
duarte papel
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duarte papel
@DuartePapel
Portugal++🇵🇹 To make Portugal a world leader! I believe countries should be governed with an engineering approach: logical, efficient, and data-driven.


☢️Reflexão da Cooperativa: a europa terceiro-mundista. Não falo da imigração. Isso é o atalho preguiçoso. Falo de outra coisa, muito mais profunda, incómoda, muito mais difícil de arrumar na retórica humanista. Falo da nossa incapacidade patológica de lidar com o choque cultural, com a religião, com o Islão, com a fé quando ela deixa de ser apenas íntima e passa a tocar a lei, a rua, a mulher, o corpo, a liberdade, o medo, a justiça. Todas estas dimensões e mais algumas. Eu, camaradas, respeito todas as religiões. Respeito-as precisamente porque sei o que significam. A fé não é nota de rodapé na vida do homem. A fé vira o mundo do avesso, dobra joelhos, dá esperança aos cotas, salva os desesperados, funda civilizações e, não tão bom, quando se perverte, também mete lume em praças. Não há nada de pequeno na fé. Por isso mesmo, tratá-la como uma espécie de folclore de coreto, é uma estupidez. Mas também, Tratar sempre como suspeita, por outro lado, é uma brutalidade de taberna. O problema é que a Europa, entre o coreto e a taberna, escolheu o consultório do senhor doutor. ⚠️Não é preciso inventar terrorismo onde a investigação não prova. Mas também não é preciso transformar cada brutalidade destas num tema psiquiátrico, almofadado com muito cuidado, para que ninguém se aleije com a dureza das palavras. É que quando as autoridades falam com luvas, o povo fala com pedras. nunca falha. Esta ira, largada ao vento, não corrige nada. Alimenta tudo. Alimenta o ódio dos que olham para qualquer muçulmano como uma ameaça. Alimenta a revolta dos visados, que se sentem cercados por uma sociedade que os tolera em público e os detesta em privado. Alimenta os pregadores do ressentimento, de um lado e do outro. Alimenta os oportunistas, os histéricos, os puros, os santos, os polícias da linguagem, os incendiários. Alimenta, sobretudo, a radicalização. ➡️➡️Não estamos a saber lidar nada bem com isto. Não sabemos falar do Islão sem cair na genuflexão ou na pedrada. Distinguir o crente pacífico do fanático, integração de dissolução, respeito por uma religião de submissão a uma cultura política que, em alguns casos, olha para a nossa liberdade como decadência. Não sabemos dizer que há valores que não se negociam sem parecermos uns brutos sem dó. Não sabemos dizer que uma sociedade aberta também precisa de ter fronteiras morais, não apenas as geográficas delineadas no mapa.⬅️⬅️ Consequências.... A Europa habituou-se à infantilidade de que todos os erros se corrigem. mas não, não corrigem. Há erros que não se corrigem. Gerem-se. Mitigam-se. Impedem-se de crescer. Eles não desaparecem por decreto. Há comunidades inteiras suspensas entre dois mundos.Jjovens que já não pertencem ao país dos pais e ainda não pertencem ao país onde nasceram, famílias completamente esmagadas entre a tradição e a modernidade e mulheres presas entre a lei europeia e a lei lá de casa. E perante isto, a Europa faz o quê??? A brandura suicida com que a Europa aprendeu a anestesiar-se. Não é por ser humana, é cobarde. Optou pela forma elegante de abandono. ✅ Abandona as vítimas, porque lhes nega justiça. ✅ Abandona os moderados, porque os deixa entregues ao fanatismo dos seus próprios marginais. ✅ Abandona os povos europeus, porque exige serenidade enquanto lhes esconde a natureza do problema. ✅ Abandona os imigrantes, porque os transforma todos em matéria inflamável. ✅Abandona também a própria civilização, a nossa. O respeito verdadeiro não é fingir que não há choque, é olhar para o choque de frente e dizer que daqui em diante convivemos sob estas regras. A tua fé é tua. A minha liberdade é de todos. A tua oração é sagrada. A lei civil também. A tua identidade merece dignidade. A minha sociedade não será obrigada a pedir desculpa por existir. Isto devia ser simples. Chamar as coisas pelo nome não é ódio. Ódio é deixar que o povo tenha de inventar os seus próprios mecanismos de defesa sozinhos, o que por regra, dá m@rda. É por isso que Modena, mais do que um caso, é um espelho. Sugiro olhar bem para ele, sem filtros, porque do lado de cá estão vidas em corpos de carne e osso. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa







🇺🇸🇮🇷 How did Iran manage to attack 3 U.S. destroyers? Iran's mosquito boats, small and nearly impossible to track, swarmed U.S. destroyers in the Strait of Hormuz. The CIA had already flagged Iran's underground stockpiles of anti-ship missiles. The U.S. knew what was coming, so they let it happen. While the destroyers sat in position, carrier fighter jets and cruise missiles were already coordinated and ready. The moment Iran made their move, the U.S. had already traced them back to their source. They absorbed the attack just long enough to lock onto the origin, then they hit back with everything. It's a brutal calculation: take the hit, confirm the location, eliminate the threat permanently. In one of the most contested waterways on earth, the U.S. turned Iran's asymmetric playbook against itself. Source: AiTelly

German carmakers' business model relied on growing sales in China that subsidized outdated, union-protected structures at home. Not anymore, not just in automotive, but in most industries. And this during good times. Most Germans don’t yet understand what is coming their way.

Estado corporativo.


Hay un gran tabú en el asunto de los precios imposibles del alquiler: que el problema también son los pequeños propietarios. La avaricia de quien compró una piso por 10 millones de pesetas en el 90 y ahora lo alquila a 1200 euros/mes. Porque puede.




"O salário não chega, não é suficiente." BE quer que seja criada mercearia pública em Lisboa tsf.pt/politica/artig…

I just really, really hate the concept of capitalism. I don’t want to work my job every day. I want to make art. I want to be in my garden. I want to feel something.



