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@Curiosoquers

Não leva as sério as coisas que digo pois sou um tolo e nada sei.

Katılım Mart 2025
21 Takip Edilen5 Takipçiler
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Saber@Curiosoquers·
@ArchangelStGabe @DanielDorotheos @ortho_no Why do you call him a dumbass? I don't think any orthodox would call the Pope a dumbass. And what i said doesnt refute you bc i wasnt trying to. But, if you want me to i will discuss. Would you say that hell is God's anger?
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Francis Gabriel 🇻🇦
Francis Gabriel 🇻🇦@ArchangelStGabe·
And it doesn’t refute the fact that Hell is indeed an instrument of punishment. The dumbass archbishop is refuting a distinct reality with nuance or refuting an argument nobody in the west is making. Punishment is ALWAYS a free choice and it follows with consequent will whether it be from God or a just society. That’s God the Father’s Order illuminating as the Law of Christ in Rome. But hey, I see disordered Catholics do this all the time, it goes with the territory with being demonic.
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Answering Orthodoxy
Answering Orthodoxy@ortho_no·
Shocking: Eastern Orthodox Bishop says there is no hell.
Answering Orthodoxy tweet media
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@ArchangelStGabe @DanielDorotheos @ortho_no What? Why are you being so mean? I was not trying to refute you, I was just explaining what the archbishop meant. Please be sincere to me, do you have any mental disorder? I am not trying to offend you.
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@AT_Adrian_UT Acho q foi só pq vc foi meio mal educado. Ele nem queria discutir
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@Postulliok @starless_king A quanto tempo vc estuda a ortodoxia? É insano o tanto de conhecimento q vc tem e os livros que leu.
Português
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Postulio ☦️🇧🇷
Postulio ☦️🇧🇷@Postulliok·
(já deixando aqui a conclusão do textão: talvez nossa divergência seja, pelo menos 85%~90% semântica) Sínodos locais: é importante frisar que não há rejeição integral das teses de Florovsky como se houvesse um carimbo de "FIM DE QUESTÃO". Há diálogo onde as posições dele são, de fato, tidas como exageros (e eu mesmo, no post original, nego uma noção de apostasia generalizada); mas a discussão sobre a história permanece em aberto. Florovsky não está sob anátema, seus textos não estão completamente incorretos (muito pelo contrário!), nem foram incluídos em uma espécie de Index Prohibitorum ortodoxo. Ele prossegue sendo lido em catecismos, recomendado e reiterado em seminários do mundo ortodoxo inteiro. Confissões recebidas e as canonizações: não me oponho a nenhuma (já explicado). Historiadores: eu trouxe Dimitry Pospielovsky para demonstrar que não há consenso absoluto sobre até que ponto vai a influência latina, pois você havia trazido também outros historiadores, e se Paul Gavrilyuk é teólogo, ora essa, o próprio pe. Florovsky é tão válido quanto. Agora, se o critério para rejeitar uma tese é um recorte do tempo (século XX), Gavrilyuk e Cyril Hovorun são mais recentes ainda. Ainda pretendo lê-los, parecem ser acadêmicos sérios. Há vários outros teólogos de extensa qualificação acadêmica, membros ou não do clero, que defendem teses próximas às de Florovsky ou que, corretamente, identificam a peculiar distinção ortodoxa e focam-se nela ao invés da proximidade com os latinos, como é o caso de Pomazansky, Meyendorff (já vejo muitos arrancando os cabelos), Christos Yannaras, George Metallinos, Hierotheos Vlachos etc etc etc. Apesar desses dois últimos serem discípulos do Romanides, eles são absolutamente ortodoxos onde são, e a síntese que eles fazem de temas teológicos ascéticos não só deve ser lida por todo ortodoxo, como de fato é recomendada em catecismos e seminários, e são referência no mundo ortodoxo (ex: Psicoterapia Ortodoxa - youtu.be/9WBEBwLBDWw). Estou ciente de que alguns desses nomes são o terror dos latinizadores (só pra deixar claro, quando falo de latinizadores, NÃO ESTOU ME REFERINDO A VOCÊ EM ESPECÍFICO; é uma expressão que uso para tipo obsessivo-compulsivo que enxerga modernismo embaixo da cama... Por exemplo, um deles aí chama santos de modernistas, outro aleatório andou desconfiando de canonizações, como a de São Sofrônio de Essex, outros ainda, de tipo ecumenista, fomentam polêmicas para evitar canonizações de "reacionários" como São Serafim Rose; é a mesma gangue que adora atacar padres online e que estão, esses sim, em uma cruzada de prelest para 'purificar a igreja' de um imaginário cativeiro, mas modernista... note como só eles, e apenas eles, falam quase que exclusivamente dos mesmos assuntos feito militantes, o que definitivamente não é normal). Dito isso, não precisamos desses nomes para a demonstração de que o debate está em aberto. Pelo critério do recorte do tempo, do ponto de vista de gigantes como São Paisius Velichkovsky (século XVIII), que é anterior a qualquer movimento neo-patrístico, os latinizadores são os reais modernistas. A atitude de muitos deles em fragmentar a igreja