Carlos Braz

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@carlobraz

Não há notícia grátis, não há rede social grátis. Liberdade não se ganha, se toma. Eu quero meu país de volta! Povo armado jamais será escravizado!

Katılım Temmuz 2009
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
O juiz injusto Desde quando juízes injustos existem? Pode-se dizer que desde sempre. Jesus Cristo quando andou na terra em seus ensinos fez referência a um juiz injusto. Ou seja, dois mil anos atrás e já desde aquela época sabe-se da atuação de juízes injustos em sociedades. A questão aqui não é como um homem é reconhecido como juiz pela sociedade, se é seu diploma, seu trabalho, sua oratória, qualidades morais ou se é nomeado por alguma autoridade daquele tempo e localidade. Jesus disse "um juiz injusto", então supõe-se que a sociedade, em qualquer tempo e localidade, também reconhece o quão injusto ou justo é a decisão de um juiz. Jesus usou como referência um juiz que não temia a Deus e nem respeitava os homens. Ou seja, a sua decisão de juiz não era conforme o crivo de uma religião como acontece em tribunais teocráticos. Esse também não fazia deferência deste homem ou daquele homem, réu ou acusador, para proferir o seu juízo. Mas que ele era injusto, reconhecidamente injusto, pois ele sabia quando se fazia necessário a justiça ser aplicada para mediar as partes e dar uma decisão pacificadora de justiça para ambos os lados, mas não aplicava. Ou seja, esse juiz injusto também sabia quando estava se esquivando de aplicar a justiça que lhe cabia aplicar por direito e obrigação. Ao pobre e ao rico. Conscientemente ele podia se omitir, por diversos sofismas, de aplicar a pena e o direito. Então não bastava a carteirada dos seus diplomas, títulos, relevância do cargo para fins políticos, bastava a simples vontade de ver a justiça ser aplicada, ou a falta dela. Por que ele era um juiz injusto? No relato Jesus não fala qual era a motivação desse homem ser um juiz injusto, diz apenas que era injusto. O que faz um juiz ser injusto em suas decisões? Precisa de motivação para ser injusto? Maldade pela maldade, por exemplo? Aqui no caso desse juiz injusto, citado por Jesus, é apenas uma conveniência pessoal momentânea. Só por questão de conveniência. Acordou de mau humor? Não agradou da cara deste ou daquele réu? Não recebeu os devidos cumprimentos, deferências ou referências dos advogados das partes? Não teve o seu serviço reconhecidamente bem pago? Ninguém sabe o que exatamente. Claro, ali Jesus não diz, pois trouxe esse exemplo apenas para falar da perserverança no clamor pela justiça. Porém esse juiz era tão injusto que foi a conveniência de não querer ser constantemente incomodado que falou mais alto que a consciência moral de prestar um bom serviço e uma justiça em medida justa. Com o tempo as pessoas reconhecem os dois pesos e duas medidas aplicadas por um juiz. As pessoas passam a reconhecer as decisões jogadas para a "galera". Então de repente, diante da insistência da viúva pobre, o juiz injusto se reconhece como alguém que não teme a Deus, não respeita os homens, mas não quer ser incomodado. Para não ser incomodado ele vai liberar a justiça que já cabia à pobre mulher. Ele sabia que ela tinha esse direito. O único momento de consciência que ele teve é que se reconheceu como um homem sem o temor de Deus, e como um juiz interesseiro. Vejam só, então o juiz injusto não quer ser incomodado a que seja obrigado a aplicar a justiça, pois ele aplica para quem ele quiser e como quiser, por estar resguardado de críticas. Como o obrigar um juiz a ter a consciência que o faça proferir decisões justas? Mesmo não relatado no texto bíblico a viúva pobre tinha nome, e o adversário dela e o juiz também tinham nomes. Aqui não cabe aquela interpretação de justiça social ancestral e hereditária. A justiça precisava ser aplicada para a viúva por aquele juiz na localidade e temporalidade onde lhe cabia o dever de ser um juiz justo. O alvo da justiça era um indivíduo e não uma coletividade subliminar, anônima, de classe, pois se fosse isso, a justiça nunca seria aplicada. Afinal, não é todo mundo que é uma viúva pobre. Quantos mais juízes injustos haverão sobre a face da terra? Sempre haverão, então façamos como a viúva pobre pois fala sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer quando clamarmos por justiça. Um juiz precisa ser incomodado para que ele aplique corretamente a justiça conforme as leis do seu tempo? Ou permitir que ele use dois pesos e duas medidas? Ouvi o que diz o esse juiz injusto! O texto bíblico em questão: Lucas 18:2-6 Havia em certa cidade um juiz que não temia a Deus, nem respeitava os homens. Havia também naquela mesma cidade uma viúva que ia ter com ele, dizendo: Faz-me justiça contra o meu adversário. E por algum tempo não quis atendê-la; mas depois disse consigo: Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como esta viúva me incomoda, hei de fazer-lhe justiça, para que ela não continue a vir molestar-me. E então Jesus disse: Ouçam o que diz esse juiz injusto.
