@GuilhermeBoulos Cadê o @TSEjusbr@STF_oficial
Trump e Marco Rubio e o clã bolsonaro não escondem que vão interferir e melar nossa eleição .
Nossa soberania e democracia são inegociáveis assim pensa e defende o brasileiro patriota
Há um movimento articulado para atacar a soberania brasileira e tentar derrotar Lula nas eleições. Trump quer o Brasil de joelhos. Mas rendição e covardia não fazem parte da nossa história. O Itamaraty acabou de negar visto a esses sabotadores. Quem definirá o destino do Brasil é o povo brasileiro, ninguém mais!
Sabe como se defende a soberania? Defendendo os meios de produção, o direito à livre expresso e manifestação, o direito de exercer sua liberdade de escolha, se voto e “fiscalizar”. Nos eua o presidente está discutindo o fim do imposto de renda. No Brasil o povo está escravizado há muito tempo alta carga tributária
Ao longo desta trajetória, tive a sorte de contar com pessoas que estiveram ao meu lado desde o início. Os apoiadores da Direita Curitiba fazem parte dessa história, e reencontrá-los hoje, na Convenção do PSD em Curitiba, foi motivo de muita alegria. A cada um deles, minha gratidão pelo carinho e pela confiança de sempre. 💚
@o_antagonista Quem perguntou? Já que vcs estão bem informados apreoveitem e digam quem vazou o sigilo financeiro de Flávio Bolsonaro. Nos gostaríamos de saber
Sobre a negativa do Itamaraty aos vistos da missão de observação eleitoral e direitos humanos do Departamento de Estado americano: a minha impressão real é a de que Lula e o Regime estão forçando a barra para terem uma eleição sem reconhecimento internacional para empurrar o país para uma situação semelhante a da Nicarágua ou Venezuela ("democracias relativas" de ditadores amigos do PT). Agora, pergunto-me quem vai embarcar de gaiato nessa aventura de tarifas, sanções, perdas de vistos e restrições financeiras...
MOMENTO BROXANTE: Michelle participou, por vídeo, da Convenção do PL para exaltar a si mesma.
Em seu blá-blá-blá feminista, não dirigiu sequer uma palavra à futura primeira-dama, Fernanda. Isso apenas reforça que o feminismo é seletivo, seja o de esquerda, seja o de direita.
@ronaldocaiado Para quem tem dúvida do que esse senhor representa o texto dele é autoexplicativo. Sendo assim, percebam: Ele sempre fez parte do sistema
Primeiramente, eu confio nas urnas eleitorais do Brasil. Também sempre concordei que cada eleição tivesse a presença de observadores de diferentes países, tantos quantos quisessem acompanhar o processo eleitoral brasileiro. Mas considero inadmissível qualquer país, incluindo os EUA, querer colocar em dúvida a lisura e os resultados das nossas eleições.
Zema e Caiado estão comprometidos com Partido Comunista Chinês até o pescoço.
Por isso não respondem nenhuma pergunta sobre o assunto.
Marquem os dois na publicação até responderem: eles estão com medo de nós, mas não terão como fugir!
@marcoangeli@armandoatanes Porque a “posicao que ela ocupa” não a permite expressar sua opinião de forma irresponsável. Mas mesmo assim o fez pouco se importando com nada que não fosse o “ego” dela.
Claro que não, discordar não é traição.
Por que, então, não respeitar a opinião dela, quando discordou em relação ao acordo com ciro, por exemplo?
Por que não respeitar e considerar traição quando ela discordou ao ser colocada de lado ostensivamente quando Flavio foi indicado?
Por que considerar 'traição' a opinião dela de que a força política que lidera não teria que ser desprezada numa eleição tão fundamental?
Por que discordar quando ela se impõe pelo trabalho que realizou e realiza?
Não é o que todos fazemos, amigo?
Durante os últimos 7 anos, Michelle Bolsonaro realizou um trabalho árduo, nem sempre visível, que beneficiou e muito a comunidade dos surdos e pessoas com deficiências especiais, construindo uma base sólida entre evangélicos e mulheres.
Comunidades até então esquecidas.
Mas, acima disso, cuidou da saúde e esteve sempre ao lado do presidente Jair Bolsonaro, seu marido, tarefa espinhosa e difícil.
Michelle jamais reclamou.
Seguiu em frente, até hoje.
Se errou -por se sentir rejeitada e sem reconhecimento- devemos nos lembrar dos erros -humanos- cometidos por todos eventualmente, inclusive Jair Bolsonaro, que continua a ser -devidamente- o maior líder político deste país das últimas décadas.
Por essa postura, foi idolatrada pelo Brasil.
