Bruno Bruno

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Bruno Bruno

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@sonrizalmocoh

Voltei saporra

Katılım Mart 2014
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borret 🐍
borret 🐍@borreti·
@clarionrox @mauad_joao É a gibiblia dos estatistas. É meio engraçado como os comportamentos se assemelham. As vezes me parece que as pessoas substituíram a fé no Deus cristão pela fé no Deus Estado.
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Fernando Schüler pegou um limão (a entrevista do Temer) e fez uma limonada. Genial! 👇 Temer está correto. Cumprir a Constituição é a chave para pacificar o país Fernando Schüler “Cumprir rigorosamente a Constituição”, diz o ex-presidente Temer, é a chave para pacificar o País e seguir em frente. Temer não poderia estar mais correto. Se a Constituição diz que um cidadão comum não tem o chamado “foro privilegiado”, um pastor, por exemplo, não deveria ser julgado originariamente pelo Supremo. Mesmo que cometesse o gravíssimo crime de chamar algumas autoridades de “covardes”. Se a Constituição diz que um parlamentar tem imunidade por “quaisquer” palavras e opiniões, nenhum deputado deveria ser processado por fazer uma denúncia de abuso de autoridade na tribuna da Câmara. E, se a Constituição diz que há “liberdade de pensamento”, nenhum youtuber deveria ser incriminado por achar isso ou aquilo sobre os próprios limites da liberdade de expressão. De modo que o ex-presidente tem razão na ótima entrevista que deu ao Estadão esta semana. O detalhe fica por conta de uma pergunta singela: quem não estaria exatamente cumprindo a Constituição? Se o País não souber observar a realidade com alguma frieza e responder a esta pergunta, não acho que iremos muito longe. Pois de que vale ter uma Constituição se perdemos a capacidade de entender — e logo respeitar — o sentido mais simples, claro e objetivo das palavras inscritas na Constituição? O direito não é feito da vontade pessoal desta ou daquela autoridade. Parte de comandos, conceitos e limites institucionais que não podem ser remodelados livremente segundo as conveniências do momento. Se, por alguma razão, driblamos o sentido do texto, de modo que “censura prévia” deixe de ser censura prévia, que “quaisquer” deixe de ser quaisquer e que “instância devida” deixe de significar instância devida, há muito já deixamos de ser um Estado de direito. No que exatamente nos convertemos, deixo para o entendimento de cada um. O ex-presidente acerta ao apresentar sua “Estrada para o Futuro”. Ele convida intelectuais de referência, alinhados com sua visão, como Marcos Lisboa e Marcos Troyjo, e oferece um caminho possível para o próximo governo. Pode-se concordar ou não com as ideias de Temer e seus convidados. Mas é exatamente esta a função de um ex-presidente. Ele diz que os eleitores estão esperando “projetos para o País”, e não “disputa de nomes”. Nisso, confesso discordar. É possível que exista uma maioria silenciosa que gostaria de ver reformas estruturais. Exatamente como o próprio Temer fez em seu governo. Uma reforma como a trabalhista, que flexibilizou e melhorou as condições do mercado de trabalho. Ou quem sabe a Lei das Estatais, que moralizou e melhorou a gestão das empresas públicas. Mas, cá entre nós, a grande massa de eleitores sequer entende do que tratam essas reformas. O próprio ex-presidente saiu do governo, depois de fazer um belo programa de modernização, com uma rejeição bastante alta. A triste realidade é que é a turba militante que dá o tom em nossa democracia digital. E funciona na direção precisamente inversa do que sugere Temer: quer a guerra entre “nomes”, e não projetos. O ex-presidente acerta no diagnóstico sobre as origens da polarização tóxica que tomou forma no País nos anos recentes. A explosão das redes sociais cumpre um papel aí, mas sua origem foi o tipo de retórica inaugurado pelo lulismo com o “nunca antes neste País”. A lógica da guerra miúda traduzida no “nós contra eles”. Tudo isto que “se ampliou de tal maneira”, diz Temer, “que a outra ala resolveu se organizar nos mesmos moldes”. Não penso que exista saída simples para este estado de coisas. As democracias, na era digital, radicalizaram o que Madison chamou de “animadversão”. O debate duro que marca a vida republicana. É possível imaginar a emergência de líderes com alguma virtude. Presidentes que não ponham a Constituição na condicional, como vimos em tempos recentes, ou que evitem chamar seus concidadãos de proto-nazistas, como também observamos por estes dias. Mas não há garantia nenhuma quanto a isto. O que se pode exigir é que os agentes de Estado, representando instituições, recusem este jogo. Ajam com imparcialidade e