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
Parece ser uma sensação e percepção geral, em vários países. Muitos cidadãos estão ficando reféns de sujeitos com ficha extensa de crimes que não tem a punição devida pelo seus atos contra outros. Mas não, não é de indivíduos criminosos que boa parte de cidadãos trabalhadores e pagadores de impostos estão ficando reféns, boa parte da população está ficando refém é do tipo de judiciário com leis criadas por agentes políticos omissos ou coniventes. Os cidadãos estão ficando reféns dum Estado que castiga cidadãos honestos e pagadores forçados de impostos. Se reclamar é multado. Está certo? Para não ficar refém do Estado é preciso ver quem está sendo escolhido - por voto ou não - para criar leis que facilitam a vida de criminosos.
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Imtiaz Mahmood
Imtiaz Mahmood@ImtiazMadmood·
SHOCKING: Swedish "justice" in full display. Her name is Meya Åberg. She was just 16 years old, walking home through a tunnel in Skellefteå after her shift at McDonald's on September 1, 2024. She missed the bus. Yazied Mohamed, an Eritrean refugee, stopped her and raped her. He was convicted of rape by the Court of Appeal for Upper Norrland. Sentenced to a mere 3 years in prison and ordered to pay damages. But prosecutors wanted him deported back to Eritrea after serving time. The court said no. Why? Because, in their words, given the "nature and duration" of the offense, it was serious—but not "exceptionally serious" enough to warrant deportation under refugee protections. The assault "didn't last long enough." They noted it involved fingers, not pen*s, and was short-lived. Meya's life is shattered. The rapist gets to stay in Sweden once his short sentence is done. This is the system protecting the victim... or the perpetrator? Facts don't lie. Sweden's own appeals court put it in writing.
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
@Pri_usabr1 "Narrativa" de perseguição a família Bolsonaro e figuras da direita parece o quê? Fato ou narrativas?
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Pri
Pri@Pri_usabr1·
Vera Magalhães: "Essa decisão do Alexandre de Moraes é no mínimo controversa. Abre um inquérito criminal por causa de um tweet que, na verdade, não contém nenhuma acusação de crime. É quase um delírio. Só contribui para a narrativa de perseguição à família Bolsonaro. Joga contra”
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
No sistema judiciário e político quem está ganhando para liberar/desencarcerar criminosos recorrentes? Quem? Não é a população. Nesse caso, a população é vítima de quem? Dos criminosos desencarcerados ou vítimas dos agentes que promovem o desencarceramento? Nessas eleições avaliemos com rigor em quem votar. Vitar em político que promove/prega desencarceramento sem critério é pedir para ficar preso em casa e assim mesmo ela ser invadida como foi o caso desse jovem.
