Bruce Weine

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@bruc1978

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O caso Alexandre de Moraes não começa no STF. Começa muito antes. Começa em São Paulo, dentro das engrenagens mais sensíveis do Estado: sistema prisional, FEBEM, transporte público, segurança pública, contratos, cooperativas e advocacia privada. Entre 2002 e 2005, Moraes foi secretário da Justiça do governo Geraldo Alckmin. Entre agosto de 2004 e maio de 2005, acumulou a presidência da antiga FEBEM, hoje Fundação Casa. A FEBEM daquela época era um barril de pólvora: rebeliões, denúncias de violência, crise administrativa e um sistema socioeducativo pressionado por facções que já haviam crescido no ambiente prisional paulista. Em fevereiro de 2005, Moraes comandou uma das medidas mais radicais da história da instituição: a demissão em massa de 1.751 monitores. O governo vendeu aquilo como limpeza da “banda podre”. Mas a Justiça depois considerou a medida irregular, gerando reintegrações e um prejuízo que chegou a R$ 38 milhões aos cofres públicos. Esse ponto é importante porque mostra o primeiro padrão: Moraes aparece numa área de altíssima sensibilidade institucional, toma decisões de impacto brutal, o Estado paga a conta depois, e quase ninguém conecta esse episódio à trajetória posterior. É nesse mesmo ambiente que surge um nome que precisa ser observado com lupa: Guilherme de Toledo Benazzi. Documentos do Tribunal de Contas de São Paulo mostram Benazzi como diretor administrativo da FEBEM. Em um processo envolvendo contrato da fundação, Benazzi aparece como autoridade responsável pela abertura do certame e homologação, enquanto Alexandre de Moraes aparece como ordenador da despesa, na condição de secretário da Justiça respondendo pela presidência da FEBEM. Ou seja, Benazzi não é um nome lateral. Ele aparece dentro da engrenagem administrativa da FEBEM no mesmo período em que Moraes comandava a estrutura. Depois vem 2006. O PCC executa a maior ofensiva coordenada da história de São Paulo. Ataques contra policiais, agentes públicos, bases de segurança, ônibus incendiados, rebeliões e mortes. A facção demonstrou que havia se consolidado dentro do sistema prisional paulista e tinha capacidade de paralisar o maior estado do país. É preciso ser honesto: Moraes já havia deixado a FEBEM em 2005 e não comandava o governo em 2006. Mas também é preciso ser honesto no outro sentido: ele havia passado justamente pelas estruturas estatais que deveriam conter, entender e enfrentar esse processo de degradação institucional. Depois, Moraes muda de eixo. Sai do sistema socioeducativo e entra no transporte público. Entre 2007 e 2010, assume a Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo na gestão Gilberto Kassab, acumulando a presidência da SPTrans e da CET. Não era um cargo qualquer. A SPTrans administra o coração financeiro e operacional do transporte paulistano: contratos, cooperativas, permissionárias, linhas, fiscalização e repasses bilionários. E quem reaparece nesse novo ambiente? Guilherme de Toledo Benazzi. Reportagens da época registraram que, quando Moraes deixou a Secretaria de Transportes em 2010, houve uma debandada de pelo menos 30 cargos de chefia. Benazzi foi citado como um dos principais diretores da SPTrans que saíram junto com ele. Esse é o segundo padrão: o mesmo núcleo atravessa FEBEM e SPTrans. Primeiro, sistema socioeducativo. Depois, transporte público. Duas áreas sensíveis. Dois ambientes com alto volume de contratos. Dois setores vulneráveis à captura política e econômica. E os mesmos nomes orbitando o centro da operação. Agora entra a Transcooper. Depois de deixar o governo, Moraes abriu escritório de advocacia. Seu