em uma igreja-facção reduzida a locais específicos com uma teologia bem específica que não pode ser expressada ou sequer interpretada (!) de outra maneira, já diz tudo. Novamente citando um certo furry, de acordo com ele, nossa salvação depende de acreditarmos que Deus imputou jurídica e literalmente os pecados de Adão no homem. Eu não preciso abraçar essa formulação/forma de se expressar como se fosse a melhor possível, nem preciso ler frases do tipo pelo valor nominal igual a um NPC, enquanto descarto a verdade espiritual por trás do sentido figurado, analógico ou hiperbólico. Ninguém irá pro inferno por não aderir a idolatria vazia de palavrinhas que não significam bosta nenhuma se tomadas isoladamente... Qual é Eric, você vai concordar comigo nisso... Não tem noção um troço desses, é literalmente a lógica da sola scriptura e de ateus cuzões lendo textos, e repetindo feito robôs que não sabem descascar um tema para entrar nos pormenores. DOROTHEA Wendebourg: perfeito, corrigido, pode deixar que irei ler, junto dos outros dois citados. Não conhecia os nomes que você citou. Sobre a questão de narrativa totalizante: finalmente ao cerne da questão. Você concorda que, após o grande cisma, o catolicismo romano, e em seguida o protestantismo, desenvolveram uma teologia com focos absolutamente distintos, mais externalista, mais imaginativo (ex: Exercícios Espirituais de Inácio de Loyola, que é basicamente um raja yoga), mais intelectualóide em detrimento do ascetismo (ex: neo-tomismo manualista do século XIX), mais legalista com pouco ou nenhum contrapeso teológico? Você concorda que o ocidente negligenciou um importante aspecto da tradição cristã e que, com raras exceções, isso ficou reduzido ao oriente? Cara, o ocidente criou um ABISMO entre espiritualidade monástica e vida litúrgica (o católico médio não vive o catolicismo, por assim dizer), a única exceção que me vem a cabeça agora é a Ordem Franciscana Secular, que é bem marginal. Eu havia dito isso em outro post: da heresia cátara e do prelest dos estigmatizados medievais, a místicos influentes como Mestre Eckhart, ao neoplatonismo renascentista e hermetismo, à kabbalah cristã de Giovanni e Reuchlin, aos subversivos Alumbrados, ao pietismo luterano, à Devotio Moderna, ao metodismo e até ao moderno Movimento Carismático, todos esses foram, de um modo ou de outro, reações ao longo dos séculos à concepção estéril de Deus que emergiu após o Grande Cisma. Todos esses movimentos refletiam um desejo de recuperar algo que havia sido perdido, mesmo que muitas vezes o perseguissem de maneiras equivocadas. O quietismo foi uma dessas reações, mas o catolicismo romano, em sua sanha de ver heresia em tudo, acabou condenando não apenas seus erros, mas também aspectos que continham genuíno insight espiritual e que poderiam ter se desenvolvido em uma forma distintamente latina de hesicasmo por meio de figuras como João da Cruz, talvez até fornecendo uma ponte entre Oriente e Ocidente. Até mesmo o misticismo de Jakob Böhme pode ser visto como parte dessa tentativa mais ampla de recuperar o que havia sido perdido, e não por acaso, apesar herético, há ali alguns paralelos reais com a ortodoxia. Você concorda comigo que há, sim, essa distinção fundamental, e que a prova dela pode ser vista nas margens da teologia ocidental (católica e protestante)? Não sei se totalizante é uma expressão que eu usaria, mas que ocidente e oriente NÃO SÃO A MESMA COISA, e que nossas diferenças NÃO SÃO apenas Filioque e eclesiologia, é fato. O próprio Arquimandrita Rafael (Karelin), que os latinizadores vivem postando, afirma essa diferença fundamental mesmo em sua defesa de um uso saudável da escolástica. Inúmeros e inúmeros santos afirmam isso, na época das polêmicas anti-latinas anteriores e posteriores ao século XX. E se há essa diferença, é natural concluir que, durante os períodos de forte influência da teologia latina no oriente, essa influência corroeu na teologia também, embora nomes como o patriarca Dositheus e outros tenham usado dessa 'linguagem teológica' justamente para contrapor os católicos e protestantes em um terreno em que eles eram familiares, e também para orientar os próprios ortodoxos, que estavam sendo educados em uma mentalidade latinizante. Você acha correto que após o século XX devemos parar de fazer essa crítica só porque alguns como Romanides falaram bosta em diferentes assuntos, ou só porque o pe. Florovsky talvez tenha exagerado? É uma pergunta sincera, porque há alguns gringos que se dizem ortodoxos que vejo por aqui que são basicamente católicos romanos (uns quase tomistas, outros quase jansenistas) ou calvinistas espirituais... Alguns chegam ao ponto de desdenhar da espiritualidade ortodoxa zoando nossas expressões! Essa conversão em massa dos gringos (norte-americanos especialmente) está trazendo gente que não quer largar o osso dos pensamentos anteriores. Eu larguei, passei dois anos lendo material ortodoxo e católico intensamente ao mesmo tempo, antes de sequer pisar em uma igreja ortodoxa. A igreja não para no tempo, bola pra frente. Essa postura de alguns de achar que a igreja está estacionada no Patriarca Dositheus é insana. Assim como naquela época