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Jornal Razão
Jornal Razão@jornalrazao·
🚨🔵 Fernando Gabriel, de 24 anos, conversava com a família em casa, em Correia Pinto (SC), quando um desconhecido entrou pela porta aberta armado com uma faca e o esfaqueou na nuca. Fernando foi levado às pressas ao hospital, mas não resistiu. ⠀ O invasor era Valdirei Ferreira Lopes, de 38 anos, condenado a 22 anos e 4 meses de prisão por homicídio e tráfico de drogas. Valdirei já havia fugido do regime semiaberto em 2023 e ficou foragido por 11 meses, sendo recapturado ao tentar invadir outra casa na mesma cidade. Mesmo assim, em fevereiro deste ano, a Justiça o colocou em regime aberto antes do previsto, a pedido da própria cadeia, por conta de superlotação. ⠀ Um morador da casa reagiu, lutou com Valdirei e o desarmou. O criminoso fugiu e foi encontrado morto em via pública, esfaqueado no peito, em circunstâncias que a polícia apura como legítima defesa. ⠀ ✍️ Leia a matéria completa em jornalrazao.com ⠀ 🔵 Entre no nosso grupo do WhatsApp: jornalrazao.com/grupo ⠀ 🇧🇷 Siga o @jornalrazao
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Valentina Valente ☭🇮🇷🇻🇪🇵🇸🏳️‍🌈♀️
Ok. Se for comprovado que Moraes nos enganou e está, realmente, envolvido no Bolsomaster, então a implicação lógica é que, por trás da pose de "herói da democracia", ele atuou o tempo todo em favor da extrema-direita. O que significa que a prisão do Bolsonaro por um "crime" questionável, oportuna para nos satisfazer, funcionou, na realidade, como um mecanismo de proteção contra uma condenação por um crime de verdade. Mas, claro, esse tipo de leitura exige um mínimo de percepção crítica que nem todos estão dispostos a desenvolver.
Valentina Valente ☭🇮🇷🇻🇪🇵🇸🏳️‍🌈♀️ tweet media
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
Pra quê? Basta deixar os aplicativos rodarem sem sobretaxa de impostos que recaem sobre o consumidor. É melhor que ônibus coletivo, mais eficiente, atendimento mais completo. Ônibus coletivo não pega e não vai até na porta de casa, por exemplo. Aplicativo de passageiros, sim. E se o governo não sobretaxar, não fica caro. . . .
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Senso Crítico ⚡
Senso Crítico ⚡@SensoCrtico1·
A ideia de implementar transporte público gratuito em todo o país voltou ao centro do debate após sinalizações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A chamada “tarifa zero”, apresentada como solução para ampliar o acesso à mobilidade urbana, surge com forte apelo social, mas também levanta dúvidas relevantes sobre quem, de fato, pagará essa conta. Embora o discurso oficial destaque inclusão e melhoria no acesso ao transporte, críticos apontam que a gratuidade universal não elimina custos — apenas os redistribui. Na prática, o financiamento tende a recair sobre aumento de impostos, maior endividamento público ou cortes em outras áreas essenciais. Em um país que já enfrenta desafios fiscais, a proposta reacende o temor de políticas populares no curto prazo, mas insustentáveis no longo. Outro ponto sensível está na complexidade do sistema de transporte brasileiro. Como a gestão é descentralizada, envolvendo estados e municípios, a implementação nacional exigiria uma articulação inédita — e potencialmente conflituosa — entre diferentes níveis de governo. Além disso, especialistas alertam que experiências de tarifa zero em cidades menores não necessariamente se traduzem para grandes centros urbanos, onde os custos operacionais são muito mais elevados. Há ainda o risco de que a medida, sem um planejamento robusto, leve à queda na qualidade do serviço. Sem uma fonte de financiamento clara e estável, empresas concessionárias podem enfrentar dificuldades para manter frota, infraestrutura e frequência, afetando justamente a população que a política pretende beneficiar.
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
É por isso que sempre escolhem para as presidência do Senado e Câmara dos Deputados parlamentares do Norte e Nordeste. Muito conveniente. São os estados "coitadinhos" que não tem condições de contribuir com impostos, mas precisam de dinheiro para bolsas auxílios. Mas por esses parlamentares os demais estados podem, e muito, contribuir com mais impostos pois são ricos. São mais ricos, ou trabalham muito mais para enriquecer? A política de impostos do Brasil é feita por quem menos contribui para quem "pode" mais contribuir. E qual o resultado disso? Se os estados do sul/sudeste diminuirem ou pararem a contribuição de impostos teremos uma guerra civil de esfomeados no norte/nordeste, pois não terão bolsas auxilios do governo. E se chegar nesse nivel os políticos de lá não conseguiriam andar na rua - cadê o meu auxílio? - pois é o tipo de política que o povo lá entende.
