thelinuxlich

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@solinvictvs

An opensourcerer from Brazil. Creator of a failed CDP. ORM-hater. Comunnosatanist. Board game lover. Cat hoarder. Coffee Connoisseur.

Sao Paulo, Brazil Katılım Eylül 2009
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thelinuxlich@solinvictvs·
I had to read today that “taste lives in spec, not in code.”
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vibe coder artesanal
vibe coder artesanal@leandronsp·
se vcs acham que estavamos vivenciando um FOMO desgraçado, é pq nao viram ainda os próximos meses. a parada é exponencial e mta gente ainda *nem entrou* nisso de IA. essa bolha unida aqui (sqn) é tudo early adopter, senta na janelinha. quem não souber filtrar tá fodido
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vibe coder artesanal
vibe coder artesanal@leandronsp·
@solinvictvs @sseraphini to falando da galera usando e criando um monte de coisa e fomo em cima doq ja tem, nao falei nada sobre os modelos, oq vai ter ou deixar de ter. vc eh tao revoltado com a vida que nao consegue ler direito kk
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thelinuxlich
thelinuxlich@solinvictvs·
Devs saying the stack doesn’t matter because of AI will be the first on the unemployment wagon. They are just assuming in public their carelessness for whatever the AI is generating and their lazy code review.
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bruno C# de burro 💼 Microslop Specialist
to fazendo uma bobeirinha vibecoded. é um clone do gather pra ser hospedado no githubpages de graça mesmo, pra testar a Trystero 0.22.0. bem legal, eu achei.
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Machado de Assis Online | Projeto de C.S. Soares
Hoje escrevo em tom de desabafo, e de alguma perplexidade. Há cinco anos venho, diariamente, compartilhando neste X informações relevantes sobre Machado de Assis, muitas delas inéditas. Nunca ganhei um centavo por isso. Faço porque considero importante. Ou, ao menos, considerava sem hesitação. Há dois anos, assisti a uma comoção nacional provocada pelo comentário de uma senhora americana que, ao que tudo indica, jamais havia lido Machado. Sua surpresa era, na verdade, a surpresa dos desinformados. Comentei aqui que o fascínio estrangeiro por Machado está longe de ser novidade, e o comentário acabou repercutido por uma jornalista do Estadão. Desde a década de 1920, Machado é celebrado nos Estados Unidos, especialmente por escritores negros. Isso não é descoberta recente. É história conhecida, ou deveria ser. Agora, após publicar Machado: O Filho do Inverno, a primeira e mais completa biografia de Machado de Assis, evidenciando como sua experiência como homem negro foi decisiva na formação de sua obra, deparo-me com um silêncio quase absoluto. Nenhuma resenha relevante. Nenhum debate. Nenhuma atenção proporcional ao que já se viu mobilizar por muito menos. As vendas, para ser direto, são desanimadoras. E isso surpreende ainda mais quando se observa que quem lê elogia o livro com entusiasmo raro. Não é falsa modéstia reconhecer: houve rigor, trabalho e intenção clara de dialogar com o público amplo, não apenas com especialistas. Escrevi para leitores reais, para aproximar Machado do Brasil contemporâneo, porque ele ainda tem muito a dizer. Tenho cerca de 30 mil seguidores aqui. Um número expressivo, em tese. Na prática, irrelevante. Pelos dados, e como diria Machado, os números não mentem, pouquíssimos compraram o livro. Da mesma forma, quase ninguém acompanha a newsletter em cssoares.com.br. O que isso revela é simples: há consumo, mas não há compromisso. Há interesse superficial, mas não há engajamento real. Autores brasileiros não precisam apenas de visibilidade. Precisam de leitores. Machado, o filho do inverno, volume 1 da mais recente e abrangente biografia de Machado de Assis, está disponível em todas as livrarias. O segundo volume será entregue ainda este ano. A publicação, naturalmente, dependerá da editora. Convém dizer sem rodeios: o Brasil, de modo geral, ainda demonstra pouco interesse em conhecer profundamente a própria história. Uma equipe continuará publicando conteúdos por aqui, por algum tempo. Veremos se algo muda, se ainda há espaço para que as redes sejam mais do que vitrines passageiras de atenção dispersa. Não há ressentimento. Mas há lucidez. E, sobretudo, há limites para o uso do tempo. Talvez seja mais sensato, e certamente mais produtivo, empregar esse tempo nas redes sociais para fazer, com ainda mais intensidade, aquilo que já faço e que, ao que tudo indica, se tornou raro por aí: ler livros. Boa tarde.
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Bilal R. Kaafarani
Bilal R. Kaafarani@BilalRKaafarani·
I have been deliberately silent on social media for a while. I use all my social media platforms to promote education & make dreams come true for young minds. I rarely post anything about family or politics. This morning, Israel demolished the building I have an apartment in. It took 22 years of my work here & 20 years of my wife’s work to own this apartment. This madness has to stop.
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Sibelius Seraphini
Sibelius Seraphini@sseraphini·
Qual a função de uma função que só chama outra função ?
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