moderação. E é isto, de fato, que não vem acontecendo em nossa democracia. É no debate econômico que Temer oferece sua grande contribuição. E, nisso, ele tem um lado na polarização brasileira. Desde o início dos anos 90, o Brasil sempre teve duas turmas no que diz respeito à economia e ao papel do Estado. Elas não são perfeitamente nítidas, nem estruturadas em dois grandes partidos. Mas basta uma análise das votações no Congresso, em nosso longo ciclo de reformas, nas últimas três ou quatro décadas, para observar com bastante clareza sua existência. Já na privatização da Usiminas, em 1991, as duas turmas estavam lá. Uma a favor, outra contrária. Foi o mesmo com o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a privatização da telefonia. E, mais recentemente, com a reforma da Previdência, a privatização da Eletrobras, o marco do saneamento e a autonomia do Banco Central. Com raras exceções, esta é a história da polarização “estrutural” brasileira, que se dá um pouco abaixo da epiderme da gritaria e dos afetos políticos. Essas duas visões estarão novamente frente a frente nas eleições deste ano, independentemente de nossos humores e velhos ressentimentos. A segunda agenda para o debate de 2026 é institucional. O STF se colocou no centro da vida política brasileira nos anos recentes. E é natural que o debate sobre a sua atuação esteja no centro do debate eleitoral. O próximo presidente deverá indicar três ou quatro novos ministros para a Corte. Isto afetará decisivamente nosso entendimento sobre o que significa “cumprir rigorosamente” a Constituição. E definirá muito do que discutimos sobre segurança jurídica, direitos individuais e liberdade de expressão. Cada um pode ter a visão que quiser sobre o País, mas é importante, na vida democrática, reconhecer o que está em jogo. De modo que Temer nos dá uma ótima contribuição. Em algum momento, dispor de um programa de reformas ajudou o País a andar para frente. Oxalá nos ajude de novo, neste País um tanto sem rumo no qual nos transformamos."
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Bruno Bruno
Bruno Bruno@sonrizalmocoh·
@clarionrox @deccache Inflação é o imposto mais filho da puta de todos Meu único alento vai ser ver petista passando fome
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Clarion de Laffalot
Clarion de Laffalot@clarionrox·
@deccache Quando o governo imprime a própria moeda, o calote nunca é nos credores... É no Zé Povão. Liga a impressora, o banqueiro recebe em dia, e o Zé povão que se foda pagando 100 reais num pacote de arroz.
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David Deccache
David Deccache@deccache·
Um conhecido liberal, conversando comigo, disse que o Brasil está com grande risco de quebrar por conta da política fiscal. Perguntei para ele o que isso significa. Ele disse que é o momento em que o governo não consegue mais pagar a dívida. O momento quando o governo não consegue mais emitir dívida nova para pagar a antiga. Quando ninguém mais quer "emprestar" ao Tesouro. Eu perguntei quando ele acha que isso vai acontecer. Ele disse que em breve. Talvez em um ano. Perguntei se ele acreditava de fato nesse tipo de risco. Ele disse que sim. Então disse que apostava com ele 5 pra 1 que não teria calote no próximo ano. Ele se empolgou. O cara apostou dinheiro que o governo vai dar calote. Tô pensando em abrir um negócio desse tipo e ficar ganhando dinheiro de (neo)liberal. É maldade?
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Bruno Bruno
Bruno Bruno@sonrizalmocoh·
@LEME12 Acho que ela não tá ligada que dá, kkkkkkkkkkkkkkkkkk
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Amandinha 🇧🇷🚩
Foi um militante maluco que te deu licença maternidade, férias, vale refeição, 13° salário, etc... O bundão do teu patrão não te dá nem bom dia!
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Serafim
Serafim@Serafim_zx·
VARgentina OPERA NOVAMENTE NA COPA A cara do jogador da Suíça percebendo o que tá acontecendo KKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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Serafim
Serafim@Serafim_zx·
Não sabia que tinha tanto brasileirinho torcendo pra Argentina. Recadinho de um argentino pra vocês
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Bruno Bruno
Bruno Bruno@sonrizalmocoh·
@AndersonLuisSdS @Cardoso Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, obrigado por essa analogia 🤣🤣🤣🤣
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The Joker of Derry
The Joker of Derry@AndersonLuisSdS·
@Cardoso O bullying na escola tinha um papel social útil (desde que praticado com limites), tal qual um predador no seu ecossistema. O que tá acontecendo aí é o mesmo fenômeno que ocorre com o javaporco no Brasil.