Idolatrada por muitos que hoje, feito birutas de aeroporto, esquecem a lealdade e coerência, seguem cegamente um comando difuso e a crucificam em nome um suposto patriotismo politicamente correto e claramente nefasto.
O comando difuso tem origem e é claro: parte dos inimigos do Brasil, muitas vezes camuflados de 'didireita' funcionais.
Que querem o esfacelamento e destruição da ideia plantada por JBolsonaro, que os apavora: a ideia de liberdade.
Se o povo brasileiro endossasse, como uma manada de imbecis teleguiados, a desunião, o ódio e o ataque aos que estão ao seu lado, essa estratégia porca prevaleceria.
Mas não, não vingará.
Haverá de prevalecer o bom senso e a lealdade, em união, para o bem deste país.
Foi e é o desejo de Jair Bolsonaro, e de todos os homens e mulheres de boa vontade deste país, desde 2018.
E assim será.
Michele sai gigante?
Para alguém tão minúsculo quanto você, @Rconstantino , qualquer coisa acima de oito centímetros já parece gigante, especialmente quando se trata de estatura moral.
@Estadao Essa mulher teve a chance e tempo para rever suas escolhas erráticas. Nessa idade e tão perto da aposentadoria deixará um legado “sujo e vergonhoso”.
FLIP 2026 📚 A ministra do STF Cármen Lúcia rebateu os novos questionamentos às urnas eletrônicas com firmeza. "É apenas mais um resmungo", afirmou a magistrada, que destacou que o povo brasileiro já aceitou o método de votação. A declaração ocorre em meio a novas declarações de Flávio Bolsonaro sobre o sistema eleitoral.
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@94tome14 Eu acho que aquele bandeira branca custou mas caro que a humilhação pública que ela o infligiu. Só não sei o que. Mas suspeito que não vai demorar para sabermos
🚨 Apuração jornalística
É 100% verdadeiro que uma das exigências da dona Michelle para fazer o vídeo 📹 de ontem foi Flávio indicar uma aliada dela para ser vice-presidente na chapa.
Tá aí o vídeo completo para quem estava reclamando do corte. Não mudou nada. Ele defende o estupro coletivo de mulheres e bebês israelenses como uma das formas de resistência do Hamas. Abjeto.
Michelle descobriu o tamanho da Michelle
A reaproximação de Michelle com Flávio não é um gesto espontâneo de união é um ato de conveniência política.
Durante anos, Michelle ocupou a posição mais confortável possível dentro do bolsonarismo. Ela tinha a boa vontade do público do próprio marido e não sofria o mesmo escrutínio que caiu sobre Bolsonaro e seus filhos.
Não dava entrevistas difíceis, não precisava responder a perguntas hostis, falava em ambientes controlados, diante de plateias que já tinham saído de casa para aplaudi-la.
Nós conhecíamos Michelle Bolsonaro: a primeira-dama elegante, religiosa, recatada e distante das confusões.
Não conhecíamos Michelle, a operadora política.
Existem duas formas de descobrir quem uma figura pública realmente é:
A primeira é a imprensa desmontar a pessoa em mil pedaços, como fez com Bolsonaro e seus filhos.
A segunda é surgir uma briga grande o suficiente para que todos os envolvidos percam o controle da própria imagem.
Com Michelle, aconteceu a segunda.
Nos bastidores, ela construiu um núcleo próprio de poder para além do marido e passou a disputar indicações, espaço e protagonismo até com os filhos dele.
Enquanto tudo acontecia longe do público, funcionava.
Michelle aparecia como santinha, fazia o discurso bonito e depois atropelava quem precisava atropelar nos bastidores.
Bolsonaro deu um all-in.
Escolheu Flávio como seu pré-candidato à Presidência e confirmou essa decisão em carta de próprio punho.
A partir daquele momento, o arranjo anterior que incluia, Tarcisio, Malafaia, Michelle, Moraes, Gilmar, e outras figuras começou a desmoronar.
Michelle precisou sair da política de bastidor e entrar na primeira luta política pública de verdade da sua vida.
E escolheu enfrentar Flávio.
Michelle janjou
Alguém colocou na cabeça de Michelle que ela era maior do que o movimento.
Talvez tenham sido os aliados.
Talvez tenham sido os puxa-sacos.
Talvez tenha sido o aplauso constante.
Não importa.
Quando uma pessoa passa tempo demais ouvindo que é maravilhosa, perfeita, linda, grande e invencível, ela perde a capacidade de medir o próprio tamanho.
Ela janja e Michelle janjou.
Então veio o vídeo, todo produzido, inteiro roteirizado.
