolítico. Anestesiada pela guerra, dopada pela própria propaganda, caminha para o precipício achando que está dançando. Cada míssil lançado, cada criança recrutada, cada nota de dez milhões de riais impressa é mais um prego no caixão da nação iraniana, tudo para manter vivo um regime que já não tem mais como se salvar. Quando a poeira dos
ipadasher tweet media
Português
8
22
57
1.5K
Marco Angeli
Marco Angeli@marcoangeli·
Maravilhosa performance esquerdista. Uma profunda reflexão ecológica sobre a emergência climática que nos remete suavemente à maciez e beleza efêmera da neve. O que seria do mundo sem a esquerda? Tem dedo da greta aí, com certeza. Postado originalmente por @JebraFaushay, tks *Wonderful leftist performance. A profound ecological reflection on the climate emergency that gently reminds us of the softness and ephemeral beauty of snow. What would the world be without the left? Greta definitely had a hand in this.
Português
432
112
644
32.9K
scelsi
scelsi@scelsiuaxuctum·
@AlexSchwartsman Vejamos, quem teria interesse em fazer um atentado idiota desses, p/ levar a opinião pública a se solidarizar com a comunidade judaica e condenar a muçulmana? Irã ou Israel?
Português
6
0
12
8.3K
Allan retweetledi
Carolina
Carolina@Carolin41370463·
O que é Hatzalah? A história de um serviço de ambulâncias voluntário, gerido por judeus, que salva vidas.
Carolina tweet media
Português
4
37
117
1.7K
Allan retweetledi
ipadasher
ipadasher@ipadasher·
O Silêncio que Devora o Ocidente Sabe o que me assusta de verdade? Não são os monstros. Os monstros eu conheço e os enfrento com a tranquilidade de quem sabe que está com a verdade a seu lado. Eles têm nome, rosto, bandeira. São os duguinistas que sussurram “multipolaridade” enquanto afiam a faca contra a liberdade. São os islamistas que sorriem para as câmeras e sonham com o dia em que o Alcorão substituirá a Constituição. São os influenciadores mal pagos por Pequim, fantoches eletrônicos que envenenam a juventude com ódio disfarçado de “crítica ao sistema”. Eles são o mal declarado. E o mal declarado sempre pode ser combatido. O que me aterroriza, o que me tira o sono, é o outro. O neutro. O isento. O “moderado” que cruza os braços e diz, com voz suave e superior: “Eu não tomo partido.” Esses são os verdadeiros assassinos da civilização. Porque o mal não conquista com exércitos. Conquista com permissionários. Imagine o câncer. Ele não cresce sozinho. Precisa de um corpo que se recuse a combatê-lo. Precisa de células que olhem para o tumor e digam: “Bom, cada um tem sua opinião.” É exatamente isso que os isentos fazem. Eles abrem a porta da sala de estar. Servem café ao invasor. Dão likes. Compartilham. Normalizam. Legitimam. Quando você tolera o intolerável, os despreziveis na sua timeline, na sua casa, na sua sala, na universidade, você não está sendo “equilibrado”. Você está sendo cúmplice. Está vestindo o mal com terno e gravata e dizendo: “Olha como ele é civilizado agora.” E o mal, ah, o mal adora terno e gravata. Ele adora gente educada que fala “mas tem dois lados”. Ele adora o brasileiro que, em 2026, ainda vai dizer “eu não sei direito o que aconteceu com Bolsonaro” ou “entre a democracia ocidental e o regime iraniano, eu prefiro não julgar”. Entre a liberdade imperfeita e a teocracia que pendura homossexuais em guindastes, que apedreja mulheres e que sonha com o apocalipse nuclear… qual a dúvida? Entre o direito de discordar e o direito de ser morto por discordar… qual a dúvida? Eu vou te dizer o que é esse “não posicionamento”: é covardia com perfume de moderação pseudo-intelectual. É falência moral vestida de sofisticação. É o câncer que aprendeu a falar bonito. E pior: não é inocente. Por trás de cada “eu sou neutro” que se recusa a condenar o antissemitismo óbvio, há uma semente plantada em solo russo, chinês ou iraniano. Eles sabem o truque antigo: quando uma sociedade começa a culpar os judeus por tudo, ela para de consertar os próprios erros. O bode expiatório vira religião. O ódio vira identidade. E a civilização, devagarinho, se afunda no próprio vômito. Por isso eu digo, sem medo e sem filtro: Se em 2026 você ainda estiver alegando “desconhecimento” e “neutralidade”, você não é melhor que o mal. Você é o solo fértil onde o mal planta suas raízes mais profundas. Você é o silêncio que ecoa mais alto que qualquer grito de ódio. Porque o mal conhecido luta contra nós. O mal neutro luta dentro de nós. E é ele quem está fazendo força para vencer. Acorde. Escolha. Ou a história vai escrever seu nome, não como herói, nem como vilão, mas como o que você realmente foi: o permissionário silencioso que ajudou a entregar o Ocidente de bandeja. Para cima de mim NÃO
ipadasher tweet media
Português
18
57
107
2.5K
Daniela
Daniela@Oh_Daniela_·
@afegao_o Gostaria de saber quem são aqueles que estão fazendo um desserviço. Adoraria saber para poder conversar com essas pessoas, porque isso precisa parar. Muita gente aqui dedica tempo para trazer notícias e esclarecer dúvidas. Por isso, eu realmente gostaria de saber quem são os responsáveis por esse desserviço.
Português
2
0
6
148
Allan
Allan@allan_schefler·
@Marcelo__Mahe @ipadasher Lá vem o medíocre invejoso. Deve ter um tesão por um cogumelo mágico né?
Português
0
0
1
16
ipadasher
ipadasher@ipadasher·
Não nos esqueçamos que nós judeus: 🔴 sobrevivemos ao faraó, 🔴 sobrevivemos aos assírios 🔴 sobrevivemos aos babilônios 🔴 sobrevivemos aos gregos, 🔴 sobrevivemos aos romanos, 🔴 sobrevivemos à inquisição na Espanha, 🔴 sobrevivemos aos pogroms na Rússia, 🔴 sobrevivemos ao Holocausto, 🔴 sobrevivemos aos exércitos de sete países árabes, 🔴 sobrevivemos a Nasser, Sadam, Assad e Khomeini 🔴 Sobreviveremos aos inimigos presentes Lembremo-nos: 🔶 Todas as nações, impérios ou culturas 🔶 que uma vez tentaram nos destruir, 🔶 não existem mais hoje - enquanto ainda vivemos! 🔶 Egito? 🔶 Babilônia? 🔶 os gregos? 🔶 Alexandre da Macedônia? 🔶 Os Romanos? (alguém ainda fala latim nos dias de hoje? 🔶 O Terceiro Reich? E olhe para nós. 🔵 Os escravos do Egito, 🔵 O Povo de Moisés 🔵 A Nação da Bíblia, 🔵 Ainda estamos aqui, e não vamos a lugar nenhum! #AMISRAELCHAI🇮🇱
ipadasher tweet media
Português
127
121
552
50.4K