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@hirankarate

"Lutador, Corinthiano e Antifascista". #legalizaçãodasdrogasjá

Katılım Ekim 2010
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nico 📺
nico 📺@feeddonico·
POLÊMICA DA DIATV: agora, no #PraVariar, o Gui Sampaio foi convocado no começo do programa pra falar sobre toda a polêmica da entrevista com o Kim Kataguiri. ele explicou qual era a intenção inicial, e que vão seguir entrevistando pessoas de direita, mas não as que vão contra ou se pronunciem publicamente sobre a comunidade que assiste a Dia TV. ele também pediu pro público parar com o hate com os outros criadores da casa porque evidentemente eles NÃO concordam com os posicionamentos do entrevistado, e eles não tem relação nenhuma com a linha editorial do programa, que o Gui assumiu. #SimplificandoEntrevista
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The Priolis
The Priolis@thepriolis·
Jenny Prioli se pronuncia sobre a entrevista que aconteceu na dia tv
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DiaTV Acervo
DiaTV Acervo@diaacervo·
Beta Boechat expõe diretamente a Rafa Dias quais os erros ela encontrou e sentiu sobre a decisão e condução entrevista política exibida #TodoDiaComBetaBoechat #diatv
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Matheus
Matheus@mtlvrg·
Pra enterrar de vez esse assunto da DiaTV com um conteúdo exibido pela própria: Belas palavras. Bom dia!
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Clarice
Clarice@clalispe·
O timing da ODIA TV abrindo as portas pro Kim Kataguire, atacando expoentes da esquerda, coincide de forma exata com o momento em que vêm à tona as notícias de que o Consulado dos Estados Unidos está recrutando influenciadores para atuar contra o presidente Lula durante o período eleitoral. 👀
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POPTime
POPTime@poptime·
Diva Depressão se pronuncia após DiaTV exibir entrevista com deputado anti-LGBTQIAP+: "Não dá pra gente levar na nossa casa quem não gosta de agente, acho que dá pra escutar, discutir com quem tem uma opinião diferente mas não opinião que oprime".
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Rachel Berry
Rachel Berry@stopbeingpoorsz·
@KimKataguiri Porque alguém teria que dar palco pra você se vc literalmente acha um erro uma ideologia nefasta como o nazismo ser criminalizada? Ideologia essa que literalmente assassinou em massa homossexuais
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Kim Kataguiri
Kim Kataguiri@KimKataguiri·
NOTA OFICIAL Fui convidado e o time do canal DiaTV me recebeu muito respeitosamente para uma entrevista que, na minha opinião, foi muito produtiva e profissional. Entretanto, uma parte do seu público é extremista e intolerante e agora está tentando cancelar o programa, o canal e o apresentador. Tudo porque os produtores cometeram o crime de convidar um político de direita para conversar. Eu me oponho a essa patrulha da censura e por isso vou disponibilizar a íntegra do programa aqui no meu perfil do X para que todos possam assistir e ver que não houve problema algum no programa inteiro.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
A guerra dos data centers já começou. E não é no Vale do Silício. É em cidades que você nunca ouviu falar. Em condados rurais de Ohio, Georgia, Wyoming, Louisiana. Em lugares onde a última grande notícia era o fechamento de uma fábrica ou de mais uma escola. De repente chega um projeto de bilhões. Um armazém sem janelas, do tamanho de vários campos de futebol, cheio de máquinas que nunca dormem. E a cidade explode. Republicanos e democratas, que não conseguem concordar sobre quase nada, finalmente acharam um ponto de união: odiar armazéns de computadores. Mais gente nos Estados Unidos prefere ter uma usina nuclear na própria cidade do que um data center. Projetos de dezenas de bilhões foram bloqueados. Prefeitos e vereadores que aprovaram foram expulsos. Em Indianapolis, um vereador acordou de madrugada com treze tiros na fachada da casa e um bilhete: “No data centers”. Ele e o filho de oito anos estavam dentro. Democracia em ação, versão 2026. O que está acontecendo? Não é só “impacto ambiental”, não é só “conta de luz”. É algo mais profundo. É