Abel Ferreira não concedeu entrevista coletiva ontem após São Paulo 0x1 Palmeiras para viajar a Portugal e ver a família.
Quem participou da coletiva foi o auxiliar João Martins. O Palmeiras informou que Abel tinha um compromisso pessoal.
O treinador vai aproveitar a Data FIFA para visitar seus pais e uma de suas filhas, que faz faculdade no país. Ele deixou o Morumbis logo após o jogo.
O próximo jogo do Palmeiras será no dia 2 de abril, mas Abel cumprirá suspensão, já que foi expulso ontem.
O elenco está de folga e se reapresenta na quarta-feira, mas Abel deve ganhar mais dias por se tratar de uma viagem à Europa.
🗞️ @UOL | @latiflavio
📸 Cesar Greco/SEP
Gustavo Gómez, do Palmeiras, critica pressão exagerada em cima da arbitragem:
“Vocês sabem muito bem que nós (Palmeiras) temos uma linha de trabalho muito bem estabelecida. Os jogadores são blindados para isso pela nossa presidente e pelo nosso diretor. Eu, que estou aqui há muito tempo, concordo com a nossa presidente e com o Anderson Barros: para melhorar o futebol, não precisa disso. Os árbitros também são seres humanos e cometem erros. Não é legal colocar uma pressão assim sobre uma pessoa só, mas é uma cultura antiga do futebol. Concordo com a nossa presidente e com o Anderson Barros que não é preciso fazer isso.”
📸 @TNTSportsBR
@futebol_info Então manda embora essa figura grosseira, agressiva e asquerosa chamada Abel Ferreira que não tem educação básica pra respeitar os colegas de trabalho. Sempre com expressão de ódio, só se liga nos supostos errros de arbitragem. Um nojo de ser (des)humano.
@Meiras_coloss0@arthurzinhoocrf Era uma faltinha na lateral do campo. Nada justifica o destempero e a agressividade desse sujeito asqueroso. Parabéns pela vitória mas os palmeirenses deveriam se envergonhar do comportamento tenebroso desse portuga
O pior ser humano atuando como técnico no Brasil.
Não dá pra normalizar esse tipo de atitude.
A mídia passa um pano gigantesco pra esse cara.
Se fosse qualquer treinador brasileiro, já teria sido escorraçado.
Mal-educado, cheio de marra, soberbo e nojento.
@arthurzinhoocrf Perfeito. Não dá mais pra normalizar essa agressividade contra outros profissionais do esporte. Ele precisa receber punições rigorosas. Isso estimula a violência dos torcedores. Se não sabe se comportar, que volte pra Portugal
@futebol_info@ESPNBrasil@SportsCenterBR Torço contra o Palmeiras porque esse tipo de comportamento, sempre desrespeitoso e agressivo é totalmente incompatível com a prática esportivo e não pode ser tolerado com essa naturalidade.
Abel Ferreira revoltado e dando um chute no microfone após uma falta não marcada em Jhon Arias durante São Paulo x Palmeiras. Minutos depois, o treinador foi expulso por reclamação em outro lance.
🗞️ | 🎥 @ESPNBrasil@SportsCenterBR
@futebol_info@ESPNBrasil@SportsCenterBR Quando é que esse portuga grosseiro e absurdamente mal educado vai tomar uma punição exemplar, para além de ser expulso? Chutar o equipamento da TV é coisa de bandido.
🚨O que você prefere?
1 - 5 Milhões na sua conta e seu time rebaixado
2 - 10 mil na sua conta e seu Time campeão da Libertadores, Copa do Brasil e Brasileiro no mesmo ano
@lbertozzi Ano passado, o Fla ganhou os dois jogos do Palmeiras e tinha saldo de 50 gols. O campeonato poderia ter sido decidido a favor do Palmeiras porque ele tinha mais derrotas.
@lbertozzi Excelente mudança, Bertozzi. E nosso Brasileiraum continua com essa atrocidade de “mais vitórias”, o que , na prática também significa “mais derrotas “, se 2 times estão empatados. O certo é confronto direto e, em segundo lugar, saldo de gols.
Atenção para uma mudança importante nas competições da Conmebol.
Agora Libertadores e Sul-Americana usam o confronto direto como primeiro critério de desempate na fase de grupos.
1. O início (30 de outubro de 2024)
O Botafogo anuncia a venda de Igor Jesus para o Lyon por cerca de €35 milhões (~US$ 43,1 milhões). No papel, isso seria uma das maiores vendas da história recente do futebol brasileiro. No papel.
2. A operação financeira
O Lyon já estava quebrado. Não fazia muito sentido econômico comprar um jogador nesse valor à vista naquele contexto. Então o que acontece? A venda gera um crédito para o Botafogo: o Lyon passa a dever €35 milhões ao clube.
