Deni 🇧🇷🇧🇷
39.5K posts

Deni 🇧🇷🇧🇷
@denixav
Cuidado com os humanos. Eles sim atacam quando menos se espera.


Descobri que o Yoon Suk-yeol é de direita, eu já sou YOON AGAIN 🇰🇷🤝🇧🇷




🗣️ BASTIDORES SOBRE A DOSIMETRIA | O Senador Jorge Seif (PL/SC) revelou como conseguiu destravar a sessão congressual de pauta única para votar a derrubada do veto de Lula ao projeto da dosimetria das penas do 8 de janeiro. Segundo o senador, tudo começou quando ele pediu uma audiência a Davi Alcolumbre e foi recebido na terça-feira, às 7h30 da manhã, na residência oficial. No café, Seif foi direto ao ponto e levou o caso que, para ele, simboliza o absurdo dos absurdos: o de um catarinense de 71 anos condenado a 14 anos de prisão em regime fechado por ter pago uma passagem para um manifestante. A partir daí, pressionou Alcolumbre para abrir a sessão do Congresso e pautar a matéria. A resposta, segundo o relato, foi dura e objetiva: só haveria avanço se a oposição aceitasse uma sessão de pauta única, deixando de lado outras pautas que também queria votar, como a CPMI do Banco Master. Seif topou o desafio, saiu da reunião e passou dois dias rodando o Senado, conversando senador por senador, no ouvido, até montar a operação política que resultou em 32 assinaturas. E não foram só assinaturas óbvias: segundo ele, houve adesão até de nomes improváveis, como Jorge Kajuru, além de parlamentares mais ao centro. Com a lista pronta, Seif ligou para Alcolumbre, enviou o documento e, em poucos minutos, veio a confirmação da sessão. Mas o que dá peso real a esse bastidor é que ele não ficou apenas no discurso: há um requerimento formal, protocolado em 7 de abril de 2026, no qual Jorge Seif pede expressamente a convocação de sessão conjunta do Congresso e que o Veto nº 3 de 2026 seja pautado como item único. O documento ainda registra que o veto ao projeto da dosimetria já estava sobrestando a pauta desde 4 de março de 2026, ou seja, o prazo já havia estourado há semanas. Mais do que isso: o requerimento lembra que a Constituição determina que o veto presidencial seja apreciado em até 30 dias e que, ultrapassado esse prazo, ele passa a travar as demais proposições da sessão imediata. Em outras palavras, a pressão não era apenas política, era também regimental e constitucional. O texto ainda reforça que o projeto da dosimetria não surgiu do nada: ele foi aprovado com maioria absoluta nas duas Casas, com 291 votos favoráveis na Câmara e 48 votos favoráveis no Senado, o que mostra que Lula vetou integralmente uma matéria que já tinha respaldo parlamentar robusto. Os 32 senadores listados como signatários foram Jorge Seif, Tereza Cristina, Hamilton Mourão, Eduardo Gomes, Izalci Lucas, Carlos Portinho, Eduardo Girão, Jaime Bagattoli, Marcio Bittar, Alan Rick, Marcos Pontes, Magno Malta, Esperidião Amin, Luiz Carlos Heinze, Jorge Kajuru, Oriovisto Guimarães, Dr. Hiran, Lucas Barreto, Wellington Fagundes, Zequinha Marinho, Sérgio Moro, Marcos Rogério, Cleitinho, Styvenson Valentim, Damares Alves, Efraim Filho, Nelsinho Trad, Flávio Bolsonaro, Rogério Marinho, Wilder Morais, Marcos do Val e Bruno Bonetti. No fim, o que Seif está dizendo é que a oposição decidiu priorizar a pauta humanitária diante do sofrimento de idosos, famílias destruídas e condenações que considera desproporcionais. Anistia ampla, CPMI e outras frentes continuam no radar, mas agora o foco virou a derrubada do veto de Lula à dosimetria. Politicamente, a mensagem é fortíssima: a sessão de 30 de abril não caiu do céu, não foi gesto gratuito de Alcolumbre e nem favor institucional. Foi resultado de pressão, articulação, constrangimento político, construção de maioria e insistência de quem decidiu transformar o drama dos presos do 8 de janeiro numa pauta incontornável dentro do Congresso. O áudio que recebemos do Senador explicando os bastidores da articulação pela derrubada do veto à dosimetria, foi autorizado pelo próprio para compartilhamento. @jorgeseifjunior


Flávio Bolsonaro afirma que Jair Bolsonaro não sabia do acordo do PL para apoiar Reinaldo Azambuja. No entanto, segundo ele, todos os pré-candidatos tinham conhecimento da articulação. Também declarou que será realizada uma pesquisa para definir entre Contar ou Pollon a outra vaga, e que a decisão final caberá a Bolsonaro.



"Não há nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos." Ouviu bem, LuLadrão?






















