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I’m Pear Joseph. I post about groupthink and identity politics, with a specific focus on gender ideology and its negative impact on society.
I thought I was a “girl trapped in a boy’s body” when I was a child but was thankfully not affirmed by my parents and now live happily and comfortably as a gay man with an androgynous/nonconforming style. I am currently working with the LGB Courage Coalition to try to end the pediatric “gender affirming care” industry.
Despite this, I’m not loyal to any “side.” I detest tribalism and call out flawed thinking wherever I see it, including within my own circles. If you enjoy living in an echo chamber and only want to see tribal slogans and talking points repeated, you probably won’t like my posts.

English
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Na teoria é: "eles só querem fazer xixi", "por que você se importa?", "homens são mulheres se eles disserem que são", "os banheiros tem divisórias, ninguém vai ver nada"
Na prática, o cara levanta a saia, mostra o pau e balança, na frente das mulheres e de ao menos uma menina.
WDI Brasil@WDIBrasil
Ele é um homem indígena e deficiente. Faz parte de duas minorias. Mas ainda é um homem, e é travestido. Aí ele vai ao banheiro feminino e mostra a genital para as mulheres e meninas. Não interessa se o homem é minoria ou se está sofrendo, ele deve respeitar as mulheres.
Português
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Transfobia pra vocês significa defender os direitos das mulheres baseado no sexo biológico.
mia@janjanieta
o show de transfobia nas redes sociais tá em um nível alarmante
Português
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Erika Hilton é CANALHA! E precisa melhorar MUITO para ser considerada uma política MEDIANA.
1. Troca do debate real por espantalho
Ninguém sério está dizendo que “toda pessoa trans é agressora” ou que “trans não podem existir em paz”.
O debate verdadeiro é outro:
Como equilibrar inclusão individual com proteção de espaços íntimos e vulneráveis femininos?
Quando ela reduz tudo a “deixar alguém fazer xixi em paz”, simplifica artificialmente uma questão complexa.
2. Baixa incidência não elimina prevenção
Ela afirma que casos são “raros”, “quase zero”, “irrelevantes”.
Isso falha por um motivo básico:
✅crimes sexuais em banheiros também não são os mais numerosos no geral;
✅mesmo assim, ninguém defende abolir regras de segurança.
Em políticas públicas, risco baixo + dano alto = tema legítimo.
Exemplo:
✅sequestro infantil é raro;
✅invasão escolar é rara;
✅acidentes aéreos são raros.
Nem por isso ignoramos prevenção.
3. Confusão entre agressor real e norma permissiva
Ela diz:
“um agressor entraria de qualquer jeito.”
Mas isso ignora que normas sociais importam.
Há diferença entre:
Situação A:
Entrar no banheiro feminino sendo claramente proibido.
Situação B:
Entrar alegando identidade subjetiva, dificultando questionamento.
A segunda situação reduz barreiras práticas de fiscalização.
4. Uso indevido de comparação com padres/pastores
Ela cita abusadores fantasiados de padres/pastores.
Isso é um whataboutism: desviar do tema.
Se existe abuso religioso, combata-se abuso religioso. Isso não responde ao debate sobre espaços segregados por sexo.
Seria como discutir segurança bancária e responder:
“Mas e os crimes fiscais?”
Tema paralelo não anula o original.
5. Apelo emocional substituindo critério objetivo
Frases como:
“fazer xixi em paz”
“pânico moral”
“ódio”
“alvo na testa”
são recursos retóricos para transformar quem discorda em cruel.
Mas políticas públicas exigem:
✅critérios objetivos;
✅previsibilidade;
✅proteção de vulneráveis;
✅regras claras.
Não emoção performática.
6. Mulheres também têm direitos concretos
Ela fala dos direitos de pessoas trans, mas ignora outro lado:
mulheres vítimas de abuso;
meninas constrangidas;
sobreviventes de trauma sexual;
privacidade corporal em locais íntimos.
Esses interesses também são legítimos.
Não se resolve apagando um grupo para validar outro.
7. Sexo biológico continua relevante juridicamente
Banheiros, vestiários, prisões, esportes e alas médicas historicamente separam por sexo, não por identidade subjetiva.
Porque sexo impacta:
força física;
anatomia;
segurança;
privacidade.
Negar isso gera insegurança normativa.
Chamar o debate de “deixar alguém fazer xixi em paz” é truque retórico. A discussão real nunca foi ódio, e sim como proteger espaços íntimos femininos sem negar dignidade a ninguém. Risco baixo não torna prevenção irrelevante. Segurança pública não se faz com slogans.



Português
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