3. O tal factoring citado na matéria da Bloomberg
Aí entra um fundo fazendo o tal factoring. Apesar do nome complicado, a lógica é simples. O fundo chega e diz ao Lyon: “eu antecipo esse dinheiro agora para você pagar o Botafogo e depois te cobro com juros”. Ou seja, surgem €35 milhões em dinheiro real com base nesse contrato. Em uma operação normal, essa grana deveria chegar ao Botafogo.
4. Mas aí começa a esquisitice
Esse dinheiro nunca apareceu no Botafogo. Basta olhar a sequência: dificuldades de caixa, dívidas e até transfer ban.
Pior: o Lyon também nega ter dívida com o Botafogo. Então cadê a grana? O dinheiro existe — €35 milhões foram antecipados e gerou uma dívida gigantesca para o Lyon — mas o Botafogo não viu. E o Lyon diz que não deve, até porque nunca teve o Igor Jesus por lá. Mas vamos continuar.
5. Transferência fantasma e dívida muito real
Igor Jesus nunca foi para o Lyon. A transferência existiu no papel, mas não se materializou na prática. O jogador seguiu no Botafogo, enquanto a dívida do Lyon com o fundo continuou existindo e crescendo.
Ou seja: o Botafogo perdeu o jogador (primeiro no papel, depois em campo), o Lyon nunca teve o jogador de verdade e a dívida seguiu aumentando.
Agora, essa operação aparece ligada a cobrança judicial de cerca de US$63 milhões contra o Lyon. Com juros, multas e encargos, os €35 milhões viram uma dívida gigantesca por um jogador que nunca jogou lá. Não se sabe, ao menos, se os €35 milhões iniciais foram aplicados inteiramente no Lyon.
6. A segunda venda (5 de julho de 2025)
Poucos meses depois, já em 2025, Igor Jesus é oficialmente transferido para o Nottingham Forest, clube de Evangelos Marinakis, parceiro frequente — e bastante conveniente — de John Textor.
7. O derretimento do valor
Aqui surge outro ponto central. O jogador que “valia” €35 milhões na primeira transação (com o Lyon) agora aparece sendo vendido por algo entre £10 milhões e €20 milhões (a imprensa não é clara sobre o valor real). Se trabalharmos com algo perto de €15 milhões, estamos falando de um derretimento de cerca de €20 milhões em poucos meses.
8. E aí surge a hipótese assustadora
Que buraco é esse? O jogador caiu de €35 milhões para algo como €15 milhões mesmo estando valorizado e chegando à seleção?
O que explica a diferença entre €35 milhões e €15 milhões?
Esses €20 milhões de diferença foram simplesmente um “desconto” para o Nottingham Forest? Textor é bonzinho com amigos e vende barato, abaixo do valor de mercado?
Vale lembrar que existem disputas pelo controle da Eagle Football e pelos ativos ligados ao Textor, né?
Se há risco de perda de controle dessas estruturas, fortalecer o caixa dos clubes talvez não seja exatamente interessante para o Textor, certo?
Se você pode perder a sua casa amanhã para um banco, faria uma mega reforma antes de entregá-la ou faria o oposto e tiraria de dentro tudo que pudesse?
Surge então a suspeita incômoda: parte desse dinheiro pode estar sendo capturada fora da estrutura formal dos clubes?
Se for isso, estaríamos falando de desvio de recursos. É uma hipótese grave. Mas grave também é a sequência dos fatos.
Para onde foram os €35 milhões da antecipação? E esses €20 milhões foram apenas um desconto estranho para o Nottingham Forest?
9. Portanto, há alguns indícios que:
- o Botafogo perdeu o jogador e não viu a grana
- o Lyon ficou com uma dívida de US$63 milhões
- o jogador foi parar no clube de um parceiro de negócios de Textor por algo como €15 milhões, mesmo tendo gerado uma dívida de US$63 milhões e ter sido avaliado em €35 milhões
- e o dinheiro não aparece de forma transparente nem aqui e, ao que parece, só parcialmente lá.
Alguém poderia começar a desconfiar que existe uma estrutura paralela drenando valor dos clubes em direção ao próprio Textor enquanto essas disputas societárias acontecem, certo?
10. Se essa hipótese for sequer parcialmente verdadeira, a pergunta passa a ser outra:
Vale à pena deixar quem estruturou essas operações continuar controlando o Botafogo enquanto ainda restam ativos valiosos como Montoro e Danilo?
@EleicaoBr2026 Porra, se eu acordar de uma cirurgia radical dessas e a primeira coisa que aparecer na minha frente for a cara do Magno Malte eu vou chorar pra kralho!