enfoques e expressões mais comuns entre os protestantes e católicos romanos tiveram que ser batizados para confrontar o catolicismo e o protestantismo, podemos perfeitamente ir além disso. A igreja sempre foi dinâmica nesse tipo de coisa. Você certamente não acredita que devemos pensar que agora já tá tudo bem e devemos dar as mãos dançando "somos a mesma coisa". Essa é precisamente a macaquice dos uniatas, respondi um deles hoje cedo, e ele simplesmente não consegue ver diferença entre escolástica ocidental e EED (x.com/Postulliok/sta…). E digo mais, eu não preciso ficar regurgitando agostinianismo 24/7 feito alguns zumbis aqui quando tenho à minha disposição diversas abordagens de diversos santos tão autoritativos quanto. É Igreja Católica Apostólica Ortodoxa, não "igreja de um santo só" ou Igreja Ortodoxa Agostiniana, como fazem os papistas e sua lógica de igreja de dois santos (Santo Agostinho e Aquino), onde o resto ocupa no máximo notas de rodapé. A Santa Igreja sempre foi eclética nesse sentido. Citando o furry novamente, porque ele é um dos piores casos de dissonância cognitiva nessa plataforma, o sujeito pensa que Santo Agostinho é mais relevante no oriente que os Padres Capadócios, quando durante quase mil anos após a sua morte, quase nada da gigantesca obra de Agostinho foi traduzido para o grego. Se eu quiser resgatar outros enfoques patrísticos e enfatizar a distinção entre oriente e ocidente e a forma como as teologias se desenvolveram, essa facção (agluns perfis aí) acha que isso é modernismo, lol. Vai entender a cabeça dessa gente, deveriam logo beijar os pés do Leão XIV, tatuar Calvino no peito esquerdo e Aquino no direito. São antropologias diferentes, mas isso é outro assunto e não quero estender mais ainda o texto... São Nicodemos: tenho noção de tudo isso que você disse, e isso é a prova definitiva de que a corrupção latina precisou ser confrontada em todos os âmbitos. A Filocália não foi simplesmente um monge editando vários textos, foi Deus literalmente movendo São Nicodemos e o movimento dos Kollyvades para compilar uma bíblia teológica em meio a um contexto que, se não fosse confrontado, levaria, no longo prazo, à apostasia. Hoje a situação é completamente diferente, e por isso muitos santos reconhecem que estamos livres daquelas algemas. Os latinizadores, por outro lado, ficam putos. Também estou familiarizado com o fato de que Unseen Warfare é baseado em Spiritual Exercises/Combate Espiritual de Lourenço Scupoli, mas você está familiarizado com o fato de que não é uma cópia ipsis litteris em tudo, e sim uma picotagem onde São Nicodemos basicamente remove os aspectos perniciosos da abordagem espiritual latina para inserir aspectos ortodoxos? Sabia também que São Teófano pegou essa obra e depois picotou ainda mais, adicionando mais conteúdo ortodoxo? Onde Scupoli estava certo e era cristão, ele estava correto. Não tenho problemas em admitir quando os outros estão certos (pouco me interessa se são ortodoxos ou cristãos), e se pareço um anti-latinista virulento, você ainda precisa conhecer meus autores católicos romanos pós-cisma favoritos: João da Cruz, Meister Eckhart apesar de tudo, René Girard (me influenciou enormemente a aceitar a Revelação), e até mesmo papistas anti-ortodoxos escolásticos (!) como Boaventura, que se diferencia, especificamente, em sua obra Itinerário da Mente para Deus, que possui paralelos enormes com a ortodoxia. Se a obra de Scupoli precisou ser quase que refeita para o público ortodoxo, é prova de que, ela crua, não era plenamente ortodoxa, ora bolas. Com relação à dianoia, quando se trata de conhecer a Deus, irei reforçar: ela não é apenas inferior, como é absolutamente inferior, totalmente inferior e completamente inferior. E sim, a formulação de Niceia é produto da queda. Não apenas a formulação, mas o próprio Concílio de Niceia é produto da queda. E vou além, a igreja é produto da queda. E além: a linguagem humana é produto da queda. TRADUZINDO, isso é o que eu NÃO DISSE: Que a mente conceitual, racional e discursiva não é capaz de extrair verdades da mente espiritual/nous (que é supraracional) Que a mente conceitual, racional e discursiva não tem lugar na teologia (como falaríamos de Deus sem articulação linguística-racional? 🥴) Que a mente conceitual, racional e discursiva deve ser exterminada da experiência humana (afinal, seríamos o que, batatas falantes?) ...E isso é o que EU DIGO: Que a mente conceitual, racional e discursiva é inferior na apreensão de verdades de qualquer tipo, quando comparada com a mente espiritual/nous (insights em geral vêm dela, sequer passam por filtros e cálculos cognitivos) Que a mente conceitual, racional e discursiva é inferior para o discernimento espiritual, quando comparada com a mente espiritual/nous Que a mente conceitual, racional e discursiva deve, sim, ser reorientada e estar subordinada à mente espiritual/nous (aqui concordamos) Sobre a mente racional ser deprezada na ascese: depende de para o que e quando. Sobre se mente racional não ser deprezada na ascese: depende de para o que e quando. ...E também digo isso: Um dia a mente racional deixará de ser necessária. Será absolutamente ELIMINADA, abandonando