
Jesse Mazer
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Alguma das minhas posições filosóficas mais bem estabelecidas: 🟥 Deísmo/Teísmo -> não possuo fé no sentido abraâmico, que não se confunde com śraddhā no hinduísmo, e acredito em Deus por causa de razões ou argumentos filosóficos. Eu sigo algo muito próximo daquilo que Paul Draper (um ateísta por sinal) chama de “deísmo estético”, mas acredito que o uso de “deísmo” aí é deslocado, porque na verdade ainda se cumprem os requisitos para um “teísmo mínimo”, como Byerly (2023) bem coloca ao comentar Draper. I.e: não acredito em um Deus com revelação exclusiva (acredito em revelação ou revelações mas não no sentido exclusivista; mais sobre isso a seguir), nem em uma providência moralizante direta ou qualquer fé dogmática, mas mesmo assim acredito que há uma realidade que é divina, suprema, um fundamento último da ordem, da inteligibilidade e do valor. 🟥 Inclusivismo religioso hierárquico -> acredito que diferentes religiões, tradições e caminhos espirituais podem tatear ou participar de uma mesma verdade última, ainda que de modos desiguais/parciais ou simbolicamente/discursivamente distintos. Eu nego o relativismo, não acredito que todas as religiões são igualmente verdadeiras, igualmente profundas ou igualmente eficazes, mas também não significa exclusivismo, como se apenas uma tradição tivesse qualquer acesso real ao sagrado. Algumas tradições podem alcançar algumas finalidades soteriológicas reais (e.g: purificar a mente, conduzir a graus de verdade, virtude, contemplação ou libertação), mas ainda assim podem ser hierarquizadas conforme sua amplitude metafísica, a sua precisão doutrinal, profundidade contemplativa e efetividade espiritual pragmática. Algo próximo do modelo de Abhinavagupta: há muitos āgamas, caminhos e formas de acesso ao divino, mas eles não estão todos no mesmo nível, alguns são mais completos porque integram e superam os demais, oferecendo uma visão mais abrangente da realidade, da consciência e da libertação. 🟥 Idealismo metafísico/ontológico -> eu defendo que a realidade fundamental é ideal, mais especificamente, consciência irredutível. Isso não significa negar a realidade do mundo empírico, nem cair em solipsismo, mas afirmar que matéria/natureza, corpo e mente finita são modos, expressões ou aparências de uma realidade mais fundamental que é consciente, e não algo produzido por matéria inconsciente. 🟥 Realismo direto -> estamos conscientes diretamente de objetos enquanto tais, e não apenas de representações, estados internos, imagens mentais ou o que seja. A percepção pode envolver mediações cognitivas, fisiológicas e conceituais, mas isso não implica que o objeto imediato da consciência seja uma “representação” privada. Em condições normais, o mundo mesmo aparece para nós. 🟥 Intuicionismo/Racionalismo contemporâneo -> intuições, sejam elas morais, modais, matemáticas, epistêmicas etc., quer formem uma classe homogênea ou não, deixo isso em aberto, podem desempenhar um papel epistêmico justificatório. Elas não são infalíveis, incorrigíveis ou mágicas, mas fornecem justificação prima facie, sobretudo quando são claras, estáveis, refletidas e integradas a um quadro coerente de razões. 🟥 Realismo moral -> defendo a existência de fatos e verdades morais objetivos. Há pelo menos um conjunto de coisas que são realmente boas, más, corretas, incorretas, dignas, indignas, justas ou injustas, independentemente de preferência subjetiva, convenção social ou aprovação coletiva (não descarto um construtivismo local, mas ele é parasitário sob valores morais objetivos). 🟥 Objetivista moral -> como colorário, asserções morais podem ser verdadeiras ou falsas e são disputáveis racionalmente. Ou seja, quando alguém diz “torturar inocentes por prazer é errado”, isso não expressa apenas gosto pessoal, emoção ou costume cultural, mas uma afirmação com pretensão de verdade. 🟥 Particularismo moral -> não há um princípio que pode ser aplicado a toda situação como uma lei moral universal simples (+)...



What annoys me about "no idea if 0.38g is enough" is that we don't know if 1g is too much, too little, or just enough. I mean, people with obesity wind up with denser bones, but that doesn't mean people should be fatter, because obesity also causes joint problems. Martians might have far few joint problems and sports related injuries.



@njordsier @martinmbauer It's also more complicated in that the number of possible physical states in a volume is likely an exponential where the exponent is proportional to area of the bounding surface in Planck units, not the volume in Planck units, but still have idea of discrete number of states

The shortest distance ever discussed in science is the Planck length. It's the shortest distance that can be measured. Our universe's pixel size. So how small is it? A sphere with a Planck length diameter is to a human egg cell what a human egg is to the observable universe.













