João Bosco

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@jooboper16

Katılım Şubat 2026
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Lula
Lula@LulaOficial·
Lançamos hoje o novo Desenrola Brasil. Com o programa, será possível renegociar dívidas como as de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, com desconto de até 90% e juros mais baixos (até 1,99% ao mês). Apoio a famílias, estudantes (FIES), aposentados, pensionistas, micro e pequenas empresas e agricultores familiares. Entre as condições: » Prazo de até quatro anos para pagar » Até 30 dias para iniciar o pagamento » Possibilidade de uso de parte do FGTS para amortizar ou quitar dívidas » Quem aderir fica um ano bloqueado de usar plataformas de apostas (BETs) Outros detalhes em gov.br/planalto/pt-br… 📸@ricardostuckert
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GugaNoblat
GugaNoblat@GugaNoblat·
Leda Nagle saiu em apoio ao Romeu Zema e defendeu o trabalho infantil, afinal, ela trabalhou no armazém da família. Zema trabalhou na empresa do avô. Sorte nascerem cheio de privilégios e nunca terem sido crianças exploradas, por exemplo, em canaviais.
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Tumulto BR
Tumulto BR@TumultoBR·
Preciso 500 comentários com #LADRÃO Consigo?
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Rafael Fontana
Rafael Fontana@RafaelFontana·
REDUFLAÇÃO - Você paga mais - Vem menos produto - E a qualidade cai Coisas que só o PT faz por você!! 🫵
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Governo do Brasil
📘 A carteira azulzinha continua sendo a queridinha do Brasil! Os dados mostram: a segurança e os direitos da CLT ainda são prioridade, especialmente entre os mais jovens. Mas ter direitos não pode significar falta de tempo para viver, né? 👇
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Lula
Lula@LulaOficial·
Presidente Lula assina Medida Provisória referente ao Novo Desenrola Brasil x.com/i/broadcasts/1…
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Fiscal do Fim dos Tempos
Fiscal do Fim dos Tempos@fiscaldofim·
Diga a primeira coisa que lhe vem a mente ao ver essa foto ⬇️
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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
Lula fará nova indicação ao STF? Minha entrevista para a Band News.
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denise
denise@denise47613384·
Olha o “currículo” do general Emílio, que quis constranger e peitar o deputado @marcelvanhattem Que VERGONHA! O nome do exército na lata do lixo! Esse general Emílio inda condecorou o comunista militante lulista Eduardo Paes… 🤬🤬🤬🤬🤬
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Rogério Marinho🇧🇷
Rogério Marinho🇧🇷@rogeriosmarinho·
O escândalo do Banco Master atinge o coração do PT na Bahia e expõe seu verdadeiro DNA: mentira, corrupção e aparelhamento da máquina pública. Não é novidade, é padrão de um partido que voltou à cena do crime! O Brasil já viu esse filme, e sabe como termina. Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: youtu.be/zEDxKYb8oLM
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Lula
Lula@LulaOficial·
O Brasil nunca quebrou por dar direitos aos trabalhadores. Sempre ficou mais forte porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6x1 no Brasil.
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João Bosco
João Bosco@jooboper16·
@Estadao Brasil Salve-se quem puder e o último a sair apaga a luz! 🍉🪖x.com/i/status/20510…
Marcel van Hattem@marcelvanhattem