escritório passou a atuar para a Transcooper, cooperativa de transporte que foi citada em investigações envolvendo suspeita de lavagem de dinheiro e vínculos com integrantes do PCC. Aqui é necessário ser preciso: dizer que Moraes “foi advogado do PCC” é uma formulação frágil e juridicamente vulnerável. Checagens e reportagens apontam que ele não defendeu criminalmente a facção. O fato documentado é outro: ele atuou para uma cooperativa inserida em um ambiente investigado por suspeitas relacionadas à facção. E esse detalhe é muito mais sofisticado. Porque a pergunta real não é se Moraes defendeu o PCC. A pergunta real é por que um ex-presidente da SPTrans, órgão que regula e fiscaliza o transporte público paulistano, aparece depois como advogado de uma cooperativa daquele mesmo ecossistema, justamente num setor que a Polícia Civil e o Ministério Público apontavam como vulnerável à lavagem de dinheiro do crime organizado. Em 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado estadual Luiz Moura em reunião na sede da Transcooper com ao menos 13 suspeitos de integrar o PCC. Segundo reportagens da época, o encontro ocorreu dentro do ambiente da cooperativa. O caso gerou expulsão política, desgaste público e levantou suspeitas sobre a infiltração do crime organizado no transporte alternativo. O ponto mais delicado é a sequência. Moraes comandou a SPTrans. Benazzi estava no núcleo da SPTrans. Depois o escritório de Moraes atuou para a Transcooper. A Transcooper foi citada em investigações envolvendo suspeitos ligados ao PCC. Anos depois, o transporte público de São Paulo volta ao centro do debate com a Operação Fim da Linha, em 2024, quando Transwolff e UPBus foram alvos de investigação por suspeita de lavagem de dinheiro ligada ao PCC. Isso não prova que os fatos sejam o mesmo esquema. Mas mostra que o setor era, e continuou sendo, uma área de interesse estratégico para lavagem, influência e captura. Então vem 2016. O caso Marcela Temer. O celular da então esposa de Michel Temer foi clonado. O hacker exigiu R$ 300 mil para não divulgar material que, segundo ele, poderia jogar o nome de Temer “na lama”. O caso recebeu tratamento excepcional. Cinco delegados. Vinte e cinco investigadores. Três peritos. Sigilo. Força-tarefa. O responsável pela montagem da operação era Alexandre de Moraes, então secretário de Segurança Pública de São Paulo. Pouco depois, Michel Temer assume interinamente a Presidência da República. Moraes vira ministro da Justiça. Em janeiro de 2017, Teori Zavascki morre em acidente aéreo. Em fevereiro, Temer indica Moraes para o STF. O Senado aprova. Em março, Moraes toma posse. Não existe prova pública de que a indicação tenha sido recompensa pelo caso Marcela Temer. Mas existe uma cronologia objetiva impossível de ignorar. O homem que comandou a investigação de um caso íntimo, sensível e potencialmente explosivo para a família Temer ascendeu, em menos de um ano, da Segurança Pública paulista ao Ministério da Justiça e depois ao Supremo Tribunal Federal. Essa é a terceira camada: não é só currículo. É confiança política em momento de vulnerabilidade. E no meio desse quadro ainda há a Operação Acrônimo. Reportagens registraram que documentos apreendidos pela Polícia Federal mencionavam pagamentos de pelo menos R$ 4 milhões ao escritório de Moraes pela JHSF, empresa investigada na operação. Moraes afirmou que os valores correspondiam a prestação de serviços advocatícios. O caso foi arquivado pelo ministro Luiz Fux, sem abertura de inquérito, sem quebra de sigilos e sem medidas investigativas mais profundas, segundo reportagens da época. Mais uma vez, não se trata de afirmar crime. Trata-se de observar o padrão: um nome que aparece em zonas de fricção entre