Todo pensado nos mínimos detalhes.
O vídeo era inteligente do ponto de vista da comunicação, mas completamente desconectado da realidade política.
Michelle começou atacando Ciro Gomes.
A lógica era simples: a direita já rejeita Ciro. Ao atacá-lo, ela pegava emprestada a simpatia natural do público e se enchia de razão. Depois, com o público emocionalmente do lado dela, transformava o vídeo em um ataque contra a candidatura de Flávio.
Era uma boa estratégia no roteiro, mas foi um desastre diante da realidade.
Nos primeiros minutos, apareceram os puxa-sacos:
“Gênio!”
“Corajosa!”
“Finalmente alguém falou!”
Quando a poeira baixou, o público fez o cálculo mais óbvio possível:
O que a direita ganha com Michelle atacando o candidato escolhido por Bolsonaro?
Nada.
O que o brasileiro ganha com essa disputa?
Nada.
Então o que Michelle deveria ter feito?
Ficado quieta.
A barata voou. 🪳
Os comentários se voltaram contra ela e, no dia seguinte, Michelle apareceu dizendo que não queria brigar.
Como assim não queria brigar?
Você produz um vídeo inteiro para detonar alguém e, depois que o público reage negativamente, diz que não queria confusão?
Não era um pedido de paz.
Era o recuo de quem percebeu que a primeira luta política de verdade estava saindo completamente do controle.
A produção do vídeo chegou a ser atribuída a profissionais ligados ao estilo de comunicação de Nikolas Ferreira. Nikolas negou qualquer participação e declarou que renunciaria ao mandato caso provassem seu envolvimento.
Independentemente de quem apertou o botão da câmera, o cálculo político foi o mesmo.
E deu errado.
A esquete dos Trapalhões
O resultado do ataque foi o enfraquecimento político de Michelle.
Ela deixou a presidência do PL Mulher. Em seguida, alguém do partido vestiu as calças extinguiu a presidência nacional da ala feminina e manteve apenas as estruturas estaduais, tirando da Michelle seu brinquedinho.
Então surgiu o Imparáveis MB.
A antiga equipe de comunicação do PL Mulher apresentou o perfil como um movimento capitaneado por Michelle.
Parecia o nascimento de uma força política autônoma.
Michelle não precisava mais do PL.
Michelle não precisava mais dos Bolsonaro.
Michelle era imparável.
Duas semanas depois, quando a repercussão começou a ficar ruim, apenas 6mil seguidores veio a explicação:
Michelle não criou.
Não pediu para criar.
Não lançou.
Não administra.
Não é proprietária.
E não se tratava de um movimento político, mas de um simples perfil “de homenagem” no Instagram.
A explicação soou como uma esquete dos Trapalhões.
O movimento imparável precisou parar para explicar que Michelle não tinha nada a ver com ele.
A mensagem política foi brutal:
Michelle com Bolsonaro é milhões. Michelle sem Bolsonaro não enche nem um perfil do insta.
A realidade chega nas pesquisas.
Depois veio a pesquisa para o Senado no Distrito Federal.
Michelle apareceu atrás de Leila do Vôlei nos dois cenários em que seu nome foi apresentado.
Além disso, registrou a maior rejeição entre todos os nomes testados, inclusive maior que a dos candidatos do PT.
Como existem duas vagas para o Senado, ela continuava competitiva.
Mas a imagem da eleição garantida foi destruída.
Se existisse apenas uma vaga, Michelle já estaria atrás.
A pessoa que havia entrado na disputa se enxergando como presidenciável começou a correr o risco de transformar uma eleição que parecia um passeio em uma briga real pela sobrevivência política.
Foi aí que a realidade explicou a Michelle o tamanho da Michelle.
Ela perdeu espaço dentro do partido.
Perdeu o controle da narrativa.
Aumentou sua rejeição.
Descobriu que seu movimento autônomo não era tão autônomo.
E viu que talvez nem a eleição para o Senado fosse a coroação garantida que imaginava.
Então chegou a hora da reconciliação.
O perdão mais conveniente do Brasil.
Flávio publicou mais um pedido público de desculpas, deve ser o terceiro do ano que a Michelle o obriga a pedir.
Michelle respondeu com outro vídeo, também cuidadosamente roteirizado, com semblante vazio, lendo teleprompter, dizendo magnânima:
“Eu te desculpo.”
Depois afirmou que os dois deveriam se unir para salvar o Brasil.
Mas como assim?
Ela descobriu agora que o Brasil precisa ser salvo?
No mês passado não precisava?
A eleição não existia?
A candidatura de Flávio não existia?