a primeira vez que o poder da big tech aparece como um objeto físico que o cidadão comum pode olhar de frente e gritar. E o cidadão comum percebe a hipocrisia. Durante décadas essas mesmas empresas venderam a economia “verde” com fervor quase religioso. Deram lições diárias sobre conservação de água e energia, advertiram sobre os perigos do consumo desenfreado e transformaram a mudança climática em dogma moral. De repente, tudo se resume a data centers e ninguém mais fala em conservação de recursos. Não é coincidência. É óbvio demais. Os Estados Unidos magicamente resolveram o clima, construíram novas redes elétricas e descobriram reservas de água potável desconhecidas? Não se trata de entrar no mérito da discussão ambiental. Trata-se de reconhecer a gigantesca hipocrisia de quem pregou restrição para os outros e agora exige abundância para si. Durante anos os data centers existiram em silêncio. Virginia do Norte virou o que chamam de Data Center Alley. Quase metade de todos os data centers americanos ficou concentrada em cinco regiões. Ninguém reclamava. A “nuvem” era abstrata. Até a inteligência artificial chegar com fome. Um data center focado em IA consome a energia de cem mil casas. Os maiores, vinte vezes isso. Em 2025 a indústria despejou mais de 400 bilhões de dólares só em construção, chips e infraestrutura. Um economista de Harvard calculou: se você tirar esse boom do cálculo, o crescimento econômico americano de 2025 ficou perto de zero. Em vários meses de 2025, o investimento em data centers de IA contribuiu mais para o PIB do que todo o consumo das famílias somado. Setenta por cento da economia americana, superado por armazéns de servidores. Impressionante o que a “nuvem” consegue fazer quando finalmente desce ao chão. O problema é que os hubs antigos acabaram. Terra cara, energia no limite, filas de anos para conexão na rede. Então os desenvolvedores saíram caçando municípios rurais com terra barata, linha de transmissão próxima e governo local desesperado por qualquer sinal de desenvolvimento. Aí começa o teatro. A empresa chega prometendo milhares de empregos na construção. Meta (Facebook), na Louisiana, falou em mais de cinco mil trabalhadores no pico. Boom temporário. Quando a obra termina, restam vinte, trinta, no máximo cinquenta pessoas. O estacionamento fica quase vazio. O milagre econômico vira um prédio caro e silencioso. Mas calma: pelo menos o PowerPoint (Canvas para nao denunciar a idade do autor) da prefeitura ficou bonito enquanto durou. Os impostos, no entanto, são reais. Loudoun County, na Virgínia, arrecada cerca de 1,3 bilhão de dólares por ano só com data centers. Isso permitiu reduzir o imposto sobre a propriedade residencial por dez anos consecutivos. Sem eles, a conta média do dono de casa quase dobraria. Para muitos prefeitos de cidade pequena a matemática é sedutora. Só que a eletricidade não perdoa. Em alguns lugares o data center passa a representar uma fatia relevante do consumo estadual. A indústria responde construindo a própria geração ou pagando para ampliar a rede. Meta, na Louisiana, está financiando um aumento de 30% na capacidade elétrica do estado. As contas sobem e as pessoas olham para o armazém sem janelas. É sempre mais fácil gritar contra o prédio novo do que admitir que a rede local já estava velha antes dele chegar. Água? Um data center médio usa cerca de 300 mil galões por dia. É muito. É também, grosso modo, o que um campo de golfe de 18 buracos consome. Ninguém organiza protestos nacionais contra o golfe. Mas a narrativa precisa de vilão. Se o gramado do country club sumisse da noite para o dia, a revolução ambiental seria outra. Tem ruído constante. Em Chandler, Arizona, moradores passaram anos dormindo com tampão de ouvido. Em Mississippi, dez mil pessoas processaram. O problema não é o volume. É a permanência. E tem a parte mais suja: a desapropriação. Raramente o terreno do data center em si. Quase sempre a linha de transmissão que o alimenta. Na Geórgia, um projeto ligado a novos data centers de IA corta mais de 330 propriedades privadas. Famílias recebem a carta e descobrem que ou vendem ou o Estado vende por elas. O que une tudo isso é a sensação de perda de controle. As empresas chegam com NDAs (contratos