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@snaviu

Sao Paulo, Brazil Katılım Ocak 2022
90 Takip Edilen81 Takipçiler
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Faktenn@snaviu·
Me confundi quando cê disse tchau, eu entendi "te amo"
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emotionalshawtiesinthisbitch
morar sozinha e tao legal gente vc passa fome mas anda pelada e faz tudo na hora que quiser
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Edu Oliveira
Edu Oliveira@oeduoliveirajr·
disco babilônico
Edu Oliveira tweet media
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jobu tabaco
jobu tabaco@darkndwiIdz·
eu sou contra talaricagem mas se a mariana sena não tivesse talaricado o coisas naturais não teria existido e isso seria muito triste pra população gay e feminina brasileira
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cu de caçapa
cu de caçapa@nashiratai·
@_doblues não vi ninguem falar isso mona, cade os prints? cade as denuncias:? a unica coisa q vi foi q ela tava colocadissima (o que não é la as melhores das opiniões)
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Renzo Carvalho 🇵🇸
Um homem gay foi vítima de um crime brutal (para mim latrocidas são top2 piores tipos de criminosos, atrás apenas de estupradores e dividindo posição com corruptos) e a reação da galera é: “Também, né? Foi ficar com um preto favelado, pediu pra morrer” É impressionante
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Faktenn
Faktenn@snaviu·
Eu fumando rothmans é o fim da rapariga
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WithoutHistory
WithoutHistory@WithoutHistory·
🤯 Hand tap games in Brazil 🇧🇷 are identical to the ones in Black America 🇺🇸 . You know why? Because they are identical to the ones found in Africa.
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pardim
pardim@pxrdim·
@fnrkocenn liniker songa monga mal educada erika hilton vsf nd a ver o foco são cantoras iza corna
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ciça pereira
ciça pereira@cica_pereira·
O “problema” da Liniker, é que ela impõe limites, diz não, se preserva e respeita o seu trabalho. E isso em uma sociedade que vê mulheres pretas e travestis como objetos de exploração e abuso, se torna uma afronta. Que ela continue sempre assim… eles que lutem.
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⚢ 𝒪ne of the 𝒽illux⁷ ☮︎ cartomante.
defendo trans de barba trans sem barba trans operada trans sem hormônio lésbica ele/dele lésbica não binário assexuais estritos demissexuais gênero fluído andróginos amo ser too woke.
Português
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Faktenn
Faktenn@snaviu·
Aquela mutual que está em mania
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Pedro Afonso
Pedro Afonso@pedrapoeta·
Eu vejo esses casos com Liniker. Dela respeitando o próprio espaço e fazendo negativas. So que vivemos num regime de imagens, onde ela por ser uma mulher retinta, travesti, ela não é docilizada. Toda reação é desproporcional, tudo é tratado como ríspido.
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titiaFer
titiaFer@titiafer·
@MairismoCultura @aqui_morais Na pandemia passei meses sem arrancar as minhas, só aparando com a tesourinha e descobri que se deixarmos nosso corpo agir elas ficam lindíssimas com seu formato natural e as falhas não importam
GIF
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Poor Things
Poor Things@aqui_morais·
Todo mundo sabe como resolver esse problema mas ninguém tem coragem de falar
vamp@lesbvmp

@Gabii_teless pior que esse transplante como é feito com fios do couro cabeludo, o fio cresce "infitamente" que nem o cabelo normal então se ela nao cortar de 1 em 1 semana o fio fica ENORME

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Faktenn
Faktenn@snaviu·
Toda vez que eu sei que vou passar por algo difícil ou ser testado de alguma forma eu desejo profundamente sofrer um acidente pra n viver a situação
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bearwiitch
bearwiitch@bearwiitch·
bearwiitch tweet media
ZXX
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ERIKA HILTON
ERIKA HILTON@ErikakHilton·
Uma mulher trans, com a promessa de uma oportunidade de trabalho, de limpar a casa de um casal, foi vítima de uma emboscada em Ponta Porã, no MS. Chegando lá, o casal e o próprio namorado da vítima começaram uma sessão de TORTURA contra ela. Marcaram uma suástica em seu braço. Um casal, e o próprio namorado da vítima, a imobilizaram, cravaram uma faca em seu celular para que ela não pedisse socorro e a espancaram. Depois, o dono da casa pediu que sua esposa colocasse a faca no fogo. Com essa faca, marcaram seu corpo com uma suástica. Um símbolo de ódio que demonstra a desumanidade dos agressores. Ela então foi solta, sob ameaça: se denunciasse o crime, cortariam sua cabeça com uma foice. A vítima voltou pra casa e decidiu denunciar tudo à polícia. Os vermes, sabendo que a crueldade que cometeram foi feita com ódio e raiva da mulher por ela ser quem é, uma mulher trans, não com planejamento e frieza, confessaram o crime. E eu queria que essa história fosse apenas uma história de coragem, de uma mulher, uma pessoa trans, que confiou em seus direitos, superou o medo e denunciou seus torturadores. Mas, na verdade, essa denúncia possivelmente só aconteceu por ser a única opção para a vítima. Pois o "acordo" de que, se ela ficasse em silêncio, deixariam ela viver, foi feito por pessoas que a torturaram e, com ferro quente, queimaram uma suástica em seu braço. Ela denunciou pois já estava marcada como um animal cujo único futuro é o abate. E seus agressores acharam melhor confessar. Talvez, pela certeza da impunidade, porque acham que a justiça dos homens será mais complacente do que a justiça das ruas. Pra essa gente odiosa, mesmo com tantos avanços que ocorreram no nosso judiciário, a condenação pelos seus atos ainda é uma possibilidade mínima. E é esse o resultado da estrutura de ódio construída para torturar, silenciar e matar mulheres trans, mulheres negras, mulheres indígenas, mulheres mães, mulheres lésbicas, mulheres brancas, mulheres jovens, mulheres velhas e meninas. Quantas de nós, após apanharmos, já não fomos marcadas com a promessa de que, se abríssemos a boca, a dor seria ainda maior? Quantas de nós já não fomos eternamente marcadas pela violência de quem nos deseja e nos odeia? Quantas de nós já não denunciamos, não por coragem, mas por ser a única opção frente a um mundo inteiro contra a gente? Enquanto isso, parte do Brasil celebra a transfobia, a misoginia, a LGBTfobia e o ódio transmitido nas nossas telas e pelas bocas daqueles que deveriam trabalhar pela vida e dignidade de todas as pessoas. A corda está estourando. E ela pode até estourar pro lado mais fraco, o nosso lado. Mas faremos com que ela ricocheteie em nossos agressores e lhes corte como a foice que eles mesmos dizem brandir.
ERIKA HILTON tweet media
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