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@Curiosoquers
Não leva as sério as coisas que digo pois sou um tolo e nada sei.









@denjiyo Me diz o último versículos do livro de Jonas em 1 minuto



Todos os cristãos deveriam ler os padres ascetas desde São Hesíquio de Jerusalém e São Nilo do Sinai (cristianismo primitivo) até nomes como São Silouan Atonita, especialmente os padres népticos da Filocália (a versão com mais de 1000 páginas, tenho o pdf em PT-BR para quem quiser). ALGUNS TRECHOS DA FILOCÁLIA: Eles falam sobre até a expansão do nous além do tempo, do espaço e da natureza: "O nous que expressou sua alegria diante das expansões do tempo e do espaço e diante das propriedades que definem as naturezas, e que depois ultrapassou estas coisas, se torna em verdade despido na simplicidade única e na vida despojada de toda arte e de toda forma. Sem mais véu algum, sem qualquer vestimenta, fora de todo começo e de toda compreensibilidade, de todo fim e de todo limite, ele cessa de pensar e de falar, penetra sobrenaturalmente no poder e na irradiação divina, poder e irradiação que o Espírito anima e que, o infinito, se estende aparentemente à própria contemplação do nous. Então a paz de Deus se eleva sobre a alma, e a alegria inefável, o indizível regozijo do Espírito Santo se espalha sobre ela. O arrebatamento que ultrapassa o conhecimento a leva a cantar. Ninguém a verá. Mas o Deus dos deuses se revela em Sião, no nous que se eleva e contempla a altura. Senhor Deus dos Exércitos, bem-aventurado o homem que se confia a você" — FILOCÁLIA * * * Contemplação não-contemplativa onde ver e não ver é algo simultâneo; um estado nem que não é nem consciente e nem inconsciente, pois a cessação das atividades mentais/sensoriais é a experiência em si mesma: "O nous que se eleva até o lugar onde Deus se oculta permanece naturalmente silencioso. A simplicidade o unificou. Na unidade e na comunhão do Espírito, ele se torna iluminado pelo Um que ultrapassa o entendimento. Com efeito, que poderá ele dizer, uma vez que se encontra acima de sua própria faculdade, colocado fora de todo e qualquer pensamento, inteiramente nu, acima da própria meditação?" "Quando, além de todo pensamento, tem lugar a união entre Deus e o nous, dizemos então que o nous que, por meio do sentido noético, vê absolutamente o sobrenatural oculto, atinge o que está acima de sua própria natureza. O nous se torna ele próprio aquilo que ele mesmo experimenta em sua natureza purificada pela graça. Pois o pensamento está para o nous aquilo que a visão é para o olho. Então, assim como aquele que vê nas trevas não enxerga nada senão estas trevas, como uma só e mesma coisa, e ele vê e não vê, pois, se fechasse os olhos, poderia pensar que a luz e outras coisas estivessem ao seu redor, mas agora ele olha e vê claramente que ele não vê: ultrapassar nas trevas a faculdade de ver e conhecer o que está oculto está, com efeito, acima da natureza do olho, que não é a de ver o que não se vê; da mesma forma, o nous que se elevou até o lugar oculto de Deus e se encontra além de todo pensamento, não contempla nada. Como? Ele contempla aquilo que não contempla, e o que ele não contempla é uma só e mesma coisa oculta como que por uma treva, donde se origina todo ser qualquer que seja, visível ou inteligível, contado entre a criação ou eternamente incriado. E, se ele não contemplasse, ele não se veria infinitamente estendido além de si mesmo. Mas na realidade ele contempla. E contempla com toda clareza que não contempla, por que está acima da contemplação. Pois lhe é impossível contemplar o que não contempla." "Penetrar e contemplar no interior do lugar de Deus, o lugar único e oculto que está acima de si, ultrapassa a natureza do nous. Mas considerar a treva divina deste lugar oculto, ver nela a unidade inefável que domina todas as coisas num mistério indizível, e contemplar que nada contempla no interior da treva divina, isto é próprio do nous puro que contempla