O ERRO DO GENERAL. *Por Amarilio Tadeu Freesz de Almeida. Essa história do General interpelando o Deputadonão é apenas constrangedora. É reveladora. E, mais do que isso, é preocupante. Não se trata de um deslize protocolar, de um excesso momentâneo ou de um mal-entendido. O que se viu foi algo muito mais grave, um erro de natureza institucional, daqueles que não deveriam sequer ocorrer em níveis de comando. Parlamentares falam. Essa é a essência do cargo. Falam muito, falam mal, exageram, criticam, provocam. E fazem isso amparados pela Constituição. Não é tolerância, é garantia. O Parlamento existe exatamente para isso. É a Casa das falas. Quem é eleito, é eleito para parlar, goste-se ou não do conteúdo. Militares não foram feitos para esse tipo de embate. Sua função é outra, clara, delimitada e constitucionalmente definida. Defender a nação, não disputar narrativa com político. O general, ao agir como agiu, não errou apenas na forma. Errou no fundamento. Demonstrou não compreender a própria posição que ocupa. Confundiu indignação pessoal com atribuição institucional. E isso, vindo de quem ocupa posto de comando, não é detalhe, é falha grave. Se quisesse se manifestar, que o fizesse como cidadão. Mas não. Preferiu agir na condição de autoridade militar, interpelando parlamentar por opinião emitida dentro do espaço constitucionalmente protegido. Isso é, no mínimo, um sinal de despreparo. No máximo, um perigoso desconhecimento dos limites impostos pela ordem democrática. E o problema não para nele. Ao agir assim, arrastou consigo a imagem das Forças Armadas, como se estas estivessem reagindo a críticas políticas. Isso é inaceitável. Instituições não podem ser instrumentalizadas por impulsos individuais, ainda que travestidos de “reação legítima”. Não há aqui espaço para relativização. Foi um erro. Grave. Primário. Incompatível com a responsabilidade do cargo. E o mais inquietante não é o episódio em si, mas o que ele revela, uma preocupante confusão de papéis em um momento em que justamente se exige o contrário, lucidez institucional e absoluto respeito às fronteiras constitucionais. Lamentável é pouco. ⸻ O autor é Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público, advogado e professor de direito.

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João Bosco
João Bosco@jooboper16·
@SenadoFederal Brasil Salve-se quem puder e o último a sair apaga a luz! 🍉🪖x.com/i/status/20510…
Marcel van Hattem@marcelvanhattem

O ERRO DO GENERAL. *Por Amarilio Tadeu Freesz de Almeida. Essa história do General interpelando o Deputadonão é apenas constrangedora. É reveladora. E, mais do que isso, é preocupante. Não se trata de um deslize protocolar, de um excesso momentâneo ou de um mal-entendido. O que se viu foi algo muito mais grave, um erro de natureza institucional, daqueles que não deveriam sequer ocorrer em níveis de comando. Parlamentares falam. Essa é a essência do cargo. Falam muito, falam mal, exageram, criticam, provocam. E fazem isso amparados pela Constituição. Não é tolerância, é garantia. O Parlamento existe exatamente para isso. É a Casa das falas. Quem é eleito, é eleito para parlar, goste-se ou não do conteúdo. Militares não foram feitos para esse tipo de embate. Sua função é outra, clara, delimitada e constitucionalmente definida. Defender a nação, não disputar narrativa com político. O general, ao agir como agiu, não errou apenas na forma. Errou no fundamento. Demonstrou não compreender a própria posição que ocupa. Confundiu indignação pessoal com atribuição institucional. E isso, vindo de quem ocupa posto de comando, não é detalhe, é falha grave. Se quisesse se manifestar, que o fizesse como cidadão. Mas não. Preferiu agir na condição de autoridade militar, interpelando parlamentar por opinião emitida dentro do espaço constitucionalmente protegido. Isso é, no mínimo, um sinal de despreparo. No máximo, um perigoso desconhecimento dos limites impostos pela ordem democrática. E o problema não para nele. Ao agir assim, arrastou consigo a imagem das Forças Armadas, como se estas estivessem reagindo a críticas políticas. Isso é inaceitável. Instituições não podem ser instrumentalizadas por impulsos individuais, ainda que travestidos de “reação legítima”. Não há aqui espaço para relativização. Foi um erro. Grave. Primário. Incompatível com a responsabilidade do cargo. E o mais inquietante não é o episódio em si, mas o que ele revela, uma preocupante confusão de papéis em um momento em que justamente se exige o contrário, lucidez institucional e absoluto respeito às fronteiras constitucionais. Lamentável é pouco. ⸻ O autor é Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público, advogado e professor de direito.

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