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@GabrielRepre
אני לא יודע מה יהיה מחר אבל ביחד אנחנו חזקים
🌈🍃🪬𓂆 Katılım Temmuz 2014
220 Takip Edilen291 Takipçiler
Sabitlenmiş Tweet

Story time.
When I was in undergrad I took a senior level philosophy class as a Sophomore. It was a large seminar, probably 50 students.
Anyway because I'm me, I sat in the front row. I wanted to establish my dominance early.
And I did! I quickly became known in the class.
𝗠𝘂𝗵𝗲𝗲 ♛@muheediva01
What’s a word you pronounced wrong until you heard someone say it out loud?
English

בגיל 16 רציתי להיות נשיא ארצות הברית
christian@cxgonzalez
whatever you were into at 16 is what you were born to do
עברית

@GabrielRepre Eu era acostumado a fazer 10k, mas acho que vou fazer 5 ou 8 hj kkk
Português

@CBF_Futebol Muito bonito o pito mas tá conversando demais pra quem ainda tem três jogos da 4ª rodada sem data marcada
Português

Nota oficial
Em relação à nota pública do Flamengo na data de hoje, em que o clube questiona a manutenção da data dos jogos da 18ª rodada do Campeonato Brasileiro de 2026, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) vem esclarecer o que se segue:
1. A data de liberação obrigatória dos atletas para a Copa do Mundo de 2026 foi definida pela FIFA ainda em maio de 2025 e essa informação foi reiterada em diferentes documentos e comunicações oficiais.
2. O calendário do futebol brasileiro de 2026 foi apresentado, debatido e aprovado por todos os clubes da Série A, de forma unânime em dezembro de 2025. As datas das rodadas, incluindo a 18ª, bem como o período de paralisação para a Copa do Mundo FIFA 2026, foram amplamente discutidas no Conselho Técnico da competição, com participação de todos os clubes. A CBF não impõe calendário aos clubes: ela implementa aquele que é construído e validado em conjunto com as agremiações.
3. Em nenhum desses momentos, o Flamengo sugeriu o adiamento ou alteração da 18ª rodada. Isso só veio a ocorrer após a eliminação do Flamengo da Copa do Brasil, quando o clube passou a sugerir a remarcação do jogo Flamengo x Coritiba para uma data reservada à Copa do Brasil no segundo semestre. Tal pedido foi rejeitado, pois atenderia apenas aos interesses de um clube atingido pelas convocações: o próprio Flamengo.
4. A atual gestão da CBF não acredita e não apoiará qualquer tipo de tratamento privilegiado no âmbito desportivo, independentemente do tamanho da torcida ou do poder econômico. Vários clubes foram afetados pelas convocações para a Copa do Mundo e qualquer solução pensada para atender apenas um caso isolado representaria violação direta ao princípio da isonomia desportiva que rege a atual gestão da CBF.
5. O calendário do futebol brasileiro de 2026 apresentou evoluções claras, como a redução dos Campeonatos Estaduais e o início do Campeonato Brasileiro em janeiro. A CBF reafirma seu compromisso de trabalhar pela evolução permanente do calendário e pela construção de um ambiente competitivo equilibrado, por meio de soluções estruturais e coletivas, e não de decisões pontuais que beneficiem interesses específicos.
6. Por fim, a CBF registra seu apoio irrestrito à construção de uma liga conduzida pelos clubes, fundada no tratamento isonômico entre os participantes das competições e no respeito às regras previamente acordadas. O sucesso do projeto da liga depende de que cada clube respeite ao longo da competição as decisões aprovadas por todos antes do início do campeonato, e não busquem soluções exclusivas que confiram tratamento privilegiado conforme as circunstâncias.