todas as coisas sensíveis. Todas elas. O que digo é com base nas leituras de vários santos ascetas, eu consigo fazer um compilado aqui com mais de 100 citações facilmente. Se não há biblioteca, livros e linguagem humana do outro lado, na Comunhão dos Santos, quanto mais na Ressurreição dos Mortos. Visão, audição, olfato, paladar e tato... Tudo isso são ferramentas provisórias. O olho que observa Deus não é o físico, a audição que escuta Deus não é física, o olfato que cheira Deus não é físico, o paladar que saboreia Deus não é físico, o tato que toca Deus não é físico. Essas realidades são completamente transcendentais, e a fisicalidade da ressurreição será uma fisicalidade extra-física. O homem irá ascender a um estado onde a forma é real, mas não é forma, onde o pensamento é real, mas não é pensamento. De acordo com São Teófano, satanás caiu precisamente de planos onde não havia nem imaginação, nem formas, nem sentidos. Já São Gregório Palamas chama esse estado até mesmo de não-ser por transcendência, no sentido de que o homem está além do ser, embora não no mesmo patamar de Deus além do ser (por essência): "Paul therefore was light and spirit, to which he was united, by which he had received the capacity of union, having gone out from all beings, and become light by grace, and nonbeing by transcendence, that is by exceeding created things". Recomendo dar uma lida também: x.com/Postulliok/sta… Mas resumindo tudo, acho que a diferença aqui na discussão é que você discorda, especificamente, da expressão 'cativeiro latino', e não da idéia de um desastroso período de latinização em todos os âmbitos. Já eu aplico essa expressão sem rigor, para me referir a toda forma de latinziação, embora não defenda que isso implicou em uma apostasia ou corrupção total. É óbvio que aquele período deu bons frutos também, só monstra que dizer que a igreja desapareceu na Rússia e na Ucrânia daquela época é um erro. A intenção original da minha imagem e thread foi puxar a orelha de macaco que nega toda e qualquer influencia latina negativa. O sujeito em questão era um aleatório latinziador do tipo obsessivo que me referi.
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Postulio ☦️🇧🇷@Postulliok

Todos os cristãos deveriam ler os padres ascetas desde São Hesíquio de Jerusalém e São Nilo do Sinai (cristianismo primitivo) até nomes como São Silouan Atonita, especialmente os padres népticos da Filocália (a versão com mais de 1000 páginas, tenho o pdf em PT-BR para quem quiser). ALGUNS TRECHOS DA FILOCÁLIA: Eles falam sobre até a expansão do nous além do tempo, do espaço e da natureza: "O nous que expressou sua alegria diante das expansões do tempo e do espaço e diante das propriedades que definem as naturezas, e que depois ultrapassou estas coisas, se torna em verdade despido na simplicidade única e na vida despojada de toda arte e de toda forma. Sem mais véu algum, sem qualquer vestimenta, fora de todo começo e de toda compreensibilidade, de todo fim e de todo limite, ele cessa de pensar e de falar, penetra sobrenaturalmente no poder e na irradiação divina, poder e irradiação que o Espírito anima e que, o infinito, se estende aparentemente à própria contemplação do nous. Então a paz de Deus se eleva sobre a alma, e a alegria inefável, o indizível regozijo do Espírito Santo se espalha sobre ela. O arrebatamento que ultrapassa o conhecimento a leva a cantar. Ninguém a verá. Mas o Deus dos deuses se revela em Sião, no nous que se eleva e contempla a altura. Senhor Deus dos Exércitos, bem-aventurado o homem que se confia a você" — FILOCÁLIA * * * Contemplação não-contemplativa onde ver e não ver é algo simultâneo; um estado nem que não é nem consciente e nem inconsciente, pois a cessação das atividades mentais/sensoriais é a experiência em si mesma: "O nous que se eleva até o lugar onde Deus se oculta permanece naturalmente silencioso. A simplicidade o unificou. Na unidade e na comunhão do Espírito, ele se torna iluminado pelo Um que ultrapassa o entendimento. Com efeito, que poderá ele dizer, uma vez que se encontra acima de sua própria faculdade, colocado fora de todo e qualquer pensamento, inteiramente nu, acima da própria meditação?" "Quando, além de todo pensamento, tem lugar a união entre Deus e o nous, dizemos então que o nous que, por meio do sentido noético, vê absolutamente o sobrenatural oculto, atinge o que está acima de sua própria natureza. O nous se torna ele próprio aquilo que ele mesmo experimenta em sua natureza purificada pela graça. Pois o pensamento está para o nous aquilo que a visão é para o olho. Então, assim como aquele que vê nas trevas não enxerga nada senão estas trevas, como uma só e mesma coisa, e ele vê e não vê, pois, se fechasse os olhos, poderia pensar que a luz e outras coisas estivessem ao seu redor, mas agora ele olha e vê claramente que ele não vê: ultrapassar nas trevas a faculdade de ver e conhecer o que está oculto está, com efeito, acima da natureza do olho, que não é a de ver o que não se vê; da mesma forma, o nous que se elevou até o lugar oculto de Deus e se encontra além de todo pensamento, não contempla nada. Como? Ele contempla aquilo que não contempla, e o que ele não contempla é