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cardoso
cardoso@Cardoso·
"doente mental" não está mais dando conta. O Jovem™ está obrigando a volta do termo "debilóide".
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Me deixe, viu?
Me deixe, viu?@Jameson05968735·
@leonardo1opes Tentam ungir Haddad de uma competência que ele não tem. Só consegue alguma relevância por ser capacho de Lula e posar de bom moço.
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Daniel Scott
Daniel Scott@odanielscott·
Em 2002, no primeiro ano de governo do Lula, o salário médio de um engenheiro no Brasil era de aprox R$ 3000. Hoje, o mesmo engenheiro ganha, em média, R$ 9500. Isso dá uma crescimento nominal de % 220. Nesse mesmo período, o IPCA acumulado foi de 320%. Ou seja, o engenheiro hoje, em média, recebe 3/4 do que recebia há 2 décadas. O governo se gaba de ser a pátria educadora e ter colocado gente na faculdade. Mas esses mesmos diplomados recebem hoje menos que um atendente de McDonalds nos EUA. Você está ficando mais pobre. Mas, mesmo assim, continua votando em quem governou 18 desses 24 últimos anos.
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Gabriel Santini
Gabriel Santini@GCSantiniX·
Essa história de Split Payment vai ferrar com os empresários, pois o governo recebe primeiro e a empresa administra o que sobrar. Pelo que eu entendi, no ato da venda o imposto já é separado e cai direto no cofre do Estado, arrebentando com o capital de giro, responsável por sustentar muitos negócios. Com o Split Payment, a empresa vai trabalhar com o que "sobra" depois que o governo já levou a parte dele direto na fonte. Qualquer pessoa que empreende e gera empregos no Brasil é um herói.
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Bruno Bruno
Bruno Bruno@sonrizalmocoh·
@VEJA Esse aí cumpre a cota de trans humoristas
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Rafael Gloves
Rafael Gloves@rafaelgloves·
O cara ganhou dinheiro mais rápido do que o MBappé saindo do Mônaco pra jogar no PSG. Sensacional este país.
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Bruno Bruno
Bruno Bruno@sonrizalmocoh·
@Mrcio75645543 @leolinshumor Eu tenho 43 anos, estudei em escola pública a vida toda, e nos anos 90 eu presenciei mais de uma vez aluno agredindo professor Bolsonaro não existia nessa época, mas o petismo grassava nas instituições
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Márcio Brasil Pátria amada
@leolinshumor Herança maldita do bolsonarismo, que estimulou alunos a gravarem e desrespeitarem professores em sala de aula, incluindo agressões verbais e físicas.
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Bruno Bruno
Bruno Bruno@sonrizalmocoh·
@jrsf10 @brasilparalelo Procure aí algum representante do MP tentando restringir alguém de falar sobre "religião de matriz africana" pra gente ver um negócio
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jose roberto
jose roberto@jrsf10·
@brasilparalelo concordo! Religião é cada um no seu quadrado! Ela esta falando de todas as religiões.
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Brasil Paralelo
Brasil Paralelo@brasilparalelo·
Promotora diz que falar em Deus é inconstitucional durante evento Uma promotora do Ministério Público criticou uma associação em Duque de Caxias após os representantes falarem em Deus. A fala aconteceu durante um evento ligado ao conselho tutelar, pouco depois do discurso de um instrutor que cuidava de crianças. Ela seguiu dizendo que o direito à liberdade religiosa deve ser exercido exclusivamente de maneira privada Para a promotora, deixar os convidados falarem sobre sua fé e visão religiosa seria uma violação da Constituição. Leia a matéria completa abaixo: sitebp.la/3SHl6aC
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
LUÍS FERNANDO CORREIA | Estrangeiros descobrem o SUS, ficam abismados e viralizam nas redes; entenda o que surpreende x.gd/q86gj
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Renato Giraldi
Renato Giraldi@giraldirenato·
A Faria Lima continua vendendo o sonho de uma terceira via. No fim, quem agradece é o Lula. Tem gente que prefere mais quatro anos de PT a correr o risco de um governo que não responda aos interesses do mercado financeiro. Depois olham para o Peru atraindo investimentos e fingem não entender por quê.
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