no Espírito. Com efeito, quando o nous contempla que nada contempla senão a unidade divina absoluta que reside no lugar oculto, a visão noética não se fecha, tapada e inerte. Isto é apenas o signo de sua ignorância. Quando ela contempla com clareza, então ela se eleva para aquilo que a ultrapassa e, considerando o lugar oculto, o lugar do Um contempla claramente que o Um é a origem de tudo o que é oculto. Mas não contempla aquilo que ele é." — FILOCÁLIA * * * Perfeição angélica impassível, um dos 8 conhecimentos: "[…] O estado angélico consiste na contemplação impassível das coisas. Este é o verdadeiro conhecimento, o verdadeiro caminho do meio entre dois abismos, que guarda o nous e permite separar o justo fim das sei armadilhas do diabo que o cercam, as armadilhas que estão acima e abaixo, à esquerda e à direita, no interior e no exterior do justo fim, que é o verdadeiro conhecimento situado como que no centro destas seis armadilhas. Os anjos terrestres o ensinam àqueles que morrem voluntariamente para o mundo para tornar impassível o nous e ver as coisas como convém, sem ultrapassá-las, nem acima do justo fim, por orgulho de imaginar compreender baseando-se no próprio discernimento; nem abaixo, pela ignorância que impede de alcançar a perfeição; nem à direita, pela rejeição e a aversão pelas coisas; nem à esquerda, pelo amor irracional, o desejo passional; nem no interior do justo fim, pela ignorância total e a preguiça; nem no exterior, pela atividade excessiva e a pressa irracional que provêm da indiferença ou da malícia. Mas é preciso receber o conhecimento na certeza da fé, com paciência, humildade e boa esperança, a fim de que o conhecimento parcial que temos de determinada coisa nos conduza ao eros divino. A ignorância que nossa pobreza nos impõe ao próprio conhecimento nos permite adquirir a humildade e atingir, pela esperança e a fé pacientes o fim daquilo que buscamos, a nada desprezando como se fosse mal e a nada amando sem razão." — FILOCÁLIA * * * E falam que, pela infusão das energias incriadas, o homem se torna paradoxalmente sem começo nem fim, sem limites, sem forma e sem figura de forma e incriado (semelhante a Deus), mas permanecendo como criatura: "Quando o nous se dispersa no múltiplo, ainda que apenas na dualidade, é claro que ele não contempla o Um absoluto. Ele então está limitado, encerrado, obscuro. Esta é, com efeito, a parte daquilo que não é absolutamente simples. Mas quando ele entra em contato intangível com o Um verdadeiro, através da contemplação noética no Espírito, ele se volta para Ele com os olhos fechados e se torna sem começo nem fim, sem limites, forma ou figura, e se reveste de silêncio calando-se num arrebatamento, enchendo-se de delícias e saboreando o inefável. Mas não se diga que ele se tornou sem começo, sem fim e sem limites em sua essência, por que isto se dá em sua energia: a transformação do nous não é própria da sua essência, mas de sua energia. Pois se ele se transformasse segundo a essência, vendo e experimentando a deificação, ou seja, tornando-se deificado ao contemplar a Deus, o nous seria Deus em sua essência. Isto ele não é, assim como não o são os anjos tampouco. Apenas Deus, em seu absoluto e sua unidade, é Deus em essência. Assim, se a afirmação de que a deificação do nous em essência é absurda, resta dizer que ele experimenta a deificação pelo fato de ver. Pois ele não possui uma natureza que o permita mudar em sua essência, mas ele muda segundo sua energia. De resto, se o nous se transforma naturalmente, como dissemos, conforme aquilo que ele contempla, ele não contempla a essência divina, mas a energia [incriada]. Então, ele próprio não se transformará segundo a essência, mas segundo a energia [incriada]." Os estados superiores de impassibilidade/despaixão: "Chamo de primeira impassibilidade o movimento irrepreensível que evita cometer qualquer pecado corporal. Chamo de segunda impassibilidade a rejeição total dos pensamentos passionais