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Serafim
Serafim@Serafim_zx·
“Eu fiz o L e não pago imposto, se você não quer pagar imposto também, faça o L” “Eu fiz o L e não pago água e nem energia, se você quer isso também, faça o L” PAÍS MALDITO DESGRAÇADO CHEIO DE FILHOS DA PUTAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
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Fotos de Fatos
Fotos de Fatos@FotosDeFatos·
Na prisão de Nuremberga, Hermann Göring deixou uma reflexão que continua incomodando com a sua frieza. Não foi no tribunal. Não foi perante os juízes. Foi em uma conversa particular de 18 de abril de 1946 com o psicólogo americano Gustave M. Gilbert, recolhido em Nuremberga Diary, publicado em 1947. Göring disse uma coisa brutalmente simples: que as pessoas comuns não querem a guerra, mas que os líderes podem arrastá-la se conseguirem convencê-la de que está sendo atacada e apresentam os pacifistas como uma ameaça à pátria. Gilbert respondeu-lhe que em uma democracia existe uma diferença porque o povo tem voz através dos seus representantes. Goering insistiu que, com ou sem voz, esse mecanismo funciona da mesma forma se o medo conseguir impor-se. A força dessa passagem não está em quem disse, mas no que nua. Não justifica nada. Não absolve nada. Mas mostra com uma clareza inquietante como o poder pode usar o medo, a linguagem e a ideia de uma ameaça externa para empurrar populações inteiras para decisões que, em circunstâncias normais, nunca teriam desejado. Meses mais tarde, em 15 de outubro de 1946, Goering pôs fim à sua existência, poucas horas antes da sua execução. A frase ficou. E continua sendo citada porque lembra de uma verdade incómoda: as guerras não começam apenas com armas. Eles também começam com palavras que preparam as pessoas para aceitá-las.
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
E pensar que os impostos que pagamos forçados servem para mantê-los. É mais um cidadão cansado de pagar impostos ser preso pelo Estado se sonegar, do que algum desses ministros gulosos de dinheiro mamado das tetas desse mesmo Estado. No final, o Estado serve para isso: tomar dinheiro de cidadãos trabalhadores para entregá-lo aos milhões para figurões da política. . . .
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Adolfo Sachsida
Adolfo Sachsida@ASachsida·
Moraes precisa sair ou ser afastado do STF Quando um homem investido de poder deixa de reunir as condições morais indispensáveis ao exercício de seu cargo, não é apenas sua posição que se enfraquece — é a confiança do povo nas instituições que começa a ruir. Hoje, brasileiros observam incrédulos a postura de Alexandre de Moraes. O que mais inquieta não é apenas o escândalo em si, mas a aparente indiferença diante dele — a tentativa de agir como se nada estivesse acontecendo, como se questionamentos legítimos pudessem ser ignorados sem custo para o STF e para a República. Em uma democracia, autoridade não se sustenta apenas pelo poder formal, mas pela confiança moral que inspira. Quando essa confiança é abalada, insistir na normalidade não restaura a estabilidade — aprofunda a desconfiança e leva o país à ruína moral. O Brasil é maior do que qualquer indivíduo. 🇧🇷 E a força de uma nação livre reside justamente na coragem de exigir que seus líderes estejam à altura da responsabilidade que lhes foi confiada.
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Marcel van Hattem
Marcel van Hattem@marcelvanhattem·
Esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes: R$ 80 milhões do Master. Chefe da Polícia Federal do Lula, Andrei Rodrigues: viagem a Londres e estadia paga pelo Master. Só tem uma saída pra gente acabar com a patifaria que domina o país: renovar o Senado. Precisamos de um presidente do Senado que não seja nem omisso nem cúmplice como Davi Alcolumbre. Por isso digo e repito: as eleições deste ano ao Senado são as mais importantes das nossas vidas!
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
@LEME12 Aquele momento do natural e biologivamente óbvio.
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Felipe Leme
Felipe Leme@LEME12·
A globo tentou criar um vilão e fez o herói da década. Outro grande momento do Tufão homofóbico!
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
@apropriajulia Desde que passou-se a utilizar o PIX todos os cidadãos são monitorados com sucesso. O DREx é só um nível a mais nesse monitoramento: nível de controle estatal sobre as movimentações financeiras.