poder público, contratos privados, advocacia, empresas investigadas e decisões rápidas de arquivamento. Depois vem a camada mais recente: Instituto Lex, Barci de Moraes e os domínios digitais. Em 2025, o Tesouro dos Estados Unidos incluiu Alexandre de Moraes na lista da Lei Global Magnitsky. Depois, Viviane Barci de Moraes e o Instituto Lex também foram incluídos. O Tesouro americano descreveu o Instituto Lex como uma entidade ligada ao núcleo familiar de Moraes. Posteriormente, em dezembro de 2025, os nomes foram removidos da lista da OFAC. Esse detalhe precisa ser dito para manter o texto blindado: houve sanção e houve remoção posterior. Mas, nesse intervalo, outro dado chama atenção. O domínio barcidemoraes.com.br aparece em consulta WHOIS com Guilherme de Toledo Benazzi como contato técnico. O domínio pertence à Barci de Moraes Sociedade de Advogados. O registro mostra owner-c e tech-c como GUTBE23, identificado como Guilherme de Toledo Benazzi. O domínio foi criado em 2016 e alterado em 2025. O contato Benazzi aparece criado em 2024 e alterado em 2025. Isso recoloca Benazzi no centro do quadro. Ele aparece na FEBEM. Aparece na SPTrans. Sai no mesmo ciclo administrativo de Moraes. E anos depois reaparece na estrutura digital ligada ao escritório da esposa de Moraes. Essa é a peça mais interessante. Benazzi não precisa ser acusado de nada para ser relevante. A relevância dele está na permanência. Ele funciona como marcador de continuidade entre o Moraes gestor público, o Moraes da SPTrans, o Moraes do entorno privado e o núcleo familiar-jurídico ligado à Barci de Moraes. A pergunta, portanto, não é apenas “quem é Guilherme de Toledo Benazzi?”. A pergunta é outra: por que o mesmo homem aparece, por mais de vinte anos, em pontos administrativos, contratuais e digitais ligados ao mesmo centro de poder? A tese forte fica assim: Alexandre de Moraes não aparece apenas como ministro do STF. Ele aparece como personagem de uma longa trajetória por estruturas críticas do Estado paulista e nacional. FEBEM, sistema socioeducativo, SPTrans, transporte público, cooperativas investigadas, advocacia privada, Secretaria de Segurança, caso Marcela Temer, Ministério da Justiça, STF, Instituto Lex, Barci de Moraes e domínios digitais. Cada fato isolado pode ser explicado. Um cargo público. Um contrato. Uma atuação advocatícia. Uma investigação arquivada. Uma indicação política. Um domínio registrado. Mas quando todos esses fatos são colocados na mesma linha do tempo, o desenho muda. O que parecia currículo vira rede. O que parecia coincidência vira continuidade. O que parecia episódio isolado vira arquitetura. E arquitetura de poder não se investiga procurando apenas um crime explícito. Investiga-se observando repetição, acesso, confiança, contratos, operadores, portas giratórias e proteção institucional. A grande pergunta que fica é simples: quem, em algum momento, cruzou todos esses dados numa mesma investigação pública? FEBEM. SPTrans. Transcooper. Benazzi. Caso Marcela Temer. Acrônimo. JHSF. Instituto Lex. Barci de Moraes. Domínios digitais. Sanções internacionais. Se a resposta for ninguém, então o problema não é apenas Alexandre de Moraes. O problema é um país onde certas redes atravessam duas décadas de poder sem auditoria real. E quando ninguém audita o poder, o poder aprende que não precisa mais se explicar. Fontes de Pesquisa: 1. UOL / Estadão - Demissões feitas por Moraes na FEBEM em 2005 causam prejuízo de R$ 38 milhões noticias.uol.com.br/ultimas-notici… 2. Folha de S.Paulo - Alckmin demite 1.751 monitores da FEBEM www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/f… 3. Tribunal de Contas do Estado de São Paulo - Documento da FEBEM citando Guilherme de Toledo Benazzi