Português

@WeiseFranklin @dberaha Eu consigo quase escutar o carro da pamonha passando na minha porta
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Hoje à noite comemoramos a festa de Shavuot. Costumamos passar a noite acordado estudando Torá na sinagoga e comer comida de leite.
Shavuot celebra a convertida por excelência: Ruth, retratada acima em uma pintura do século XVII de Jan Victors. Mas o que as Escrituras destacam sobre sua conversão? Não é sua aceitação de dogmas ou da halachá. É o compromisso com o Povo Judeu:
“Para onde fores, irei; onde repousares, repousarei; o teu povo será o meu povo, e o teu Deus será o meu Deus.”
Notem: antes de aceitar a religião (Deus), Rut aceitou fazer parte do Povo.
Da mesma forma, quando o Talmud fala sobre o processo de conversão, não menciona crenças — e até mesmo a halachá aparece em segundo plano diante de algo mais essencial:
“Ensinaram os Rabinos: Se alguém vem para se converter, dizemos a ele: ‘Por que desejas converter-se? Não sabes que hoje o povo judeu está aflito, oprimido, humilhado, perseguido e frequentemente sujeito a sofrimentos?’ Se ele responde: ‘Sei, e mesmo assim sou indigno’, então o aceitamos imediatamente. Informamos a ele algumas mitzvot leves e algumas mitzvot severas… não o sobrecarregamos, nem somos rigorosos com ele…”
(Yevamot 47a)
O ponto central da conversão não está em certas crenças ou na observância minuciosa da halachá. Está no compromisso de pertencer ao povo judeu, mesmo diante das dificuldades.
Essa ideia atravessa gerações. Em cada época, existiram formas diferentes de se afastar do coletivo judaico.
Na Idade Média, isso ocorria com judeus que se convertiam a outras religiões para escapar da perseguição.
No século XIX e XX, durante o Iluminismo, muitos tentaram escapar da identidade coletiva se tornando “alemães de fé mosaica” ou “franceses israelitas” — adotando uma identidade judaica puramente religiosa, privada e descolada do povo.
E no século XXI, a nova forma de negação é o judeu antissionista — aquele que se diz judeu, mas rejeita o direito do povo judeu à autodeterminação nacional.
Hoje, esse tipo de judeu já não nega Deus nem a halachá, mas nega o povo.
É o judeu que no dia 8 de outubro já estava pedindo cessar-fogo, antes mesmo de pedir a devolução dos reféns.
O judeu que “condena a violência de ambos os lados” , mas só se preocupa em destruir Israel em nome de uma falsa moralidade, enquanto foge da dor de seu próprio povo.
O que Rut aceitou fazer parte, eles rejeitam.
Na mesma linha, vemos na Hagadá de Pessach a figura do filho perverso — aquele que não se vê como parte do coletivo judaico. E a Hagadá afirma:
“Porque excluiu a si mesmo da comunidade, negou o princípio fundamental.”
Mas em que exatamente ele se revelou um kofer ba’ikkar (negador do princípio fundamental)?
Não foi em um dos 13 Princípios da Fé do Rambam.
Ele não negou Deus nem a Torá, não negou milagres nem a criação do mundo.
Ele negou o princípio de que o Povo Judeu deve ser uma só nação.
O judeu perverso é aquele que não se sente parte do povo.
O próprio Rambam declara que essa rejeição fundamental do judaísmo pode ocorrer mesmo com alguém que observa toda a halachá com rigor:
“Aquele que se separa da comunidade, mesmo que não tenha cometido nenhum pecado, mas se isola da congregação de Israel, não cumpre mitzvot junto com ela, não compartilha de seus sofrimentos nem participa de seus jejuns, mas segue seu próprio caminho como se fosse de outra nação e não da nossa — este não tem parte no Mundo Vindouro.”
(Hilchot Teshuvá 3:11)
Você pode cumprir todas as mitzvot, estudar Torá o dia inteiro, seguir todas as halachot — mas se você não faz parte da nação, se não se importa com os sofrimentos do povo, ou não compartilha das suas responsabilidades coletivas, então falhou como judeu.

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Veja que o Alberto conta Lisboa, Buenos Aires e Miami dentre as nossas capitais. Corretíssimo.
Alberto Lage@AlbertoLage
Certamente uma das 30 melhores capitais brasileiras
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@AlbertoLage Provando o sucesso do seu tweet: os que vão com dinheiro público têm que se contentar com a China 🇨🇳 porque ainda não conseguem justificar uma visita à Disney Hong Kong 🇭🇰
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@GabrielRepre Era o máximo de China que eu aceitava tolerar. Meu cartão de crédito, minhas regras.
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quando eu quis ir à China eu apenas passei o meu cartão de crédito
não precisei de inventar uma desculpa furada, como virou moda em BH
Itatiaia@itatiaia
Presidente da Câmara de BH irá à China conhecer modelo de apoio a motoristas Clique e confira 👇 itatiaia.com.br/politica/poder…
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Boeing 707-138B que pertenceu a John Travolta regressou finalmente a casa, os seja, à Austrália onde ficará a fazer parte de um museu situado 100 km a sul de Sydney. Incapacitado de voar devido a corrosão criada durante um longo período de imobilização este Boeing foi desmantelado peça a peça de forma a poder ser transportado por mar dos EUA até à Austrália. Devido a uma série de atrasos no processo de desmantelamento o Jett Clipper Ella (nomes dos filhos de Travolta) só passados 10 anos chegou finalmente ao seu destino. Tendo começado a voar na Qantas em 1964 o Boeing 707-138B era muito especial, por isso o interesse no seu regresso. Esta versão do modelo 707 lançado em 1958 foi "encurtada" em cerca de 3 metros para diminuir o peso e aumentar a autonomia, um fator vital para a companhia australiana. Terminada a sua carreira o avião foi vendido a John Travolta que o usou durante longos anos para as suas viagens e seu divertimento. Agora regressa a casa não apenas por ter pertencido ao famoso ator mas principalmente por se tratar de uma versão que só a Qantas operou. A TAP recebeu o seu primeiro Boeing 707-382B em 1965. Na altura não havia nada melhor à face da Terra

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@EricTeetsel Everything I knew about him (before reading your tweet) came from the Animaniacs’ song: “Zachary Taylor liked to smoke/his breath killed friends whenever he spoke” 🫢
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My daughter was assigned Zachary Taylor for her U.S. President report. She was bummed because “who knows anything about Zachary Taylor?!” I tried to explain that this is a good thing because now she’s one of the few who does. She’s unpersuaded. Nevertheless, here are 3 facts she taught me about Zachary Taylor:
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