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Júlia Zanatta
Júlia Zanatta@apropriajulia·
O FIM DO DINHEIRO FÍSICO: teoria da conspiração? Sempre que um assunto incomoda aqueles que se beneficiam do “status quo” vigente é automaticamente acusado de “teoria da conspiração”. Como ROTHBARD nos ensina, “uma teoria da conspiração” pode abalar o sistema ao fazer com que o povo duvide da propaganda ideológica estatal. Vírus do coronga nasceu na China? Coisa de louquinho teórico da conspiração! DREX vai acabar com o dinheiro físico? Alucinações conspiratórias. Questionar qualquer coisa? Negacionista! Na era atual o domínio estatal é considerado ultra científico por ser planejado por especialistas. Se o site oficial do governo faz propagando e afirma que o DREX nao acabará com o dinheiro físico então automaticamente o cidadão consciente sabe que o objetivo final é justamente esse.
Júlia Zanatta tweet media
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
E não apenas isso, são os puxa-sacos a serviço dele. Fazem isso de graça? As ações de Moraes, não decisões, sempre na mídia, parece algiém que não dorme. Será? Não são puxa-sacos auxiliares que tem muito a perder com a queda de Moraes? Sejam auxiliares diretos, seja no governo Lula, eles tem muito a perder se Moraes, ou STF carcomido de favores cair. . . .
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TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️
Isso aqui é doença! Uma postagem de Twitter dizendo que Eduardo estava fazendo uma Live, enquanto, na verdade, Eduardo gravava um video para mostrar ao seu pai... O mais assustador disso tudo é que Alexandre ignora o video do Eduardo em si, onde ele.deixa claro que esta GRAVANDO, e fundamenta usando uma postagem de Twitter que diz outra coisa pedindo que.ele tome providências. E Alexandre o faz, mostrando que esta patrulhando a internet e se baseando em postagens de inimigos politicos do presidente Bolsonaro. É surreal chamar isso aqui de democracia.
Sam Pancher@SamPancher

Moraes manda defesa de Jair Bolsonaro explicar fala do filho, Eduardo Bolsonaro, que afirmou que mostraria um vídeo para o ex-presidente. No despacho, Moraes coloca um tweet que acusa Eduardo de estar fazendo uma live. No entanto, o ex-deputado estava gravando um vídeo.

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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
Esse aí já não é mais juiz. É outra coisa. E nós estamos num Estado Democrático da Banania. Cadê os senadores? Cadê as instituições que deveriam ter os limites para que não houvesse esses exageros por mão de um homem só? Mas também é muita gente nesse esquema para cada um estar segurando o pau do outro como favor. Desde os altos escalões de governo até os níveis abaixo.
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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu prazo de 24 horas para que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) explique possível descumprimento das regras da prisão domiciliar, após a divulgação de um vídeo em que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro afirma ter mostrado imagens ao pai. Em decisão divulgada na manhã desta segunda-feira (30/3), Moraes cita a veiculação de um vídeo no X em que Eduardo aparece gravando sua participação na Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), no sábado (28/3), e afirmando que enviaria o conteúdo ao pai.
Andre Marsiglia tweet media
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
@RicardoRoveran @silveira50 Se ninguém tirar colocar o caminhão na estrada não há pelo quê se multar. Afinal, ninguém é escravo para trabalhar para pagar imposto para as mamatas do Lula, dos capachos do PT e da Suprema Corte. Ou eles acham que os brasileiros são obrigados a sustentá-los?
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Ricardo Roveran
Ricardo Roveran@RicardoRoveran·
Aplicar multa de R$ 7 bilhões contra os caminhoneiros foi um tiro no pé. Usar a máquina pública para perseguir trabalhadores é a receita da revolta popular. A massa revoltada já existe. A oportunidade de manobra está criada. A questão é: quem tomará a liderança?
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
@marsiglia_andre @Zivaniacandu Ele é dono do Brasil? Ele manda as pessoas trabalharem? Os motoristas são escravos dele? Os motorista são escravos do Estado? Até quando?
