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@maespormaes

Katılım Ocak 2019
197 Takip Edilen19 Takipçiler
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Anna Maria Junus
Anna Maria Junus@JunusAnna·
Ladies, Please don't refer to yourselves or other women as "c1s". We are women - female humans. And we don't need an identifier to say it. When you c1s yourself you're saying that your identify revolves around men's feelings about themselves. We don't need them to be us.
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Pear Joseph
Pear Joseph@thepearjoseph·
I’m Pear Joseph. I post about groupthink and identity politics, with a specific focus on gender ideology and its negative impact on society. I thought I was a “girl trapped in a boy’s body” when I was a child but was thankfully not affirmed by my parents and now live happily and comfortably as a gay man with an androgynous/nonconforming style. I am currently working with the LGB Courage Coalition to try to end the pediatric “gender affirming care” industry. Despite this, I’m not loyal to any “side.” I detest tribalism and call out flawed thinking wherever I see it, including within my own circles. If you enjoy living in an echo chamber and only want to see tribal slogans and talking points repeated, you probably won’t like my posts.
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@maespormaes·
@Pri21ms Todos os dias eu vejo uma notícia dessas, mas pra eles é mentira, invenção e transfobia.
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Priscila
Priscila@Pri21ms·
Hoje: adolescente de 13 anos denuncia Travesti por tentativa de estupro. Essa turma que quer invadir os banheiros femininos.
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menina não pode
menina não pode@meninanaopode·
Não é coincidência que a mesma pessoa que fez essas tirinhas aqui agora performe a caricatura estereotipada e misógina do que é uma mulher. Não é coincidência que exija ser tratado pelas mulheres de verdade por "ela". Não é coincidência que exija essa obediência cega. Não é.
menina não pode tweet mediamenina não pode tweet mediamenina não pode tweet mediamenina não pode tweet media
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WDI Brasil
WDI Brasil@WDIBrasil·
A Santíssima Trindade da Jumentice: O pai: Vocês reduzem a mulher à biologia O filho: E quem fez histerectomia, não é mulher? E o espírito santo: Se os homens mentem que são mulheres, é por culpa das feministas. Amém.
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Matheus
Matheus@matheustuite·
Estamos vivendo um período em que a pessoa inteligente precisa permanecer em silêncio para não ofender os ignorantes.
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@maespormaes·
Temos comediantes aqui que não são de esquerda que foram condenados por piadas assim.
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don comédia
don comédia@pardofacho·
É muito legal quando um negro não segue a cartilha da esquerda e eles usam a carta do racismo pra ofender.
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WDI Brasil
WDI Brasil@WDIBrasil·
Na teoria é: "eles só querem fazer xixi", "por que você se importa?", "homens são mulheres se eles disserem que são", "os banheiros tem divisórias, ninguém vai ver nada" Na prática, o cara levanta a saia, mostra o pau e balança, na frente das mulheres e de ao menos uma menina.
WDI Brasil@WDIBrasil

Ele é um homem indígena e deficiente. Faz parte de duas minorias. Mas ainda é um homem, e é travestido. Aí ele vai ao banheiro feminino e mostra a genital para as mulheres e meninas. Não interessa se o homem é minoria ou se está sofrendo, ele deve respeitar as mulheres.

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Julio Marinho 🇧🇷
Julio Marinho 🇧🇷@JulioMarinho·
Não se enganem, trans não querem um terceiro banheiro, querem a VALIDAÇÃO pelo uso do banheiro feminino. Um terceiro banheiro confirmaria o óbvio: biologicamente não são mulheres.
Português
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Libs of TikTok
Libs of TikTok@libsoftiktok·
BREAKING: Wisconsin drag queen Daniel Lieburn arrested on child p**n charges The thing that never happens happened again
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EVIL SAM
EVIL SAM@Plontus_·
Still can't believe this article is real
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m night chamomille
m night chamomille@ninetalesbian·
se podem fazer protesto gritando e chamando as mulheres de intolerantes e transfóbicas e erradas e atrasadas e ruins por que não podem fazer protesto gritando e chamando os tais homens violentos dos banheiros de truculentos, agressores. assassinos, transfóbicos? por que será?
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Priscila
Priscila@Priscilapsn·
Erika Hilton é CANALHA! E precisa melhorar MUITO para ser considerada uma política MEDIANA. 1. Troca do debate real por espantalho Ninguém sério está dizendo que “toda pessoa trans é agressora” ou que “trans não podem existir em paz”. O debate verdadeiro é outro: Como equilibrar inclusão individual com proteção de espaços íntimos e vulneráveis femininos? Quando ela reduz tudo a “deixar alguém fazer xixi em paz”, simplifica artificialmente uma questão complexa. 2. Baixa incidência não elimina prevenção Ela afirma que casos são “raros”, “quase zero”, “irrelevantes”. Isso falha por um motivo básico: ✅crimes sexuais em banheiros também não são os mais numerosos no geral; ✅mesmo assim, ninguém defende abolir regras de segurança. Em políticas públicas, risco baixo + dano alto = tema legítimo. Exemplo: ✅sequestro infantil é raro; ✅invasão escolar é rara; ✅acidentes aéreos são raros. Nem por isso ignoramos prevenção. 3. Confusão entre agressor real e norma permissiva Ela diz: “um agressor entraria de qualquer jeito.” Mas isso ignora que normas sociais importam. Há diferença entre: Situação A: Entrar no banheiro feminino sendo claramente proibido. Situação B: Entrar alegando identidade subjetiva, dificultando questionamento. A segunda situação reduz barreiras práticas de fiscalização. 4. Uso indevido de comparação com padres/pastores Ela cita abusadores fantasiados de padres/pastores. Isso é um whataboutism: desviar do tema. Se existe abuso religioso, combata-se abuso religioso. Isso não responde ao debate sobre espaços segregados por sexo. Seria como discutir segurança bancária e responder: “Mas e os crimes fiscais?” Tema paralelo não anula o original. 5. Apelo emocional substituindo critério objetivo Frases como: “fazer xixi em paz” “pânico moral” “ódio” “alvo na testa” são recursos retóricos para transformar quem discorda em cruel. Mas políticas públicas exigem: ✅critérios objetivos; ✅previsibilidade; ✅proteção de vulneráveis; ✅regras claras. Não emoção performática. 6. Mulheres também têm direitos concretos Ela fala dos direitos de pessoas trans, mas ignora outro lado: mulheres vítimas de abuso; meninas constrangidas; sobreviventes de trauma sexual; privacidade corporal em locais íntimos. Esses interesses também são legítimos. Não se resolve apagando um grupo para validar outro. 7. Sexo biológico continua relevante juridicamente Banheiros, vestiários, prisões, esportes e alas médicas historicamente separam por sexo, não por identidade subjetiva. Porque sexo impacta: força física; anatomia; segurança; privacidade. Negar isso gera insegurança normativa. Chamar o debate de “deixar alguém fazer xixi em paz” é truque retórico. A discussão real nunca foi ódio, e sim como proteger espaços íntimos femininos sem negar dignidade a ninguém. Risco baixo não torna prevenção irrelevante. Segurança pública não se faz com slogans.
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@maespormaes·
@paaiinnnn I bet all my money on my girl Olivia Rodrigo
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pain
pain@paaiinnnn·
Body so iconic you don’t even need the face to recognize her
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@maespormaes·
Isso porque eles dizem que não acontece, que não existe.
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