uma só e mesma coisa oculta como que por uma treva, donde se origina todo ser qualquer que seja, visível ou inteligível, contado entre a criação ou eternamente incriado. E, se ele não contemplasse, ele não se veria infinitamente estendido além de si mesmo. Mas na realidade ele contempla. E contempla com toda clareza que não contempla, por que está acima da contemplação. Pois lhe é impossível contemplar o que não contempla." "Penetrar e contemplar no interior do lugar de Deus, o lugar único e oculto que está acima de si, ultrapassa a natureza do nous. Mas considerar a treva divina deste lugar oculto, ver nela a unidade inefável que domina todas as coisas num mistério indizível, e contemplar que nada contempla no interior da treva divina, isto é próprio do nous puro que contempla no Espírito. Com efeito, quando o nous contempla que nada contempla senão a unidade divina absoluta que reside no lugar oculto, a visão noética não se fecha, tapada e inerte. Isto é apenas o signo de sua ignorância. Quando ela contempla com clareza, então ela se eleva para aquilo que a ultrapassa e, considerando o lugar oculto, o lugar do Um contempla claramente que o Um é a origem de tudo o que é oculto. Mas não contempla aquilo que ele é." — FILOCÁLIA * * * Perfeição angélica impassível, um dos 8 conhecimentos: "[…] O estado angélico consiste na contemplação impassível das coisas. Este é o verdadeiro conhecimento, o verdadeiro caminho do meio entre dois abismos, que guarda o nous e permite separar o justo fim das sei armadilhas do diabo que o cercam, as armadilhas que estão acima e abaixo, à esquerda e à direita, no interior e no exterior do justo fim, que é o verdadeiro conhecimento situado como que no centro destas seis armadilhas. Os anjos terrestres o ensinam àqueles que morrem voluntariamente para o mundo para tornar impassível o nous e ver as coisas como convém, sem ultrapassá-las, nem acima do justo fim, por orgulho de imaginar compreender baseando-se no próprio discernimento; nem abaixo, pela ignorância que impede de alcançar a perfeição; nem à direita, pela rejeição e a aversão pelas coisas; nem à esquerda, pelo amor irracional, o desejo passional; nem no interior do justo fim, pela ignorância total e a preguiça; nem no exterior, pela atividade excessiva e a pressa irracional que provêm da indiferença ou da malícia. Mas é preciso receber o conhecimento na certeza da fé, com paciência, humildade e boa esperança, a fim de que o conhecimento parcial que temos de determinada coisa nos conduza ao eros divino. A ignorância que nossa pobreza nos impõe ao próprio conhecimento nos permite adquirir a humildade e atingir, pela esperança e a fé pacientes o fim daquilo que buscamos, a nada desprezando como se fosse mal e a nada amando sem razão." — FILOCÁLIA * * * E falam que, pela infusão das energias incriadas, o homem se torna paradoxalmente sem começo nem fim, sem limites, sem forma e sem figura de forma e incriado (semelhante a Deus), mas permanecendo como criatura: "Quando o nous se dispersa no múltiplo, ainda que apenas na dualidade, é claro que ele não contempla o Um absoluto. Ele então está limitado, encerrado, obscuro. Esta é, com efeito, a parte daquilo que não é absolutamente simples. Mas quando ele entra em contato intangível com o Um verdadeiro, através da contemplação noética no Espírito, ele se volta para Ele com os olhos fechados e se torna sem começo nem fim, sem limites, forma ou figura, e se reveste de silêncio calando-se num arrebatamento, enchendo-se de delícias e saboreando o inefável. Mas não se diga que ele se tornou sem começo, sem fim e sem limites em sua essência, por que isto se dá em sua energia: a transformação do nous não é própria da sua essência, mas de sua energia. Pois se ele se transformasse segundo a essência, vendo e experimentando a deificação, ou seja, tornando-se deificado ao contemplar a Deus, o nous seria Deus em sua essência. Isto ele não é, assim como não o são os anjos tampouco. Apenas Deus, em seu absoluto e sua unidade, é Deus em essência. Assim, se a afirmação de que a deificação do nous em essência é absurda, resta dizer que ele experimenta a deificação pelo fato de ver. Pois ele não possui uma natureza que o permita mudar em sua essência, mas ele muda segundo sua energia. De resto, se o nous se transforma naturalmente, como dissemos, conforme aquilo que ele contempla, ele não contempla a essência divina, mas a energia [incriada]. Então, ele próprio não se transformará segundo a essência, mas segundo a energia [incriada]." Os estados superiores de impassibilidade/despaixão: "Chamo de primeira impassibilidade o movimento irrepreensível que evita cometer qualquer pecado corporal. Chamo de segunda impassibilidade a rejeição total dos pensamentos passionais da alma; por meio desta rejeição se estiola o movimento das paixões que a primeira impassibilidade detinha, pois este movimento já não traz em si os pensamentos passionais que inflamavam a alma para leva-la ao ato. Chamo de terceira impassibilidade a perfeita imobilidade do desejo diante das paixões; é por meio dela, inclusive, que se alcançava a segunda impassibilidade, fundamentada na pureza dos pensamentos. Chamo de quarta