e Alexandre de Moraes tce.sp.gov.br/sites/default/… 4. Terra - Saída de Alexandre de Moraes causa pelo menos 30 exonerações em SP terra.com.br/noticias/brasi… 5. Veja - Secretário da Segurança defende cooperativa de van ligada ao PCC veja.abril.com.br/politica/secre… 6. Jornal GGN - Secretário que deveria combater o PCC advogou para cooperativas de vans jornalggn.com.br/seguranca-publ… 7. Reuters Fact Check - Falso que Alexandre de Moraes tenha sido advogado do PCC reuters.com/article/fact-c… 8. Aos Fatos - É falso que Alexandre de Moraes tenha sido advogado do PCC aosfatos.org/noticias/falso… 9. Folha de S.Paulo - Petista reuniu-se com 13 do PCC, diz polícia www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/1672… 10. UOL / Estadão - Deputado Luiz Moura é suspeito de lavar dinheiro do PCC noticias.uol.com.br/ultimas-notici… 11. Congresso em Foco - Hacker de celular de Marcela Temer pediu R$ 300 mil congressoemfoco.com.br/noticia/45852/… 12. Congresso em Foco - Força-tarefa no caso Marcela Temer congressoemfoco.com.br/noticia/35875/… 13. Poder360 - Marcela Temer vai à Justiça contra divulgação de mensagens hackeadas poder360.com.br/governo/marcel… 14. Senado Federal - Senado aprova Alexandre de Moraes para o STF www12.senado.leg.br/noticias/mater… 15. Agência Brasil - Alexandre de Moraes assume Ministério da Justiça agenciabrasil.ebc.com.br/politica/notic… 16. STF - Alexandre de Moraes toma posse no STF noticias.stf.jus.br/postsnoticias/… 17. Gazeta do Povo - Moraes recebeu verba de empresa investigada na Acrônimo gazetadopovo.com.br/vida-publica/i… 18. Jornal GGN - Empresa alvo da Acrônimo deu R$ 4 milhões a Alexandre de Moraes jornalggn.com.br/justica/empres… 19. Tesouro dos EUA - Sanções ao núcleo de apoio de Alexandre de Moraes home.treasury.gov/news/press-rel… 20. OFAC - Designações Global Magnitsky de 22 de setembro de 2025 ofac.treasury.gov/recent-actions… 21. OFAC - Remoções da lista Global Magnitsky em 12 de dezembro de 2025 ofac.treasury.gov/recent-actions… 22. Agência Brasil - EUA retiram Alexandre de Moraes e esposa da lista Magnitsky agenciabrasil.ebc.com.br/en/internacion… 23. WHOIS - Registro do domínio barcidemoraes.com.br com Guilherme de Toledo Benazzi como contato técnico whois.com/whois/barcidem… 24. Senado Federal - Sabatina de Alexandre de Moraes, temas PCC, plágio e Acrônimo www12.senado.leg.br/radio/1/notici… 25. CartaCapital - O que Alexandre de Moraes disse na sabatina sobre temas polêmicos cartacapital.com.br/politica/o-que…
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Bruce Weine
Bruce Weine@bruc1978·
@orlandoguerreir Mano o esboço do roteiro já tá pronto, é só sentar com ele e acrescentar mais algumas histórias pontuais e já pode filmar, baita filme de origem. Parabéns guerreiro.
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Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar. "Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis. Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo". Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal. Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega. Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV. Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete . Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes. Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil. Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social . Eu sou o Brasil. O de verdade, não o de mentirinha ! Abraço fraterno".
Orlando Guerreiro 🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩🚩 tweet media
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Cl@u🇧🇷Florid@
Cl@u🇧🇷Florid@@Claudiotuck2017·
PARE POR UM INSTANTE: VOCÊ JÁ PERCEBEU O PADRÃO POR TRÁS DESSAS "COINCIDÊNCIAS"?
