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Katılım Haziran 2010
945 Takip Edilen88 Takipçiler
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lbauch@lbauch·
@cegadede @avelinobego Sim. Os nazistas são de esquerda, inclusive. É cada narrativa que vão inventando…
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Avelino, o Engenheiro de letrinhas.
Tem um Paulo Nogueira, da Carta Capital de novo sendo extremamente antissemita. O que me pegou de surpresa pra ele é de esquerda e escreve pra uma revista de esquerda....
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Dandi no Consignado
Dandi no Consignado@jcaetanoleite·
@gprotasio De novo, absolutamente todos os principais players, a galera que justamente forma as expectativas, fala o contrário. Os dados mostram o contrário também (você consegue facilmente fazer um teste de quebra estrutural na série diária do focus ou da implícita).
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Dandi no Consignado
Dandi no Consignado@jcaetanoleite·
90% dos problemas em economia da esquerda nacional seriam resolvidos se eles entendessem que Banco e Burguesia Industrial odeiam juro alto e conseguem se proteger da inflação e os mais pobres odeiam inflação e não se importam tanto com juros altos assim.
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lbauch
lbauch@lbauch·
@goescarlos @tdcorteletti Professor, sem a lei, a empresa gastaria o dinheiro com Imposto de Renda, não? Então essas relações de insumo produto deveriam ser analisadas com base nos gastos públicos que seriam feitos com este dinheiro?
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Carlos Góes
Carlos Góes@goescarlos·
A metodologia desses estudos pressupõe que há um choque em um dos setores (cai dinheiro do céu) e por causa da cadeia produtiva todos os setores que vendem pra esse também crescem. Quando esses setores crescem, os setores que vendem pra eles também crescem — e assim por diante. Você itera infinitamente essas relações de insumo-produto e chega nesse valor aí. Oq o estudo não incorpora é que o gasto inicial seria feito em outra parte da economia. Sem a Lei, ao invés de gastar com arte a empresa gastaria com outra coisa — que tem suas próprias relações de insumo produto. Uma aproximação mais real seria o primeiro menos esse contrafactual. De forma simplificada eh isso.
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lbauch
lbauch@lbauch·
@SkoraPaulo @pfnery O comentarista não quer entender nada. Ele ficou incomodado com o fato de que a notícia não corrobora o viés cognitivo dele de que “gastar orçamento em arte é errado” e resolveu fazer um comentário “engraçadalho” pra pagar de bacana pra patota dele.
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paulo skora
paulo skora@SkoraPaulo·
@pfnery Precisa entender a metodologia, mas Cultura gera muito emprego. Existe todo um ecossistema desde a pré-producao até o espetáculo em si.
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lbauch
lbauch@lbauch·
@AlexSchwartsman Isso que você disse não faz sentido algum. Ou é fruto de uma auto imposta limitação de raciocínio ou de má-fé mesmo.
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lbauch
lbauch@lbauch·
@forastieri Lembrando que o nosso fachista tentou fazer isso com a PRF.
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lbauch
lbauch@lbauch·
@grok coloque óculos escuros
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Faria Lima Elevator
Faria Lima Elevator@FariaLimaElevat·
Diga uma coisa que o governo faz melhor do que a iniciativa privada.
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Könings
Könings@EdwardKonings·
When we look at the Brazilian economy and wonder why growth has been so low for so long, an uncomfortable part of the answer lies in the private sect itself. Brazil is a notorious breeding ground for zombie companies. These are firms that cannot generate enough profit even to pay the interest on their own debt, but remain in existence because the financial system allows for the constant rollover of this liability. They do not innovate, they do not grow, they do not increase productivity. According to an article by Granzotto et al. (2025) in the Brazilian Review of Finance, which compares companies in various emerging markets, on average 7.6% of firms are "static zombies" (firms with EBITDA/Financial Expenses < 1) and 5.5% are "dynamic zombies" (EBITDA/Financial Expenses >/= 1) in these markets. In the Brazilian case, 16.75% of companies are classified as static zombies and 13.94% as dynamic zombies! In other words, more than double the average for emerging markets. The authors themselves bluntly state that Brazil is the "heart of the zombie economy" among emerging markets, about 2.3 times above the international standard. To clarify what this means: we are talking about companies that cannot generate enough profit to cover their financial costs, meaning that investors will have to wait longer to recover their principal, and that workers will be employed in firms without the capacity to invest in new technologies and processes that could improve their human capital and productivity. The article shows that this mass of zombie companies distorts capital allocation, reduces aggregate productivity, and weakens investment dynamics. Credit, labor, and resources are trapped in financially fragile firms, while more productive companies face a hostile financing environment. And this, of course, has a cost in terms of potential economic growth. As long as the Brazilian government does not address the problem of reforming the business environment and its capital markets, these types of inefficiencies will continue to persist and condemn workers and investors to remain trapped in firms that should be defunct. SOURCE: periodicos.fgv.br/rbfin/article/… #Economía #econtwitter #Economics #Finance #Brazil