impassibilidade a rejeição total de todas as imaginações sensíveis que atravessam a reflexão do intelecto; a terceira impassibilidade extraía daí sua origem, pois esta quarta impassibilidade é desembaraçada das imaginações do sensível capazes de suscitar nela as imagens das paixões”. E mais: “A impassibilidade é o estado pacífico da alma, que nela torna difícil qualquer movimento de malícia". "A impassibilidade não consiste em não ser combatido pelos demônios (pois então teríamos que deixar o mundo, como diz o Apóstolo), mas sim em que, combatido por eles, não mais sentir seus ataques. Os combatentes encouraçados de ferro recebem as flechas dos adversários, ouvem o ruído dos tiros, veem quase todas as flechas dirigidas contra eles, mas nenhuma os fere, pois suas vestes de combate são sólidas. Protegidos pelo ferro, eles são invulneráveis durante o combate. Também nós, por todos os bens que recebemos, cobertos com a armadura da santa luz e com o capacete da salvação, derrotamos as sombras das falanges dos demônios. Pois não é apenas não fazer o mal que torna puro o homem, mas também ter a força de destruí-lo dedicando-se ao bem" — FILOCÁLIA Cessação da mente racional ao silenciar as intelecções: "O nous que pretende pensar desce de si mesmo quando mergulha nas intelecções. Pois as intelecções estão abaixo daquele que pensa: na medida em que são pensadas e compreendidas, elas consistem naturalmente numa dispersão e numa divisão da unidade do nous em si. Com efeito, o nous é simples e indivisível, mas as intelecções são múltiplas e dispersam o nous, ao menos em sua forma. É por isso que o que é intelectual, ou seja, aquilo que pensa, é inferior ao que é inteligível ou ao que é pensado. Chama-se união do nous aquilo por meio de quê o nous se prolonga além de si mesmo, ou seja, se dirige para a contemplação de Deus, saindo de todas as coisas sensíveis e inteligíveis, e até mesmo de seu próprio movimento: é assim que ele pode receber o raio da gnose divina." — FILOCÁLIA * * * Sobre a necessidade de sair da multiplicidade pelo romper da dualidade entre pensador e pensamento: "Todo pensamento significa de qualquer modo uma multitude, ou no mínimo uma dualidade. Com efeito, trata-se de uma relação que se mantém no meio entre dois extremos que ela reúne entre si: o que pensa e o que é pensado. E nem um nem outro possui naturalmente a simplicidade. Com efeito, o que pensa é um sujeito, que tem o poder de pensar inteiramente contido em si mesmo. O que é pensado também é sujeito, ou está contido num sujeito: ele tem o poder de ser pensado contido em si mesmo, ou antes, a essência de cujo poder ele era sujeito anteriormente. Pois nenhum ser é inteiramente por si mesmo uma essência ou um pensamento simples, a ponto de ser também uma mônada indivisível. Quanto a Deus, se dissermos que ele é uma essência, ele não terá naturalmente o poder de ser pensado compreendido em si mesmo, porque ele não é composto. Se dissermos que ele é pensamento, ele não possui naturalmente essência que seja um sujeito capaz de receber o pensamento. Mas Deus por si mesmo é em essência pensamento, e inteiramente pensamento, e somente pensamento. E, segundo o pensamento, ele é em si mesmo essência, e inteiramente essência, e inteiramente acima da essência. É por isso que ele é uma mônada simples, sem divisão nem partes. Portanto, aquele que, de um modo ou de outro, tem em si algum pensamento, ainda não conseguiu sair da dualidade. Mas quem se desembaraçou inteiramente de qualquer pensamento alcança, de certa maneira, a mônada: ele despojou-se eminentemente do poder de pensar. No múltiplo existe alteridade, dissemelhança e diferença. Mas em Deus, que é propriamente um e único, não há senão identidade, simplicidade e semelhança. Assim, não é prudente se dedicar às contemplações que levam a Deus, antes de sair do múltiplo. É o que nos mostra Moisés, quando coloca fora do acampamento a tenda dos pensamentos para se encontrar com Deus. É perigoso exprimir o inefável com palavras de discurso, pois um discurso é uma dualidade, e até mais. É mais eficaz contemplar aquilo que é, sem nada dizer, apenas com a alma, pois então estamos dentro da mônada indivisível, e não na multiplicidade. Com efeito, o Sumo Sacerdote, a quem estava prescrito penetrar uma vez ao ano no Santo dos Santos por detrás do véu, não ensina outra coisa: quem atravessou a antessala e os lugares santos, e que penetrou no Santo dos Santos, ou seja, quem ultrapassou a natureza do sensível e do inteligível, e que foi purificado de tudo o que é próprio do nascimento, deve se abrir às aparições que revelam Deus com o nous nu e despojado." — FILOCÁLIA Mais sobre a cessação da mente racional para deixar o nous trabalhar: "O nous, quando separado de toda imaginação, de todo pensamento, de todo conhecimento, para se fazer única e exclusivamente prece, torna-se ele próprio luz, e nesta luz ele participa da vida eterna. “Que o nous, diz ele, quando começa a receber frequentemente a energia da luz divina, se torna inteiramente transparente, a ponto de ver ele próprio sua própria luz, disto não se pode duvidar" — FILOCÁLIA "Depois de alcançarmos um certo estado de temperança, ou seja, de abstenção do