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SandraSaray
SandraSaray@Saray_sandrac·
Quem é Alexandre de Moraes? O PCC. Os contratos. As investigações arquivadas. Uma linha do tempo que os grandes veículos não juntaram num só lugar. 1 - Alexandre de Moraes passou mais de uma década dentro do sistema prisional paulista — primeiro como gestor público, depois como advogado de empresas investigadas. O PCC cresceu em paralelo, nos mesmos espaços, nos mesmos contratos. Em 2002, Moraes deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do governo Alckmin em São Paulo. Em agosto de 2004, acumulou a presidência da FEBEM — o sistema de internação de menores infratores, considerado o coração da estrutura onde o PCC recrutava. O PCC havia sido fundado em 1993 dentro do sistema prisional paulista e, ao longo das décadas de 1990 e 2000, se espraiou pelas cadeias, penitenciárias e unidades de internação de menores. A FEBEM fazia parte dessa estrutura, e Moraes a presidia. Em fevereiro de 2005, sob pressão por denúncias de tortura e uma onda de rebeliões, Moraes demitiu de uma só vez 1.751 monitores da FEBEM — a maior demissão em massa da história da instituição. Alckmin chamou de “plano radical para afastar a banda podre”. A Justiça considerou a demissão arbitrária e ilegal. Todos os funcionários foram reintegrados e o rombo chegou a R$ 38 milhões em ações trabalhistas. O caso foi até o STF, que deu ganho de causa aos trabalhadores. Moraes deixou a FEBEM em maio de 2005. Em maio de 2006, o PCC executou o maior ataque coordenado da história de São Paulo: 293 ações em 6 dias, 152 mortos entre policiais, agentes penitenciários e civis. A facção que havia crescido dentro do sistema onde Moraes atuou paralisou o estado inteiro. Quem governava São Paulo naquele momento era Cláudio Lembo, vice de Alckmin. Sem controle da situação, o governo negociou diretamente com Marcos Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC preso no Presídio de Presidente Bernardes. A negociação foi conduzida pela advogada Iracema Vasciaveo e há registro do processo (1352/06). O governo nunca admitiu formalmente o acordo. Moraes não estava no governo em 2006 (havia saído em 2005). Em 2007, entrou na gestão Kassab como secretário de Transportes, acumulando a presidência da SPTrans e da CET, com orçamento de R$ 5 bilhões sob seu comando. Kassab era o prefeito sob cuja gestão o Consórcio Leste 4 — formado por empresas investigadas por lavar dinheiro do PCC — foi contratado pela SPTrans em 2007. Moraes presidia a SPTrans no período em que os contratos foram assinados. Em 2010, Moraes saiu do governo e abriu escritório de advocacia. Foi nesse período que dois casos o colocaram ao lado de investigações sobre crime organizado e corrupção. O primeiro: o GAECO investigava empresas de ônibus e cooperativas suspeitas de lavar dinheiro do PCC, entre elas a Transcooper, da qual Alexandre de Moraes era advogado. Em março de 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado Luiz Moura (PT) reunido na sede da Transcooper com pelo menos 13 suspeitos de integrar o PCC. O Consórcio Leste 4, contratado pela SPTrans entre 2007 e 2010 (período em que Moraes presidia o órgão), era formado por empresas cujos sócios eram investigados por lavagem de dinheiro da facção. O segundo caso veio em 2016. A Operação Acrônimo da PF apreendeu documentos com o nome de Moraes numa planilha na mesa de um executivo da construtora JHSF. Na mesma planilha havia valores e as siglas PT e PSDB. O proprietário da JHSF confirmou em depoimento que se tratava do ministro da Justiça, com pelo menos R$ 4 milhões pagos ao escritório de Moraes entre 2010 e 2014. Continua... Gratidão pelo maravilhoso trabalho @horalivre22 🙏🏻 Deus abençoe 🙏🏻 @realDonaldTrump @SecRubio @JasonMiller @emd_worldwide @BolsonaroSP @FlavioBolsonaro @allanconta5 @delegadoramagem @Maxcardoso