🚨 AGORA: Magno Malta diz que foi “enviado por Deus” para salvar Jair Bolsonaro
Segundo o senador, após oração, Bolsonaro abriu o olho e chorou — cena tratada como milagre.
@moraes2320@deccache Amigo, o Botafogo virou empresa privada. Quem decide onde coloca lucro de negociações é o dono da empresa. Se ele quiser sucatear o clube pra investir em outro negócio, tá no direito dele.
@deccache Almada foi para o Lyon, ficou lá seis meses e quem pagava os salários dele era o Botafogo. Depois foi negociado com a atlético de Madrid (35 milhões de euros). Cadê essa grana? Ele foi comprado por 20 milhões de euros e o clube simplesmente não paga. Cadê a grana?
@vpmauro@deccache Amigo, no mundo das SAFs, não é assim que a banda toca. O clube tem um proprietário. Se ELE desejar se livrar do Botafogo, se livra. Se quiser manter e sucatear o clube, também é decisão dele.
@deccache O Botafogo precisa se livrar do Textor antes dele dilapidar todos os ativos do clube! Sinceramente, qualquer pessoa que defenda esse cara hj não pode ser botafoguense!
@ASachsida Ô, Salsicha. Tu se enche de orgulho pra se dizer “temente a Deus” mas não sente nenhuma vergonha de ter servido a um governo que negou a pandemia e retardou as vacinas? E que não acatou o resultado eleitoral apoiando movimentos golpistas que criaram um caos?
O que você vai ouvir — e o que não vai ouvir — sobre mim na imprensa
Meus caros,
Depois de dois meses vendo meu nome ser sistematicamente atacado e depreciado em artigos na imprensa, decidi escrever este texto. Ele é simples e direto: na primeira parte, listo o que a imprensa nunca dirá sobre mim; na segunda, aquilo que ela repete à exaustão.
O que a imprensa não te dirá sobre mim:
A imprensa não dirá que concluí meu doutorado aos 28 anos, nem que tenho formação tanto em Economia quanto em Direito. Não dirá que fui professor de economia nos Estados Unidos. Não dirá que construí uma carreira acadêmica sólida, com mais de 2 mil citações acadêmicas. Não dirá que sou autor de livros. Também não dirá que tenho trânsito em diversos setores da sociedade civil — especialmente entre aqueles que defendem princípios liberais na economia e valores judaico-cristãos no campo moral.
Não dirá que sou respeitado no agronegócio, no setor produtivo e no sistema financeiro. Não dirá que mesmo quem discorda de mim costuma reconhecer minha clareza, competência técnica, consistência e firmeza de posição.
A imprensa não dirá que, como Secretário de Política Econômica, liderei importantes reformas microeconômicas no país. Não dirá que minha passagem foi amplamente reconhecida como exitosa por especialistas. Não dirá que, para muitos analistas, estive entre os melhores secretários de política econômica do Brasil. Também não dirá que, mesmo em uma passagem breve, fui considerado por diversos especialistas como um dos bons ministros de Minas e Energia que o país já teve.
Em resumo: a imprensa não dirá que sou respeitado por aqueles que conhecem e acompanharam de perto o meu trabalho.
O que a imprensa dirá sobre mim:
Até 2018, eu era chamado de “ultraneoliberal” — seja lá o que isso signifique.
Entre 2019 e 2021, virei “o Paulo Guedes do Paulo Guedes”.
Em 2022, passei a ser “o mais bolsonarista dos ministros”.
Hoje, os rótulos são outros: “radical”, “ultraconservador”, “político”, “quadro de segunda linha”.
Curiosamente, muitos desses mesmos jornalistas, no contato direto, demonstram respeito pelo meu trabalho e pela minha capacidade técnica.
Quem eu sou, de fato:
Sou temente a Deus. Defendo valores conservadores. E, como Edmund Burke, acredito em mudanças responsáveis, graduais e ancoradas na realidade. Na economia, sigo a tradição liberal clássica de Adam Smith, para quem o caminho da prosperidade passa por fundamentos simples e sólidos: paz, impostos baixos e uma administração razoável da justiça.
Acredito em responsabilidade fiscal, regras pró-mercado e um Estado limitado. E acredito, com igual convicção, que valores conservadores são essenciais para sustentar a coesão social e o livre-mercado.
Se isso incomoda, que fique claro: ao contrário de alguns excelentes economistas liberais, eu sou um conservador. E digo isso com convicção. Sou contrário a rupturas abruptas. Rejeito a via revolucionária. Acredito que a prosperidade e a justiça vêm da combinação de boas políticas, mantidas ao longo do tempo, e da correção contínua de erros.
Este texto é apenas um registro — um desabafo — de quem está cansado de ver sua trajetória ser distorcida por uma narrativa que ignora fatos e prefere rótulos.