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Daniel Duque
Daniel Duque@dannielduque·
Vale ler os argumentos contrários
ERIKA HILTON@ErikakHilton

Que editorial VERGONHOSO. Primeiramente, o "estudo" de Daniel Duque, da FGV, que embasa esta verborréia, se baseia em uma fórmula matemática inventada que diz que o PIB é formado unicamente pelo número de horas trabalhadas pela população. É sério. Vejam a "fórmula" do "estudo". O "estudo" INTEIRO se baseia nesse cálculo. O problema disso? Se a premissa do "estudo" de Daniel Duque estivesse certa, as horas que ele gastou produzindo tal "estudo" teriam elevado o PIB brasileiro. Sabemos que isso não é verdade. E, talvez, o tempo que Daniel Duque dedicou ao "estudo" tenha até reduzido o nosso IDH - Educação. A formação do nosso PIB é muito mais complexa do que isso. Envolve a atividade econômica, o comércio, o turismo, o acesso ao lazer e à cultura. Envolve também o acesso à educação e à profissionalização. Envolve a saúde física e a SAÚDE MENTAL de quem trabalha. E envolve a produtividade, algo que evolui sempre que você melhora as condições vida de quem produz. Todos estes fatores são parcialmente ou totalmente ignorados pelo "estudo" de Daniel Duque, que é, na verdade, uma publicação num blog da FGV, onde ele mesmo é colaborador. Não um estudo em uma revista acadêmica. Mas, numa coisa, o "estudo" de Daniel Duque e, por consequência, este editorial do Estadão, estão certos: o PIB do nosso país é formado, principalmente, pelos TRABALHADORES brasileiros, não pelos patrões. O problema é usar esse fato como justificativa pra que os patrões possam continuar submetendo os trabalhadores a um regime de trabalho desumano. É como se, em 1888, alguém publicasse um editorial pra tentar convencer os escravizados que a escravidão não pode acabar porque o PIB é formado pelo trabalho dos escravos. E só não digo que o Estadão publicaria tal editorial pois o mesmo já existia e tinha posturas assumidamente abolicionistas. Hoje, infelizmente, decaiu, e publica editoriais sem embasamento algum com o único objetivo de aterrorizar uma população cansada de ser explorada. Por fim, a minha PEC, feita em conjunto com o @RickAzzevedo e o @Movimento_VAT, assim como a PEC do senador @PauloPaim, não são feitas pra palanque. São um comprimisso pelo direito ao descanso, à dignidade e à VIDA além do trabalho. A 6x1 VAI ACABAR. E sei disso pois, para impedir que ela acabe, aqueles que são contra o fim dessa escala teriam que trabalhar na escala 6x1. E isso eu tenho a plena certeza que essa gente não consegue.

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Filipe Custódio 🇪🇺🇵🇹
Filipe Custódio 🇪🇺🇵🇹@FilipeCustdio5·
@GeopolPt Pergunta honesta: o "genocídio" inclui as imagens feitas por AI e encenadas? Porque é que a esquerda gosta tanto de inventar?
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geopol•pt
geopol•pt@GeopolPt·
🇪🇸🇪🇺 A Espanha decidiu não participar no Festival da Eurovisão, que está sendo usado por Israel para “lavar a cara” do genocídio que perpetrou em Gaza nos últimos dois anos. A Holanda, a Eslovénia e a Irlanda também se afastaram da competição.
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Tiago Guitián Reis
Tiago Guitián Reis@Tiagogreis·
Sou a favor de uma reforma previdenciária ácida. Algo como 20% de redução de todas as aposentadorias. As gerações passadas não fizeram reforma tributária e como resultado as atuais gerações tem que pagar a conta, sobretudo através de uma tributação excessiva e crescente. É justo que quem decidiu entrar em uma pirâmide financeira pague a conta das suas decisões. Ao deixar a conta para a próxima geração, os aposentados atuais não pagam a conta de suas próprias decisões. Sei que a minha opinião não é popular, mas não deveria ser popular pagar o dobro do preço do carro que é em outros países. E esta carga tributária alta é consequência do atual modelo previdenciário.
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lbauch
lbauch@lbauch·
@IsaPiovesan E tem o problema de nem conseguir entender o trabalho de um criminalista.
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Isabella Piovesan
Isabella Piovesan@IsaPiovesan·
A razão pela qual não aguento ficar em app de relacionamento:
Isabella Piovesan tweet media
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lbauch
lbauch@lbauch·
@SamPancher Tem que ser muito burro pra não conseguir explicar o vídeo.
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Sam Pancher
Sam Pancher@SamPancher·
Um dos vídeos mais inexplicáveis da História da República.
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Romulus Maya
Romulus Maya@romulusmaya·
Em dez anos, o avesso do avesso do avesso do avesso...
Romulus Maya tweet media
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lbauch
lbauch@lbauch·
Quero ver se vai ter bom dia presidente todo dia.
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Davi
Davi@ddavicorreia·
@Estadao @fernandoschuler A gente vai educar os jovens em escritórios da Faria Lima? Ok, aprenderam muito sobre especulação desenfreada, lavagem de dinheiro e financeirismo entreguista.
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
OPINIÃO | Fernando Schüler: “Se parcerias com o setor privado funcionam bem em diversas áreas, por que não aplicar na educação? Criamos um sistema de monopólio estatal da educação pública no País." ⁣ O colunista Fernando Schüler (@fernandoschuler) defende parcerias com o setor privado na área da educação. ⁣⁣ 🔗 Acompanhe a coluna em bit.ly/4hRBXQj e assine o Estadão em ofertas.estadao.com.br
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