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Guilherme Todeschini
Guilherme Todeschini@guitodeschini·
Não curtam, não comentem, nem compartilhem, muito menos viralizem; pode prejudicar a campanha do Lula 🫢
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Renzo Gracie
Renzo Gracie@RenzoGracieBJJ·
⬆️Quem se lembra disso???   Há uns anos, Mariana Godoy (ex-Globo) foi à Suiça entrevistar o ex-delegado da Polícia Federal e deputado federal Protogenes Queiroz para saber o porquê ele fugiu do Brasil. Motivo: Ele foi investigar as urnas eletrônicas e acabou descobrindo que o PT nunca venceu uma eleição às claras no Brasil. Ele teve que abandonar tudo e fugir para Suiça devido à  ameaças de morte. Não adiantou o TSE apagar o vídeo. Foi resgatado e será repassado aos milhões! Basta cada um de nós  repassá-lo ao máximo! *CLARO COMO ÁGUA CRISTALINA!* 👏👏👏
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Uma professora na China compartilhou uma postagem crítica ao governo. Não roubou. Não matou. Não cometeu fraude. Apenas repostou uma mensagem. A polícia apareceu. Ela foi interrogada. Perdeu o emprego. Perdeu a moradia fornecida pela escola. E passou a carregar as consequências de ter expressado uma opinião. Agora imagine isso combinado com crédito social. Sua pontuação cai. Seu nome entra em listas. Suas oportunidades desaparecem. Seus filhos podem ser afetados. Sua vida inteira passa a depender de agradar o Estado. É por isso que o crédito social não é apenas uma tecnologia. É uma ferramenta de controle. O governo não precisa prender todo mundo. Basta fazer as pessoas terem medo de falar. E o mais impressionante é que ainda existe gente chamando isso de progresso. Quando criticar um governante custa seu emprego, sua casa e seu futuro, isso não é modernização. É submissão digital com aparência de inovação.
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Joaquin Teixeira
Joaquin Teixeira@JoaquinTeixeira·
⚠️ GRAVE: Preço da cocaína dispara com a interferência estadunidense a soberania brasileira. Clima tenso tem tomado conta das bocas de fumo, e empresários do ramo projetam queda nas vendas. Governo promete agir rápido para defender a indústria brasileira.
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André Motta
André Motta@investvix·
Eu não conhecia a nobre economista. Hoje ela ganhou um fā. -Se você é pobre e trabalha menos, vai ficar mais pobre. Simples.
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Gillian Moreira
Gillian Moreira@GillianMoreira·
@karinamichelin @RosaneBonoro Depois "Trabalhadores" da ESQUERDA, NÃO RECLAME SE FOREM SUBSTITUIDOS POR MÁQUINAS. Depois cobrem quem aprovou esse projeto de destruição da classe trabalhadora.
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Monique Aragao
Monique Aragao@Aragao4Monique·
@karinamichelin @RosaneBonoro O canalha sabe muito bem que isso não é pelo trabalhador, e sim para ganhar votos… que seja implementada imediatamente, para o trabalhador sentir os efeitos nefastos desse populismo eleitoreiro do PT .
Tininha Souza 🌼🇧🇷🇵🇹💄@tininhasouzarj

Ele sabe e assume que as pessoas vão ser substituídas. “O robô não vai fazer greve, não vai te pedir aumento de salário." O verdadeiro projeto da esquerda nunca foi proteger empregos e trabalhador.

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Mídia Livre
Mídia Livre@MidiaLibre·
LISTA DA ODEBRECHT PRINCIPAIS NOMES DE UM TOTAL DE + DE 200 AMANTE SOLUÇÃO MONTANHA FEIO ou LINDINHO AMIGO PROXIMUS ELA AVIÃO ATLETA DRÁCULA GUERRILHEIRO CARANGUEJO BOTAFOGO BOA VISTA MINEIRINHO BELEM ou M&M COMPRIDO VIAGRA ACELERADO GUARULHOS CHEFE TURCO ou KIBE PASSIVO RICO BRUTO BRIGÃO FILÓSOFO BOIADEIRO BMW ou MANSO CAJU ARACAJU NERVOSINHO NATAL BITELO OVO GREGO ROXINHO BARBIE
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Rafa Couto
Rafa Couto@rafacouto1988·