de sigilo) e shell companies. Meta usou “DUS LLC”. Amazon, “Project Blue”. Em algumas cidades o plano ficou dois anos em segredo. O vereador sabe e não pode contar (Por que camaras de vereadores pode assinar contratos de sigilo, é um mistério maior ainda). A audiência pública vira teatro. Transparência, versão big tech: você só descobre o que está acontecendo quando já é tarde demais para impedir. Por baixo de tudo isso roda a inteligência artificial. O data center virou a chaminé da era da IA. As pessoas não votam em algoritmos. Mas votam em zoneamento. O data center se transformou na urna improvisada de uma tecnologia que ninguém autorizou na velocidade em que está sendo implantada. A oposição é real e bipartidária. Pesquisa Pew com mais de 8.500 americanos mostra maiorias de republicanos, democratas e independentes contrários aos Data centers. Quanto mais as pessoas aprendem, mais rejeitam. Desde 2023, opositores conseguiram atrasar ou bloquear pelo menos 64 bilhões em projetos. Em Warrenton, Virgínia, todos os vereadores que aprovaram um data center da Amazon perderam o cargo. Em Cascade Locks, Oregon, moradores cassaram dois oficiais e mataram o projeto em dias. Mas a máquina profissional também chegou. Em outubro de 2025, a Food & Water Watch exigiu congelamento nacional. Em poucos meses, carta ao Congresso com mais de 230 organizações e projeto de moratória no Senado. Vizinhos com cartaz não se organizam nessa velocidade. Dinheiro de um bilionário suíço, milhões para grupos que assinaram a carta. Do outro lado, a indústria gasta fortunas em lobby. E aqui entra a parte que a maior parte da imprensa prefere tratar com pinça: China e Rússia não estão apenas observando. Estão empurrando. Veículos estatais chineses publicam imagens de satélite de data centers americanos e escrevem em inglês sobre “bem-estar financeiro”. Redes alinhadas ao Partido Comunista Chinês e operações russas amplificam a narrativa de contas de luz explodindo e água sendo roubada. Enquanto isso, a própria China subsidia a energia de seus data centers em até 50% e corre atrás da liderança. O objetivo é estratégico. Data centers não são apenas armazéns de servidores. São a infraestrutura industrial da próxima era de poder. Assim como siderúrgicas e estaleiros foram decisivos no século XX, a capacidade de treinar e operar modelos de IA em escala será decisiva no século XXI. Quem controla essa infraestrutura controla vantagem econômica, informacional e, potencialmente, militar. Quando os Estados Unidos atrasam deliberadamente essa construção por pressão política interna, estão praticando uma forma de auto-desarmamento tecnológico. E Pequim e Moscou sabem disso perfeitamente. Quando Kathy Hochul, em Nova York, impõe moratória de um ano e AOC celebra como “garantir que a IA beneficie a todos”, o que está sendo celebrado é a transferência de investimento, empregos e capacidade tecnológica para outros estados, ou para outros países. O capital não espera. Chamar isso de proteção aos nova-iorquinos é quase cômico. É o equivalente a proibir a construção de portos e depois reclamar que o comércio foi para outro lugar. Os números de eletricidade merecem frieza. Em Virgínia, onde data centers já consomem mais de um quinto da eletricidade do estado, o aumento de preços ficou perto da média nacional. Estudos do Electric Power Research Institute e da consultoria E3 indicam que, entre 2015 e 2024, a entrada de data centers exerceu pressão modesta para baixo nas tarifas residenciais. A maior parte do custo da rede é fixa. Quando um cliente gigante e estável entra, o custo médio cai. Em muitos casos os próprios data centers pagam pela expansão. Água é comparável a campos de golfe. Emprego permanente é baixo. Impacto local de ruído e paisagem é real. Perda de autonomia política é real. Segredo corporativo é real. Medo de uma tecnologia que avança mais rápido do que a sociedade consegue processar também é real. O que não é real é tratar o data center como usina de veneno. Ele é a infraestrutura física de quase tudo que a economia moderna já usa. Parar a construção nacionalmente não democratiza a IA. Apenas garante que ela será construída em outro lugar, sob outras regras, e preferencialmente sob interesses que não são