

Diogo Martins
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@dmartins1992
PhD student and Teaching Assistant @UMassEcon @UMassAmherst | Macroeconomics and Political Economy | BA and MSc @iseglisbon |






I strongly agree that development economics should return to the big questions: why some countries industrialize, transform, and grow, while others do not. These are the questions that made the field central to economics and to policy in the first place. 1/6



Os apertos da @speraltalisboa aos liberais. E bem, e bem.

Por fim, a sensação é que graduação no BR = mestrado nos EUA; PhD e doutorado BR se equiparam em nível dos professores, mas o nível do aluno brasileiro costuma ser mais alto que o internacional. No fim, PhD > doutorado principalmente pelas oportunidades/infra/acesso à fronteira.


No programa Estado D’Arte, da RTP Notícias, foi dito que “é bem” que a Iniciativa Liberal leve uns apertos na descida da Avenida da Liberdade. Ora, foi exactamente contra os que se acham donos do país e que acham que têm o direito a “dar uns apertos” a quem exerce a sua Liberdade que se fez o 25 de Abril. Continua a ser preciso “desapertar” o país. Amanhã junta-te a nós a descer a Avenida, pela Liberdade.


Durante décadas, a oferta de casas excedeu a procura, o que ajudou a expandir o parque habitacional do país e moderar o crescimento dos preços. Nos últimos anos a situação inverteu-se e atualmente a procura de casas está bastante acima da oferta (slide 1). O resultado é conhecido: os preços imobiliários têm subido rapidamente, causando graves problemas de acessibilidade à habitação. A solução é só uma: oferta, oferta, oferta. Só assim é que este enorme desequilíbrio entre oferta e procura pode ser resolvido, atenuando a subida vertiginosa dos preços das casas. Neste sentido, tudo o que fizermos para agilizar os licenciamentos e a construção e a reabilitação de casas é bem vindo. Mas há algo mais que podemos fazer: apostar de forma decisiva na habitação social ou na habitação a preços mais acessíveis. Na OCDE, somos dos países com menos habitação social (slide 2). Entre nós, menos de 2% do stock habitacional é habitação social. Em claro contraste, os Países Baixos, a Áustria, o Reino Unido, a França, a Irlanda, a Coreia, a Finlância, entre outros, têm mais de 10% do seu stock imobiliário em habitação social ou a preços mais acessíveis. É fundamental seguirmos as melhores práticas destes países para melhorarmos a acessibilidade da habitação no nosso País. Para ser mais, não perca os Boletins Económicos de Dezembro: 🔗lnkd.in/eEHKTFDr E de Março:🔗tinyurl.com/3kspewa3 @bancodeportugal


It's alive! Very grateful to Rae Ganci Hammers for the design.