Ricardo Peake Braga

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Ricardo Peake Braga

@peakebraga

advogado / lawyer Opiniões são pessoais e não de qualquer instituição a que eu pertença Retweets não significam concordância. Retweets do not mean endorsement.

São Paulo, Brasil Katılım Şubat 2017
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dário júnior
dário júnior@dariojjunior·
A mídia diz que um idoso de 70 anos foi condenado a 14 anos de cadeia porque mandou um pix de 500,00 em uma vaquinha de excursão para o 8 de janeiro, mas ele mesmo nem esteve lá. Se foi isso mesmo, já era! Demoliram todos os direitos fundamentais que são a base do Direito Penal.
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Rodrigo Chemim
Rodrigo Chemim@chemim_rodrigo·
Sobre a última condenação proferida pelo STF no caso de 8 de janeiro: réu condenado a 14 anos por ter feito um pix de 500 reais para auxiliar numa vaquinha de fretamento de ônibus, escrevi um artigo intitulado: “O enfraquecimento do direito levado a sério no julgamento dos casos de 8 de janeiro e o rebaixamento do standard probatório pela Suprema Corte: padrões que as futuras gerações reconhecerão.” Segue o link para quem se interessar. open.substack.com/pub/rodrigoche…
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Rod Dreher
Rod Dreher@roddreher·
T.S. Eliot, in 1948, said:
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Rikki Doolan
Rikki Doolan@realrikkidoolan·
Here is King Charles, the king of this country, swearing an oath on his coronation, with his hands on a Holy Bible, to maintain the true profession of the gospel. Most of what we have witnessed so far has been sadly anti-Christian. It’s actually very serious.
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Arlete Caetana
Arlete Caetana@ArleteCaetum·
"As pessoas foram presas por Alexandre de Moraes, a meu pedido".
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Coronel Amaro
Coronel Amaro@Amaro_Coronel·
Quando um Senador, que relata a CPI que investiga o crime organizado, declara que a mais alta corte do país está impedindo a investigação contra o crime, chegamos ao mais baixo nível que uma república pode chegar. Ou se reinicia o Brasil, ou não haverá mais Brasil para reiniciar.
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Ivanildo Terceiro 🔸🌐
Rapaz, imagine você viver no mundo em que: — Todos esses caras de empreiteiras pagaram literalmente bilhões de reais em propina, corromperam de vereador a presidente da república, confessaram que compraram leis, medidas provisórias, portarias, de gastos com defesa e energia nuclear, contratos de quentinhas, o cardápio completo para ser dono do estado, e estão todos soltos e se livraram até das multas. — Esse senhor doou R$ 500 para fretar um ônibus pra uma manifestação que terminou num quebra-quebra e vai tomar 14 anos de cana. Imagine chamar isso de justiça.
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇 “500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro. Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo. O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso. Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado. “Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”. Publicidade A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda. Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas. Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”. Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”. O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia. Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”
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Fernando Schüler
Fernando Schüler@fernandoschuler·
Muitas vezes escrevi sobre este caso, um dos tantos absurdos de um País absurdo. Felizmente agora revisado. Oxalá possamos aprender alguma coisa com isso tudo. poder360.com.br/poder-justica/… via @Poder360
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James Lucas
James Lucas@JamesLucasIT·
This was New York City on Good Friday in 1956
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Quem é Satoshi
Quem é Satoshi@Quem_e_Satoshi·
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Könings
Könings@EdwardKonings·
O socialismo real pode ter sido uma das piores experiências já realizadas pela humanidade. Em um paper recente os economistas Andreas Bergh, Christian Bjornskov e Ludek Kouba analisaram os custos das experiências socialistas do século XX, sendo essas aquelas em que o Estado supostamente controlado pelos representantes do proletariado tomaram os meios de produção e substituíram o sistema de preços de mercado. Os pesquisadores aplicam regressões de crescimento, utilizando efeitos fixos por país e por ano para controlar variações específicas. A especificação inclui variáveis de controle padrão, como taxas de investimento, gastos governamentais, volumes de comércio, tamanho da população e um indicador de democracia. O estudo utiliza o PIB per capita da base Maddison e das Penn World Tables, além de métricas de produtividade do trabalho. De acordo com a análise dos pesquisadores, países em desenvolvimento que transitaram para o socialismo sofreram um declínio médio de 2 a 2,5% no crescimento do PIB per capita durante a primeira década da experiência. Em termos práticos, para uma economia em desenvolvimento, esse experimento ideológico representou uma perda de renda de aproximadamente U$ 400 por habitante apenas nos primeiros cinco anos de regime. O problema central identificado não reside apenas na falta de capital, mas na destruição sistemática da produtividade total dos fatores. O estudo revela que as perdas na produtividade do trabalho são ainda mais acentuadas que as do PIB, chegando a 2,9% em alguns modelos. Isso ocorre porque, ao suprimir o sistema de preços, o regime elimina a bússola que coordena a escassez e o conhecimento disperso na sociedade. Sem incentivos para a inovação e com empresas focadas em extrair recursos do centro em vez de buscar eficiência, o desperdício se tornou a regra e os custos de agência dos trabalhadores se torna ainda mais proibitivo. Esse abismo fica evidente quando olhamos para os experimentos naturais do século XX. Em 1950, a diferença de PIB per capita entre Taiwan e a China continental era de 83%; em 1990, após décadas de divergência sistêmica, esse hiato havia saltado para impressionantes 431%. No Europa, a Áustria e a Tchecoslováquia, que eram economicamente quase equivalentes em 1950, com apenas 9% de diferença na renda per capita, viram essa distância subir para 98% no momento da queda do Muro de Berlim. Mesmo a Iugoslávia, frequentemente citada como um caso de sucesso, não escapou da tendência de divergência em relação a pares regionais. Em 1990, o hiato econômico em relação à Grécia, que enfrentou instabilidades políticas e ditaduras no mesmo período, era de 77%. Assim, no caso do socialismo real como de outras experiências autoritárias, realmente a estrada para o Inferno estava pavimentada de boas intenções. #socialism #economics #Economía #econtwitter #fintwitt
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