os dos Estados Unidos e do mundo ocidental. A guerra dos data centers é a primeira grande batalha física pela infraestrutura da próxima era. De um lado, quem quer velocidade e supremacia tecnológica. Do outro, comunidades que se sentem atropeladas por decisões tomadas em salas fechadas. No meio, uma população que descobriu que a nuvem tem endereço e faz barulho. O risco é político e geopolítico. Quando a única forma de um cidadão comum exercer algum poder sobre o avanço tecnológico é gritar num zoneamento ou atirar na casa de um vereador, o sistema já está falhando. E quando potências rivais alimentam essa falha, a conversa deixa de ser local. Vira questão de quem vai dominar a próxima década. Atrasar deliberadamente essa infraestrutura enquanto o adversário acelera não é prudência. É auto-desarmamento. O que está em jogo não é apenas a conta de luz de um condado rural ou o silêncio noturno de um bairro. É a capacidade de um país permanecer na frente da curva tecnológica mais importante do século. Países que abrem mão da infraestrutura crítica em nome do conforto político imediato costumam descobrir, tarde demais, que o preço da hesitação é a irrelevância (Europa). A história não espera quem prefere o conforto do status quo ao risco do progresso. A pergunta que fica não é se data centers vão ser construídos. Vão. A pergunta é quem vai construir, onde, com que grau de transparência, e se os Estados Unidos ainda terão a capacidade política de decidir isso no próprio interesse, ou se vão terceirizar a decisão para o medo, para o populismo de ocasião, e para quem, do outro lado do mundo, torce para que eles falhem.
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Planeta do Futebol 🌎
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info·
Pronunciamento de Marcio de Luna, gerente de operações da Neo Química Arena, sobre o gramado: “Já acionamos a empresa responsável pela manutenção do gramado para que a performance esperada do campo seja alcançada até o próximo jogo.” 🎥 @NeoQuimicaArena
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Rafael Zen
Rafael Zen@fiel_zen·
E a deterioração da Arena segue em ritmo acelerado. Já temos bebedouros “moderníssimos”, com encanamento aparente. Agora chegou a vez do gramado “raiz”, digno dos anos 90. Afinal, quer um tapete? Vai pra Wembley.
Rafael Zen tweet media
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rodriguesˢᶜᶜᵖ
WorldSportsse, no Instagram. Essa aí que é a grande empresa responsável pelo trabalho eficiente de deixar o gramado da Neo Química Arena uma porcaria. Parabéns aos envolvidos, principalmente ao merda do Osmar Stabile.
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Planeta do Futebol 🌎
Planeta do Futebol 🌎@futebol_info·
🚨 Fernando Diniz detona gramado da Neo Química Arena: “É frustrante. O campo sempre foi uma arma para o Corinthians, mas esse gramado é o PIOR gramado desde que a Arena foi construída.” “Se o campo fosse ficar assim, eles tinham que ter avisado. O campo está perigoso, tem areia. Hoje foram 5 jogadores com joelho ralado.” “A lesão do Labyad provavelmente tem muito a ver com o campo, infelizmente.” 🎥 @geglobo
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Vinicios Betiol
Vinicios Betiol@vinicios_betiol·
GRAVÍSSIMO! O Jornalista Leandro Demori revelou que o consulado dos EUA, em pleno ano eleitoral, está COOPTANDO INFLUENCIADORES DIGITAIS para reuniões. Isso precisa chegar às autoridades e ser investigado!
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Marinês Araldi
Marinês Araldi@MARINESARALDI·
Partido Liberal decide que Flávio Bolsonaro só irá a debates presidenciais se Lula comparecer. Qual sua opinião sobre isso?
Marinês Araldi tweet media
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Jeffrey Chiquini
Jeffrey Chiquini@JeffreyChiquini·
ESSE PAÍS É UMA VERGONHA! “Vamos tomar um café?” Quanta intimidade Lula…você que em 2022 disse: “Presidente não é pra ser amigo de ministro do STF”. VOCÊS QUE VOTARAM NELE SÃO CÚMPLICES!
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Valéria Monteiro
Valéria Monteiro@ValriaMont72680·
Flávio tá morto e cada dia a cova dele se aprofunda mais. Direita nunca mais. Tchau querido
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