mal a parente que se exerce pelos cinco sentidos, poderemos daí em diante guardar nosso coração com Jesus, vê-lo iluminado por ele e, levados por um desejo ardente, provar de sua bondade em nosso nous. Pois não é por outra razão que recebemos a lei da purificação do coração: quando as nuvens da malícia deixarem o espaço do coração e forem dissipadas pela continuidade da atenção, então poderemos, com toda pureza, como num céu sereno, ver a Jesus, o Sol de justiça, e também, de certo modo, as razões de sua grandeza brilharem em nosso nous. Com efeito, estas razões não se manifestam a todos, mas apenas aos que purificam seus pensamentos." — FILOCÁLIA * * * Sobre o homem ser uma Tríade feita à imagem da Tríade Divina; sobre a necessidade de reunir-se trinitariamente em si mesmo como Um para alcançar a simplicidade e o estado de despaixão (impassibilidade); e, então, unir-se triplamente ao Um da Santíssima Trindade, para além de toda união: "As três Pessoas da Divindade acima do ser estão reunidas sobrenaturalmente na Unidade. Pois Deus é a Unidade das três Pessoas. Assim, não é possível que a alma se torne uma imagem à semelhança de Deus se ela própria não for tripla e não tenha chegado sobrenaturalmente a se tornar o Um em si mesma. Digo que a alma é tripla, não por que ela esteja dividida em razão, ardor e desejo. Não é propriamente nisto que a alma é tripla. Por que a alma racional não tem por que se dedicar ao desejo e ao ardor, que são privados de razão, que pertencem à vida presente, à vida animal, e que são por si mesmos selvagens e tenebrosos. A alma está dedicada à razão, e sua natureza é cheia da luz noética. É preciso dizer aqui que ela possui por si só as coisas sem as quais ela não poderia pôr a trabalhar sua própria energia. Mas ela age bem sem o ardor e o desejo. Na verdade, é quando ela age sem estes que ela age realmente. Eles não fazem propriamente parte dela, mas, como foi dito, constituem nela potências de ordem animal e inferior. Pois a alma racional contempla pelo nous as coisas do alto, ela olha o inteligível, ela se coloca além de si mesma, ela rejeita para longe como meras bravatas o desejo e o ardor, e não tem o que fazer com eles. Como foi dito, ela se lança para o lugar onde estão a simplicidade, a ausência de imagens, de figura, de cor e de forma, e todas estas coisas que exigem uma inteligência livre e totalmente simples. É nesta própria simplicidade que a alma é tripla. Pois ela pé a inteligência que, pela razão e o espírito, executa o que lhe é próprio e que não prejudica absolutamente esta simplicidade. Com efeito, o fato de que seja simples a Origem única, a Divindade de quem a alma é a imagem semelhante não impede que ela seja uma e simples. A Divindade é justamente o Um absoluto acima do ser, mas nem por isso deixa de ser, e é certamente, a Trindade. O mesmo acontece com a alma. O nous (pois a alma é o nous, e o é totalmente), a razão e o espírito são sobrenaturalmente um. A alma nos permite que nos assemelhemos à Divindade única em três Pessoas. E isto não lhe vem aliás senão da consideração e da contemplação da Unidade sobrenatural das três Pessoas. É esta unidade que fez da alma esta imagem, e a tornou esta imagem antes da queda. E sem a consideração e a contemplação da unidade, é impossível que a alma se unifique. Se não chegamos a ver a unidade, se não reencontramos a semelhança, permaneceremos sempre imperfeitos. Assim, tudo o que nos permitir alcançar a contemplação e a verdade será digno de nossa atenção. Sem essas coisas nos será impossível alcançar o estado de impassibilidade. Pois assim como precisamos da ação para nos voltarmos para o bem, a fim de nos colocarmos entre os impassíveis, também precisamos da contemplação para descobrir a verdade, a fim de nos tornarmos semelhantes a Deus, e adorarmos a Deus que domina o universo, buscando tornarmo-nos deuses por adoção, na medida em que nos é permitido nos assemelharmos ao modelo. É então necessário que nos tornemos um, pela semelhança com o modelo, que é o Um acima do mundo. Esta é a obra da consideração e da contemplação deste Um, da tensão, do retorno do intelecto, do olhar voltado diretamente para ele. Assim é que é preciso nos esforçarmos por todos os modos para nos voltarmos para o Um acima do mundo e de todo entendimento, para a ele nos ligarmos inteiramente com todo fervor, de todo coração e com toda nossa alma, nutrindo em nós o eros voltado para o Um – e somente para ele – o Um que está acima do mundo e que se debruça sobre tudo, como se este eros que trazemos em nós nos desse asas santas para nos elevarmos até ele através do nous. Assim como no espaço, num estado de simplicidade além de toda forma, estaremos sempre juntos do Senhor, do Um verdadeiro. Pelo nous e a razão levaremos em espírito a tripla celebração à Trindade. Abertos naturalmente para ela, arrebatados, estaremos na simplicidade unidos ao Um por nossa própria união além de toda união." — FILOCÁLIA * * * Etc etc etc. Btw, tudo isso é bíblico (terceira imagem). O catolicismo romano e protestantismo é que perderam essas coisas, porque jogaram a Visão Beatifica para algo só após a morte. Isso precisa ser resgatado no ocidente urgentemente!