🔁 Relembrar é viver: todos que delataram Lula e os valores envolvidos. (A lista que a mídia quer que você esqueça) 🟥 Marcelo Odebrecht — Criou conta “Amigo” com R$ 40 milhões exclusiva para Lula. — Disse que Lula era “o chefe” da interlocução da Odebrecht com o governo. 🟥 Emílio Odebrecht — Confessou que tratava diretamente com Lula doações, favores e demandas da empreiteira. 🟥 Antonio Palocci — Detalhou pedido de Lula para estruturar propina de R$ 300 milhões da Odebrecht. — Ligou Lula a empresas como JBS, Camargo Corrêa, OAS e outras. 🟥 Joesley Batista (JBS) — Disse que Lula e Dilma receberam juntos cerca de US$ 150 milhões em propinas da empresa. — Detalhou encontros diretos com Lula para tratar sobre valores ilícitos. 🟥 Delcídio do Amaral — Revelou tentativa de obstrução da Lava Jato por parte de Lula. — Disse que Lula mandou comprar o silêncio de Cerveró. 🟥 João Santana & Mônica Moura — Marqueteiros do PT, relataram pagamentos milionários em caixa 2 nas campanhas de Lula. — Receberam valores no exterior para mascarar a origem. 🟥 Paulo Roberto Costa (ex-diretor Petrobras) — Apontou o PT como receptor de US$ 150 a 200 milhões em propinas da Petrobras. — Disse que Lula sabia do esquema desde o início. 🟥 Alberto Youssef (doleiro) — Ligou diretamente Lula aos operadores do esquema de lavagem e distribuição de propinas. 🟥 Fernando Baiano — Relatou negociação de US$ 5 milhões envolvendo José Carlos Bumlai (amigo de Lula) e Cerveró. — Disse que Bumlai agia a mando de Lula. 🟥 Alexandrino Alencar (Odebrecht) — Disse que era claro para todos que o alvo principal da Lava Jato era Lula. — Ligou Lula a viagens e presentes pagos pela empreiteira. 🟥 Nestor Cerveró — Afirmou que empréstimo irregular de R$ 12 milhões do BNDES foi acertado para manter seu silêncio, com apoio de Lula. 🟥 Pedro Barusco — Ex-gerente da Petrobras. Disse que propinas eram repassadas ao PT com ciência do “alto escalão”. — Estimou que devolveu R$ 100 milhões desviados. 🟥 Gerson Almada (Engevix) — Confessou pagamento de propinas ao PT. — Disse que Lula tinha ciência e era beneficiado politicamente. 🟥 Sérgio Machado (Transpetro) — Disse que Lula sabia e orientava a arrecadação de propinas via diretoria de estatais. 🟥 Alexandre Romano (“Chambinho”) — Intermediou propinas e valores ilícitos que beneficiaram campanhas petistas. — Ligou o núcleo da propina ao governo federal. 🟥 Eduardo Leite (Camargo Corrêa) — Confessou que Lula era informado sobre os acordos ilícitos para repasses ao partido. — Parte dos valores eram usados para compra de apoio político. 🟥 Dalton Avancini (Camargo Corrêa) — Disse que Lula estava ciente dos esquemas de cartel e divisão de obras públicas. 🟥 Zwi Skornicki — Representante de estaleiros estrangeiros, confessou ter feito pagamentos diretamente ligados ao PT, com ciência de Lula. 🟥 Andrade Gutierrez — Laudo da PF apontou R$ 3,6 milhões repassados a Lula entre 2011 e 2014. — Disse que Lula intermediava decisões do governo em troca de “contribuições”. 🟥 OAS — Lula foi acusado de receber reformas no tríplex do Guarujá como forma de propina (R$ 1,1 milhão estimados). — Também recebeu aluguéis pagos pela OAS de forma indireta. Essa é a verdadeira história que querem apagar. Mas os registros, delações e acordos continuam disponíveis
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Bruce Weine
Bruce Weine@bruc1978·
@CarlosGiroto @Lordnewsbrasil 😅🤣😂😂🤣😅😅🤣😂politico é tudo farinha do messmo saco só muda a legenda, no frigir dos ovos votam de acordo com seus próprios interesses e não o do povo que o elegeu😂🤣😅😅🤣😂😂🤣😅
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LORD NEWS BRASIL 🇧🇷
LORD NEWS BRASIL 🇧🇷@Lordnewsbrasil·
ME DIGA UMA COISA QUE ME FAÇA ME SENTIR UM OTÁRIO: " A DIREITA FOI VALENTE PARA TENTAR IMPEDIR QUE APROVASSEM O FIM DA ESCALA 6X1 COM 19 VOTOS CONTRA" 🤡🤡🤡🤡
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Yer İşaretlerine Ekle
Yer İşaretlerine Ekle@yerisaretle·
Tabancada nasıl nişan alınır?