da alma; por meio desta rejeição se estiola o movimento das paixões que a primeira impassibilidade detinha, pois este movimento já não traz em si os pensamentos passionais que inflamavam a alma para leva-la ao ato. Chamo de terceira impassibilidade a perfeita imobilidade do desejo diante das paixões; é por meio dela, inclusive, que se alcançava a segunda impassibilidade, fundamentada na pureza dos pensamentos. Chamo de quarta impassibilidade a rejeição total de todas as imaginações sensíveis que atravessam a reflexão do intelecto; a terceira impassibilidade extraía daí sua origem, pois esta quarta impassibilidade é desembaraçada das imaginações do sensível capazes de suscitar nela as imagens das paixões”. E mais: “A impassibilidade é o estado pacífico da alma, que nela torna difícil qualquer movimento de malícia". "A impassibilidade não consiste em não ser combatido pelos demônios (pois então teríamos que deixar o mundo, como diz o Apóstolo), mas sim em que, combatido por eles, não mais sentir seus ataques. Os combatentes encouraçados de ferro recebem as flechas dos adversários, ouvem o ruído dos tiros, veem quase todas as flechas dirigidas contra eles, mas nenhuma os fere, pois suas vestes de combate são sólidas. Protegidos pelo ferro, eles são invulneráveis durante o combate. Também nós, por todos os bens que recebemos, cobertos com a armadura da santa luz e com o capacete da salvação, derrotamos as sombras das falanges dos demônios. Pois não é apenas não fazer o mal que torna puro o homem, mas também ter a força de destruí-lo dedicando-se ao bem" — FILOCÁLIA Cessação da mente racional ao silenciar as intelecções: "O nous que pretende pensar desce de si mesmo quando mergulha nas intelecções. Pois as intelecções estão abaixo daquele que pensa: na medida em que são pensadas e compreendidas, elas consistem naturalmente numa dispersão e numa divisão da unidade do nous em si. Com efeito, o nous é simples e indivisível, mas as intelecções são múltiplas e dispersam o nous, ao menos em sua forma. É por isso que o que é intelectual, ou seja, aquilo que pensa, é inferior ao que é inteligível ou ao que é pensado. Chama-se união do nous aquilo por meio de quê o nous se prolonga além de si mesmo, ou seja, se dirige para a contemplação de Deus, saindo de todas as coisas sensíveis e inteligíveis, e até mesmo de seu próprio movimento: é assim que ele pode receber o raio da gnose divina." — FILOCÁLIA * * * Sobre a necessidade de sair da multiplicidade pelo romper da dualidade entre pensador e pensamento: "Todo pensamento significa de qualquer modo uma multitude, ou no mínimo uma dualidade. Com efeito, trata-se de uma relação que se mantém no meio entre dois extremos que ela reúne entre si: o que pensa e o que é pensado. E nem um nem outro possui naturalmente a simplicidade. Com efeito, o que pensa é um sujeito, que tem o poder de pensar inteiramente contido em si mesmo. O que é pensado também é sujeito, ou está contido num sujeito: ele tem o poder de ser pensado contido em si mesmo, ou antes, a essência de cujo poder ele era sujeito anteriormente. Pois nenhum ser é inteiramente por si mesmo uma essência ou um pensamento simples, a ponto de ser também uma mônada indivisível. Quanto a Deus, se dissermos que ele é uma essência, ele não terá naturalmente o poder de ser pensado compreendido em si mesmo, porque ele não é composto. Se dissermos que ele é pensamento, ele não possui naturalmente essência que seja um sujeito capaz de receber o pensamento. Mas Deus por si mesmo é em essência pensamento, e inteiramente pensamento, e somente pensamento. E, segundo o pensamento, ele é em si mesmo essência, e inteiramente essência, e inteiramente acima da essência. É por isso que ele é uma mônada simples, sem divisão nem partes. Portanto, aquele que, de um modo ou de outro, tem em si algum pensamento, ainda não conseguiu sair da dualidade. Mas quem se desembaraçou inteiramente de qualquer pensamento alcança, de certa maneira, a mônada: ele despojou-se eminentemente do poder de pensar. No múltiplo existe alteridade, dissemelhança e diferença. Mas em Deus, que é propriamente um e único, não há senão identidade, simplicidade e semelhança. Assim, não é prudente se dedicar às contemplações que levam a Deus, antes de sair do múltiplo. É o que nos mostra Moisés, quando coloca fora do acampamento a tenda dos pensamentos para se encontrar com Deus. É perigoso exprimir o inefável com palavras de discurso, pois um discurso é uma dualidade, e até mais. É mais eficaz contemplar aquilo que é, sem nada dizer, apenas com a alma, pois então estamos dentro da mônada indivisível, e não na multiplicidade. Com efeito, o Sumo Sacerdote, a quem estava prescrito penetrar uma vez ao ano no Santo dos Santos por detrás do véu, não ensina outra coisa: quem atravessou a antessala e os lugares santos, e que penetrou no Santo dos Santos, ou seja, quem ultrapassou a natureza do sensível e do inteligível, e que foi purificado de tudo o que é próprio do nascimento, deve se abrir às aparições que revelam Deus com o nous nu e despojado." — FILOCÁLIA Mais sobre a cessação da mente racional para deixar o nous trabalhar: "O nous, quando separado de toda imaginação, de todo pensamento, de todo conhecimento, para se fazer única e exclusivamente prece, torna-se ele próprio luz, e nesta luz ele participa da vida eterna. “Que o nous, diz ele, quando começa a receber frequentemente a energia da luz divina, se torna inteiramente transparente, a ponto de ver ele próprio sua própria luz, disto não se pode duvidar" — FILOCÁLIA "Depois de alcançarmos um certo estado de temperança, ou seja, de abstenção do mal a parente que se exerce pelos cinco sentidos, poderemos daí em diante guardar nosso coração com Jesus, vê-lo iluminado por ele e, levados por um desejo ardente, provar de sua bondade em nosso nous. Pois não é por outra razão que recebemos a lei da purificação do coração: quando as nuvens da malícia deixarem o espaço do coração e forem dissipadas pela continuidade da atenção, então poderemos, com toda pureza, como num céu sereno, ver a Jesus, o Sol de justiça, e também, de certo modo, as razões de sua grandeza brilharem em nosso nous. Com efeito, estas razões não se manifestam a todos, mas apenas aos que purificam seus pensamentos." — FILOCÁLIA * * * Sobre o homem ser uma Tríade feita à imagem da Tríade Divina; sobre a necessidade de reunir-se trinitariamente em si mesmo como Um para alcançar a simplicidade e o estado de despaixão (impassibilidade); e, então, unir-se triplamente ao Um da Santíssima Trindade, para além de toda união: "As três Pessoas da Divindade acima do ser estão reunidas sobrenaturalmente na Unidade. Pois Deus é a Unidade das três Pessoas. Assim, não é possível que a alma se torne uma imagem à semelhança de Deus se ela própria não for tripla e não tenha chegado sobrenaturalmente a se tornar o Um em si mesma. Digo que a alma é tripla, não por que ela esteja dividida em razão, ardor e desejo. Não é propriamente nisto que a alma é tripla. Por que a alma racional não tem por que se dedicar ao desejo e ao ardor, que são privados de razão, que pertencem à vida presente, à vida animal, e que são por si mesmos selvagens e tenebrosos. A alma está dedicada à razão, e sua natureza é cheia da luz noética. É preciso dizer aqui que ela possui por si só as coisas sem as quais ela não poderia pôr a trabalhar sua própria energia. Mas ela age bem sem o ardor e o desejo. Na verdade, é quando ela age sem estes que ela age realmente. Eles não fazem propriamente parte dela, mas, como foi dito, constituem nela potências de ordem animal e inferior. Pois a alma racional contempla pelo nous as coisas do alto, ela olha o inteligível, ela se coloca além de si mesma, ela rejeita para longe como meras bravatas o desejo e o ardor, e não tem o que fazer com eles. Como foi dito, ela se lança para o lugar onde estão a simplicidade, a ausência de imagens, de figura, de cor e de forma, e todas estas