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Postulio ☦️🇧🇷
Postulio ☦️🇧🇷@Postulliok·
Claiming to be Orthodox while denying that a Latin Captivity occurred, even if not in the sense of a widespread apostasy of the Church (nobody is saying that!), is like being Armenian and denying the Armenian genocide by the Turks. Imagine being a spiritual fifth column.
Postulio ☦️🇧🇷 tweet media
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@PetuniaL81996 @iniiyuno Também, a mulher se tornar propriedade não tem nada haver com se o cristianismo apoia ou não a agressão doméstica. Pois uma coisa é uma moral outra é uma condição de uma época que a importancia era a sobrevivencia
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Petúnia Lagartixa
Petúnia Lagartixa@PetuniaL81996·
@Curiosoquers @iniiyuno Da onde tu tirou isso? A partir do momento q o marido compra a esposa ela deixa de ser propriedade da pai e passa a ser dele
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@PetuniaL81996 @iniiyuno Se o marido desonra a esposa ele também esta desonrando a o nome da familia dela, se ve exemplo disso em deuteronomio. E vc? De onde tirou que a mulher sofria agressão ou q tinha de permamecer em silencio?
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....
....@Mindset_Chngro·
@incelino16291 Cara pior que mudou minha vida.... pra pior, nofap pra mim foi uma das piores experiências possiveis
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@PetuniaL81996 @iniiyuno Q isso tem haver com a ética cristã? Vc esta confundindo com o islamismo q de fato apoia a violencia. A agressão contra a esposa era condenado moralmente. O marido se causasse algum mal a mulher ele teria de q prestar contas com o pai e a familia da mulher.
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@PetuniaL81996 @iniiyuno Bom, era 12 e não 11 porém elas tinham que esperar um ano para consumar o casamento então elas perdiam a virgindade com 13 ou 14 anos. Não é muito diferente da nossa cultura no Brasil, mas la pelo menos o marido tinha uma obrigação com a esposa em vez de abandona-la gravida
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Criș
Criș@Cri1823759Cris·
Metropolitan Sava isn’t gonna be the first or the last metropolitan to write stupid shit. in the see of Antioch. there was Theodore of Mopsuestia, godfather of Pelagius.
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda Por exemplo, a infabilidade papal foi confirmada pelo concilio vaticano I. Isso não significa que antes o papa n era infalivel ou q antes n se acreditava nisso
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda N é assim q funciona a igreja. N precisa de um concilio ecumenico pra definir tudo. O concilio não cria nenhuma crença, ele só confirma a crença ja existente. No sec 18 a igreja ja era totalmente contra a escravidao como mostra a catholicae ecclesiae.+
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda Eu não nego que o concilio vaticano II condena a escravidão. O que eu digo é que não foi a partir dele que a igreja passou a condenar a escravidão, foi antes.
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Magno Devichaos
Magno Devichaos@magnomeira·
@Curiosoquers @IustusEt @EdVLenda Gaudium et Spes, Vaticano II "Tudo o que afronta a vida... tudo o que ofende a dignidade humana, como as condições de vida subumanas, as prisões arbitrárias, as deportações, a escravidão, a prostituição, o comércio de mulheres e jovens;... são uma suprema desonra ao Criador."
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda Eu nem sou catolico nem to tentando defender a igreja, só to tentando mostrar o erro historico q vc esta cometendo. Pois, a igreja sempre considerou condenavel a escravidão porém abria exceções. A ICAR passou a defender que não ha exceções para se permitir a escravidão no sec 18
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda Que a igreja só passou a considerar a escravidão como algo condenavel apenas após o concilio vaticano II
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda EXATAMENTE, Levou 18 seculos desde a fundaçao da igreja, o concílio vaticano II ocorreu 20 sec apos, esse texto esta citando a catholicae eccleasiae
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Magno Devichaos
Magno Devichaos@magnomeira·
@Curiosoquers @IustusEt @EdVLenda FORMAL, ABSOLUTA E UNIVERSAL, e disso que eu estou falando, dezoito séculos para isso. segundo o próprio PAPA. antes disso era ok, escravizar infiéis em guerra Justa contra a cristandade, hoje não mais segundo a igreja, isso desde 1965.
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Saber
Saber@Curiosoquers·
@magnomeira @IustusEt @EdVLenda Vc n ta vendo q essa enciclica é do sec 19 e ela esta proibindo a escravidão no proprio print q vc tirou? O concilio vaticano II foi no sec 20
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