O país só passou a correr perigo depois que Michelle deixou o PL Mulher, perdeu espaço político e apareceu atrás de Leila do Vôlei?
Que oportuno.
Michelle não pediu desculpas pelo ataque.
Não reconheceu que errou.
Não assumiu que transformou uma divergência partidária em uma guerra pública contra o candidato escolhido pelo próprio marido.
Ela exigiu que Flávio pedisse perdão para voltar por cima:
Eu te desculpo.
Flávio aceitou porque precisa dos votos dela.
Quem pede desculpas na política nem sempre está errado.
Às vezes, está apenas contando votos.
Então tudo bem, Michelle.
Desculpa por termos nascido.
Você é uma rainha.
Uma princesa.
A princesinha do mar.
Agora podemos voltar a falar da eleição?
A realidade venceu.
Michelle não voltou porque Flávio a convenceu, porque descobriu que o ataque estava errado, subitamente compreendeu a importância da união ou ficou solidaria ao sofrimento dos brasileiros no governo Lula.
Ela voltou porque o partido, o público e as pesquisas explicaram de onde vem sua força.
A força de Michelle não nasce de Michelle.
Ela vem de Bolsonaro, do sobrenome, do público bolsonarista.
Vem das pessoas que olhavam para ela e enxergavam a esposa do líder que elas admiravam.
Michelle tentou medir forças com o movimento e descobriu que não era maior do que ele.
Tentou andar sozinha e viu seu tamanho diminuir.
Tentou enfrentar Flávio e acabou obrigada a aceitar uma reconciliação para preservar a própria candidatura.
Não foi Flávio quem venceu essa queda de braço.
Foi a realidade.
Michelle não voltou para salvar o Brasil.
Ela voltou porque descobriu que, sem o bolsonarismo, quem precisava ser salva era ela.
Interessante, porque o Trump e o Rubio estão verbalizando nos eua coisa muito pior. Isso porque Maduro ainda nem começou a cantar mas como o julgamento dele foi remarcando suspeito que já começou a ensaiar a confissão. Daí ainda tem na fila o tesoureiro deles, a própria esposa de Maduro que dizem por aí que era espia Cubana. Então, nesse caso a imprensa vai continuar surda?
Eu quero, e peço a vocês, que prestem atenção neste corte. Por favor, prestem atenção neste corte.
Esse é o Kiko Nogueira. Ontem eu postei uma análise mostrando que o Lula está gostando do cenário político atual e que existe uma interlocução da elite para colocar Caiado no páreo, não para que ele vença, mas para favorecer o próprio Lula. O Kiko Nogueira confirmou isso ontem e agora confirma novamente.
Mas o ponto central aqui é outro.
Eles já estão procurando mais uma narrativa, entre tantas, para tentar gravar um pênalti em cima de Flávio Bolsonaro e de sua candidatura.
Agora, a narrativa é a de que qualquer discurso que questione as instituições ou o resultado das eleições seria tratado como tentativa de golpe de Estado.
Prestem atenção no que o Kiko Nogueira está falando. Eu nem vou desenvolver o meu pensamento agora. Quero apenas que vocês prestem atenção.
Ele fala até em um eventual quarto mandato do Lula e diz que o Lula precisaria dar um basta nisso de uma vez por todas, inclusive em pessoas que possam usar o nome Bolsonaro de alguma forma na política. Olhem o tamanho do perigo.
Será mesmo que somos nós que não iremos aceitar o resultado das eleições? Ou será que o desespero está do outro lado?
Prestem atenção no que o Kiko Nogueira, do DCM, está dizendo.
@Ajs221230Silva@adrianotomasoni@ronaldocaiado Tenho 53 anos de idade e venho de família nordestina. Mas vc se acha no direito de mandar eu “estudar” a “realidade” que minha família “vivência” na vida real . Pegue seu dedinho e se toque viu?
@jackienk@adrianotomasoni@ronaldocaiado Nordeste "outrora pacífico"? Quem posta isso não conhece o nordeste bem como deve ser tão novo que nunca ouviu falar da CPI dos Grupos de Extermínio no Nordeste em 2003. Tem que estudar um pouco mais irmão. 👍🏽
Em 89, estive frente a frente com Lula em um debate na TV. Agora, 37 anos depois, ele cogita fugir dos debates. Estou começando a achar que é pessoal. Com Flávio estava confortável, quero ver comigo!
Vamos debater segurança, saúde, educação e inovação? Vamos comparar quem enfrentou o crime organizado, combateu a corrupção e entregou resultados? Coragem, Lula. Quem quer governar o Brasil não foge do confronto nem das próprias contas.
Te espero lá!