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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou a execução de multas bilionárias contra envolvidos em protestos e bloqueios de rodovias depois da eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. O procedimento foi formalizado pela Carta de Ordem 209/2026, que determinou a cobrança pela primeira instância da Justiça Federal. Os valores chegam a cerca de R$ 7 bilhões, com base em penalidades de R$ 100 mil por hora de bloqueio, por veículo vinculado a CPF ou CNPJ. Há casos de pessoas físicas multadas em até R$ 147 milhões, enquanto pequenas empresas receberam cobranças entre R$ 5 milhões e R$ 15 milhões.
Andre Marsiglia tweet media
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Senso Crítico ⚡
Senso Crítico ⚡@SensoCrtico1·
A influenciadora Babi Mendes relatou nas redes sociais uma mensagem que recebeu de um seguidor, que teria participado de uma reunião com um empresário dono de uma empresa com aproximadamente 250 colaboradores dos quais cerca de 195 são mulheres. O trecho diz: “Fiz reunião hoje com um empresário que tem cerca de 250 colaboradores. Desses, aproximadamente 195 são mulheres. Ele está decidido a demitir 150 ‘substituíveis’ até o final do ano e contratar homens acima de 28 anos, país de família e que morem com os filhos. Disse que é melhor o custo do acerto de 150 mulheres do que 10 processos indevidos de oportunistas, o que talvez seria mais danoso, caro e desgastante judicialmente. O que pensar?” Segundo ela, a justificativa foi direta e fria: “É melhor o custo do acerto de 150 mulheres do que 10 processos indevidos de oportunistas, o que talvez seria mais danoso, caro e desgastante judicialmente.” O caso viralizou e ilustra o que alguns especialistas apontaram como possível efeito colateral após a aprovação da nova lei de misoginia no Senado: a insegurança jurídica poderia levar empregadores a evitar contratar ou manter mulheres no quadro de funcionários. A lei, criada para proteger mulheres, pode acabar impactando negativamente a empregabilidade feminina, segundo essa linha de análise.
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
A depender do Estado os trabalhadores - pagadores forçados de impostos - serão sempre formiguinhas especialistas obedientes sem amplo conhecimento. Terão apenas conhecimento apenas para o mínimo necessário para obedecer e entregar de produção. E se for observar a educação de Estado é isso o que acontece. Quando alguém se sobressai é jogado para fora se não conseguirem roubar um pouco do sucesso do esforço próprio e individual dessa pessoa.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
“Um ser humano deveria ser capaz de trocar uma fralda, planejar uma invasão, abater um porco, pilotar um navio, projetar um edifício, escrever um soneto, equilibrar as contas, construir uma parede, imobilizar um osso, confortar um moribundo, receber ordens, dar ordens, cooperar, agir sozinho, resolver equações, analisar um novo problema, espalhar esterco, programar um computador, cozinhar uma refeição saborosa, lutar com eficiência e morrer galantemente. Especialização é para insetos” -Robert A. Heinlein
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Carlos Braz
Carlos Braz@carlobraz·
@CarolDeToni @AthenasMNC Está cada vez mais consolidando uma ditadura do judiciário e Lula, na verdade PT e lacaios, são o apoio de ocasião. Mas tem hora que se mistura quem apoia quem. Depende do noticiário.
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Carol De Toni
Carol De Toni@CarolDeToni·
Sem surpresa nenhuma: a maioria do STF decidiu enterrar a CPMI do INSS. Mesmo com as assinaturas necessárias e diante de um escândalo que atingiu diretamente aposentados e pensionistas, a investigação foi interrompida. Apenas o ministro Luiz Fux acompanhou o relator André Mendonça, reconhecendo o óbvio: o Congresso tinha o direito de dar continuidade às investigações. Os mais prejudicados são justamente os mais vulneráveis: aposentados, pensionistas, brasileiros que trabalharam a vida inteira e foram vítimas de descontos indevidos, fraudes e abusos. A CPMI já começava a expor esse esquema, revelando métodos, identificando responsáveis e trazendo à tona práticas que precisam ser esclarecidas até o fim. Interromper essa apuração não fortalece as instituições. Pelo contrário: impede que a verdade venha à tona e protege quem não quer ser investigado. E, mais uma vez, deixa quem mais precisa sem resposta e sem justiça.
Carol De Toni tweet media
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