
claudio -
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Happy 5th anniversary to @OutrchCatholic, the LGBTQ Catholic ministry of @americamag, of which I'm happy to be a part. One highlight was our Sept. pilgrimage to Rome for the Jubilee, including a very warm Mass at a chapel in Santa Maria Maggiore, and my first Mass "ad orientum."

Reverendíssima Marinez Bassotto, Bispa Primaz da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil





Caro Dr. @citadini , Paz e graça! O Sr. disse acompanhar minhas atividades há anos, especialmente no período eleitoral de 2018. Pois bem, entendo que alguém possa fazer leituras das intenções dos outros, mas nunca fiz campanha para nenhum político; apenas repeti a doutrina moral da Igreja, que é contrária ao aborto, à ideologia de gênero, à dissolução do conceito de família. Esses são princípios que estão sempre muito bem estampados nas cartilhas políticas da CNBB, a qual tive a honra de representar oficialmente em 2017, na Audiência pública sobre a ADPF 442 no STF. Nunca neguei que estive em Brasília para atender o então presidente. O que nego veementemente é que tenha participado de qualquer trama; e afirmo que atendi pessoas do espectro oposto, inimigos fidagais de Bolsonaro, inclusive membros do judiciário. Militei muitos anos no movimento pró-vida, ao qual abandonei pelo desgaste que me trouxe nos últimos meses, e foi neste contexto, muito antes de 2018, que conheci a então Pra. Damares Alves. Quando ao Nikolas, nunca o encontrei pessoalmente, mas temos muitos amigos em comum e isso deve acontecer em algum momento (especialmente para lhe manifestar o meu agradecimento por sua ajuda na campanha que tive de fazer). Não creio que o encontro entre pessoas configure parceria política. Isso é wishful thinking de quem presume conspiração em tudo. A menção a meus advogados foi feita porque o Sr. insinuou que a minha impronúncia na denúncia foi resultado de manobras político-eclesiásticas (“não ficaria bem para a Igreja”). Tome cuidado com insinuações desse tipo, pois elas não apenas dão margem a especulações indevidas contra a minha pessoa, mas também contra a integridade do poder judiciário brasileiro. Por fim, o Sr. me diz que eu “me envolvi demais com o bolsonarismo”. Essa afirmação é total e absolutamente falsa, pois minha atuação em Brasília se deu especialmente durante os governos Dilma (2012-2016), quando estava em discussão o famoso PL 122, o PNE e, na sequência, os diferentes PEEs e PEMs, o SNE e os seus organismos anexos. A partir do impeachment da Dilma, não precisei mais atuar nas pautas de aborto e ideologia de gênero, pois elas não foram “alçadas” às agendas dos respectivos governos (Temer e Bolsonaro). Quanto ao juízo que o Sr. fez dos evangélicos, lembre-se que, como sacerdote católico romano, não posso subscrever nenhum tipo de rixa religiosa, a não ser nos estreitos limites da apologética (isto é, quando a nossa fé é atacada teologicamente). Tenho, sim, muitos amigos evangélicos e, assim como a Igreja Católica respeita essas comunidades cristãs, também lhes devoto respeito e fraterna amizade. Agradeço sua mensagem e o tom cordial com que termina suas considerações. Também acolho, com espírito cristão, seu desejo de que Cristo e a Imaculada Conceição nos deem força para superar nossos erros e permanecer no caminho da Igreja. Peço-lhe, porém, que não me inclua em considerações de natureza político-partidária, pois eu mesmo já me excluí disso, reservando-me à minha competência sacerdotal, teológico-moral e filosófica. Que Deus o abençoe, pelas Mãos de Maria Imaculada. Afetuosamente, Pe. José Eduardo



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