Fernanda Barth 🇧🇷🇺🇸🇮🇱
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Fernanda Barth 🇧🇷🇺🇸🇮🇱
@fernandabarth
Cientista Política, jornalista. De Direita. Pela vida, propriedade e liberdade.




Ao contrário do que muitos acreditam, os votos da direita não estão garantidos. Existe um contingente enorme de eleitores desiludidos, que perderam a esperança e já não veem sentido em sair de casa para votar. Para essas pessoas a eleição deixou de ser uma ferramenta de mudança e passou a ser apenas mais do mesmo. E esse é o ponto central: eleição não se ganha apenas convencendo. Se ganha mobilizando. Os dados mostram uma tendência preocupante: a abstenção no Brasil vem crescendo ao longo dos anos. Milhões de brasileiros simplesmente não aparecem para votar. E, na prática, esse eleitor ausente costuma ser justamente o mais descrente com a política tradicional — um perfil historicamente mais próximo da direita. Ou seja: o maior adversário da direita hoje não é a esquerda. É a desmobilização. Posicionamentos fracos, discursos mornos ou a tentativa de agradar todos os lados não ampliam apoio. Pelo contrário podem desmotivar quem já estava inclinado a apoiar. Quem está desanimado não se levanta por um projeto indefinido. Se a direita passa a fazer acenos para a esquerda, surge uma pergunta inevitável: para que mudar? Sem firmeza não há engajamento. E sem engajamento não há vitória. A eleição será decidida por quem consegue tirar as pessoas de casa.










Essa criatura, governador do RS, Eduardo Leite quer ser presidente da república. Foi na "cerimônia" de 1 ano dos atos de 8/1, prestigiar o AMoraes e o Lule.