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Arley Davidsom
Arley Davidsom@ArleyDavidsom·
Ligou a luz? ICMS. Tomou café? PIS, COFINS e ICMS. Recebeu salário? IRPF, INSS e FGTS. Comprou um celular? IPI, ICMS, PIS e COFINS. Pediu delivery? ISS, ICMS, PIS e COFINS. Abasteceu o carro? ICMS, CIDE, PIS e COFINS. Comprou um carro? IPI, ICMS, IPVA, licenciamento, seguro obrigatório disfarçado em taxa e mais uma coleção de impostos. Tem casa própria? IPTU. Tem carro? IPVA. Quer deixar o carro rodando? Licenciamento, taxa disso, taxa daquilo e vistoria. Abriu empresa? Simples, DAS, ISS, ICMS, PIS, COFINS, IRPJ, CSLL e contador pra explicar o que o governo inventou. Emitiu nota? ISS, PIS, COFINS. Investiu dinheiro? IR e IOF. Comprou pela internet? ICMS. Importou alguma coisa? Imposto de importação, ICMS, IPI e taxa até pelo oxigênio da embalagem. Saiu pra comer? ISS, ICMS, PIS e COFINS. Tomou cerveja? Imposto. Fumou cigarro? Mais imposto ainda. Foi herdar patrimônio? ITCMD. Morreu? Até nisso tem imposto. No Brasil você não compra nada. Você aluga tudo do governo e ainda agradece quando o serviço básico funciona.
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Fala Will
Fala Will@WilliamAlves·
HOMESCHOOLING NO BRASIL: FAMÍLIA DO PARANÁ DESISTE APÓS JUSTIÇA IMPOR MULTA DE R$ 1,4 MILHÃO Uma família do Paraná foi esmagada pelo Estado por decidir educar os próprios filhos dentro de casa. A multa ultrapassou R$ 1,4 milhão. Contas foram bloqueadas, bens atingidos e a pressão judicial se tornou insustentável. Tudo isso contra pais sem histórico de violência, abandono ou crime, apenas por escolherem um modelo de ensino que já é regulamentado e aceito em diversos países. Segundo a Gazeta do Povo, o casal acabou cedendo após anos de perseguição judicial e financeira. O caso escancara até onde o Estado brasileiro está disposto a ir para controlar a vida das famílias. Enquanto criminosos recebem benefícios, progressão de pena e tratamento garantista, pais dedicados são tratados como infratores por assumirem diretamente a educação dos filhos. O STF já reconheceu que o homeschooling não é inconstitucional, mas a ausência de regulamentação virou ferramenta de intimidação. Não se trata mais apenas de educação. Trata-se do avanço de um Estado que exige obediência absoluta e pune qualquer cidadão que tente exercer autonomia fora do modelo imposto. gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadan…
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John Fitzgerald Kennedy Jr.
John Fitzgerald Kennedy Jr.@MrJohnJnr·
🚨 CONFIRMED: Epidemiologist Nicolas Hulscher Says IVERMECTIN and FENBENDAZOL Are Showing Documented Stage IV Cancer Remissions — Big Pharma Cannot Ignore This Anymore | VIDEO 🚨 A global medical firestorm is erupting after epidemiologist Nicolas Hulscher highlighted scientific reports documenting stage IV cancer remissions involving #ivermectin and #fenbendazole , reigniting worldwide debate over Big Pharma, alternative therapies, and the future of cancer treatment. 🚨 THE STAGE IV REMISSION CASES NOW SHOCKING THE MEDICAL WORLD FOLLOW ME, THE NEXT DROP WILL BE SHOCKING
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