coisas que exigem uma inteligência livre e totalmente simples. É nesta própria simplicidade que a alma é tripla. Pois ela pé a inteligência que, pela razão e o espírito, executa o que lhe é próprio e que não prejudica absolutamente esta simplicidade. Com efeito, o fato de que seja simples a Origem única, a Divindade de quem a alma é a imagem semelhante não impede que ela seja uma e simples. A Divindade é justamente o Um absoluto acima do ser, mas nem por isso deixa de ser, e é certamente, a Trindade. O mesmo acontece com a alma. O nous (pois a alma é o nous, e o é totalmente), a razão e o espírito são sobrenaturalmente um. A alma nos permite que nos assemelhemos à Divindade única em três Pessoas. E isto não lhe vem aliás senão da consideração e da contemplação da Unidade sobrenatural das três Pessoas. É esta unidade que fez da alma esta imagem, e a tornou esta imagem antes da queda. E sem a consideração e a contemplação da unidade, é impossível que a alma se unifique. Se não chegamos a ver a unidade, se não reencontramos a semelhança, permaneceremos sempre imperfeitos. Assim, tudo o que nos permitir alcançar a contemplação e a verdade será digno de nossa atenção. Sem essas coisas nos será impossível alcançar o estado de impassibilidade. Pois assim como precisamos da ação para nos voltarmos para o bem, a fim de nos colocarmos entre os impassíveis, também precisamos da contemplação para descobrir a verdade, a fim de nos tornarmos semelhantes a Deus, e adorarmos a Deus que domina o universo, buscando tornarmo-nos deuses por adoção, na medida em que nos é permitido nos assemelharmos ao modelo. É então necessário que nos tornemos um, pela semelhança com o modelo, que é o Um acima do mundo. Esta é a obra da consideração e da contemplação deste Um, da tensão, do retorno do intelecto, do olhar voltado diretamente para ele. Assim é que é preciso nos esforçarmos por todos os modos para nos voltarmos para o Um acima do mundo e de todo entendimento, para a ele nos ligarmos inteiramente com todo fervor, de todo coração e com toda nossa alma, nutrindo em nós o eros voltado para o Um – e somente para ele – o Um que está acima do mundo e que se debruça sobre tudo, como se este eros que trazemos em nós nos desse asas santas para nos elevarmos até ele através do nous. Assim como no espaço, num estado de simplicidade além de toda forma, estaremos sempre juntos do Senhor, do Um verdadeiro. Pelo nous e a razão levaremos em espírito a tripla celebração à Trindade. Abertos naturalmente para ela, arrebatados, estaremos na simplicidade unidos ao Um por nossa própria união além de toda união." — FILOCÁLIA * * * Etc etc etc. Btw, tudo isso é bíblico (terceira imagem). O catolicismo romano e protestantismo é que perderam essas coisas, porque jogaram a Visão Beatifica para algo só após a morte. Isso precisa ser resgatado no ocidente urgentemente!



@brunotngz @julia_joestar Em que parte a ética cristã é contra pedofilia?




Faça o teste: fique uns meses sem olhar pra bunda de mulher, pare com pornografia e masturbação, combata sua carência emocional e pare de stalkear o status daquelas garotas. Você vai sentir uma paz absurda por dentro, uma energia, paciência renovada e a cabeça no lugar.







The Menaion says St. Peter is the rock of the Church. It's low-tier apologetics to deny it. "O Peter, foundation of the apostles, * rock of the Church of Christ, * prince of Christians..." (Aposticha of Small Vespers).



Quê!?? É um completo absurdo dizer que a Igreja Católica não condenou a escravidão. Por isso desconfio que tiraram a fala do Papa de contexto, porque NÃO É POSSÍVEL... Esses são apenas alguns dos documentos papais que condenaram a escravidão ao longo da História, alguns deles, inclusive, sob pena de excomunhão Papa Eugênio IV — Sicut Dudum (1435) Papa Paulo III — Sublimis Deus (1537) Papa Urbano VIII — Commissum Nobis (1639) Papa Bento XIV — Immensa Pastorum (1741) Papa Gregório XVI — In Supremo Apostolatus (1839)










